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Mundo em transição: como tomar decisões em tempo de incertezas

1/2/2013

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Hoje, mais do que nunca, vivemos tempos conturbados e cheios de surpresas. O ambiente da nossa vida tornou-se ambíguo e indeterminado, e o futuro passou a fazer parte das nossas preocupações de uma forma mais intensa. 
Por Nelson S. Lima

in REVISTA PROGREDIR | FEVEREIRO 2013

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

Deparamo-nos cada vez mais com o fator "incerteza". E, mais ainda, os "acasos" - eventos imprevisíveis e até improváveis - assumiram proporções nunca antes alcançadas. Para piorar o cenário os estudiosos afirmam que a sociedade humana tende para uma complexidade cada vez maior.

O ritmo e a variedade da vida estão intrinsecamente ligados ao conceito de transitoriedade, que neste contexto quer dizer rotatividade entre as relações que estabelecemos na vida, um rompimento ao apego das conexões do passado e a efemeridade das situações emergentes. Um número considerável de antigas "certezas" da vida passaram a ser passageiras e efémeras.

Temos então uma sociedade marcada pela transitoriedade, pela diversidade e pelas novidades.

O caos de adaptabilidade ocorre quando esses fatores convergem criando uma ambiência tão efémera, tão estranha e tão complexa que passou a ameaçar milhões de seres humanos com uma sensação de "fracasso de adaptação".

COMO VIVER NA MUDANÇA
A resposta ao "choque do futuro" não é a não-mudança das coisas, mas uma diferente espécie de mudança. Deve-se, por conseguinte, experimentar uma série nova de medidas reguladoras de mudanças, inventando e abandonando esses meios, à medida que avançamos no nosso projeto de vida. Problemas novos exigem soluções novas.

Uma das consequências mais sérias das mudanças que o mundo tem vivido é o bombardeamento dos nossos sentidos, o excesso de estimulação. Se a sobrestimulação sensorial aumentar deformamos a nossa perceção da realidade. A sobrestimulação cognitiva interfere com a nossa capacidade de pensar e de sentir. E tomamos más decisões.

Quando as pessoas são lançadas em situações que mudam depressa e irregularmente ou vivem num contexto rico de novidades, surpresas e acasos, o comportamento racional pode ficar perturbado por desgaste emocional e sensorial. É o que está a acontecer a milhões de pessoas em todo o mundo.

O que o futuro também traz de novo é a "aceleração da mudança". No turbilhão dos acontecimentos que nos cercam resta o nosso espaço de manobra que deverá focalizar-se mais no traçar objetivos do que confiarmos em previsões e em planos a longo prazo.

Para melhor nos defendermos dos eventos aleatórios marcados pela ambiguidade e a indeterminação do amanhã resta-nos a preparação e a adaptação constante. Neste capítulo a aprendizagem de novos saberes e a aquisição (ou a melhoria) de novas competências é fundamental.

A grande vantagem desta sociedade "radical" é que ela também está cheia de possibilidades em aberto que deveremos procurar insistentemente quando queremos mudanças efetivas na nossa vida.

O viver, ao contrário do que alguns autores querem fazer crer, não é uma ciência, e nem sempre está de acordo com a lógica. É mais um saber criativo, uma arte das mais exigentes, sempre em mudança - ela própria!

Veja-se como cada vez mais as pessoas se socorrem de astrólogos, magos e oráculos tentando encontrar respostas para as suas dúvidas, incertezas e desconhecimentos. Não é de estranhar que até muitos líderes se façam acompanhar de videntes lembrando tempos muito recuados quando faltava informação que servisse de apoio à tomada de decisões.

O ACASO NA NOSSA VIDA
Muitos acontecimentos da vida (desde o Universo ao ser mais simples que nele habite) são simplesmente obra do acaso, totalmente imprevisíveis e inesperados. Não significa que cada "acaso" não tenha uma causa. Nada aparece sem ter uma origem e esta mesma resulta de uma sucessão de acasos.

Com o aumento da complexidade da vida humana também aumenta o número de acasos, em muitos dos quais nem reparamos e nem lhes damos importância pois já intuímos que o "acaso" faz parte da vida.

Há quem prefira chamar-lhe "sorte" ou até "destino". Esses termos não estão corretos pois trata-se de coisas diferentes. A sorte pode ter vários significados e quanto ao destino faz pensar que a vida está pré-determinada. Mas não é assim, embora muita gente acredite nisso.

