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Confiar

1/5/2024

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Fotografia
Vivemos tempos em que relacionamentos e palavras são descartáveis. As promessas de amor feitas em um dia transformam-se em nada no dia seguinte. Pais abandonam as suas famílias, mães abandonam os seus próprios filhos. A cada dia nos assustamos com a quantidade de desamor noticiada pelos meios de comunicação e muitas vezes nas pessoas ao nosso redor. Por Lina Veira

in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2024

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)
​

Não importa os erros, se assumidos, não importam as quedas se nos levantamos. Precisamos assumir as nossas fragilidades e limitações. Confessar a nossa dor, manifestar os nossos sentimentos – chorar - Mas a quebra de confiança, acessa as camadas mais profundas da nossa alma gerando insegurança e medo, dúvidas constantes sobre o que o outro diz, ou se fará realmente o que prometeu. A confiança é uma das coisas mais difíceis de se conquistar e de se reconquistar nesta vida.

Refletir sobre o confiar no nosso quotidiano é observar paradoxos, produzir e compartilhar conexões. Investigar diferentes sentidos e entender contextos, é preciso “se permitir com alguém”, para experimentar a confiança, as nossas possibilidades para vivermos e sobrevivermos promovendo o diálogo confiável, particular e saudável ao interesse de todas as nossas relações. Contudo, raras pessoas estão aptas e abertas para essa notável revolução nas relações humanas. Um sentimento que acredita na sinceridade de algo ou de alguém, no caráter e lealdade da pessoa.

Confiar é um privilégio, mas ser confiável é muito mais elegante entre nós.  Logo, dar mais oportunidades às pessoas do nosso convívio, para perceber as suas qualidades apesar dos seus defeitos, é necessário! Acreditar na verdade e intenções das suas palavras. É construir uma oportunidade que envolve o confiar.

Lembro-me que a minha mãe dizia: Se não confiamos o suficiente nos outros, como os outros vão confiar em nós? Ela fazia-me pensar...Realmente confiar é um privilégio, mas ser confiável, repito, é muito mais elegante entre nós. Mas como recuperar uma confiança perdida, pensava. Talvez seja essa a nossa maior dor, fruto da carne que é fraca ou de um mundo cada vez mais líquido, como definiu Zygmunt Baunman.

- Respira fundo e vai.

Não precisamos de focar na dor  

Todo o dia temos um novo dia, que nos traz um novo caminho, uma nova atitude, um novo pensar: o poder da cicatrização.

Confiar é seguir em frente, acreditar nas suas pegadas, pisar forte! Se encantar com as curvas e imperfeições do caminho, porque a vida não se limita a erros e desilusões. Ser solidário consigo, nos momentos de desgostos e desapontamentos na estrada da vida.  Ousar!  Bem ali no cantinho das oportunidades e novas experiencias.  Pois a ousadia nos torna mais originais e inesquecíveis neste mundo e no coração das pessoas. Assim, seremos lembrados para sempre, por tudo o que fomos! O contrário disso, é inércia, é apatia, é medo, é metade, é parte, é trecho, é um porto sem luz perdido numa ilha deserta, é retrocesso, é um não seguir em frente. É uma dose apenas de uma vida inteira.

Existem três importantes palavras chaves ou pilares que considero sustentáveis no confiar – os meus 3Cs
  1.  A Confiança pessoal - Precisa de confiar em você para gerar outras confianças.  Ser confiável. Tudo começa pela autoconfiança, invista em boas leituras, no autoconhecimento, e reconheça com consciência os seus pontos fortes e fracos, os seus limites e falhas, tudo que pode ser processo envolvido.
  2. A consciência – A consciência SIM! dos fatos e do meio, do que falamos e praticamos, cumprindo compromissos e promessas. Estando dispostos a fazer mais e além do que precisa ser feito.
  3. A Competência:  A competência é crítica. O julgamento dos outros sempre teremos e não importa quem esteja certo ou errado. Ter bom senso e um plano de ação em mãos aponta caminhos, conhecimentos profundos, gera segurança. Importante para criar bons relacionamentos.
Fé e confiança são duas palavras que considero “verbos da vida”, pois elas   promovem movimento e funcionam muito bem juntas. É preciso ter fé na vida, no outro, em você, para que aconteça o processo do confiar, para que saia das margens e faça acontecer algo. Na bíblia, Pedro apostolo teve fé para andar sobre as águas, mas quando precisou confiar com o vento mais forte, ele teve medo; e, começou a ir para o fundo, clamando:  Senhor, salva-me! E ele confiou que somente o Senhor o salvaria. Não importa o tamanho da nossa fé, ela é o ponto de partida que impulsiona os nossos movimentos e sonhos, que desenvolve a confiança. A confiança que nos fortalece nas relações e experiencias dentro do processo da vida, com o outro, conosco mesmos.

Confiar é pura evolução individual. Não acredito em grandes mudanças nas relações humanas neste tempo de ideologias confusas ou sem ideologias, onde predominam o engano e corrupção, mas não podemos perder ligações entre as pessoas, deixar de olhar para cima, procurar novas visões, visualizar novos horizontes, confiar mais em nós mesmos e fortalecer melhor cada passo na estrada da vida.

