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Uma Iluminação que pertença à Terra

1/1/2017

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Trazer a Iluminação à Terra é integrá-la e enraizá-la no cerne dos nossos dias. No coração da vida humana, no coração da contingência. Só coabitando connosco de uma forma íntima e próxima, ela poderá revelar e exprimir todo o potencial transformador que tem.
Por Maria Madalena Rocha


in REVISTA PROGREDIR | JANEIRO 2017

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

Como acontece com tantas ideias que nos chegaram de outras culturas, tendemos a distorcê-las, olhando-as inevitavelmente sob o prisma que nos enforma. E podemos subvalorizá-las ou sobrevalorizá-las, de acordo com a nossa história de vida, as nossas opções, o nosso estado atual.

Subvalorizar ou sobrevalorizar aqui significa tão somente que não deixamos que elas assumam o sentido transformador que realmente podem ter. Negando-as ou idolatrando-as, colocamo-las, quase diria, de forma absolutamente idêntica, fora dos nossos passos quotidianos, fora daquilo que caracteriza o nosso estar na Terra.

A Iluminação é como todos sabemos um conceito budista e, como quase todos os conceitos budistas, sofreu ora desvios de tradução ora de contexto cultural.

Demoremo-nos um pouco na palavra.

Quando ouvimos falar em Iluminação, o que lhe vem inevitavelmente agregado? Não podemos deixar de pensar em Buda. Mas seguindo o ciclo do condicionamento, para onde vamos? Quem sabe para os Himalaias, quem sabe para um Mosteiro, para lugares exóticos, os pormenores agora dependem da experiência pessoal de cada um de nós.

E ao fazermos este pequeno exercício sobre a palavra Iluminação e sobre como somos levados por ela, inconscientemente, rigidamente, a cenários longínquos, entrámos no preciso cerne da Iluminação – romper com os condicionamentos que nos aprisionam ou, pelo menos conhecê-los e, deste modo, ter a possibilidade de optar se os queremos manter ou se os queremos transformar, modificar, substituir.
A Vida é Luz e Sombra, Alto e Baixo, Alegria e Tristeza… e por aí fora, num eterno devir. Culturalmente, porque a cultura ocidental privilegiou desde sempre a fixidez da identidade em detrimento do devir, do movimento, tendemos a ver estes pares de opostos como realidades e, pior que isso, como realidade opostas, mutuamente exclusivas, incomunicáveis, quando, na verdade, são “duas faces da mesma moeda” – a Vida.

Parafraseando Shakespeare, com um pouco de humor que, com certeza ele não levaria a mal, poderíamos substituir o “Ser ou não ser “por “ser e não ser”.

Deste modo, se pretendermos abafar a Sombra, a dor, a tristeza, estamos a mutilar a Vida e a desperdiçar a oportunidade maior que ela nos dá – a de nos cumprirmos.

A (pseudo) iluminação que não contempla a Sombra assemelha-se ao comportamento dos insectos que rodopiam em volta de uma lâmpada, acreditando estar perto do Sol, da Luz, de uma saída feliz.
Numa metáfora, imaginemos uma árvore que resolvesse recusar às suas raízes a imersão nas profundezas obscuras do subsolo, querendo aproximar-se mais e mais do Céu e do Sol e acreditando que o caminho é só para cima. O que aconteceria a essa árvore? Sem robustez e sustento, qualquer brisa a deitaria por terra.

Sejamos como uma árvore! Não tenhamos medo de mergulhar os nossos pés nas zonas escuras e profundas que nos habitam, nas zonas de sombra. Pois é a transmutação alquímica dessa Sombra que nos leva cada vez mais perto do Sol, do Céu. Que nos alimenta e dá robustez para crescermos.
Então se aceitarmos como filosofia de vida este processo de iluminação, enquanto forma de conhecimento de nós próprios e do mundo, enquanto forma de descondicionamento, poderíamos dizer que iluminar é, em grande parte, flexibilizar.

E flexibilizar o quê? A nossa visão do mundo, as nossas reacções ao mundo e a nós próprios.
Grande parte do sofrimento emocional provém da rigidez.

