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Sabedoria Interna de Gestão

1/8/2024

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Fotografia
O amor-próprio e o trabalho interior são a ferramenta chave para tudo na nossa vida. Devemos ser sábios em cada pensamento e atitude. Saber gerir o dinheiro é uma sabedoria que nem todos nós temos. Por Rute Calhau

in REVISTA PROGREDIR | AGOSTO 2024

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)
​

Nos dias de hoje e cada vez mais, as pessoas, de uma forma geral, rendem-se aos consumismos exces sivos e às futilidades.

E qual a razão de isto acontecer?

Primeiro que tudo, vivemos numa sociedade consumista. Consumista e carente de afeto.

O consumismo, futilidade e foco no mundo material, tem como desequilíbrio o chakra da coroa.

Para quem não sabe, o chakra da coroa está interligado com os nossos Guias Espirituais, com o Divino. Ora, se não nos permitirmos fazer uma ligação entre o Mundo Terreno e o Mundo Espiritual… Se não formos crentes… Se não tivermos fé… Vamos bloquear essa descrença com bens materiais. E atenção que esta fé, nada tem haver com religiões. Apenas com crenças internas. Todos temos que acreditar em algo. O que nos move são as crenças, os objetivos, os sonhos.

Carentes de afeto, porque com as compras excessivas e o acumular de objetos fúteis, existe a tentativa de tapar o buraco vazio. Cria-se aqui uma dependência. Dependência essa, fruto de alguma instabilidade emocional.

 necessário uma consciencialização do que é supérfluo e do que é essencial. A isto chama-se Sabedoria Interna de Gestão.

Todos nós temos uma Voz Interior, que nos diz o que devemos fazer ou não. Esta Voz lateja na nossa mente quando estamos prestes a gastar algum dinheiro de forma desnecessária só para alimentar o Ego.

Lembrem-se que tudo é energia. Logo, o dinheiro também é energia. Energia, a qual estamos a desperdiçar se o utilizarmos de forma inconsciente.

Para movimentar esta energia de forma positiva devemos primeira mente agir em consciência.

Para os mais gastadores, o melhor será, elaborar uma lista e colocar por ordem a importância da compra de determinado objeto.

De seguida, pensem na razão pela qual é verdadeiramente importante adquirir esse mesmo objeto. Façam uma avaliação entre o necessário e o supérfluo. Risquem o que acham ser supérfluo. É importante analisar antes de agir.

De nada nos vale agir por impulso. Quando vamos a ver, o dinheiro já foi gasto e as nossas carências continuam ali. Exatamente no mesmo sítio onde as deixámos. Agir em Sabedoria será reter esta informação e aprendermos que antes de qualquer impulso emocional, devemos sim, primeiro que tudo, trabalhar o nosso interior. Só trabalhando as nossas emoções podemos gerir de melhor forma as Só trabalhando as nossas emoções podemos gerir de melhor forma as nossas finanças nossas finanças.

É importante salientar alguns pontos para movimentar em consciência esta energia: a energia do dinheiro.

Criar dívidas é também um problema atual. Muitos são aqueles que criam dívidas para chegar a determinado fim. Ao criarmos dívidas, estamos a estagnar energia. Não permitindo que a energia da criatividade flua livre mente, que, por sua vez, é a mesma energia que a do dinheiro. Ao nos endividarmos, estamos a fazer exata mente o mesmo que fazíamos caso gastássemos tudo de forma supérflua. A tapar um buraco vazio.

Basicamente, aquilo que é deveras importante transmitir, é que tudo o que é em excesso ou carência, é reflexo de um desequilíbrio. E, como é óbvio, a problemática/causa é sempre a mesma. Falta de afeto, desequilíbrio emocional, sentimentos de incompreensão.

Com isto, é normal que esta energia não flua como um rio e que esteja obstruída por diversas barreiras. E estas barreiras não são destruídas se não fizermos o nosso trabalho interior.

Mais do que inteligentes, devemos ser sábios. Aprender a gerir os nossos sentimentos e frustrações, para puder gerir de forma sábia as nossas finanças. Inteligentes, somos quando conseguimos dar a volta à situação no momento. Sábios, é quando somos conscientes. A consciência requer tempo para pensar e ponderar. É importante delinear, estruturar e só depois agir.

Podemos também salientar que, consciência e sabedoria são diferentes, no entanto, andam de mãos dadas. Um Ser sábio, é aquele que nasce abençoado de ideias magnificadas. Sendo assim, algo inato. A consciência, por sua vez, é algo que todos podemos trabalhar. E ao trabalharmos a consciência, podemo-nos aproximar de ideias sábias.

Ao trabalharmos a nossa consciência, aproximamo-nos de forma sabia do nosso objetivo. Neste caso, melhorar a nossa gestão financeira.

Fica aqui a seguinte reflexão: “E se eu me amar mais, será que a energia do dinheiro fluirá de forma diferente e mais benéfica para mim?”

Com amor… em amor…
​
Fotografia
RUTE CALHAU
NATUROPATA E TERAPEUTA HOLÍSTICA
curayonica.pt
[email protected]

​​in REVISTA PROGREDIR | AGOSTO 2024
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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Sabedoria, um tesouro intemporal

1/8/2024

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Fotografia
A sabedoria, mais que mero conhecimento, é a capacidade de aplicar entendimento de forma ética e benéfica. Este artigo explora o conceito, suas origens e como cultivá-la no dia-a-dia para uma vida mais plena e significativa. Por Mercês Roquette

in REVISTA PROGREDIR | AGOSTO 2024

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)
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A sabedoria, um conceito ancestral, continua a fascinar pensadores e pessoas comuns. Mais do que uma mera acumulação de conhecimentos, representa uma compreensão profunda da vida e do mundo, aliada à capacidade de aplicar esse entendimento de forma benéfica e ética.
 
A verdadeira sabedoria transcende o conhecimento académico, manifestando-se na capacidade de tomar decisões ponderadas e agir com compaixão.
 