-  Respira fundo. Levanta a cabeça. Confiar é carnal. Atua com curiosidade na produção do conhecimento do homem e exalta o seu sucesso ou fracasso na vida.

Fotografia
LINA VEIRA
ESCRITORA, CRONISTA, CONTISTA E ROMANCISTA
Instagram : @linaveira
Facebook: linaveira09
[email protected]

in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2024
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Nascer, crescer e viver com Confiança!

1/5/2024

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Fotografia
Gostavas de ser uma pessoa mais confiante? Sabes como se cria a confiança? Conhecer a tua história e a da tua família são a base de construção da tua confiança Por João Pedro Amorim

in ​REVISTA PROGREDIR | MAIO 2024

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)
​

​Todos nós crescemos querendo sentir confiança em nós próprios, que os outros confiem em nós e desejando confiar nos outros.
 
É importante compreender que a capacidade de confiar nos outros, está intimamente relacionado com a confiança que sentimos por nós mesmos. Se não confiar em mim, como é que sei o que é a confiança? Se assim for, terei tendência a estabelecer relacionamentos desequilibrados e com elevada dependência e/ou desconfiança.
 
E como aprendemos a confiar em nós mesmos?
 
A confiança aprende-se no seio do ambiente familiar. São os pais que nos transmitem segurança desde o nascimento para sermos nós próprios, sem receios. São também os pais que nos ajudam a criar os alicerces da vida, por isso quando somos ainda crianças, numa dinâmica familiar saudável, os pais são os pilares do desenvolvimento saudável. Dão-nos em criança estrutura, confiança e vontade de crescer, explorar o mundo e enfrentar os desafios da vida.
 
Em situações de desequilíbrio, onde não é criado uma relação de confiança entre os progenitores e filhos, a pessoa desde criança vai procurar mecanismos e formas alternativas de sentir essa confiança (procurar outro elemento que não os pais, alhear-se da vida e não ser pró-ativo na busca de emprego, entre outros). Este mecanismo chama-se de Bridging.
 
Como se cria a confiança?
 
A confiança, na sequência do que abordamos anteriormente, advém do termo inglês Bonding ou Attachment, traduzido para português como Vínculo. É a qualidade do vínculo que estabelecemos com os progenitores a base da confiança. Na década de 60, o investigador Harry Harlow, fez diversas experiências e investigações com macacos para compreender quais os determinantes para a criação de vínculo. O que se percebeu com a experiência foi que o fator determinante de vínculo foi o TOQUE em detrimento da alimentação. Postulou-se assim que a alimentação pode ser vista como uma necessidade meramente fisiológica de sobrevivência, mas o toque é o que permite ao indivíduo estabelecer vínculo e confiar em si próprio.
 
Podemos pensar que a confiança só se cria após o nascimento e quando a criança já tem “consciência do mundo” e capacidade de pensar e memorizar, mas não. A construção da confiança inicia-se antes da concepção, nas ideias, crenças e vivências dos pais sobre o que será a gravidez e o futuro com filhos. É habitual, pais com história de aborto, em gravidezes futuras, construírem relações mais protetoras com os seus filhos, com níveis mais elevados de dependência e proteção por parte dos pais, não permitindo à criança desenvolver a sua confiança interior. O período intra-uterino é também um período importante. O desenvolvimento cerebral inicia-se na 3ª semana de gestação, sendo que a criança vai ao longo da gravidez tomando consciência do que a rodeia, dos sons, dos movimentos e sobretudo do estado anímico da mãe. Por isso é muito importante um planeamento correto pré-concepcional e um acompanhamento ao longo da gravidez, de forma a acompanhar os parâmetros físicos de crescimento do bebé, mas também o estado anímico dos pais, as suas crenças sobre o futuro e o que envolve a dinâmica familiar no seu todo. 
 
Após o nascimento, como em qualquer situação, a confiança deve ser doseada. Se os pais forem superprotetores a criança não vai sentir necessidade de criar a sua auto-confiança e em adulto irá ressentir-se disso. Se a confiança e o vínculo não forem estabelecidos, a criança irá crescer insegura, com um sentimento interior de solidão e com dificuldade em  desenvolver vínculos emocionais saudáveis consigo e com os outros.
 
Como já se compreende a confiança passa de pais para filhos e de filhos para netos, sendo um tópico que pode ser avaliado de forma transgeracional ao longo da família. Podemos olhar e refletir sobre cada um dos nossos antepassados. Qual foi o seu contexto? Quais foram as suas vivências? Como era a relação com os seus pais e restante família? Será que lhes ensinaram a ter auto-confiança?
 
Em suma, penso que é necessário uma boa estrutura para se poder crescer, tal qual, como uma árvore, sem boas raízes a árvore não consegue crescer vigorosa e à mínima rajada de vento mais forte a árvore cai ao chão.
 
