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Celebrar a vida na sua essência

1/6/2021

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Festejamos o que nos traz alegria. Atualmente, a celebração tomou outro sentido e talvez tenhamos aprendido a celebrar as nossas transformações internas com mais alegria e gratidão.
Por Carla Marina Melo


in REVISTA PROGREDIR | JUNHO 2021

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

Celebrar faz parte de nós. Desde sempre nos reunimos com quem sentimos pertencer e festejamos de tudo um pouco. Quando falamos em celebrar vem-nos à mente o convívio, festa, alegria, momentos de partilha com as pessoas que nos são queridas. O ser humano é social e como tal, comemorar datas significativas, da nossa história, da história do local ou país onde vivemos é também avivar memórias e comemorá-las com aqueles de quem gostamos estar. Esta prática faz com que tudo o que para nós é importante, não seja esquecido.
 
Nos tempos que correm em que nos é pedida distância social, a prática da celebração mudou a sua forma de se manifestar, no entanto, mesmo virtualmente, tem sempre implícito o encontro com o outro. Celebramos as nossas alegrias, vitórias e conquistas à distância de um clique, sempre que não é possível o encontro presencial.
 
Atualmente, celebrar tem um significado diferente, pois estando nós, seres sociais, mais privados do encontro e convívio entre as pessoas, acabamos certamente por celebrar cada olhar, cada sorriso quando há oportunidade do reencontro com o(s) outro(s). Celebramos as grandes datas (aniversários, conquistas, por exemplo) e as pequenas coisas que a vida nos dá e que tínhamos como garantidas. Aprendemos a comemorar de forma mais comedida tornando o objetivo da celebração social um paradoxo em si. No entanto, continuamos a festejar e isso é algo que fará sempre parte de nós, seres humanos, embora, atualmente, tenhamos aprendido a festejar o facto de estarmos vivos, termos um emprego, uma família, um local para viver, alimento para todos, entre outros motivos pelos quais poderemos estar felizes e gratos ao ponto de celebrar as pequenas coisas da vida.
 
Estando nós tão habituados a associar a celebração a eventos alegres, não temos o costume de celebrar os momentos de dificuldade. No entanto, é nestas alturas em que o nosso crescimento acontece. Perante os desafios, somos muitas vezes impelidos a mergulhar no interior de nós mesmos. É quando descemos à caverna, tal como Cora e é aí que surge Perséfone e a transformação acontece. Foi quando Cora comeu as sementes de romã e desceu ao submundo que a donzela se transformou em mulher. Assim é em nós e assim é com os ciclos naturais.
 
Também, a transformação da semente, definhando no outono e entrando em dormência no inverno, leva à sua transformação e crescimento na primavera, estação onde se celebra a vida e o renascimento resultante de uma metamorfose e períodos de escuridão sem os quais a alegria dos ciclos da natureza não conseguiriam ter sucesso e motivo para comemoração.
 
É aí que a descoberta da nossa essência é trazida à luz da consciência impelindo a que se dê a verdadeira metamorfose interior. Crescemos. Desenvolvemo-nos enquanto seres humanos.
 
Neste sentido, celebrar o que um desafio nos traz e o quanto nos transforma será, talvez, a mais gratificante das celebrações. Uma comemoração destituída do convívio que é associado aos festejos, mas um comemorar interno que será entendido por todos aqueles que já desceram ao submundo e subiram do reino de Hades, entendendo o verdadeiro significado desta celebração interior. Aqui, celebrar será um estado da alma ou do espírito (o que lhe quisermos chamar) vibrar em compaixão, gratidão, amor e admiração pelo crescimento conseguindo e pela resiliência que levou à transformação individual.
 
Contudo, não nos esqueçamos que celebrar não deixa de ser uma atividade social e mesmos estas celebrações resultantes do nosso crescimento interior terão certamente um sabor mais glorificante e doce quando partilhadas pela nossa tribo de sangue ou de coração.
 
Todos os tempos são para celebrarmos o que nos bem aprouver, estejamos atentos ao que sentimos e ao que nos rodeia, pois, motivos para comemorar… temos sempre muitos.

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CARLA MARINA MELO
TERAPEUTA HOLÍSTICA
www.facebook.com/centrodeformacaoeterapiassaomiguel
[email protected]

​in REVISTA PROGREDIR | JUNHO 2021
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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O Destino habita-nos!

1/5/2021

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O livre arbítrio na sua escala máxima dá-se quando o destino se impõe… quando se sente “tinha de ser!”. Quanto mais liberdade, mais de mão dada com o destino! Por Susana Esteves

in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2021

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

São infinitas as abordagens que podem abraçar o tema “Destino”. Apresento duas.
 
Astrologia Psicológica e Transpessoal
Nascida nos anos 60 e, à luz da Psicologia, coloca o foco na responsabilidade pessoal e na capacidade de cocriação do indivíduo, desviando-o da culpa e da vitimização. Esta Astrologia baseia-se no modelo teórico de Carl Jung, no qual o inconsciente é ampliado à história da humanidade - Transpessoal.
 
O diagnóstico é realizado a partir do que o cliente partilha e do que o Mapa Natal espelha em termos de dinâmicas ao nível da infância e de padrões repetitivos que condicionam a sua vida. Pretende-se ir além da descrição, desmontar bloqueios, revelar potenciais evolutivos, propósito de vida, devolver mais consciência e livre-arbítrio.
 
Poder de escolha
Há pessoas que sentem a Astrologia como uma realidade distante, que as comanda e até mesmo assustadora. Porém, a verdade é que os Planetas são intrínsecos ao Ser Humano – somos a Parte mas também somos o Todo. Quando dialogamos com o céu buscamos as nossas raízes mais profundas (“Somos Poeira das Estrelas”, Carl Sagan)e a Astrologia é um manual de instruções para essa conversa.
 
Assim, contactar com o nosso Mapa Natal (mapa do nascimento do indivíduo) é mais que autoconhecimento, é revelar e comunicar com a nossa psique, o nosso inconsciente, permitindo um processo de descondicionamento existencial, mais liberdade e poder de escolha.
 