Origens e Conceitos
 
A palavra "sabedoria" tem raízes no latim "sapere", que significa "ter sabor" ou "ter conhecimento". Na antiga Grécia, era personificada pelas deusas Metis e Atena, sendo considerada uma das virtudes mais importantes. Os filósofos gregos, como Aristóteles, viam-na como a mais elevada das virtudes, essencial para uma vida plena e virtuosa.
 
Ao longo da história, diferentes culturas desenvolveram as suas próprias interpretações de sabedoria.
Na tradição judaico-cristã, é frequentemente associada a Deus e à capacidade de discernir o bem do mal. O Rei Salomão é frequentemente citado como exemplo de sabedoria divina, tendo sido abençoado com "discernimento extraordinário e uma abrangência de conhecimento tão imensurável quanto a areia do mar".
 
Sabedoria vs. Inteligência
 
É importante saber distinguir entre a sabedoria e inteligência, embora estejam relacionados, não são sinónimos. A inteligência está mais ligada à capacidade cognitiva de processar informações, resolver problemas e adaptar-se a novas situações. Por outro lado, a sabedoria envolve uma compreensão mais profunda das questões éticas e existenciais, bem como a capacidade de tomar decisões que beneficiem não apenas o indivíduo, mas também a sociedade como um todo.
 
Enquanto a inteligência pode ser medida através de testes padronizados, a sabedoria é uma qualidade mais subjetiva e difícil de quantificar.
 
Aplicar a Sabedoria na Era Moderna
 
Na sociedade contemporânea, onde a informação está ao alcance de um clique, a procura pela verdadeira sabedoria, torna-se ainda mais relevante.
Nicholas Maxwell, um filósofo britânico, defende que as instituições académicas deveriam focar-se não apenas na aquisição de conhecimento, mas também na promoção da sabedoria.
Segundo Maxwell, a sabedoria é essencial para garantir que os avanços tecnológicos e científicos sejam utilizados de forma ética e benéfica para a humanidade.
 
A educação desempenha um papel crucial neste processo. Nos Estados Unidos, muitas escolas públicas têm implementado programas de educação do caráter, reminiscentes do que pensadores do século XVIII chamavam de "treino de sabedoria e virtude".
Estas iniciativas reconhecem que a formação de indivíduos verdadeiramente sábios, requer mais do que a mera transmissão de conhecimentos académicos.
 
A educação para a sabedoria deve incluir o desenvolvimento do pensamento crítico, da empatia e da capacidade de reflexão ética.
 
A Verdadeira Sabedoria: Como Aplicá-la no dia-a-dia
 
No mundo atual, é fácil confundir conhecimento com sabedoria. Contudo, enquanto o conhecimento nos diz-nos o quê e como, a sabedoria guia-nos sobre o porquê e quando agir.
É a diferença entre saber se algo é possível e compreender se o mesmo é apropriado ou benéfico ser feito.
 
Para cultivar e aplicar a sabedoria no nosso dia-a-dia, podemos adotar várias práticas:
 
1. Reflexão diária: Reserve alguns minutos todos os dias para refletir sobre as suas experiências. O que aprendeu? Que decisões tomou e porquê? Esta prática ajuda a desenvolver o autoconhecimento e a consciência, elementos cruciais da sabedoria.
 
2. Escuta ativa: Pratique ouvir verdadeiramente os outros, sem julgar ou interromper. A sabedoria muitas vezes surge de fontes inesperadas, e ao ouvir atentamente, podemos ganhar novas perspetivas e compreensão.
 
3. Cultive a empatia: Tente colocar-se no lugar dos outros antes de formar opiniões ou tomar decisões. A empatia é um componente essencial da sabedoria, pois ajuda-nos a considerar o impacto que as nossas ações têm nos outros.
 
4. Aprenda com os erros: Em vez de se culpabilizar pelos erros, veja-os como oportunidades de aprendizagem. Analise o que correu mal e como pode melhorar.
 
5. Exercite a paciência: A sabedoria muitas vezes, requer que resistamos a impulsos imediatos em prol de resultados a longo prazo. Cultive a paciência nas suas interações e decisões.
 
A verdadeira sabedoria não se baseia apenas na acumulação de conhecimentos, mas na capacidade de aplicá-los de forma ética e benéfica para todos.
 
6. Cultive a curiosidade: Mantenha uma mente aberta e questione constantemente as suas próprias crenças e suposições. A curiosidade alimenta o crescimento e a sabedoria.
 
7. Pratique a gratidão: Reconhecer e apreciar o que temos, pode trazer perspetiva e equilíbrio às nossas vidas, contribuindo para decisões mais sábias.
 
8. Procure orientação: Não hesite em procurar conselhos de pessoas que admira pela sua sabedoria. Aprender com a experiência dos outros pode enriquecer enormemente a nossa própria sabedoria.
 
9. Cultive o equilíbrio: A sabedoria muitas vezes encontra-se no meio-termo. Procure equilibrar diferentes aspetos da sua vida - trabalho e lazer, razão e emoção, ação e reflexão.
 
10. Pratique a compaixão: A verdadeira sabedoria é inseparável da compaixão. Cultive a bondade para consigo mesmo e para com os outros.
 
11. Tenha a humildade para aceitar e reconhecer que não sabe tudo.
 
12. Aceite a vida e as pessoas tal como são, e elimine expectativas.
 
Aplicar a sabedoria no quotidiano também significa reconhecer os nossos limites e estar disposto a aprender continuamente. Implica fazer escolhas que nos beneficiam a curto prazo, como também contribuem para o bem-estar a longo prazo de nós mesmos e dos que nos rodeiam.
 
A sabedoria não é apenas ter as respostas certas, mas sim como fazer as perguntas certas e estar aberto a respostas inesperadas.
 
Na prática, isto pode significar:
 
- Pensar antes de falar ou agir, considerando as possíveis consequências das nossas palavras e ações.
- Estar disposto a mudar de opinião quando confrontado com novas evidências ou perspetivas.
- Reconhecer e aprender com os nossos erros, em vez de os negar ou justificar.
- Procurar soluções que beneficiem todos os envolvidos, em vez de apenas nós mesmos.
- Não fazer juízos de valor.
- Não ter preconceitos.
- Valorizar as relações e a comunidade acima de ganhos materiais ou status.
 