A confiança manifesta-se em todas as áreas da nossa vida: familiar, social, laboral, etc. É comum, esta temática manifestar-se como um padrão nas diversas áreas. Se tivermos o tema da confiança bem estabelecido internamente e de forma saudável, iremos transmitir essa confiança na vida familiar, nas nossas relações, no nosso trabalho e até nas atividades rotineiras do dia como conduzir ou quando temos que tomar decisões. Convido-te a refletires sobre o tema da confiança, olhando para qualquer uma das áreas da tua vida e veres de que forma a confiança se manifesta. Em que situações me senti confiante? O que preciso para me sentir confiante?
 
Devemos olhar para a confiança não para fora, à procura de algo ou de alguém que nos preencha este sentimento, mas fazer antes uma reflexão interna, olhar para nós mesmos e percebermos quais as nossas lacunas e onde devemos reforçar as nossas raízes para dar suporte ao tronco, às folhas, às flores e  aos frutos.
 
Todos confiamos em algo, só temos que aprender a confiar mais em nós mesmos.
 
Fotografia
JOÃO PEDRO AMORIM
MÉDICO MEDICINA GERAL E FAMILIAR , CONSTELAÇÕES FAMILIARES, HIPNOTERAPIA, OUTRAS TERAPIAS ALTERNATIVAS
dr-joao-pedro-amorim.webnode.pt
[email protected]
Facebook: drjoaopedroamorim
Instagram: @drjoaopedroamorim

​in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2024
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Estratégias para transformar a sua Vida Financeira

1/5/2024

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Fotografia
Quando se fala de Liberdade Financeira pode parecer distante e inalcançável. Não seremos todos merecedores? Basta repetir o básico bem feito, sem desistir. Os resultados vêm para quem confia no processo. Por Catarina Cruz

in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2024
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)
​

Nos dias de hoje parece que queremos tudo feito rápido e sem qualquer esforço da nossa parte. A própria sociedade vive em constante correria, não paramos para ver nada se nos fizer perder mais do que dois minutos.
 
A verdade é que passamos isso para tudo o resto na nossa vida. No âmbito financeiro não é diferente.
 
Mas se pensarmos bem, se passamos horas preocupados com ganhar dinheiro, não seria prudente da nossa parte dedicarmos pelo menos uma hora dos nossos dias a aprender a cuidar do nosso dinheiro?
 
E quando o assunto é aprender a cuidar do nosso dinheiro tendemos a acreditar que não somos capazes de o fazer, ou que precisamos de ser grandes especialistas para isso.
 
É urgente que comecemos a confiar mais nas nossas capacidades, é urgente confiar no processo.
 
Seria mais fácil se ao invés de duvidarmos de nós mesmos procurássemos saber o que podemos fazer para aumentar a nossa Literacia Financeira.
 
Talvez este tema, Literacia Financeira, deveria ser ensinado nas escolas. Afinal, vamos todos lidar com dinheiro até ao fim das nossas vidas. E quem melhor do que nós próprios para saber geri-lo de encontro com aqueles que são os nossos objetivos, tanto financeiros como de vida.
 
Felizmente, nos dias que correm já conseguimos encontrar pessoas que partilham o seu conhecimento financeiro e nos podem ajudar a conseguir umas Finanças Pessoais saudáveis, incluindo colocar o nosso dinheiro a render. Este é o caminho para a Liberdade Financeira que tanto ouvimos falar. E ainda bem que ouvimos. Se está a perguntar-se o que será isto da “Liberdade Financeira”, deixe-me dizer-lhe que Liberdade não é unânime a todas as pessoas. Liberdade Financeira é o poder escolher o que queremos fazer, onde queremos trabalhar e até quando queremos fazê-lo. Liberdade é o poder de decisão, o poder de escolha. E essa Liberdade é diferente para cada ser humano, porque também nós somos diferentes.
 
Mas existe uma coisa que é igual para todos nós, a forma como vamos chegar a essa tão desejada Liberdade.
 
Este caminho não é rápido, não é em linha reta, mas é um caminho muito necessário. Começar com um orçamento mensal vai ajudar-nos a perceber onde estamos efetivamente a gastar a maior parte do nosso dinheiro. Pode ser útil começarmos por registar todas as nossas despesas ao longo do mês e definir assim, limites para cada categoria. E agora entra a parte em que precisamos de acreditar que somos efetivamente capazes de cumprir os limites que nós próprios vamos impor.
 
Quando conseguimos ter um orçamento realista e adaptado a nós e à nossa realidade torna-se muito mais fácil viver sem culpa. Sem a culpa de estar a gastar demasiado dinheiro, sem a culpa de estar com as contas completamente descontroladas. Com esta ferramenta de finanças pessoais nós temos a plena consciência que estamos a fazer tudo certo, que tudo está no sítio onde deve estar.
 
Agora com um orçamento está na altura de traçar os nossos objetivos financeiros. Defini-los de forma SMART. Um sonho passa a ser um objetivo no momento em que ele é SMART.
S- Specific (Específico)
M- Measurable (Mensurável)
A- Attainable (Atingivel)
R- Realistic (Realista)
T- Time (Temporal)
 
O segundo passo para chegarmos à nossa Liberdade é ter objetivos SMART, que sejam específicos (saber exatamente aquilo que pretendemos de forma detalhada), mensuráveis (que seja possível medir o nosso progresso para o alcançar), atingível (que saibamos exatamente o que precisamos de fazer no presente para atingir o objetivo no futuro), realista (que seja realista e que seja possível de alcançar) e temporal (que tenhamos consciência de quanto tempo vamos demorar para lá chegar). 
 