É certo que os limites (de natureza genética, astrológica, cármica, social, cultural…) fazem parte da condição humana.Mas também é certo que os mesmos não são absolutos porque temos opção: aceitamos o que é impossível mudar? e de que forma é que lidamos com isso? como é que nos posicionamos? É de acordo com o nosso nível de consciência e livre-arbítrio que vamos tomando essas decisões.
 
Um Mapa Natal indica-nos o caminho da nossa individuação sem nos revelar como o trilhar (“O Homem está condenado a ser livre”, J. P. Sartre). Por exemplo, um Sol em Aquário é um posicionamento astrológico que não irá alterar-se durante toda a existência do indivíduo(condicionalismo), contudo este poderá ser vivenciado em inúmeros estágios de crescimento existencial.
 
Desmistificar as previsões astrológicas
O trânsito (uma das mais conhecidas técnicas de prognóstico astrológico) é a relação entre o ciclo de um planeta no céu (universal) e um planeta individual (Mapa Natal).
 
As previsões astrológicas são o aspeto da consulta que o cliente mais teme mas também aquele que mais o impele a realizá-la. Alguns dos clientes questionam se os seus trânsitos são “bons” ou “maus”. Na Astrologia não há “bom” nem “mau” (linguagem do Ego) há sim o necessário para a evolução existencial (linguagem do Self). Outra das crenças muito presentes, no âmbito dos prognósticos, é que o Astrólogo irá fazer uma leitura predestinada, imutável, definitiva, fechada e para o qual o indivíduo terá que se preparar(adivinhação, futurologia), o que suscita medo.
 
É imperioso esclarecer que um trânsito é um ciclo interno que atrai uma realidade externa (assim como é dentro, é fora). É uma fase psicológica, somática, mental e de alma que, por sua vez, condiciona a perceção da realidade exterior, levando o indivíduo a ser atraído por determinadas situações ou eventos. Partilhar um trânsito com o cliente é assim traduzir, para a sua consciência, processos inconscientes que trazem oportunidades de transformação. Não há que ter receio ou resistir a um desabrochar natural, mas sim fluir com ele!
 
O trânsito deverá ser ampliado e explorado ao seu máximo convite pelo Astrólogo para não condicionar a pessoa, mas sim expandi-la: trata-se de possibilidades, propostas, apelos simbólicos que o indivíduo interpreta, dá significado e perante os quais escolhe como agir (cocriação). O mesmo trânsito pode representar realidades diferentes para pessoas diferentes, por exemplo, para uma pode querer dizer “insisto na minha relação” e para outra “peço o divórcio”.Todavia não compete ao Astrólogo decidir pelo cliente, mas sim levá-lo a perceber qual a sua verdade interna (refletida no trânsito e no tema natal), é no fundo, facilitar a pessoa a optar.
 
Liberdade e destino de mãos dadas!
 
Comunicar afetivamente com o inconsciente – uma infinita jornada de autoconhecimento em que a Astrologia ocupa o seu lugar único – significa elevar a consciência, por conseguinte, o livre-arbítrio. Não obstante, o livre-arbítrio, como tudo na Vida, tem o seu oposto/complementar (Lei da Polaridade: 1 das 7 Leis Herméticas) e os opostos tocam-se nas suas extremidades. Desta forma, no extremo do livre-arbítrio encontra-se o destino e vice-versa – é nesta interseção paradoxal (Mistério da Vida!) que o Ser Humano tem lugar.
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SUSANA ESTEVES
ASTRÓLOGA / COACH / FACILITADORA DE BIODANZA / GESTORA DE COMUNICAÇÃO
[email protected]

​in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2021
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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Tempo(s) de começar

1/4/2021

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Dar início ao que adiamos porque poderemos fazer mais tarde. Ao que não temos coragem de começar porque duvidamos da nossa capacidade. Ao que nunca experimentámos simplesmente porque nunca pensámos nisso. Por Elisabete Santos

in REVISTA PROGREDIR | ABRIL 2021

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

Começar é o princípio. É iniciar. É a entrada para uma nova experiência. É tentar. É a origem de uma descoberta. É estrear. É a abertura de novas portas. É dar o primeiro passo.

Acontece que, muitas vezes, pensamos em começar no condicional. “Eu começaria se…” Como se as condições nos levassem onde não conseguimos chegar com a determinação. E pensamos em tudo aquilo que poderíamos fazer ou ser, ou ter se… se nos deixassem, se soubéssemos, se fosse possível, se tivéssemos a coragem, se acreditássemos em nós. E por entre estas dúvidas, incertezas, receios e inseguranças passam os dias, os meses e os anos sem que comecemos. Temos, na vida, poucas certezas, de facto. Por muito que estejamos certos de as ter. E é muitas vezes a vida, essa vida que nos dá tão poucas certezas, que nos vem, um dia, mostrar que as que podemos ter são as mais simples e também as mais importantes. Termos a certeza que somos amados, que somos merecedores daquilo que recebemos, que recebemos na mesma medida em que damos ou que temos a capacidade de alcançar o que pretendemos. Termos ainda a certeza de que, se assim o quisermos, nos podemos tornar uma versão melhor de nós próprios e que, quando começamos, iniciamos um caminho que pode bem levar-nos onde não imaginámos poder chegar. Seja isso o que for: ter um negócio por conta própria, correr uma maratona, viajar pelo mundo de mochila às costas ou amar sem receio de vir a sofrer. Ponha de lado o condicional, mude o seu discurso e atreva-se a questionar. “E se eu começasse?…”

Outras vezes pensamos em começar no passado imperfeito. “Eu começava mas...” Como que em jeito de intenção que está destinada ao fracasso. E começamos, sim, a antecipar o insucesso, a imaginar o pior cenário possível e quão incapazes seremos de lidar com isso. Concluímos rapidamente, e sem direito ao contraditório, que não conseguiríamos, que não teríamos a capacidade, a competência ou o conhecimento para nos lançarmos e arriscarmos por um novo caminho. Talvez nos tenham faltado oportunidades para caminhar lado a lado, de mão dada, com alguém que nos desse a segurança que precisávamos para os primeiros passos. Talvez tenha estado alguém ao nosso lado a dizer-nos que não conseguiríamos caminhar sozinhos ou que isso era demasiado perigoso, que poderíamos cair e não nos conseguirmos levantar. Talvez tenhamos acreditado nisso. E talvez ainda hoje acreditemos. E hoje talvez possamos também começar a questionar aquilo em que acreditamos e que nos limita. Ponha de lado esse passado imperfeito, mude o seu discurso e atreva-se a questionar. “E se eu for começando?...”