Igualmente a sabedoria manifesta-se na forma como lidamos com os desafios e adversidades.
Uma pessoa sábia vê nos obstáculos as oportunidades de crescimento e aprendizagem, em vez de simplesmente criticar ou desistir.
 
Cultivar a sabedoria é um processo que dura toda a vida. Requer paciência, perseverança e uma disposição constante para aprender e crescer.
À medida que desenvolvemos esta qualidade, descobrimos que ela enriquece todos os aspetos da nossa vida - as nossas relações, o nosso trabalho, e a nossa compreensão do mundo e de nós mesmos.
 
Em última análise, a verdadeira sabedoria manifesta-se não apenas no que sabemos ou dizemos, mas na forma como vivemos. É uma qualidade que se reflete nas nossas ações diárias, nas nossas escolhas e na forma como tratamos os outros e o mundo à nossa volta.
 
Ao aplicarmos a sabedoria no nosso quotidiano, não só melhoramos as nossas próprias vidas, mas também contribuímos para criar um mundo mais compassivo, justo e harmonioso.
 
E talvez seja esta a maior manifestação de sabedoria de todas:
A capacidade de fazer do mundo um lugar melhor através das nossas ações e escolhas diárias.
 
Fotografia
MERCÊS ROQUETTE
ASTRÓLOGA, TARÓLOGA, MÉDIUM, CURADORA CORPO ESPELHO
Website: intuitionuniverse.com/tarot-on line-portugal/
Email: [email protected]

in REVISTA PROGREDIR | AGOSTO 2024
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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Ó sabedoria, por onde andas?

1/8/2024

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Fotografia
 O refrão de uma bem-conhecida música dos anos 80 inspira uma imagem onde a sabedoria surge no espaço envolvente do percurso que cada indivíduo vai fazendo, ao longo da vida profissional e pessoal, na aquisição de conhecimento. Por Paulo Trigo

in REVISTA PROGREDIR | AGOSTO 2024

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)
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<<A ponte é uma passagem, p’rá outra margem>> [1] é um refrão tão simples quanto inspirador que nos foi “oferecido” no início dos anos 80. É inspirador pois a imagem que transmite de imediato sugere “novas imagens”; uma delas é a de que “a sabedoria é uma miragem na outra margem”. Vamos então explorar esta “nova imagem”!

Mas, será que algo se perde nesta “nova imagem”? De facto, mantém-se a ideia da “outra margem”, no entanto perde-se o “caminho” para lá chegar; ou seja, perde-se a “ponte”.

Na perspetiva da engenharia do conhecimento esse “caminho” (i.e., aquela “ponte”) constrói-se sobre 3 (três) conceitos: dados–informação–conhecimento. Estes 3 conceitos são muitas vezes visualizados numa pirâmide. De baixo para cima – na base (da pirâmide) os dados, seguido de um patamar com a informação e por cima, outro patamar com o conhecimento. O modelo original, DIKW (do inglês, data–information–knowledge–wisdom) [2], coloca, no topo (daqueles 3 patamares), o patamar da “sabedoria”. Aqui vamos explorar uma alternativa a esse modelo original.

Como alternativa, em vez de se colocar a sabedoria no topo, imagine-se uma bola dentro da qual está a pirâmide, mas agora essa pirâmide apenas tem os 3 conceitos (dados–informação–conhecimento). Agora, a bola que envolve a pirâmide, representa a sabedoria. Nesta imagem, da bola com a pirâmide lá dentro, a sabedoria já não reside “no topo”; a sabedoria está para-além do topo; está para-além dos limites dos outros 3 e envolve-os. Agora, a sabedoria subsume (i.e., inclui, estende) os outros 3. Embora a posição no topo da pirâmide (conhecimento) pareça estar mais perto da sabedoria, essa é apenas uma posição privilegiada para se interrogar sobre o “paradeiro da sabedoria”! Esta interrogação também é evocada pela popular frase <<só sei que nada sei>> [3] à qual se atribui uma origem de (reconhecido) conhecimento (i.e., posicionado no topo da pirâmide). Em síntese – o “caminho” dados–informação–conhecimento é uma “ponte para a outra margem”, mas, lá chegados, a sabedoria surge como uma miragem!

Mas então o que fazer se tudo parece tão inacessível?

A resposta é simples: “apostar naquilo que é acessível”!

E o que é acessível é a “ponte”; o que é acessível é o “caminho” dados–informação–conhecimento.

O que é acessível é apostar em construir uma “pirâmide” sólida, bem nutrida, saudável e em permanente crescimento (para cima e para os lados!). Esta é uma aposta de construção nas várias vertentes da vida – profissional, pessoal, física, emocional, energética, espiritual; e a todas as vertentes por onde nos permitirmos deixar guiar pela curiosidade e pelo espírito critico.

Mas, o que são aqueles 3 alicerces da “ponte” que empilhámos formando uma pirâmide? O que são dados, informação e conhecimento? E como se adquirem?

Regressando à perspetiva (profissional) da engenharia do conhecimento os dados são apenas sequências de símbolos; e.g., [32, baixa, forte] são símbolos sem qualquer contexto; ou seja, são dados.
Agora juntemos contexto (juntemos interpretação) àqueles dados. Se alguém disser que aquela sequência se refere à temperatura em graus Celsius (32), humidade (baixa) e vento (forte) atribui-se contexto àqueles dados e obtém-se informação. De notar que outro contexto para aqueles mesmos dados origina outra informação; e.g., idade (32), altura (baixa) e vitalidade (forte) de uma pessoa.

Agora juntemos, àquela informação, mais informação (por exemplo adquirida ao longo do tempo)! E procuremos extrair, da informação acumulada, relações causais, padrões e tendências que possam, por exemplo, fundar uma tomada de decisão; tudo isso que é extraído constitui conhecimento. De notar que um mesmo acervo de informação pode originar conhecimento muito diverso; e.g., a informação acumulada num departamento de recursos humanos permite extrair alguns padrões sobre decisões de recrutamento e outros padrões sobre o impacto de ações motivacionais.