Nós somos capazes de alcançar os nossos sonhos, precisamos de confiar no plano que vamos fazer para que isso se concretize. Passar os sonhos para o papel, torná-los objetivos vai dar-nos a motivação e a confiança que precisamos para nos mantermos focados ao longo de todo o percurso.
 
E agora, a parte mais interessante é que nós podemos acelerar este processo. Depois de sabermos cuidar do nosso dinheiro podemos colocá-lo a render, que é basicamente colocar o dinheiro a trabalhar para nós, através dos Investimentos.
E é aqui que podem surgir medos e dúvidas. Nesta fase é importante investir na nossa Literacia Financeira, conhecer as opções que existem e saber analisar cada uma delas para sermos capazes de tomar as nossas próprias decisões. Todos nós somos capazes de aprender, somos capazes de evoluir e somos capazes de colocar-nos em ação e fazer acontecer.
 
Confie em si, confie no processo!
​
Fotografia
CATARINA CRUZ
MENTORA DE FINANÇAS PESSOAIS E INVESTIMENTOS
www.catarinacruzfinancas.pt
[email protected] 

​in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2024
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3 tipos de Confiança nos Relacionamentos

1/5/2024

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Fotografia
A relação que temos conosco próprios é que irá determinar a relação que desenvolvemos com os outros e com o mundo, tudo inicia e termina em nós. Se confiarmos em nós, confiar nos outros e na vida será mais fácil (e bem mais agradável). Por Sofia Teixeira

in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2024
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)


Quando se fala de relacionamentos, tendemos a pensar, instantaneamente, em relacionamentos amorosos, de amizade ou familiares. Engraçado que, na maioria das vezes, não nos lembramos do relacionamento conosco mesmos! E, na verdade, é essa a base de todos os outros relacionamentos.
 
Todos os relacionamentos que atraímos e que criamos refletem, sempre, algo nosso. Porquê? Porque somos todos espelhos uns dos outros. Por isso é que uma mesma situação, presenciada por várias pessoas, terá interpretações diferentes consoante a pessoa que a vê e toda a sua história passada.
 
Quando se fala em “CONFIAR” nesta área dos relacionamentos saltam à vista 3 camadas:

  • Confiar em nós: confiar que somos suficientes, que vamos conseguir, que merecemos, que temos valor. Ora digam lá se não é aqui que surgem logo os desafios? Infelizmente, a sociedade ainda não nos ensina a termos real confiança em nós. A real confiança não é externa, não tem absolutamente nada a ver com aparência, com algo que se vê com os olhos.
 
A real confiança é interna, é acreditarmos em nós, é confiarmos nas nossas capacidades, é algo que se sente, que está na nossa essência. Para voltarmos a acreditar e a confiar em nós não precisamos de construir nada. Então? Então apenas temos de tirar: tirar máscaras, tirar expetativas, medos, ciúmes, inveja, carências, tudo o que o ego nos criou, tudo o que a sociedade nos ensinou, direta ou indiretamente e que apenas serve para perdermos a confiança em nós. De facto, o ego é o oposto da autoestima, da autoconfiança. Quanto mais capas de ego, menos confiamos em nós.
 
O maior trabalho da nossa vida deve ser tirar estas máscaras e mostrar-nos tal como somos, com as nossas qualidades e os nossos defeitos. Sabem porquê? Porque cada um de nós é suficiente. Cada um de nós tem os seus dons e talentos, todos nós! Mas, obviamente, não somos bons em tudo, nem temos de ser. Somos bons naquilo que será necessário para o nosso propósito. Quando queremos ser bons em tudo e escondemos as nossas sombras, aí perdemos a confiança em nós, aí estamos a dizer a nós: “também devias ser bom nisto, mas não és, nitidamente não és suficiente”. E isso é mentira, somos suficientes mesmo que não sejamos bons em tudo. Aí é que reside a verdadeira confiança em nós: na autoaceitação, eu aceito-me como sou, com todas as minhas características, boas e menos boas.
 
E quando nos aceitamos desta forma completa, os outros também vão aceitar-nos exatamente como somos.
 
Se nós nos sentirmos bem conosco, os outros também se irão sentir bem conosco.
 
Se nós nos tratarmos bem, os outros também nos irão tratar bem (se não, irão embora porque saberão que não iremos aceitar ser maltratados).