Muitas vezes, até conseguimos pensar em começar no futuro. “Eu começarei quando tiver...” Mas adiamos o começo. E justificamos o adiamento com o facto de não termos o tempo necessário, o dinheiro suficiente, a paciência exigida ou a companhia pretendida. Na essência, esperamos as condições ideais para começar. Ora, o problema é que, não raras vezes, essas condições não se verificam. Ou, pelo menos, não todas no tempo pretendido. Por isso, pense: é realmente necessário esperar por “ter mais” alguma coisa? Será que precisa realmente de ter mais tempo para começar a cuidar mais e melhor de si? Será que não pode mesmo começar a investir mais na sua formação sem ter dinheiro? Será que é necessária assim tanta paciência para começar aos poucos a aprender algo novo? E será que precisa mesmo de companhia para começar a fazer caminhadas? Na maioria das situações é preciso muito menos do que imaginamos para começar. Precisamos sim de tomar consciência de que muitas destas condições acabam por nos servir como desculpas e justificações para adiar. Para não nos confrontarmos com algumas dificuldades ou questões que receamos. Dedique algum tempo a pensar porque é que realmente não começa. Acha “estranho” cuidar de si? Receia iniciar uma formação e já não ter “cabeça para estudar”? Não sabe do que gosta? Receia fazer coisas sozinho? Certamente conseguirá algumas respostas que lhe permitirão começar. Começar a ponderar deixar de adiar o começo. Seja do que for. Desafie-se a começar. Dê forma à determinação de quem não se deixa demover pela ausência das condições ideais. À força de quem está determinado a alcançar o que verdadeiramente quer. Mude o seu discurso e atreva-se a afirmar: “Eu começarei apesar de ainda não ter…”.

E, por vezes, o começo começa a surgir-nos no presente. “Eu começo a…” A acreditar que as condições ideais não existem e que esperá-las só me afasta de dar melhores condições a mim mesmo. De fazer o que gosto, de concretizar um sonho, de encontrar um novo significado para a vida. Começo a acreditar que tudo o que me afasta de começar são, na realidade, desculpas que dou a mim mesmo por receio de lidar com o desconhecido, com o imprevisto, com a adversidade e a contrariedade de quem se arrisca a começar. Começo a acreditar que serei capaz de lidar com as dúvidas, incertezas, receios e inseguranças que são comuns a quem começa. Que serei capaz de lidar mesmo com o pior cenário possível. Que tudo se resolve. E que o que não se resolve, se aprende a aceitar. Que se aprende a fazer das fraquezas, forças. Que, se cair, me conseguirei levantar e que, se for difícil, poderei pedir ajuda e terei quem me dê as mãos. Para me puxar ou me abraçar. Começo a acreditar que tenho as certezas mais importantes e que não preciso das restantes. Que irei alcançar o que pretendo e que mesmo que isso não aconteça, a viagem terá valido pelo caminho, pela paisagem, pelo meu crescimento e evolução e por me ter tornado melhor pessoa.

E neste momento, a única coisa que talvez nos falte seja um imperativo que nos transmita a segurança e o impulso que precisamos para dar o primeiro passo. “Começa!” Hoje é o dia. Faz com que hoje seja o dia. Aceita o presente que tens nas mãos. Porque não? 
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ELISABETE SANTOS
PSICÓLOGA CLÍNICA, FORMADORA, SUPERVISORA
[email protected]

​in REVISTA PROGREDIR | ABRIL 2021
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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Segunda vaga de Emoções

1/3/2021

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A segunda vaga da pandemia levou a um novo confinamento onde os contatos sociais ficaram drasticamente reduzidos, no entanto para muitas pessoas levou a uma nova oportunidade para um reencontro com a sua essência, para uma nova demanda no mundo das suas emoções. Por Ricardo Fonseca

in REVISTA PROGREDIR | MARÇO 2021

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

O nosso país desde o ano passado tem vivido tempos mais difíceis por causa da pandemia, que tem levado à implementação de regras que a sociedade precisa cumprir, para que tudo acalme e volte a um novo normal, que certamente será muito diferente de o normal ao que estávamos habituados.

A pandemia em cada uma das suas vagas fez com que as pessoas tivessem a necessidade de adaptar a forma como viviam a vários níveis e em vários contextos, no entanto a maior revolução de todas foi o contato mais próximo das pessoas com as suas emoções, sentimentos e pensamentos.

Este encontro ou reencontro, se assim se pode chamar, levou a que muitas pessoas tivessem que olhar diretamente para si mesmas, reparando em muitas emoções escondidas, em muitos sentimentos guardados pela azáfama da vida e, certamente, assustou muitas pessoas que não estavam habituadas a olhar para dentro de si.

Afinal, porque será que as pessoas têm tanto medo de olhar para si mesmas? Porque há um receio tão grande para gerir o que sentem, para poderem melhorar a sua vida? Será que as emoções são assim tão difíceis de compreender?

A segunda vaga da pandemia, bem que podia ser chamada para muitas pessoas como a segunda vaga de emoções, pois tal como uma tempestade veio desarrumar algumas mentes que achavam estar tranquilas e veio abanar algumas estruturas que pareciam fortes e defendidas de qualquer intempérie. O confinamento foi quem proporcionou a cada pessoa, o estar mais tempo consigo mesma, coisa que se revelava quase impossível com a gestão do dia-a-dia e com tudo aquilo que se tem que fazer, no entanto agora que se ficou limitado a quatro paredes e que olhamos para nós mesmos, ocorreu um grande confronto do qual não há vencedores ou derrotados, mas o qual tem que ser encarado como um desafio a viver.

