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1/1/2024

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Fotografia
“Não tenho sorte no amor” – Esta frase ecoava desde muito cedo na cabeça de Maria. Por Ana Paula Rodrigues

in REVISTA PROGREDIR | JANEIRO 2024
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)
​

Maria é dotada de grande senso de responsabilidade social, ambiciosa e inteligente. A sua carreira é muito bem-sucedida, tem uma família constituída por um marido, e dois filhos. Tudo parece bem na vida de Maria, vive numa casa linda, tem carro, os filhos no colégio.

Maria também faz tudo para que assim seja, mas nem tudo o que parece é… Não consegue lidar bem com o sexo oposto, sente as vezes uma espécie de repugnância pelas suas ideias machistas, gostos inúteis e conversas fúteis, principalmente da forma como falam de mulheres… Como se fossem objetos, não fossem da mesma espécie.

Este sentimento tão profundo, faz com que despreze lá no seu íntimo a essência masculina, o ar de superioridade que alguns homens apresentam, em vários contextos.

Não é feminista, pois seria o mesmo, mas sobre o sexo oposto, entende que há diferenças físicas, emocionais e sociais, no entanto acredita que ninguém é superior a ninguém.

Numa sociedade em apoiamos os animais, as florestas, o ambiente e não protegemos o outro ser humano… socialmente muita coisa é aceite e até é um status.

Estes pensamentos remoíam, remoíam… e consumiam Maria, a cada conversa com as amigas, queixas, maus-tratos. A cada notícia de violência, em conversa entre homens, a cada piropo mais ordinário, uma revolta crescia gradualmente, assim como ela.

Teve muita dificuldade em confiar e entregar-se a um homem, e esta vertente da sua vida era uma grande lacuna, não sabia lidar com o amor…

Não foi alvo de qualquer tipo de violência, a sua observação e convicção criou um escudo, impenetrável, regras e limites na sua própria vida, sem mesmo se aperceber.

Amava o seu marido, no seu subconsciente este também era homem… igual a todos os outros. O tempo foi passando e a sua relação, aos poucos entrou na rotina, com filhos e trabalho.

Mas o seu marido, nunca conheceu verdadeiramente a Maria… quando esta tentava libertar-se, Hugo comporta-se como homem… não entendia tanta complexidade, desequilíbrio e insegurança, quando este a amava, e fazia tudo por ela.

Para ele o Amor, o tudo, era ajudar com os filhos, com a casa… não era uma pessoa de afetos, era homem e não foi educado assim, o fato de estar presente e ajudar eram por si só demonstrações de amor.

Maria por seu lado, orgulhosa e carente de afetos, admirava as qualidades de Hugo, mas detestava as conversas dele com os amigos e com o filho!

Pensava, afinal, eu sou o quê?  Faço parte da mobília? Sou mulher, será que não percebem? Quando falam das mulheres, eu sinto… Eu tenho vergonha, eu tenho raiva da vossa ignorância. Não percebendo ela que também fazia o mesmo em relação ao Hugo, no seu subconsciente.

A sua relação foi deteriorando por vários outros fatores, sendo a base a falta de valorização de ambos, as crenças que ambos tinham sobre o amor, relacionamento e afetos. O total investimento na educação dos filhos e carreira, essa foi a fuga para o que não conseguiam compreender.

E estava tudo bem.

Mas Maria, não estava, entra em depressão. Mais uma vez o seu estado emocional, os seus sentimentos são desvalorizados em casa…

Resolve não se medicar e entra num processo de autorreflexão, procura respostas em si, pois já percebeu que cada um paga a sua fatura. E ela não queria passar os dias a dormir, sem vontade de comer, nem falar com ninguém.

Agarrou num livro em branco, oferecido por um amigo na adolescência, ainda em branco. Outro que nem a um km chegou… realmente, tornara-se uma mulher extremamente exigente, fria e orgulhosa. Maria chorava, enquanto escrevia o que lhe vinha na alma.

Estava tudo errado, tudo errado!

Ela só queria ser amada, ser tratada com carinho, gostava do toque, um abraço, dançar, uma palavra de afeto… Mas não deu espaço ao Hugo, não demostrou, fechou-se.

A sua energia masculina era dominante, orgulhosa deixou de “mendigar” afetos. Tornou-se demasiado independente ao ponto que ele já não fazia parte do seu mundo, só de casa.

“Não tenho sorte no amor” – Esta frase ecoava desde cedo na cabeça de Maria, e realmente dos amores que se permitiu ter, não teve.

“Não tenho sorte no Amor.”

Porquê?

Num processo terapêutico, Maria percebeu da sua ferida emocional, a base de todas as crenças e desrespeito pela energia masculina e tudo o que ela representava num homem. (os comportamentos eram gatilhos extremamente fortes que interferiam na sua própria vida, uma vez que o Hugo não tinha tais comportamentos, e só por ser homem também o criticava.

Maria sofreu de abandono e sentimento de rejeição em criança, tanto do pai como da mãe. Sendo educada numa família adotiva, onde a sua figura de referência era mulher, uma mulher bem-sucedida, poderosa, independente, que mandou o marido “as favas”, quando este se atreveu a levantar-lhe a mão.
Os homens naquela família, além do trabalho em reuniões, só comiam, bebiam e falavam de futebol, política e mulheres dos outros e não só...

No entanto as suas mulheres eram lindas, impendentes e bem-sucedidas, não entendia… tanta ordinarice (já uma adolescente).

O pai biológico de Maria apareceu quando ela tinha 12 anos, a primeira coisa que disse, foi:
- És muito bonita…
- Vê lá, tem cudado com os rapazes… Não engravides!
Ela à espera de uma declaração de amor, um abraço, o porquê… “Não engravides!”
DOZE anos! ainda brincava com bonecas… Gritava Maria, na sessão a chorar.

Durante as sessões, muitas lembranças e sentimentos foram remexidos, revividos emocionalmente e resinificados, com a compreensão de uma mulher de 45 anos, a sua criança interior estava muito ferida e a culpa era dos homens, todos os homens.

Quando se dá a cura da criança interior, que vive em nós, portadora de todos estas crenças, sobre nós, os outros e os relacionamentos, ficamos em paz conosco. E Maria primeiro teve de fazer as pazes com ela própria, com o pai e cuidar da sua criança.

Equilibrar a sua própria vida, saber amar-se, dar valor a si própria para perceber que tal como os homens, as mulheres não são todas iguais. Ninguém é igual a ninguém, somos únicos e criamos laços únicos.

O relacionamento reajustou-se, renasceu aos poucos à medida que cada um “lambia” as suas próprias feridas, para por fim estarem juntos sem que o outro seja vítima das amarras de um passado que não lhe pertence.

Agora são dois seres (curados) que se amam pelo que são, sem medo de se mostrarem por inteiro. Porque o relacionamento não é suprir as necessidades um do outro e ficar a espera que outro realize os nossos desejos. Um relacionamento é uma oportunidade de evolução pessoal, espiritual e a mais completa autoexpressão de amor e grandeza.

Fotografia
ANA PAULA RODRIGUES
YBICOACH - SUCCESS CAREER & LIFE STRATEGY COACH
www.ybicoach.pt
[email protected]

in REVISTA PROGREDIR | JANEIRO 2024
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