  • Confiar nos outros: quando confiamos em nós, conseguiremos confiar no outro! (e vice-versa). E se o outro trair a minha confiança? Agimos em conformidade com a situação, seja terminar a relação ou afastarmo-nos, consoante o tipo de relação. Aí Sofia, mas isso faz sofrer. Pois faz, e qual é o problema de sofrermos um pouco? O sofrimento em si, faz parte da vida. Todos já sofremos em algum momento da nossa vida e não passamos do chão, aliás, certamente que esses foram dos momentos da nossa vida que mais nos ensinaram, nos fizeram crescer e nos forjaram o carácter. Então porque teríamos medo desse grande mestre que é o sofrimento? Podemos e devemos acolher esse mestre em segurança e fé. Fé que um dia acabe e que traga novamente a luz à nossa vida. Uma luz ainda mais forte e brilhante.
 
Pensa comigo: qual é a alternativa ao sofrimento? Ficar em relacionamentos médios ou maus? Ficar em trabalhos médios ou maus? Ficar em situações que não merecíamos? Não é isso também sofrimento diário? Pois, às vezes mais vale “arrancar o penso de uma vez”, sofrer tudo o que temos de sofrer de uma vez e abrirmo-nos, finalmente, a todo um mundo de oportunidades e de felicidade.

  • Confiar na vida: há pessoas que veem o mundo como algo assustador, como algo a temer, como algo que não conspira a seu favor. Fogem de diversas circunstâncias e situações pois precisam de controlar todos os fatores para se sentirem confortáveis. Têm medo de tanta coisa, pensam em tantos “ses”, bloqueiam-se tanto, deixam de fazer tantas coisas que até gostavam, simplesmente não confiam na vida, no universo.
 
Só te quero relembrar uma coisa: “Os pessimistas vivem num mundo deprimente e negativo, os otimistas vivem num mundo positivo e cheio de oportunidades...o mundo é o mesmo!” (Camilo Cruz)
 
Em que mundo escolhes viver? Espero que saibas que podes fazer essa escolha, podes aprender este mindset otimista, esta mentalidade positiva, vejo, diariamente, muitas clientes a mudarem a sua mentalidade em poucos meses, não é algo impossível de mudar, aliás, acredito que um dos nossos propósitos é mesmo aprendermos a evoluir para este mindset positivo, aprendermos a confiar neste processo que é a vida!
  
Acredita, não estamos nesta vida para vivermos na desconfiança, no sofrimento, no médio ou no mau. Viemos para prosperarmos, para vivermos, experienciarmos, para cairmos e nos levantarmos, para aprendermos a lidar com o menos bom, para aprendermos a navegar neste caos e conseguirmos aproveitar cada experiência, cada emoção. Acima de tudo, viemos aprender a viver e a amar a nossa essência confiando em nós, a confiar e amar os outros e a confiar e amar a vida.
 
Reflete:
Amas-te e confias em ti?
Amas e confias nos outros?
Amas e confias na vida?
 
Se respondeste “não” a alguma das perguntas lembra-te: estás sempre a tempo de mudar, tudo se aprende, tudo se treina. Não tens de o fazer sozinha, estou cá para ti.
Acredita, a vida é muito mais saborosa quando amas e confias!
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SOFIA TEIXEIRA
LIFE & EXECUTIVE COACH DESDE 2015, MENTORA, ESPECIALISTA EM AUTOCONHECIMENTO, PROPÓSITO DE VIDA E MENTALIDADE DE ABUNDÂNCIA
[email protected]
Instagram: @sofiateixeira_coaching
www.sofiateixeiracoaching.com 

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Confiança, o diferencial que se procura

1/5/2024

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Num ritmo de vida que nos exige cada vez mais rapidez, como podemos encontrar o equilíbrio entre produtividade e satisfação pessoal? A resposta pode estar menos nas competências técnicas e mais na nossa capacidade de construir relações de confiança e desenvolver a nossa inteligência emocional. Por Ana Rita Costa

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Confiar: Mais do que uma Virtude, uma Necessidade
A confiança transcende o valor ético, estabelecendo-se como um alicerce indispensável ao sucesso profissional. A capacidade de confiar e ser visto como confiável afeta diretamente a dinâmica das relações de trabalho, a performance das equipas e o crescimento das organizações. Segundo o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, confiar é "Entregar (alguma coisa) a alguém sem receio de a perder ou de sofrer dano. Ter fé. Acreditar”. No entanto, num cenário onde "nenhum emprego está garantido", esse ato de fé torna-se cada vez mais desafiante.
 
Um Reflexo da Sociedade: Estagnação Versus Crescimento
Em 2021, um estudo sobre satisfação no trabalho mostrou que, 43,8% dos trabalhadores da União Europeia revelaram-se muito satisfeitos. Em Portugal, só 21,6% disseram o mesmo. Estes dados são alarmantes. Os fatores para esta insatisfação são múltiplos, levando em muitos casos à estagnação, contribuindo para uma maior desmotivação.
 
Este panorama é agravado pela nossa corrida contra o tempo, impulsionada por um excesso de informação e uma dependência da tecnologia, que nos questiona: estamos realmente a libertar-nos de tarefas ou tornamo-nos escravos de uma constante sensação de falta de tempo?
 
É aqui que a falta de competências emocionais e comportamentais, conhecidas como soft skills, se destacam. Estas competências são fundamentais para navegar na complexidade das relações profissionais e pessoais, permitindo-nos sair da estagnação para um caminho de crescimento e realização.
 