Todos nós temos emoções que não queremos sentir e que arrumamos nas gavetas mais bem fechadas da nossa alma ou porque são causadoras de dor ou porque achamos que não faz sentido serem revividas, pois já passou o tempo para esse debate. No entanto, se ainda causam algum impacto na forma como vivemos, se ainda nos assusta e mexe connosco, significa que ainda precisam ser encaradas de frente, para as gerirmos de forma consciente e saudável, pelo nosso bem-estar e felicidade.

Porque não aproveitar esta oportunidade criada por algo menos bom, para assumir que precisamos reaprender a gerir o que sentimos? É o convite que a segunda vaga nos faz, agora que temos que voltar a estar em confinamento e agora que temos que reaprender a gerir o que sentimos e até a forma como nos relacionamos com os Outros e acima de tudo connosco mesmos. É urgente estarmos atentos aos apelos do nosso coração, que clama tantas vezes por um pouco mais de tempo, de atenção, de compreensão e acima de tudo de aceitação.

Esta segunda vaga de emoções e afetos veio questionar também a forma como vivemos as nossas relações no dia-a-dia, que agora, para muitas pessoas parecem mais importantes, por causa das saudades e da ausência física do afeto, do toque, das palavras frente-a-frente, quando muitas vezes não cuidamos das nossas relações diariamente, tal como merecem ser cuidadas e nutridas. Será que as relações ganharam mais importância agora que não podemos estar fisicamente e como desejamos com as pessoas que dão sentido à nossa Vida?

Esta é uma questão que merece alguma reflexão, pois talvez não estejamos a viver as nossas relações da forma como gostaríamos ou até possamos ter algumas relações pouco cuidadas, por causa da forma intensa como vivemos e da forma como organizamos as nossas prioridades pessoais e emocionais.

Atualmente as tecnologias são uma das formas de comunicarmos com quem amamos e com quem faz sentido no nosso viver, aproximando-nos na medida em que é possível e sendo uma das únicas formas de comunicar, no entanto, não têm sido também a mesma forma de comunicar, mesmo sem haver as restrições que hoje existem e que substituem o contato presencial?

Sim, quantas são as vezes que deixamos de nutrir as relações com as pessoas que queremos na nossa vida e deixamos de lhes dar a devida importância para o nosso viver e, hoje que não as podemos viver como outrora, sentimos ainda mais a necessidade de as viver, a necessidade de estar perto, conviver. No entanto, porque não era isto feito anteriormente à segunda vaga? Porque deixámos de nos relacionar livremente?

A segunda vaga das emoções veio trazer muitas questões para serem respondidas de forma consciente e com o coração sereno, de modo a podermos reaprender a estar connosco mesmos, para podermos também aperfeiçoar a forma como nos relacionamos com os Outros e a forma como queremos reinventar as relações e relacionamentos que venham a surgir por aí em diante. Esta vaga veio também criar a oportunidade certa para nos aproveitamos ao máximo, cada segundo que estamos connosco mesmos, sem medos, sem pressa, para podermos gerir o que sentimos, para podermos aperfeiçoar o nosso viver.
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RICARDO FONSECA
ENFERMEIRO / ESCRITOR
www.semearemocoes.com
Facebook: Ricardo Fonseca - Escritor
[email protected]

​in REVISTA PROGREDIR | MARÇO 2021
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Solidariedade

22/1/2021

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"Eu não acredito em caridade e sim em solidariedade. A caridade é ver tical, vai de cima para baixo, já a solidariedade é horizontal, respeita a outra pessoa, e eu tenho muito a aprender com as outras pessoas.” – Eduardo Galeano, jornalista e escritor
Por Ana Paula Rodrigues


in REVISTA PROGREDIR | FEVEREIRO 2021

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A solidariedade é um valor universal e está relacionado com a bondade, empatia, amor e cooperação. Ser solidário é ser sensível à dor do outro e estender a mão para o ajudar de alguma maneira, não é apenas o sentimento de compaixão pelos problemas dos outros, e sim a ação determinada de se comprometer a ajudar pelo bem comum.

Como espécie, cedo percebemos que o apoio, seja ele funcional ou emocional, é fundamental para vencermos grandes obstáculos, e que juntos conseguimos suportar melhor as adversidades, somos mais fortes e chegamos mais longe, a solidariedade é fundamental para a nossa sobrevivência, foi através desta colaboração mútua que o Homem sobreviveu desde a pré-história até hoje.

Hoje, estamos num ponto da evolução humana em que a solidariedade é absolutamente vital, as nossas ideias, sentimentos e comportamentos estão cada vez mais interdependentes, importa compreender que todos somos habitantes deste planeta, numa escala global partilhamos a mesma identidade e quando algo não está bem isso também nos afeta de alguma forma.

Ser solidário não é só abraçar grandes causas sociais ou humanitárias e ajudar pessoas que não conhece, não se esqueça dos que estão mais próximos de si, a solidariedade também os inclui. Por isso esteja presente quando perceber que um amigo, familiar ou vizinho necessita de apoio, estenda a sua mão, ouça-os com atenção, de forma a ajudar verdadeiramente, sem esperar nada em troca.

Ser solidário é ser amigo, empático, altruísta e estar despido de qualquer julgamento, permitindo-se sentir a dor do outro e ajudá-lo de alguma forma, quer dedicando tempo a ouvir alguém que esteja a atravessar um momento delicado, ou por alguns momentos dar prioridade a quem precisa de ajuda.
Podemos ser solidários de muitas formas, a mais simples é saber ouvir, mesmo que não possa resolver o problema, dedicar um pouco do seu tempo a ouvir verdadeiramente, sem julgar, certamente irá ajudar alguém a sentir-se melhor.

Pode oferecer-se para realizar tarefas que são fáceis para si, por exemplo:  Tem um vizinho(a) que não pode sair para ir ao supermercado ou passear o cão, ofereça-se para o fazer, o facto de uma tarefa ser muito fácil para si, não significa que também seja para os outros, já pensou nisso?

Tem algum conhecimento que possa agregar valor à vida de alguém? - Partilhe! Partilhe o seu conhecimento, uma habilidade partilhada pode ser transformada num negócio para alguém que precise de pôr comida na mesa, ou até conseguir melhores oportunidades de emprego.