O "acaso" resulta da arbitrariedade. Um acontecimento algures no passado e num qualquer local determina um ou mais acontecimentos no presente e no futuro, e que influenciarão o percurso da nossa vida. Entramos no campo do imprevisível.

O mais perigoso disto tudo é que, como o cérebro humano não está preparado para lidar com a incerteza (ele procura sempre que acreditemos na racionalidade e na lógica dos acontecimentos para nos sentirmos em segurança), nós acabamos por correr demasiados riscos ao longo da vida. E só com alguma sorte pelo meio escapamos até da autodestruição.

Mas uma nova visão está em curso: o acaso, a que nunca poderemos fugir, pode ser nosso aliado. Pelo menos de forma mais segura do que o habitual (em que simplesmente vivemos como que dependentes do acaso mesmo quando tomamos decisões com base em muitas previsões e planos matematicamente construídos). Nisso, verdade seja dita, somos muito irresponsáveis pois confiamos em demasia naquilo em que acreditamos e esquecemo-nos que, à medida que a vida vai seguindo o seu curso, vão ocorrer mudanças provocadas pelo acaso.

ESTRATÉGIAS PARA VENCER A INCERTEZA
A palavra inglesa "chance", a qual significa não apenas "sorte" e "acaso" como também "oportunidade".

Tirar partido dos "acasos" da vida é uma boa estratégia para vivermos. E isso exige uma certa ciência. Ou, se quisermos ser mais rigorosos, uma boa dose de inteligência e perspicácia. Além, obviamente, de uma mente aberta para as possibilidades e as oportunidades da vida.

Disse o grande sociólogo Edgar Morin que "o maior contributo de conhecimento do século XX foi o "o conhecimento dos limites do nosso conhecimento", o que - digo eu agora - nos faz viver ainda mais nos territórios da incerteza.

Cerca de 70% dos estudantes universitários, sobretudo dos cursos de humanidades, desistem ou mudam de curso por terem feito escolhas com poucas certezas relativamente ao que os esperava. Ou seja, praticamente escolhem ao "acaso" deixando que o futuro lhes troque as voltas.

Num mundo de futuro incerto temos ao nosso dispor duas estratégias que se têm mostrado serem as melhores para a tomada de decisões. A primeira é fazer "pequenos planos" em vez de grandes projetos tendo em vista os objetivos a atingir. Quando fazemos pequenos planos de cada vez, os riscos que corremos são muito menores quando algo corre mal (é o que faz a Natureza: ela evolui lentamente). Sonhar "alto", acreditar no futuro e dar grandes passos empurraram milhões de pessoas para situações financeiras catastróficas porque estavam confiantes em cenários onde não vislumbraram problemas.

A segunda estratégia é diversificar, isto é, apostar em mais do que uma resposta. Se alguma escolha falhar restam outras. E se aplicarmos simultaneamente a estratégia dos "pequenos passos" conseguimos avançar com mais confiança mesmo que os inevitáveis acasos da vida nos tragam surpresas desagradáveis.

Esta sabedoria milenar é atualmente de uma pertinência inquestionável. Podemos, enfim, avançar na vida traçando objetivos e fazendo pequenas conquistas de cada vez ao contrário de nos aventurarmos com grandes planos, projetos e investimentos que, devido ao imprevisível, podem fazer desmoronar tudo aquilo que construímos e em que acreditámos.

Se soubermos conviver com a possibilidade das incertezas e dos acasos da vida acabamos por ser premiados bem mais vezes do que esperávamos.
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Nelson S. Lima
Presidente Executivo (CEO) doEUROPEAN INTELLIGENCE INSTITUTE
Marca registada internacional que aglutina o Grupo Instituto da Inteligência em Portugal, Brasil, Colômbia e também em outros países através de delegações (Inglaterra, Angola, Venezuela, Equador, Peru, Chile e Argentina). 
Diretor Geral e Coordenador Nacional do Grupo INSTITUTO DA INTELIGÊNCIA PORTUGAL
Diretor na Europa do CINEAC Centro de Inovação Educacional Augusto Cury (Brasil)
Professor de Neurociência, Coordenador e Orientador na Universidade do Futuro (Brasil)
Diretor da Divisão de Investigação da EURADEC (Associação Europeia para o Desenvolvimento da Educação e da Cidadania, ALEMANHA) e da WEA - World Education Association for Sustainable Development and Global Citizenship, SUIÇA)
Representante da ZIGMA CONSULTING (América Latina), em Portugal.

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