Mas, será que a sabedoria apenas é “visível” quando se atinge o topo da pirâmide (i.e., no patamar do conhecimento)?

No nosso modelo, a bola (que contém a pirâmide) representa a sabedoria! Isto sugere que cada passagem de patamar está envolta em sabedoria. Para se transformar dados em informação é necessário saber-escolher o contexto. Há contexto que origina informação; outro que talvez não! Atualmente temos vários exemplos que ilustram a necessidade de saber-escolher o contexto (mas desenvolver esses exemplos é todo um outro tema...)! Também para se transformar informação em conhecimento é necessária muita experiência, orientação consciente, espírito crítico, entre outros requisitos.

Todas estas transformações vão sendo repetidas desde o nascimento, ao longo da vida e nas múltiplas facetas de cada indivíduo. A formação académica e profissional, a curiosidade e a leitura são excelentes aliados para uma melhoria contínua de cada uma das “nossas pirâmides”.

Uma referência final – esta perspetiva de construção de conhecimento pode ser formalizada e automatizada! E os primeiros passos dessa automatização já são percetíveis. O enorme volume de dados disponível na Internet está a passar por estas transformações dando origem a “modelos de linguagem de larga escala”, LLM (do inglês, large language models). O bem-conhecido chatGPT [4] é uma ferramenta que se suporta em vários LLM treinados a partir de dados disponíveis na Internet (entre outras fontes). Muito se tem falado sobre a inteligência artificial (atualmente o aspeto mais visível são mesmo os LLM a as ferramentas que os usam) e talvez um dos temas que surge como perturbador é o facto destes modelos parecerem exibir conhecimento; mas, mais perturbador ainda, é que talvez também nos questionemos se os LLM também exigem sabedoria! A resposta talvez esteja menos na especificidade dos LLM e mais em cada indivíduo, no seu espírito critico e na sua capacidade para explorar as ferramentas disponíveis (o chatGPT é apenas mais uma) no sentido de reforçar e fundar a sua própria “pirâmide”. Mas isso é todo um outro tema para todo um outro texto!

[1] refrão do tema “Ribeira”; “single” Dá-me Lume; 1981; banda Jáfu’mega, música portuguesa, década 1980

[2] DIKW pyramid; cf., https://en.wikipedia.org/wiki/DIKW_pyramid

[3] narrativa de Platão; paradoxo socrático; cf., https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3_sei_que_nada_sei

[4] Generative Pre-Trained Transformer (GPT) ; cf., https://en.wikipedia.org/wiki/ChatGPT
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 PAULO TRIGO

in REVISTA PROGREDIR | AGOSTO 2024

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Sabedoria

1/8/2024

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A sabedoria é um conceito complexo e multifacetado que abrange vários aspetos do conhecimento, do julgamento e da experiência humana. Por Ana Paula Rodrigues

in REVISTA PROGREDIR | AGOSTO 2024

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Quais são as suas características?
  1. Conhecimento Profundo: A sabedoria envolve um entendimento profundo e abrangente, vai além do conhecimento superficial e inclui a capacidade de ver as conexões entre diferentes aspetos da vida (pessoas, coisas, eventos e das situações)
  2. Experiência: A sabedoria frequentemente se desenvolve através da experiência de vida e da reflexão sobre essa mesma experiência. Pessoas sábias aprenderam com as suas vivências e são capazes de aplicar essas lições em situações futuras.
  3. Julgamento: A sabedoria inclui a habilidade de fazer julgamentos sensatos e equilibrados. Pessoas sábias conseguem avaliar situações complexas e tomar decisões considerando as consequências a longo prazo.
  4. Perspetiva: A sabedoria envolve a capacidade de ver o quadro geral e entender as implicações a curto e longo prazo. Pessoas sábias conseguem ver além do imediato e considerar o impacto de suas decisões num contexto mais amplo.
  5. Virtude: Muitas definições de sabedoria incluem uma dimensão ética. Pessoas sábias são frequentemente vistas como justas, compassivas e éticas, agindo não apenas com conhecimento, mas também com um senso de moralidade e justiça.
  6. Equilíbrio Emocional: A sabedoria também pode envolver um alto grau de equilíbrio emocional e autoconhecimento. Pessoas sábias geralmente têm uma compreensão clara de suas próprias emoções e são capazes de as gerir de forma saudável. 
 
Distinguir a sabedoria e o conhecimento é fundamental para entender como estes conceitos interagem e se complementam.

Conhecimento
  1. Definição: Conhecimento é a acumulação de fatos, informações e habilidades que uma pessoa adquire através da educação, da experiência ou da pesquisa. É a compreensão teórica ou prática de um assunto.
  2. Natureza: É específico e muitas vezes quantificável. Por exemplo, saber que a água ferve a 100°C é um fato concreto e mensurável.
  3. Aquisição: Pode ser adquirido rapidamente, através da leitura, da instrução ou da prática. Livros, cursos e experiências práticas são formas comuns de adquirir conhecimento.
  4. Finalidade: Pode ser restrito a uma área específica ou pode abranger uma ampla gama de disciplinas. Por exemplo, uma pessoa pode ter profundo conhecimento em física, mas pouco conhecimento em literatura.
 
Sabedoria
  1. Definição: Sabedoria é a capacidade de usar o conhecimento de maneira prática e ética para tomar decisões sensatas e agir de forma correta. Envolve a aplicação de julgamento e discernimento.
  2. Natureza: É qualitativa e frequentemente subjetiva. Sabedoria é sobre o "como" e "porquê" de usar o conhecimento em situações reais, muitas vezes envolvendo questões complexas e ambíguas.
  3. Aquisição: Desenvolve-se ao longo do tempo através da reflexão sobre experiências de vida, erros e acertos. Requer maturidade e uma compreensão profunda das nuances da vida.
  4. Finalidade: É mais abrangente e holístico, aplicando-se a diversas situações e contextos. Sabedoria envolve uma visão ampla que considera as consequências a longo prazo assim como o bem-estar geral.
 