Gestos tão pequenos, mas grandes demonstrações de solidariedade, que terão um grande impacto na vida de quem recebe ajuda. Esteja atento, com certeza que identificará muitas situações em que poderá fazer a diferença com ações tão simples, lembre-se que qualquer ajuda se torna grandiosa quando motivada pela verdadeira solidariedade.

Já todos sabemos que a solidariedade é muito importante para quem está a passar por alguma dificuldade, no entanto, do ponto de vista de quem ajuda, podemos facilmente constatar que é igualmente benéfica.

Já o oposto, as pessoas com comportamento egoísta têm muito menos probabilidade de serem felizes que aquelas de se dedicam a fazer os outros felizes, entenda-se por comportamento egoísta – "Uma tendência estável de dedicar tempo e recursos apenas aos seus próprios interesses e bem-estar, uma falta de interesse e de vontade de se incomodar com os outros." Um estudo experimental com 2000 indivíduos, concluiu que muito poucos indivíduos eram, em simultâneo, felizes e egoístas, estes resultados representam um paradoxo interessante.

Existem vários estudos que demonstram que ajudar estimula a produção de serotonina, oxitocina e dopamina, as chamadas "hormonas da felicidade", ainda que os mecanismos que originam este fenómeno ainda não sejam totalmente conhecidos, quem ajuda sente-se inundado por sentimentos de satisfação, amor, utilidade e de pertença.

Com base nestes conhecimentos, cada vez mais empresas praticam “Solidariedade estratégica”, em marketing e publicidade, e algumas pessoas partilharam tudo o que fazem nas redes sociais, através de fotos e vídeos, certo ou errado caberá a cada um decidir, com base nas suas motivações e crenças. No entanto, existem comportamentos que não se podem confundir com solidariedade, como utilizar a solidariedade para se auto promover ou expor pessoas, muitas vezes sem o seu consentimento (em situação vulnerável, doentes e crianças), sendo passíveis de levantar algumas questões éticas e até jurídicas.

Se quer ser mais solidário, saiba que deve ajudar realmente as pessoas, sem qualquer segunda intenção. — “Faz o bem, não olhes a quem e não digas a ninguém” — diz o ditado popular.

Só assim, sem esperar nada em troca, sensível à dor do outro, com bondade, empatia, amor, ajudando verdadeiramente, a solidariedade multiplica o bem por todos os que são tocados pelo seu gesto e também por si que a prática.
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ANA PAULA RODRIGUES
YBICOACH - SUCCESS CAREER & LIFE STRATEGY COACH
www.ybicoach.pt
[email protected]

​in REVISTA PROGREDIR | FEVEREIRO 2021
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Desafios

1/1/2021

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Já parou para pensar como o ser humano ao longo da sua existência tem sido constantemente colocado à prova, seja individual ou coletivamente? Este mês vamos refletir sobre este facto... Por Márcia Palma

in REVISTA PROGREDIR | JANEIRO 2021

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Desafios? O que são os desafios?
 
Existem pelo menos 3 sentidos para esta palavra: o sentido de instigação para superar capacidades, o sentido de competição, e o sentido de uma situação problemática. Vamos enquadrar os 3 para uma reflexão profunda sobre a existência humana.

Podemos chamar desafios, aos problemas e obstáculos que vamos encontrando ao longo da nossa vida. Porque está a humanidade destinada a passar por tantas adversidades e a ser constantemente desafiada ao longo da sua existência para bilhões de pessoas?

Mesmo que um indivíduo tenha aquilo que muitos considerariam uma vida maravilhosa, mesmo que se trate de um monge ou de um religioso dedicado à paz interior, estes seres humanos também continuam a ser postos à prova e encontram objeções nas suas vidas.
 
Então podemos constatar que, dos obstáculos ao longo do caminho, o ser humano não pode fugir…

​Punição, karma, castigo, aprendizagem, lição, enfim, vários são os pontos de vista que podemos adotar perante um desafio e sabendo que a verdade pode ter centenas e milhares de graus possíveis, podemos considerar que consoante o ponto de vista, assim será o desfecho ou a conclusão dos desafios que a vida nos vai trazendo…ou que o ser humano vai causando a si mesmo?
 
Lembro uma história muito bonita, certa vez o discípulo pergunta ao Mestre:
 
- Mestre, antes da iluminação tinhas problemas?
 
- Claro que sim, como toda a gente... — responde o Mestre
 
- E sofrias muito?
 
- Claro que sim, como toda a gente!
 
- E depois da iluminação, deixaste de ter problemas?
 
- Não, claro que não… a diferença é que agora já não me importo com eles. — conclui o Mestre.
 
A forma como encaramos e reagimos aos nossos problemas e obstáculos são baseados num sistema de crenças comportamentais que o nosso cérebro vai agrupando e reorganizando a cada evento e que vão formando uma personalidade.

Esta personalidade vai gerando formas de estar e de ser, o que nos torna únicos. Por isso dentro de um padrão comportamental social, cada indivíduo cria a sua própria forma de reagir aos eventos.

Numa análise mais profunda podemos constatar que é perante os desafios que o ser humano se desenvolve e evolui, ainda que isso implique alguma dor e sofrimento.

No entanto, podemos tornar o sofrimento numa escolha e utilizá-lo para aquisição de maturidade, podemos aprender “a aprender” como melhor viver, com alegria e leveza!

Podemos encarar cada dificuldade como uma lição que a vida nos proporciona para corrigir atitudes e comportamentos, mas onde está o manual da vida para estudar a lição sem dor?

Um dos primeiros desafios que enfrentámos foi o parto, depois a alimentação, seguidamente o caminhar, falar, brincar, socializar, estudar, etc… e o grau de dificuldade vai subindo, tal como o alpinista ao escalar a montanha ou como o atleta que enfrenta cada etapa da corrida, tal como na escola onde transitamos de ano até chegar ao doutoramento, onde também continuaremos a enfrentar contrariedades!