O Diferencial no Mercado de Trabalho
A resposta para a superação da desmotivação e do sentimento de insucesso passa por uma transformação interna, um diálogo íntimo onde reconhecemos as nossas emoções e necessidades. Este processo é essencial para inspirar mudanças duradouras, tanto pessoais quanto profissionais.
 
No mundo do trabalho, a era do imediatismo e do medo de expressar vulnerabilidades como insegurança, frustração e fracasso exige um novo diferencial.
 
Um outro estudo apontou que nove em cada dez profissionais são contratados pelo perfil técnico e demitidos pelo comportamental. De acordo com este estudo, há muitos profissionais qualificados tecnicamente, com um currículo repleto de bons cursos e atividades complementares, mas tanto repertório não é suficiente para conquistar uma boa vaga.
 
Se as qualificações técnicas não são suficientes para alcançar uma boa vaga profissional, então qual é o diferencial?
 
Durante anos considerou-se que o QI (Quociente de Inteligência) era o principal fator de contratação e, apesar de o QI ser relevante no trabalho, os estudos têm mostrado que pode servir para prever 1 a 20% do sucesso. Por outro lado, o QE (Quociente Emocional) foi considerado diretamente responsável por entre 27 a 45% do sucesso no trabalho.
 
Assim, as competências técnicas (hard skills) tornam-se o mínimo exigido, enquanto as soft skills, as competências emocionais e comportamentais, emergem como o verdadeiro diferencial no mercado. Estas competências abrem mais oportunidades, inclusive permitem remunerações superiores.
 
Muitas empresas possuem alguém cujo QI se aproxima do nível de génio, mas que parece não ter qualquer jeito para lidar com pessoas. Este tipo de pessoas, são propensas a zangar-se facilmente e a atacar verbalmente os colegas, evidenciando frequentemente uma ausência de compaixão e empatia e sentindo dificuldade em obter cooperação dos outros. Muitas vezes, perguntamo-nos “como pessoas tão inteligentes podem ser incapazes de se compreenderem a si próprias e compreenderem os outros”. O que falta a estas pessoas é inteligência emocional (IE).
 
A boa noticia é que a Inteligência Emocional pode ser desenvolvida. Sendo hoje uma necessidade urgente para todas as pessoas que desejam viver de forma mais significativa e realizada nas suas carreiras, independentemente do cargo, quer seja líder, gestor, empreendedor ou colaborador numa organização.
 
O termo IE foi utilizado pela primeira vez pelos psicólogos Peter Salovey e John Mayer em 1990, que atribuíram a seguinte definição: “capacidade de monitorizar os sentimentos e emoções próprias e de outros, com o objetivo de os distinguir, e de usar essa informação para orientar o pensamento e a ação”.
 
As emoções são como o nosso radar pessoal, fornecendo-nos um fluxo constante de informação acerca de nós próprios, os membros da nossa equipa e o nosso ambiente.
 
Comece a praticar a sua IE através de:
- Autoconhecimento: Dedique tempo para entender as suas emoções e como elas influenciam as suas ações.
- Empatia: Pratique colocar-se no lugar dos outros, procurando entender as suas perspetivas e sentimentos.
- Comunicação Assertiva: Aprenda a expressar as suas ideias e emoções de forma clara e respeitosa.
 
À medida que avançamos neste caminho de desenvolvimento pessoal e profissional, é crucial lembrar que o sucesso verdadeiro e duradouro é construído sobre alicerces de confiança, compreensão e empatia. Investir na nossa capacidade de confiar e de cultivar relações baseadas na confiança é o investimento mais rentável que podemos fazer, tanto para as nossas carreiras quanto para as nossas vidas.
 
Encorajo cada leitor a refletir sobre as suas próprias competências emocionais e a tomar medidas concretas para desenvolvê-las. Quais as situações recentes em que reconhecer e gerir as suas emoções poderia ter levado a um resultado melhor? Como pode começar hoje a melhorar a sua inteligência emocional? Que este artigo sirva não apenas como um ponto de reflexão, mas como um catalisador para a mudança e para a busca de uma realização profissional verdadeiramente enriquecedora e sustentável. Juntos, podemos construir um futuro onde a confiança e a inteligência emocional sejam os pilares do sucesso profissional e pessoal.

Fotografia
ANA RITA COSTA
COACH & INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
www.anaritacosta.pt
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A Dúvida Perpétua

