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Tecnologia Humana – A tecnologia das emoções

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Neste século XXI, vivemos naquela a que chamamos de Era Tecnológica, Era da Informação ou Era Digital. Vivemos rodeados de instrumentos tecnológicos, como o smartphone ou o computador, que nos facilitam a vida e nos permitem fazer muitas coisas que de outro modo não nos seriam possíveis. No entanto, e ao mesmo tempo, continuamos a viver debaixo do jugo das nossas emoções, tal como os nossos antepassados que viveram em outras eras muito menos desenvolvidas tecnologicamente.
São as nossas emoções que determinam a forma das nossas vidas, a qualidade da nossa performance, as nossas escolhas e decisões, as nossas relações, os nossos planos e aspirações. A nossa vida é um reflexo das nossas emoções. Ou um reflexo do que elas nos permitem. Imaginem como seriam as vossas vidas se tivessem conseguido controlar e gerir as vossas emoções de um modo mais eficiente e construtivo do que aquele que têm conseguido até hoje?
Muito mais do que um resultado dos nossos planos, dos nossos desejos e das nossas ambições, as nossas vidas são um resultado daquilo que as nossas emoções nos deixam fazer.
Quantas boas oportunidades não desperdiçámos, quantas relações não terminámos, quantos projetos não abandonámos, de quantos sonhos não desistimos, somente porque não conseguimos manter as nossas emoções sob controlo? Já pensaram como seriam as vossas vidas hoje se tivessem lidado emocionalmente de outro modo com certas situações que vos aconteceram no passado?
Estamos habituados a considerar que as nossas emoções são provocadas pelos acontecimentos e situações que experienciamos no nosso ambiente envolvente. Esse tem sido o paradigma que temos utilizado até hoje para descrever a dinâmica das emoções.
Acontece que esse paradigma não corresponde à realidade. Na realidade, e apesar de não nos apercebermos disso, as nossas emoções não são um efeito das situações que acontecem á nossa volta, mas sim da hermenêutica, ou seja, da interpretação linguística que fazemos delas. E isso, não é exatamente a mesma coisa.
Tomemos por exemplo a tristeza. Geralmente as pessoas consideram que ficam tristes por causa de alguma coisa que aconteceu: alguém morreu, o Benfica perdeu, a namorada/o deixou-nos, acordámos com vontade de ir à praia e quando abrimos a janela vemos que chove torrencialmente, etc. Imputamos a causa da nossa tristeza a essas situações.
Mas na verdade, o que está a causar em nós essa tristeza é a INTERPRETAÇÃO que estamos a fazer dessas situações, e não as situações em si mesmas. Por outras palavras, ficamos tristes, não por causa do que aconteceu, mas sim pelo modo como interpretamos. E aqui é que as coisas começam a ficar interessantes. Porque nós, desde que aprendemos a falar, interpretamos tudo com LINGUAGEM. E a Linguagem é um código, e como qualquer código, não pode ter erros.
A correção da linguagem depende da correspondência e coerência dos nomes, das palavras, com as coisas que existem na realidade. Quando o nome corresponde à coisa, a linguagem está correta. Quando o nome não condiz com a coisa, a linguagem está errada. Então, sempre que interpretamos qualquer situação com linguagem que não corresponde ao que realmente está a acontecer, experienciamos dentro de nós aquilo a que chamamos de emoções negativas, ou desagradáveis. A linguagem correta desperta em nós emoções positivas, a linguagem errada desperta em nós emoções negativas.
As nossas emoções, agradáveis ou desagradáveis, são assim um reflexo da correção da linguagem que utilizamos, e não causadas pelo que acontece à nossa volta.
Saber isto permite-nos obter um controlo muito maior das nossas emoções. Geralmente, costumamos culpar os outros e o mundo pelas nossas emoções. A partir de agora, sempre que se sentirem deprimidos, ansiosos ou furiosos, saibam que a causa dessas emoções reside na linguagem errada que estão a utilizar para interpretar a realidade. As emoções negativas são um indicador que nos avisa que a linguagem que estamos a utilizar para interpretar as situações está errada. Se interpretarmos mal, iremos sentirmo-nos mal, e tudo o que fizermos a seguir também irá estar mal, ou seja, acabaremos por moldar a nossa realidade de uma forma menos harmoniosa.
Por exemplo: o especto físico do quarto onde dormimos é um reflexo do nosso estado emocional. E o nosso estado emocional é um reflexo da linguagem que utilizamos para interpretar a realidade.
Se a linguagem que utilizamos para interpretar a realidade estiver correta, as nossas emoções serão positivas, e o aspeto físico do quarto onde dormimos será arrumado, limpo, agradável e harmonioso.
Se houverem erros linguísticos na nossa interpretação da realidade, as nossas emoções serão perturbadas, negativas, e isso irá refletir-se no aspeto físico do nosso quarto, que rapidamente se tornará desarrumado, sujo, desagradável e pouco acolhedor.
O mesmo se passa com as nossas vidas em geral. O aspeto físico das nossas vidas, a qualidade das nossas relações, até mesmo a nossa aparência física, é um reflexo da qualidade das nossas emoções, e estas são um reflexo de quão correta ou errada estiver a linguagem que utilizamos na interpretação que fazemos da realidade.
A Tecnologia Humana consiste num conjunto de Técnicas que nos permitem corrigir a interpretação linguística que fazemos da realidade – a nossa hermenêutica, de modo a elevarmos positivamente o nosso estado emocional, o que acaba por influenciar construtivamente a forma material das nossas vidas.
Se interpretarmos melhor, sentimo-nos emocionalmente melhor, logo fazemos melhor e obtemos uma vida, um mundo melhor.
A Linguagem é a tecnologia mais importante que o Ser Humano tem ao seu dispor. Se não fosse a Linguagem, o mundo civilizado em que vivemos hoje não teria sido possível.
E a Linguagem é também uma tecnologia de processamento de informação, ou seja, um código. É o código com o qual programamos as nossas vidas.
Corrigindo a Linguagem, elevamos as nossas emoções. Elevando as nossas emoções, aumentamos a harmonia e qualidade do mundo à nossa volta. Este é, em suma, o objeto e o propósito da Tecnologia Humana.

Imagens
NELSON RESENDE
PROF. DE TECNOLOGIA HUMANA
www.tecnologiahumana.pt
[email protected]

in REVISTA PROGREDIR | JULHO 2023
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)
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