Neste momento a humanidade encontra-se a viver um dos seus maiores desafios de sempre e enfrenta muitas incertezas pelo caminho. Sem dúvida, uma época em que a fé será uma grande aliada! Uma forte estrutura emocional e psíquica serão determinantes nos próximos tempos.
 
Como superar os desafios pessoais? Muitas pessoas ficam presas aos desafios como o hamster na roda do rato, ser uma vítima da vida e das circunstâncias pode ser tentador e trazer muitos benefícios secundários mas também custará muito à nossa saúde e paz de espírito.

Então, não restam grandes escolhas ao ser humano que deseja seguir em frente e alcançar o “Mestrado” na jornada da vida, ou evolui… ou evolui! Isso mesmo, não existe alternativa, porque para progredir o ser humano precisa enfrentar os desafios, refletir, parar, pensar, questionar, sair da zona de conforto, experimentar, arriscar, acreditar e desistir/largar aquilo que o faz sofrer. Isto não implica deixar alguém para trás, abandonar pessoas ou desistir de um emprego, nada disso! Isto implica desistir de um pensamento, de uma teimosia, de uma crença ou até mesmo de uma certeza, e isso sim, é um dos grandes desafios da humanidade!

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MÁRCIA PALMA
PROFESSORA DE DESENVOLVIMENTO HUMANO - ESCOLA DE DESENVOLVIMENTO HUMANO
www.escoladedesenvolvimentohumano.pt
[email protected]

​in REVISTA PROGREDIR | JANEIRO 2021
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Independência

1/12/2020

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Quando o leitor ouve esta palavra, em que pensa? Poderá ser Independência de um país, Independência de uma região, Independência financeira ou até mesmo Independência emocional! Por Inês De Oliveira

in REVISTA PROGREDIR | NOVEMBRO 2020

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Quando eu penso em Independência eu penso em liberdade. Liberdade de poder fazer aquilo que vim ao mundo fazer, liberdade para SER.

Quantos de vós se sentem presos em “casas” que não são vossas? E quando falo em “casas’ falo do vosso corpo, do vosso invólucro. Quantos de vocês sabem, que merecem mais e não estão a fazer nada por isso?

A verdadeira felicidade está em nos sentirmos livres e independentes. Em sabermos que estamos a atingir o nosso potencial máximo. E como fazemos isso? Estarão vocês a pensar…

Fazendo por se nutrirem. Amarem-se e respeitarem-se ao ponto de ninguém roubar a vossa independência. Acabarão por sentir uma felicidade tão pura e genuína que vos libertará das amarras que vos prendem e que por vezes nem sabem bem ao que. No que toca a Independência emocional, muitas pessoas sofrem simplesmente porque não conseguem libertar-se de padrões e sentimentos de dependência. Reconhecer essa dependência é importante para que tenha consciência do que está a acontecer dentro de si.

No processo de mudança pode ocorrer a criação de autoestima, autovalorização e busca de amor-próprio. Ao reconhecer o seu valor e ocorrência da mudança de pensamentos destrutivos para pensamentos positivos irá sentir uma transformação grande dentro de si ao ponto de reconhecer que você tem o controle sobre si mesmo.

Nunca se esqueça disso! A busca de independência emocional levá-lo a reconhecer as suas necessidades e consequentemente a tratá-las. Não programando o seu dia a dia dependendo de outras pessoas, começa a reconhecer que você tem controlo sobre a sua própria vida. Mesmo reconhecendo as necessidades do outro, o leitor tem de se lembrar igualmente que é merecedor de liberdade.

Pergunte-se mais vezes como se sente, do que precisa para se sentir livre. Comece a perceber que você é aquilo em que acredita, e pode Ser o que quiser.

Independente é aquele que procura sempre o que o coração sente e a sabedoria que existe nele. É a pessoa equilibrada e justa, compreensiva e acolhedora, prestativa mas também gentil. E não é só com os outros, é consigo própria também. Permita-se fazer escolhas que o façam sentir-se bem. Não existe maior liberdade e independência do que podermos fazer aquilo que sentimos correto dentro de nós! Você é um Ser maravilhoso e poderoso capaz de transformar a sua vida! Um beijo no seu coração e desejo que tenha um dia extraordinário!
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INÊS DE OLIVEIRA
COACH EM IMUNIDADE EMOCIONAL
[email protected]

in REVISTA PROGREDIR | NOVEMBRO 2020
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Renovar

1/11/2020

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Quando a pequena Alice acordou foi como todos os dias à casa de banho. Os caracóis em desalinho pendiam sobre o seu rosto, mesmo assim o espelho revelou-lhe uma surpresa. - Mãe! - Gritou em desespero Um dente tinha par tido durante a noite e não tinha sido em sonhos. A mãe inclinou-se e num abraço envolveu-a nos seus braços, como só as mães sabem fazer… Por Natália Rodrigues Porto

in REVISTA PROGREDIR | NOVEMBRO 2020

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

Explicou-lhe, entre bocejos, que o dente era pequeno demais para ela, que já estava muito crescida.

Falou-lhe sobre as mudanças do crescimento e de mãos dadas as duas foram até ao espelho, para que a Alice se habituasse a esta nova fase, a qual seria efémera, pois um novo dente estava a caminho desejoso de a conhecer. A menina ficou a olhar o espelho de boca aberta e procurou o novo dente.

Tudo se renova, tinha-lhe dito a mãe, mas ela gostava do dente antigo e não sentia vontade de ter outro em sua substituição. Amuada voltou para a cama. Ao deitar-se sentiu algo duro, olhou melhor, era o dente. Com ele entre os dedos viu a sua pequenez e as palavras da mãe começaram a fazer sentido.

Imaginou-se grande, de saltos altos, a ir para a faculdade onde andava a irmã e foi claro que não podia ter aquele dente. Sim, ela estava a crescer.

-Mãe! -Chamou de novo.

E desta vez, sem lágrimas, contou-lhe que tinha encontrado o dente e que tinha percebido tudo. O dente caído não era uma perda, mas sim uma oportunidade para tudo o que estava a caminho.

A Alice e a mãe tomaram o pequeno-almoço juntas e continuaram a falar sobre as mudanças e a renovação que estas propõem.