1/5/2024

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Exercício poético-espiritual que cria a equivalência de “confiar” e “duvidar”, do Espírito e da Razão, do amar e ser amado, do Real e da realização. Por Luís Coelho

in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2024

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Se não confias em ninguém, ou em nada puramente, estás no melhor tempo, da tua vida, para te transtornares omnipresente, Aqui, onde o instante se esgota e te tornas o centro do Universo, não, não se trata isto de autoajuda, ou de rememoração fatela de filosofice de café, a dúvida é, genuinamente, a Causa de quem se encontra, de quem confia, porque confiar é adiar a transformação, é crer no Sistema, na práxis, na normalidade, e isto entorpece e desconfia, tudo isto é o in-momento onde o Real e o Ideal se submetem à Unidade, mas, partindo desta, há, apenas, a queda mefistofélica do Anjo que transpõe a bonomia, confio, assim, que a dúvida é a dor confiável e assegurável, que projeta o Sujeito no Objeto, a Razão dolosa no inferno do mundo convocando à razão todos os que se anunciam na diferença, a dúvida é, ainda assim, o que há de mais confiável, porque é ela que funde os universos, as razões, as linguagens, é ela que cria a confiança no Humano, quando este se injeta de possibilidades, e quando este se pretende na falsa Unidade, no Espírito impermanente; a dúvida é confiar que o retorno perpétuo se eterniza na ficção das escolhas, na ilusão de que o Eterno embriaga o absurdo, convocando à razão de Ser estanque, na qual a confiança perdura e cresce.

Que a confiança seja a própria Realidade incrédula é o que teme todo o agente moral, e não é a Realidade pura imoralidade, sonoridade de Ciência despreocupada onde o incrédulo exige o Espírito, olvidando, quiçá, que este é imoral, que este é como Realidade onde o Subtil se divide infinitamente no trágico discurso das moralidades tomísticas? Espírito e matéria são a própria dualidade constante onde a transição remitificadora convida à isenção, ao Nada do falso desistente, ser Deus, ser livre, é, precisamente, avocar a indiferença, submetendo o mundo ao Nada, desistindo, talvez, de denunciar este Nada como coisa escolhida, sujeição ao destino, a condenação fenoménica é uma busca pelo “Eu”, e este cessa a relação na confiança ao mundo, persignando o “Ser” na durabilidade tenaz em que os fantasmas se perdoam e extinguem o tempo. Vejamos como “ir andando” é, tal-qualmente, Ser, na dúvida perpétua, perfeita, onde a confiança se entrega ao centro puro em que a Lei se esgrime e se transcende.

Confiar e duvidar são exatamente a mesma coisa, como Sujeito e Objeto, Luz e trevas, avançar é reatualizar a memória, reconstruir o passado, redesenhar o Princípio a partir do que o mesmo condena. Se duvidas, se te dói, é porque compensas e te abstrais, lutas por ti, pela tua razão primária, em suma, pela tua morte perpétua, mas cuidai que voltas sempre, para que possas reconstituir-te enquanto Vida, na antecipação da dualidade, bipolaridade condoída que pluraliza as vivências, os sonhos, os intentos do Sono, Causa final onde tudo vale “per se”, mas isto é a intrínseca indiferença, a impassibilidade, que, não obstante, desconfia plenamente do Humano, da sua capacidade “terapêutica”, do seu fado, não é isto “Estrutura” também?, face à qual duvidamos com o peso do mundo, da “práxis”, do materialismo de absurdidades. Confia que todos os caminhos nos engrandecem, e que o Logos opressivo só se fará curar pelo Amor, onde aquele se rende à evidência da Unidade imprevisível, amoral, de Leis que se transcolam, perdurando num paralelismo de linhas que a Cognição redesenha com afã de circularidade.  
E se o Amor nos extingue no Sono, para isso basta o ato de amar, a paixão de morrer, só nesta se visa o desinteresse moral, categórico, capaz de nos remir face à Divindade, não há como confiar sem a presunção do Divino, sem que o coloquemos no fundo de tudo, matando todos os incentivos, móbiles, línguas, reinventando o Som de um Universo de paz perpétua, onde a dúvida se confia ao mistério insondável.

Não esqueçamos, no entanto, que o Universo possui sua resposta contingente, ele nos dá com que amar e com que possamos evitar perder-nos, ele configura a cura dos placebos, e inunda tudo de concórdia, basta que saibamos ouvi-lo, e a dúvida metódica é confiar que há algo para ouvir e em que acreditar, algo sem o qual seríamos ruína e caos. Absurdamente livre seria inventar o Universo, seria, quiçá, uma dor de cabeça, ou de crescimento, em que passaríamos a deter um deus pessoal pelo qual nos faríamos portar, consagrando as vivências animalísticas. Oxalá pudéssemos ir reinventando-nos também para que o mundo se fizesse passar por nós.
​
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LUÍS COELHO
TERAPEUTA E ESCRITOR
www.reeducacaopostural.blogspot.com
[email protected] 

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O caminho para o Sol

1/5/2024

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Os raios de Sol que nos aquecem, despertam e nos movimentam para o Novo, estão cada vez mais fortes, porém Iluminam as sombras que paralisam e inebriam o indivíduo, a Humanidade. Por Silvana Correia

in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2024

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Na Alegoria da Caverna de Platão – escrito em forma de diálogo entre Sócrates e Glauco, Platão apresenta uma parábola maravilhosa, profunda, cheia de mitos e significados, ilustrando a condição humana na Terra. A alegoria exprime a dualidade entre a coragem do ser humano ao procurar e confiar no Sol no exterior da caverna, dando passos para o desconhecido, e o medo em sair da caverna, da ilusão das formas, das sombras.