Comparação e Relação
  • Aplicação: Conhecimento é saber como consertar um carro; sabedoria é saber quando e se deve consertá-lo, considerando todos os fatores envolvidos (custo, necessidade, impacto).
  • Contexto: Conhecimento é a compreensão das regras de um jogo; sabedoria é saber quando e como usar essas regras para ganhar o jogo de forma justa e ética.
  • Objetividade vs. Subjetividade: Conhecimento tende a ser objetivo e baseado em fatos, enquanto a sabedoria é mais subjetiva, envolvendo o julgamento pessoal e valores.
  • Aprendizagem vs. Reflexão: Conhecimento pode ser aprendido de forma direta e muitas vezes rápida, enquanto a sabedoria requer reflexão contínua e desenvolvimento pessoal.
História…
O  Mestre da sabedoria passeava por uma linda floresta com seu fiel discípulo, quando de repente avistou ao longe uma casa que parecia muito pobre e resolveu ir até ao local para fazer uma breve visita...
Durante o percurso, ele falava com o aprendiz, e explicava a importância das visitas,  das oportunidades de aprendizagem que temos com as pessoas que mal conhecemos.
Quando chegaram ao local, constatou a pobreza que imaginara, descalços, a casa feita de madeira velha, moravam um casal e três filhos, todos vestidos com roupas rasgadas e sujas...
O Mestre aproximou-se de um senhor,  que aparentemente, seria o pai daquela família, e perguntou:
- Neste lugar não há sinais de comércio e de trabalho, como é que o senhor e a sua família sobrevivem aqui?
E o senhor calmamente respondeu:
- Meu amigo, nem é necessário… nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias.
Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros alimentícios e a outra parte nós produzimos queijo, coalhada, etc.. para o nosso consumo e assim vamos sobrevivendo.

O Sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, despediram-se e foram embora.
A meio do caminho, voltou-se para o seu fiel discípulo e ordenou:
- Aprendiz, quero que pegue a vaquinha, leve-a à ribanceira ali a frente e empurre-a e atire a vaquinha lá para baixo.

O jovem nem queria acreditar! Arregalou os olhos de espanto, enquanto questionava o Mestre o fato daquela vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família. Mas, ao perceber o silêncio do seu mestre, saiu para cumprir a ordem.
Assim o fez, empurrou a vaquinha morro abaixo e viu-a desaparecer ao longe.

Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem aprendiz durante alguns anos. Até que, um belo dia, este resolveu esquecer tudo o que havia aprendido e resolveu voltar aquele mesmo lugar e contar tudo aquela família, pedir perdão e ajudá-los.
E assim o fez.
Quando estava perto do local, avistou um sítio muito diferente e bonito, havia árvores floridas, todo murado, um carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim.
Ficou triste e desesperado… Só de pensar que aquela humilde família tivera de vender o sítio para sobreviver.
"Acelerou" o passo e, quando lá chegou, foi imediatamente recebido por um caseiro muito simpático, e perguntou pela família que ali morava há quatro anos atras.
O caseiro respondeu:
- Continuam a morar aqui. Espantado, entrou a correr para a casa e viu que era a mesma família que visitara antes com o mestre.
Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha):
- Como é que o senhor melhorou este sítio e está tão bem na vida?
E o senhor, entusiasmado, respondeu:
- Nós tínhamos uma vaquinha que caiu na ribanceira e sumiu. Daquele dia em diante, tivemos de fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos, assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora...”

Então, poderemos concluir que a sabedoria é a capacidade de usar o conhecimento, a experiência, o julgamento e a ética para tomar decisões certadas e agir de maneira que beneficie a si mesmo e aos outros a curto e longo prazo. É uma qualidade que geralmente se desenvolve ao longo do tempo e através da reflexão sobre as experiências da vida.

O conhecimento é sobre o que sabe, enquanto sabedoria é sobre como usa o que sabe. Ambos são importantes e se complementam, mas a sabedoria adiciona uma camada de profundidade e discernimento, vai além do mero acumular de informação.
​
Se refletirmos bem, todos nós temos uma vaquinha que nos dá alguma coisa básica para sobrevivência, uma convivência pacifica com a rotina.
Descubra qual é a sua.

Aproveite esta época de mudança e de dificuldade para também "empurrar sua vaquinha morro abaixo!".
​
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ANA PAULA RODRIGUES
YBICOACH - SUCCESS CAREER & LIFE STRATEGY COACH
[email protected]

​in REVISTA PROGREDIR | AGOSTO 2024
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Sabedoria para uma vida com mais Saúde

1/8/2024

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Para uma vida com mais saúde é fundamental o conhecimento dos comportamentos que promovem o bem-estar físico, mental e social. No entanto, são as habilidades socio emocionais que nos capacitam e nos dão a sabedoria necessária para integrar esse conhecimento no nosso funcionamento, possibilitando a transformação numa vida com mais saúde. Por Joana Simão Valério

in REVISTA PROGREDIR |AGOSTO 2024

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Os conhecimentos sobre saúde e comportamentos promotores do bem-estar físico, mental e social, são essenciais para estarmos devidamente informados, mas, por si só, não são garantia de mais saúde e menos doença.

Muitas são as pessoas que consomem uma grande quantidade de informação por quererem realizar mudanças, sobretudo ao nível de hábitos de alimentação, sono e atividade física. No entanto, acabam por não conseguir realizar e/ou sustentar essas mesmas mudanças, muitas vezes por procurarem soluções que não exijam muito esforço e que foram testadas por outros, não estando por isso verdadeiramente conectadas com as próprias características e possibilidades. Para que essa conexão exista, o desenvolvimento do autoconhecimento é fundamental, pois ele é a chave que nos permite reconhecer as nossas forças, limites e possibilidades para estabelecer objetivos realistas, administrar a vida e sustentar as decisões tomadas em relação à saúde de forma consistente. São estas habilidades e competências pessoais, que nos capacitam e nos dão a sabedoria necessária para integrar os conhecimentos adquiridos no próprio funcionamento.