Numa altura em que o nosso cérebro ainda não está plenamente desenvolvido, em que as capacidades cognitivas e de crítica ainda não estão maduras, aprendemos, como todos os mamíferos, pela via emocional, por via do cérebro límbico. Vamos bebendo nos gestos de quem nos cuida (pais, avós, e todos os que amamos e nos estão mais próximos), a aprovação e a reprovação. E na nossa necessidade de sermos amados, o “certo” e o “errado” vão-se instituindo de acordo com esses gestos, mais ou menos explícitos, assim como a nossa visão do mundo. Isto quer dizer que, ainda que nasçamos com determinadas predisposições, como seres únicos que somos, elas vão sendo moldadas e enformadas por estas relações primeiras. Sabe-se hoje que, ao contrário do que se pensava antes, mais do que genéticas, as tendências depressivas ou ansiosas, por exemplo, são aprendidas. Começamos a ver e a construir o mundo através do olhar daqueles que nos cuidaram.

As emoções são o motor primeiro das nossas ações.

Saber lidar com as emoções é talvez o grande desafio do ser humano.
Imaginemos que nos lançavam um repto: ir passar uns tempos num lugar desconhecido, com pessoas desconhecidas. Éramos desde logo avisados que se tratava de um povo estranho. Uma comunidade muito peculiar, que recebia estrangeiros, mas tentava de todas as formas, dificultar-nos a vida. Iriam arranjar picardias por motivos menores. Se conseguíssemos ultrapassar essa prova, aí sim, iríamos para um lugar paradisíaco.

Creio que qualquer um de nós pensaria:
“Fácil, fácil. Trata-se apenas de ignorar, já sei que se trata de pessoas complicadas, o mau feitio deve-se aos problemas que têm consigo mesmos e, além disso, estou de passagem, será uma prova fácil.”

Mas… não é esta uma analogia, ainda que caricatural, da própria vida? E porque é que as coisas se complicam?

A avaliação que fazemos de uma situação sem a experienciarmos, é racional. Quando experienciamos, experienciamos emocionalmente. E é aí que as coisas se complicam.

Não vamos entrar em grandes pormenores sobre a anatomia do cérebro, sobre as relações entre o cérebro cortical e o límbico. Basta-nos perceber que, nem sempre estes “dois cérebros” andam de mãos dadas e que, por mais que a nossa racionalidade nos dê determinadas informações, são em grande parte as emoções que comandam as nossas acções. As emoções, que estão sob a alçada do cérebro límbico e que têm uma relação mais estreita com o corpo.

Percebemos assim a importância de trabalhar com as nossas emoções, nesse caminho de descondicionamento a que nos propomos.

E voltamos às nossas primeiras aprendizagens. Desde cedo nos ensinam que há emoções boas e emoções más, que existem emoções positivas e negativas, emoções desadequadas. Os exemplos culturais proliferam: “um menino não chora”, “uma menina não grita”, e por aí fora.
O que acontece é que deixamos de reconhecer as emoções. À força de as calarmos, deixamos de reconhecê-las e, se não as ouvimos, elas manifestam-se no corpo, manifestam-se em padrões pouco saudáveis que desenvolvemos por estarmos desconectados de nós próprios.

Não existem emoções boas e más. Positivas ou negativas. Todas as emoções são humanas. Elas fazem parte do nosso mecanismo de sobrevivência. Dão-nos indicações sobre o que nos falta, o que desejamos, o que não desejamos, o que tememos. Não as abafemos. É muito importante que nos voltemos a conectar de uma forma saudável com elas. Afinal, elas duram pouco, se ouvirmos o que têm para nos dizer a cada momento. Iluminemos as nossas emoções, esse mecanismo precioso que a natureza nos deu.

Arranjemos um momento só nosso a cada dia, num espaço tranquilo, onde de preferência possamos estar sem ser perturbados, fechemos os olhos por um instante, e com a atenção centrada no nosso corpo, sentindo a respiração de uma maneira natural, observemos simplesmente o que se passa dentro de nós. E coloquemo-nos a pergunta: que emoção é esta que estou a sentir agora? Onde a sinto? Em que parte do meu corpo? O que me diz esta emoção?
​
E podemos repetir o exercício sempre que quisermos e podermos, percorrendo assim todo o leque de emoções humanas. E desta forma, voltamos a reconectar-nos com essa sabedoria que existe dentro de nós.
​
Imagem
MARIA MADALENA ROCHA
PSICOTERAPEUTA ERICKSONIANA
[email protected]

​in REVISTA PROGREDIR | JANEIRO 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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