Nem sempre é fácil olhar no espelho da vida e constatar que tudo mudou. Há perdas implícitas ao longo da jornada. Se observarmos a mãe natureza, vemos que ela abraça com simplicidade cada mudança e sem dramas cumpre os seus ciclos. Fases leva-as o vento. No gráfico da existência, cada momento é uma oportunidade para renovar. O carrossel sobe e desce com ritmo e sem pausa, pouco importa se algumas descidas nos desagradam. Somos frutos da árvore da vida e dela depende a vida que em nós se expressa. Renovar é essencial para que todos os ciclos da vida se cumpram.

Perante as mudanças, cada um de nós, depois de libertar o pânico que naturalmente nos invade, precisa procurar o conforto nos braços da mãe terra, que constantemente nos ensina como viver e reviver. Se nada se renovasse, ainda hoje teríamos como morada o útero da nossa mãe, onde o conforto era total.

Nascer foi uma renovação e renovar é aceitar todos os nascimentos que continuamente a vida nos propõe.

O Outono recolhe o verde; a terra parece prepara-se para adormecer. A vida física dá primazia à vida metafísica. Recolher é essencial para repor dentro o que a nova Primavera irá revelar.

Olhemos o espelho, o que é mais importante nesta fase: inspirar o medo que se espalha no ar ou inspirar a vontade de renovar?
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NATÁLIA RODRIGUES PORTO
TEMPEROSDALMA
www.facebook.com/Temperosdalma-359174947968370

in REVISTA PROGREDIR | NOVEMBRO 2020
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O papel da inteligência na mudança

1/10/2020

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Cada vez mais ouvimos a palavra mudança pelo mundo. Será uma vontade real ou apenas algo que está na moda? Estamos preparados para agir ou só queremos que os outros mudem? Mudança começa em nós e sem inteligência, de pouco nos vai ser vir.
Por Carla Duarte


​in REVISTA PROGREDIR | OUTUBRO 2020
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

No dicionário, Mudança, tem a definição de ‘nome feminino, ato de mudar. Troca. Alteração, modificação, transformação.’ Nunca como agora se falou tanto em mudanças, mas teremos a noção e a real vontade de mudar ou a palavra instalou-se como moda?

Conseguirá o dicionário definir o amplo sentido desse significado?

E o que podemos fazer para mudar?

Levantam-se, um pouco por todo o mundo, vozes, pedindo mudanças de consciência, de hábitos alimentares, da utilização de energia, alertando para as mudanças climáticas ou da economia. O mundo está mesmo a mudar positivamente ou somos nós que, com tanta urgência em renovar, colocamos a palavra à frente de tudo o que nos incomoda, sem estarmos realmente preparados para fazer essa transição?

Para que algo mude, há uma série de passos que devem ser dados. A consciência do que não está bem, é o primeiro, mas em especial quando se trata de nós, não é fácil admitir que algo está errado. Depois de encontrar essa resposta, é importante começar a delinear uma estratégia para que essa mudança possa acontecer. E não pode existir mudança positiva sem percorrermos os passos da inteligência. “Planta hoje o que queres receber amanhã” é a chave. Como pode existir mudança salutar sem coragem, sem ação ou liberdade? Não está no outro o poder de mudar o mundo, pois antes de ser uma responsabilidade coletiva, é individual e deve ser abraçada por cada um, com verdade e em silêncio.

Poderemos exigir dos outros, aquilo que não fazemos? Deve então iniciar dentro de nós e estender-se à nossa própria casa, à educação dos nossos filhos, à forma como nos relacionamos, como nos respeitamos, não só com quem gostamos, mas principalmente com quem não conseguimos entender ou aceitar. Para fazer a mudança é preciso ter consciência do que queremos e dos passos que precisamos dar.

O Primeiro passo deste processo passa por identificar o quer alterar. Admitir a sua responsabilidade que é dúbia, pois se por um lado vai perceber que quem escolhe a sua vida, e onde se encontra, é você, por outro vai compreender que quem tem o poder para mudar é também e unicamente a sua pessoa! Este é um processo duro e longo que por vezes não conseguimos percorrer sozinhos. Pedir ajuda a quem nos pode dar as ferramentas é um ato de coragem e inteligência.

E o que precisamos para percorrer os passos da mudança, de forma inteligente?

Este processo tem várias etapas a primeira das quais, interiorizar o problema com Humildade, Coragem e Afeição. Humildade para reconhecer as nossas capacidades no momento presente, com verdade e honestidade. E ter consciência das nossas limitações. Coragem, que é o ato de acreditar em nós, apesar de o medo continuar presente. De não nos deixarmos ficar parados e de acreditar na possibilidade de algo melhor. Respirar fundo com fé e avançar rumo ao objetivo. Afeição pode parecer estranho, mas a palavra vem de ‘afetar’. Aquilo que nos afeta passa a fazer parte de nós, e como só podemos alterar o que faz parte de nós, ao afeiçoar-nos ao problema admitimos que ele nos pertence e dessa forma podemos torna-lo uma causa nossa. Sem afeição distanciámo-nos, e, não alteramos o que nos é distante.

Na segunda etapa obtemos respostas com Simplicidade, Responsabilidade, Conciliação, Pragmatismo e semeando a Evidência. Simplificar é apenas o contrário de complicar. Então, depois de identificar o que queremos alterar, temos de descomplicar e sintetizar. Matematicamente sabemos que se temos duas respostas possíveis, prevalece a mais simples. Assim deve ser também na vida. A Responsabilidade na mudança é algo que devemos olhar de forma inteira e pratica-la. Então, responsabilidade é no fundo, a capacidade de ‘responder por’. Quando responsáveis por uma criança, respondemos pelos seus atos.

Assim devemos ser connosco próprios. A Conciliação muitas vezes pode ser confundida com junção. Mas conciliar por vezes significa afastar. Conciliar é criar harmonia e para isso é essencial cultivar o que nos une e libertar o que não nos serve, como é evidente. O que nos leva ao próximo passo, o de semear a Evidência, ou tornar claro e evidente o nosso objetivo, só possível com humildade, coragem e afeição. Daí a importância da primeira etapa.