O ser humano está a ser impelido a confiar, a caminhar por um trilho novo, a olhar o Sol. Estamos na transição da Era do Ter (material) para a Era do Ser (consciência). Nessa condição, o homem terá que adentrar no campo da vida mais subtil do que a dimensão física – o das formas –, sabendo que o corpo energético é a ordem interna das formas.

A onda cósmica, o céu que movimenta a Humanidade para um novo degrau na Espiral da Evolução Cósmica, está mais veloz, varrendo o planeta e todos os reinos da Terra – humano, animal, vegetal e mineral – numa frequência elevada. É uma nova porta, um salto para uma nova linha de tempo, para o desconhecido, podendo atemorizar sobretudo os que estão apegados apenas à matéria, ao mundo visível, ilusório, que nutre a ignorância absoluta – escuridão interna. A nova informação vibracional que permeia a nossa galáxia desencadeará, de forma cada vez mais expressiva, radical, Intensa e imprevisível, acontecimentos na realidade tangível, na vida concreta – como na ciência, economia, ambiente, sistema financeiro.

Fazemos parte do Céu. Há um ciclo cósmico que nos encaminha para um destino. Ocorrerão gigantescas mudanças independente da vontade, ignorância e resistência  do ser humano. ‘’É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas'', Antoine de Saint-Exupéyk, in O Principezinho. A Humanidade vive o processo da Fênix, morte e transformação, para que a larva se transforme em borboleta. É a grande batalha – sombra e luz.

Desde 2012, tendo por base o calendário Maia, o nosso sistema solar ficou imerso na faixa designada por cinturão de fótons – luz, ano considerado por muitos como o início da Era de Aquário, Era de Ouro, Era da Luz, assinalando a expansão de consciência da Humanidade para além da terceira dimensão. O cinturão de fótons emana do Sol Central da Galáxia via Alcyone, o Sol Central das Plêiades. Segundo a Astrologia, o Sol simboliza a consciência, os dons, o grande propósito, a essência. Anatomicamente, rege o coração e a chacra do coração, a sede da vida do ser humano. O ser humano está a ser conduzido a abrir o seu coração à Mente de Deus, energia que permeia tudo no universo. O resultado mais notório deste despertar de consciência do coletivo será o colapso de muitas estruturas do velho mundo material e a criação de novas.   

Vivemos num ponto crucial: ou subimos amparados por esta força maior de Luz, vencendo todos os obstáculos que esta guerra está e estará a manifestar, ou podemos caminhar para o abismo, a desumanização, o caos moral, a completa automatização e desconexão com o outro, deixando-nos arrastar para longe do nosso Eu real, da força divina que nos anima. Contudo, o tsunami cósmico de Luz que permeia o nosso sistema solar desperta um número cada vez maior de indivíduos, dando as mãos para tecerem uma ponte de luz para a Nova Terra, não se deixando inebriar pela força das formas originadas pelas sombras projetadas por alguns. Tudo está sujeito à evolução da sombra para a Luz – o caminho para uma Nova Terra é inevitável.

À medida que a luz ilumina a sombra, integrando-a em Amor, muitos começarão a reconhecer e a cumprir o seu propósito na Terra, neste palco, neste jogo de espelhos no qual vivemos, reconhecendo-se como seres espirituais feitos à imagem do Criador – despertar da consciência. Contudo, esperar suavidade na transição para uma Nova Terra, uma Nova Consciência, seria como esperar que um elefante entrasse numa loja  de cristal e  não partisse nada. Não há expansão sem contração – assim revela a História. A Humanidade está na contração, no choque, na fricção. Na verdade, a Terra, Gaya, está também no seu processo evolutivo, bem como tudo no Universo. É um organismo vivo que se regenera, que inspira e expira, que obedece a uma inteligência divina que permeia a própria Terra – a força vital criativa da Terra.

Aquário é retratado por uma figura humana com um jarro a lançar água para todos. A água derramada simboliza conhecimento, purificação, conexão com a fonte, a Grande Mente. Aquário contempla a reforma da sociedade para o benefício  de todos. Cada indivíduo – filho da Terra – está a ser desarmado pela força da água. Nesse mergulho, a sombra é iluminada, podendo retrair a caminhada do peregrino. É preciso confiar, iniciar o caminho de fé, para que, num determinado ponto do caminho, a mente desça para o coração, trazendo a sabedoria e a visão da Águia.

A jarra da água é infindável e está mais acessível, novos programas estão disponíveis para a Humanidade – Era de Aquário, auxiliando na resolução de desafios que pareciam irresolúveis. “Precisamos estar dispostos a deixar a vida que planeamos, para podermos viver a vida que nos espera”, Joseph Campbell. É preciso ter fé no campo invisível de possibilidades. É preciso confiar que há um planeta Terra Luz já em construção no qual alguns humanos já a habitam. Como afirma o apóstolo Paulo: “A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem”. 
​
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SILVANA CORREIA
ASTRÓLOGA E CONSTELADORA FAMILIAR
Instagram: @Silvanacorreia_astrologia
silvanacorreia.wixsite.com/silvana
[email protected]

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