O autoconhecimento possibilita igualmente o saber escutar e identificar os sinais de alerta que o corpo e a mente comunicam e que podem levar ao adoecer. Em algumas pessoas os sinais de stress podem passar por uma agitação excessiva, noutras por um cansaço extremo, ou uma vontade de evasão, pelo que é de suma importância reconhecermos quais são os nossos.

A inteligência emocional ligada à gestão do stress e da ansiedade, possibilita escolher e mobilizar as válvulas que melhor nos servem para a libertação da pressão emocional, atendendo às circunstâncias e características de cada um, válvulas essas que podem passar por caminhadas, meditação, leitura, hobbies, entre outras.

A gestão das emoções dolorosas, isto é, a forma sábia de acolher e dar conta da dor perante situações de adversidade, é o que evita o adoecer. A fuga ao sofrimento psíquico por vias que visam a anestesia do sentir, tais como a dependência de drogas, álcool, medicação, jogo, compulsões alimentares, entre outras, acabam por levar à instalação da doença.

A sabedoria na gestão das emoções implica também a escolha das ferramentas emocionais que temos à disposição e que melhor se adaptam à situação em causa. O recurso a técnicas de relaxamento e de mindfulness, bem como escrever ou partilhar com alguém de confiança o que se sente, poderá devolver uma maior regulação emocional. Importa também estabelecer um diálogo interno gentil e de auto-compaixão, abandonando o perfecionismo e as comparações e aceitando do erro como oportunidade de evolução.

A sabedoria para atribuímos um sentido e um propósito à nossa vida que passa pelo exercício dos nossos dons e talentos ao serviço de nós próprios nós e dos outros, contribui também e inequivocamente para a nossa motivação, saúde e bem-estar.

A saúde está também intimamente ligada à qualidade dos nossos relacionamentos interpessoais e à sabedoria para reforçar os vínculos que contribuem para o nosso bem-estar e para romper com as ligações tóxicas que concorrem para o nosso adoecer psicológico. O processo de separação em relação a quem agride a nossa saúde mental, gerando experiências de exploração, desvalorização e vazio, pode ser doloroso, mas é imperativo e necessário para a recuperação da mesma.

O desenvolvimento de competências sociais, como comunicar de forma assertiva, definir limites, dizer que não e pedir ajuda, contribuem para o estabelecimento de relações interpessoais mais saudáveis e para a tomada de decisões responsáveis que priorizam a saúde e bem-estar do próprio.

Importa ressalvar que nem sempre teremos a capacidade para responder com sabedoria às situações, porque por natureza somos seres imperfeitos e falhos, e que perante situações emocionalmente mais exigentes e adversas, poderá ser mesmo necessário procurar ajuda especializada, a fim de recuperarmos a nossa saúde e equilíbrio psicológico.
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JOANA SIMÃO VALÉRIO
PSICÓLOGA CLÍNICA DA EQUIPA CLARAMENTE, ESPECIALISTA EM PSICOLOGIA CLÍNICA E DA EDUCAÇÃO E PSICOTERAPEUTA
Website: www.claramente.pt
Email: [email protected]

​​in REVISTA PROGREDIR |AGOSTO 2024
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Relacionamentos com Sabedoria ou Conscientes

1/8/2024

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De que forma estarão estes conceitos relacionados? O que significa Sabedoria nos relacionamentos e como podemos usar e beneficiar da sua aplicação? Sabedoria e consciência são dois conceitos interligados que têm um papel crucial na qualidade dos relacionamentos interpessoais e na vida em geral. Juntos formam uma base sólida para a construção de relacionamentos saudáveis, significativos e duradouros. Por Susana Amaral

in REVISTA PROGREDIR | AGOSTO 2024

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Sabedoria significa um conhecimento aprofundado sobre algo. A procura e aprendizagem intencional sobre determinado(s) tema(s).

Relacionamento significa uma relação ou ligação afetiva, emocional, social, profissional ou sentimental com outra(s) pessoa(s). Podemos ter relações sociais, profissionais, familiares, amorosas… Quando falamos em relacionamentos, podemos também dividir em relacionamentos interpessoais – relação com os outros e relacionamentos intrapessoais – relação connosco próprios. Ambos podem e devem ser alvo da nossa atenção e melhoria.

De que forma estarão estes conceitos, sabedoria e relacionamentos, relacionados? O que significa Sabedoria nos relacionamentos e como podemos beneficiar da sua utilização nos mesmos?

A forma como vemos e sentimos ‘o mundo’ (o interior e o exterior a nós), é diretamente impactado pela perspetiva e perceção que temos (ou não) sobre o(s) mesmo(s). Ter consciência deste facto, dá-nos o poder de podermos alterar ou melhorar a nossa realidade (interna ou externa), mudando pensamentos e sentimentos a ele associados. A Consciência está ligada à capacidade (que pode ser treinada), de estar mais atento e desperto ao momento presente – aqui e agora – permitindo-nos, com intencionalidade, usar a consciência para orientar os nossos pensamentos e sentimentos, para comportamentos mais ajustados aos objetivos que gostaríamos de concretizar.  

Ter esta consciência aumenta também o nosso poder de transformar, orientar e decidir a nossa vida e relacionamentos, mais ajustado aos nossos objetivos ou a uma vida mais saudável (física, emocional, afetiva ou psicológica); mas também a nossa responsabilidade; o que poder ser ao mesmo tempo fascinante e assustador, ter consciência do poder de escolha que poderemos ganhar e o controlo sobre uma vida mais consciente.

A consciência é a base para uma vida relacional intencional e plena. Estar consciente em um relacionamento, significa estar presente, atento, aberto e em conexão com a outra parte. Essa presença consciente permite uma ligação mais profunda e autêntica, onde cada uma das partes se sente vista, compreendida e valorizada.

De que forma poderemos promover uma relação mais consciente?
Presença plena: estar presente plenamente (com os 5 sentidos) no momento (aqui e agora) connosco e com a outra parte. Isto significa dedicar atenção ao outro e a Si próprio, sem se deixar levar por pensamentos sobre o passado ou preocupações com o futuro.