A terceira etapa tem dois pontos. Cultivar a Paz e exercer a Liberdade.

O que é realmente Paz e a Liberdade? Devemos ter algum cuidado para não reverter a ordem. A paz é algo que toda a gente se propõe encontrar, é supostamente o objetivo comum a todos os seres humanos por isso, são feitas as guerras… Mas será que é dessa forma que devemos cultivar a paz? Com conflitos em nome desta? Será a Paz apenas o contrário da guerra ou algo mais profundo? Poderemos dizer que a saúde é apenas a inexistência da doença? Alcançar a paz é chegar a um estado de harmonia, tranquilidade e felicidade. Trata-se de afastar o conflito, sim, mas de forma cuidada, cultivando a simplicidade, responsabilidade, conciliação, pragmatismo e a evidência, com humildade, coragem e afeição. Vale a pena pensar, se tudo isto pode ser alcançado pela guerra. Talvez não.

Finalmente chegamos ao subproduto da Paz — a Liberdade. Ao contrário do que podemos pensar, não é a liberdade que nos dá paz, mas sim a paz que nos permite a Liberdade de escolher, de resolver, de mudar realmente. Se queremos fazer a mudança positiva, devemos exercer a nossa capacidade de percorrer os passos da inteligência de forma concreta. E só com essa liberdade finalmente alcançada podemos realizar a verdadeira mudança.

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CARLA DUARTE
FORMADORA E TERAPEUTA DE TAROT DE ORIENTAÇÃO
carladuartetarot.wixsite.com/tarotcarla
[email protected]

​in REVISTA PROGREDIR | OUTUBRO 2020
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A Vida é uma aventura desfruta com Paixão!

1/9/2020

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Este artigo tem como principal objetivo chegar ao interior de cada um, mostrando a sua importância nesta grande aventura que tem pelo nome Vida, centrado essencialmente na par te sentimental e na
parte comportamental do ser Humano e de como ele deverá agir perante as suas dificuldades ou medos, tornando-o mais for te para os desafios constantes no seu caminho longo e difícil, fazendo com que estabeleça um equilíbrio entre a razão e a paixão. Por Iara Arai


in REVISTA PROGREDIR | SETEMBRO 2020

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

Bem-vindos ao mês de setembro, mês este que se mostrou muito diferente de anos anteriores.
Existe um cheiro diferente no ar… Cheira a medo!

As pessoas vivem com medo, angustiadas, com muitas dúvidas.

Mas, há uma força interior que grita e grita, faz-se ressoar por detrás de montes e vales, exigindo e querendo uma mudança, precisamos de avançar.

Avançar. Como e para onde?

O caminho é esse, queremos e precisamos avançar, idealizar um futuro, mesmo que ao mesmo tempo, exista lá fora um grande desafio, um grande desconforto, desconforto esse que recai sobre um vírus que teima em não nos deixar.

No entanto, não nos foquemos em demasia neste tema, vamos nos focar, no que podemos fazer para o vencer e ter um mundo, se possível melhor.

Afinal o que devemos repensar nesta fase?

Principalmente, repensar a forma como vivemos, como aplicamos ou até transmitimos muitos valores em causa. Mais do que nunca, deve vir ao de cima o melhor de nós, colocando a paixão em tudo o fazemos.

É em períodos difíceis que a transformação deve ocorrer, a forma como sentimos a vida, a insegurança do que o futuro próximo nos poderá trazer. Mas como queremos viver? Será o medo o caminho? Nunca.

Haver sim uma responsabilidade do que vamos criando, tendo sempre o nosso livre arbítrio, mas capazes de sentir a vida com toda a paixão.

A vida deve ser vivida plenamente com paixão, porque ao senti-la desse modo, levamos essas emoções aos outros. Principalmente e tendo em conta, um período de mudança, devemos refletir sempre, ouvir o nosso coração e colocar paixão no que fazemos e no que idealizamos, quer seja nas nossas relações pessoais ou profissionais, porque necessitamos de nos sentirmos vivos, focados nos nossos sonhos e nas nossas conquistas.

É um período crucial, um momento único nos últimos cem anos, que por essa razão merece uma nova “roupagem” de nós mesmos.

Mostrar que tudo depende da forma, da maneira como os projetos são conduzidos, inserindo a paixão e mostrando sem dúvida uma conotação muito forte, no que se trata da evolução. Muitas vezes, nós próprios somos os causadores dos nossos bloqueios, complicando o que é fácil, arranjando desculpas, dificultando o nosso percurso.

O que temos que perceber é se a nossa conduta é correta, é da nossa responsabilidade, saber lidar com os obstáculos sem ferir ninguém.

Já pensaram que quando estamos focados e agindo com paixão naquilo que realmente desejamos de verdade, desperta um“CLICK” em nós, o mundo parece que se transforma e a Vida torna-se mais leve, apesar dos possíveis obstáculos só com um sentimento de paixão é possível ultrapassá-los.

E o que é a Paixão?

Paixão é Amor, fraternidade, é coragem, perseverança, é acreditar nos sonhos, é dar em tudo o fazemos um toque especial.

O mundo necessita de mais coragem, mais paixão, porque não arriscar, fazer acontecer, juntar o sonho ao dia de hoje, se é para fazer façamos.

Foque-se apenas no essencial, não se distraia de uma essência de vida com paixão. Não carregue consigo, coisas desnecessárias. Dê de si bons exemplos, transmita tranquilidade e nesse momento poderá ser um grande exemplo, para todos os que o rodeiam.
​
A vida é um caminho longo, como tal preocupe- se em deixar um legado de paixão e amor.
 
IARA ARAI
TERAPEUTA HOLÍSTICA, FORMADORA DE TAROT CIGANO, BARALHO ANCESTRAL, CURSOS DE MEDIUNIDADE, MENSAGENS DO “OUTRO LADO DA VIDA”
www.facebook.com/Terapias-Espirituais-Iara-Arai-2053051318243159
www.instagram.com/iaraterapias

​in REVISTA PROGREDIR | SETEMBRO 2020
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)
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