Autoconhecimento: pressupõe compreender as suas próprias emoções, padrões de comportamento, desejos, objetivos, expectativas, valores e necessidades; facilitando também a comunicação de limites pessoais e maior compreensão emocional.

Comunicação: base importante do relacionamento e que não se limita à expressão verbal, mas compreende toda uma linguagem não verbal de expressividade, mesmo que inconsciente, como por exemplo: gestos, atitudes, expressões, emoções, olhares, etc. Inclui ainda a escuta ativa e a capacidade de ouvir, refletir e validar o que o outro está a comunicar. Estar aberto ao diálogo construtivo e a ouvir o outro ajuda a evitar mal-entendidos e resolver conflitos.

Autenticidade: implica ser verdadeiro consigo mesmo e com o outro, partilhando pensamentos, sentimentos e necessidades de forma aberta, honesta e verdadeira. Nalguns relacionamentos as pessoas tendem a esconder ou mascarar partes de si mesmas por medo de rejeição ou conflito. A autenticidade permite que o relacionamento se baseie na realidade e não em idealizações ou falsas perceções, criando uma fundação sólida de confiança e respeito mútuo, essenciais para um relacionamento saudável.

Responsabilidade emocional: é vital num relacionamento consciente e atribui a cada uma das partes o ser responsável pelas suas próprias emoções e reações, ainda que possam e devam ser partilhadas. Significa reconhecer e trabalhar as suas próprias feridas emocionais e padrões de comportamento, em vez de culpar o parceiro pelos seus sentimentos negativos. A autorreflexão e o autocuidado são essenciais para manter a saúde emocional e criar uma dinâmica de apoio e crescimento mútuo.

Empatia: capacidade de entender e partilhar os sentimentos do outro. Permite que as pessoas se interliguem a um nível emocional mais profundo, promovendo compreensão e compaixão. Conseguir colocar-se no lugar do outro, permite responder de forma mais adequada e sensível, às necessidades e preocupações do outro e alinhar com as suas próprias.

Paciência e Tolerância: os relacionamentos exigem tempo e esforço para crescer e se desenvolver. Ser paciente e tolerante com o outro, reconhecendo que todos têm falhas e que o crescimento pessoal e relacional é um processo contínuo, permite um envolvimento mais maduro e saudável na relação com o outro. A capacidade de perdoar e dar espaço para que o outro possa melhorar é uma marca de maturidade e sabedoria.

Prática do Perdão e Compaixão: é fundamental num relacionamento consciente. Todos cometemos erros, e a capacidade de perdoar e mostrar compaixão, por si próprio e pelos outros, é crucial para a resiliência do relacionamento. O perdão não significa tolerar comportamentos prejudiciais, mas sim libertar ressentimentos e permitir a cura, sempre que o relacionamento fizer sentido ou for saudável ou importante. A compaixão envolve entender e aceitar as imperfeições do parceiro, de parte a parte, promovendo um ambiente de amor e aceitação.

Gratidão e valorização: desempenham também um papel crucial para um bom relacionamento, consigo e com o outro. Expressar gratidão regularmente, tanto pelas pequenas, quanto pelas grandes coisas, fortalece a conexão emocional e cria um ambiente positivo. A gratidão é uma das emoções mais fortes e poderosas, como o amor, a esperança e a fé, e ajuda a focar nas qualidades e ações positivas do próprio e do outro, reforçando o apreço e a valorização mútuos.

Um relacionamento consciente é uma abordagem intencional e reflexiva para as ligações interpessoais, caracterizada pela presença, autenticidade e crescimento mútuo. Em vez de seguir padrões inconscientes e reações automáticas, o relacionamento consciente permite ter uma ligação verdadeira e positiva com o outro, procurando estar plenamente presente e interligado, criando uma dinâmica saudável baseada no respeito, maturidade, comunicação e responsabilidade emocional. Esta abordagem pode transformar a forma como nos relacionamos, promovendo uma conexão mais profunda e significativa.
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Sempre que necessário, poderá recorrer-se a ajuda para melhorar, reforçar ou mesmo tentar salvar um relacionamento. A Psicologia pode ajudar. Seja através da Psicoterapia individual, Terapia de Casal ou Familiar. 
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SUSANA AMARAL
PSICÓLOGA CLÍNICA, FORMADORA E COACH
Website: www.SusanaAmaral.pt
Website: www.ClinicadasEmocoes.pt
Email: [email protected]

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Sabedoria, a Jornada para uma Vida Feliz

1/8/2024

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Num mundo onde a informação é abundante, mas a sabedoria é escassa, refletir sobre o que realmente importa torna-se essencial. Nesta edição dedicada à Sabedoria, convido a explorar como diferentes filosofias de vida podem iluminar o caminho para uma existência mais rica e plena e sábia. Por Patrícia Rebelo 

in REVISTA PROGREDIR | AGOSTO 2024

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​Mas antes, é necessário compreender o que é a Sabedoria…
 
Para compreender, sinto que precisamos de simplificar e entender que a sabedoria é mais do que acumular conhecimentos, pois é a arte de viver bem. Aristóteles descrevia-a como a harmonia entre o saber teórico e a experiência prática. Não se trata apenas de saber, mas de aplicar esse saber de forma prudente e ética nas situações do dia a dia. Com Sabedoria temos a capacidade de fazer escolhas ponderadas, de perceber a transitoriedade das coisas e de encontrar um equilíbrio entre o bem-estar pessoal e o bem comum. Ela manifesta-se na habilidade de agir com discernimento, empatia e coragem.
 
Filosofias de Vida e a Busca pela Sabedoria
 
Sinto que para compreendermos a sabedoria e também a nossa postura perante a vida ou até que crenças temos , além de entender como a usamos , precisamos de compreender as diferentes ideologias.
 
Creio que é importante relembrar que não existem teorias mais certas ou mais erradas, pois acredito que cada pessoa cria a sua filosofia de vida, perante as suas vivências e até pela influência das pessoas à sua volta.

  • Estoicismo: Imagine viver com serenidade, independente das tempestades que acontecem na sua vida e à sua volta. Os estoicos, como Marco Aurélio, ensinavam que a sabedoria reside na aceitação do que não podemos controlar e no foco sobre as nossas próprias reações. Para eles, viver de acordo com a natureza e a razão era essencial. Enfrentar a vida com calma e resiliência é o seu lema. Por exemplo, perante uma adversidade, um estoico busca manter a paz interior, entendendo que o sofrimento é uma oportunidade para o crescimento pessoal.
 
  • Epicurismo: Para os epicuristas, como Epicuro, a verdadeira felicidade está nos prazeres simples e na ausência de dor. Eles defendem que a sabedoria é saber discernir entre os prazeres efémeros e aqueles que trazem uma felicidade duradoura. O prazer intelectual, como a amizade e a contemplação, é considerado superior aos prazeres físicos. Assim, um epicurista vive de forma moderada, evitando excessos e buscando uma vida equilibrada.
 

  • Existencialismo: Já se questionou sobre o sentido da vida? Filósofos como Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir acreditam que a sabedoria surge da aceitação da liberdade e da responsabilidade que cada um tem sobre a sua própria existência. Ser autêntico e viver de acordo com os seus valores são os pilares desta filosofia. Os existencialistas encorajam-nos a criar o nosso próprio significado na vida através das nossas escolhas e ações, mesmo face à incerteza e ao absurdo da existência.
 
  • Budismo: O Budismo, com figuras como Buda e o Dalai Lama, ensina que a sabedoria se encontra na compreensão profunda da interdependência de todos os seres e na superação do sofrimento através do caminho do meio e da meditação. A prática da meditação e a observância dos preceitos budistas conduzem à iluminação. Para um budista, a sabedoria inclui a prática da compaixão e o cultivo da mente, reconhecendo a impermanência de todas as coisas.
 
Existem várias variantes de cada uma destas filosofias, mas acredito que já consegue encontrar aqui, a sua filosofia de vida, ainda que eu aceite que pode criar uma “mistura de 2”, que se complementam e que não colidem.
 
É impressionante como conseguimos compreender muito sobre nós, quando paramos para analisar e compreender a forma como encaramos a vida.
 
Mas, independentemente da filosofia que siga, alguns princípios são reconhecidos como universais na busca pela sabedoria e pelo sentido da vida:

  • Autoconhecimento: Conheça-se a si mesmo. Compreender as suas motivações e limitações é fundamental para uma vida sábia. Só através da introspeção podemos identificar nossos valores e propósito, permitindo-nos agir de forma alinhada com o nosso verdadeiro eu.
 
  • Empatia e Compaixão: A capacidade de se colocar no lugar do outro e agir com bondade é um sinal claro de sabedoria. A empatia permite-nos entender melhor os sentimentos e necessidades dos outros, promovendo relações mais harmoniosas,justas e saudáveis.
 
  • Equilíbrio e Moderação: Evitar os extremos e buscar o equilíbrio em todas as áreas da vida conduz a uma existência harmoniosa. É necessário referir que o equilíbrio não é apenas físico, mas também emocional e mental, ajudando-nos a manter a estabilidade e a paz interior.
 
  • Abertura ao Aprendizado: Quando compreendemos que a sabedoria não é um destino, mas  sim, uma jornada contínua de aprendizado e crescimento, tudo se torna mais simples. Ser curioso e aberto a novas experiências, perspectivas e conhecimentos enriquece a nossa compreensão do mundo e de nós mesmos.
 
 
Apesar das diferentes filosofias e dos diferentes principios, que se cruzam na nossa mente e no nosso emocional, a verdade é que para colocarmos a sabedoria na nossa vida, de forma consciente, precisamos de ir mais longe.
 
A verdadeira sabedoria revela-se nas pequenas escolhas do quotidiano. Desde a forma como reagimos a um contratempo até a maneira como tratamos os outros, cada momento é uma oportunidade para agir com sabedoria.
 
Aqui estão algumas práticas que podem ajudar a incorporar a sabedoria na sua vida diária:
  • Meditação e Reflexão: Dedique tempo para refletir sobre as suas ações e pensamentos. A meditação pode ser uma ferramenta poderosa para cultivar a sabedoria interior. Práticas como a meditação mindfulness ajudam a desenvolver a atenção plena e a consciência, promovendo a calma e a clareza mental.
 
  • Leitura e Estudo: Mantenha a mente aberta e entenda que a aprendizagem é uma atividade contínua e verdadeiramente enriquecedora. Pode aprender de diferentes formas e ao seu ritmo :através de livros, cursos, mentorias e conversas significativas. A leitura de obras filosóficas, literárias e científicas expande os horizontes e oferece novas perspectivas sobre a vida.
 
  • Serviço ao Próximo: Envolva-se em atividades que beneficiem a comunidade e promovam o bem-estar coletivo. O ato de servir os outros enriquece a nossa própria vida. Participar em voluntariado, ajudar vizinhos ou simplesmente ser gentil no dia a dia são formas de aplicar a sabedoria de forma prática.
 
Acredite que são pequenas grandes diferenças e que ao fim de algum tempo, estes comportamentos serão normais e farão parte da sua rotina.
 
Assim, compreendemos que a  filosofia de vida e a sabedoria andam de mãos dadas, oferecendo-nos um guia valioso para navegar as complexidades da existência. Ao buscar a sabedoria, não só enriquecemos as nossas vidas, mas também contribuímos para um mundo mais justo e compassivo.
 
Por último, desejo que a sua jornada seja iluminada pela sabedoria e que encontre a plenitude em cada passo do seu caminho.
​
Fotografia
PATRÍCIA REBELO
MENTORA DE MULHERES, ESPECIALISTA EM COACHING DE PRODUTIVIDADE PARA MULHERES, CERTIFICADA EM PNL,TERAPEUTA ENERGÉTICA, AUTORA E FORMADORA
Instagram e Facebook: @inspiratesempre
TikTok: @inspiratesempre
Youtube: IN SPIRA(TE) SEMPRE por Patrícia Rebelo
Email: [email protected]

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