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O Caminho faz-se caminhando

1/2/2025

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Fotografia
Quando se fala em caminhar, normalmente uma de duas imagens aparecem na mente: ou a de alguém a passear à beira mar ou num qualquer parque ou campo verdejante ou se pensa em alguém a andar muito depressa. Seja qual for a imagem que lhe tenha aparecido na mente, o certo é que ela tem movimento, pois o ato de caminhar pressupõe sempre movimento em frente, em direção a algo. Por Jorge Boim

in REVISTA PROGREDIR | FEVEREIRO 2025
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)
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Na vida profissional, pode tornar-se difícil encaixar estes conceitos, na medida em que a imagem que temos do ato é diferente. No entanto, essa diferença pode apenas por uma questão de perceção da realidade e não na realidade em si mesma.
 
Quer trabalhe por conta de outrem quer trabalhe por conta própria, deverá ter um objetivo em mente, seja um aumento de ordenado ou promoção, seja aumentar as vendas e os lucros. É a vontade de alcançar esse objetivo e tornar real esse aumento ou melhoria que faz com que a motivação para o trabalho exista.
 
Como se iniciou agora o ano, pense-se nesse objetivo como algo a ser realizado até ao final do ano e que esse momento seja classificado como o Ponto “B”. Este ponto “B” é o ponto final do caminho, o destino que se quer alcançar. O Ponto “A” é o local, momento, contexto em que se encontra agora. O que está entre o ponto “A” e o ponto “B” é o seu caminho.
 
A tendência mais comum é focar no destino, no objetivo final, de modo a se ter sempre presente onde se quer chegar. Mas esse focar no destino acaba por fazer com que se retire os olhos do momento presente ou do caminho que tem que percorrer. Este olhar “lá para o fundo” leva a uma demora na reação às situações imediatas acarretando também uma demora na adaptação da ação às situações. Posto de outra forma, demora mais tempo a reagir e a adaptar a sua ação para atingir o objetivo final.
 
Então, o ideal será manter o foco no caminho em cada momento, uma vez que o objetivo final já sabe qual é. Focando no caminho e no momento, vai também estar mais perto de saborear cada paisagem, cada vitória, cada realização, cada sucesso, algo que vai ajudar a manter sempre presentes a motivação e a confiança para tornar real o objetivo no final do ano, ou noutro tempo qualquer que tenha definido para o seu objetivo, desejo ou sonho.
 
O que se pretende sempre é manter o foco no aqui e agora, no caminho a percorrer porque naturalmente vai caminhar esse caminho até ao seu destino.
 
Mesmo nos momentos menos bons, caminhar o caminho vai invariavelmente fazer com que a sua posição mude, com que o momento e contexto mudem, com que a perspetiva mude, trazendo também imagens, ideias e pensamentos diferentes, formas de encarar os assuntos diferentes, soluções diferentes e até aí não pensadas.
 
Pode até parecer uma forma algo romântica de encarar a vida profissional, mas no fundo, quase todos querem ser felizes na sua vida profissional e quase todos sonham com tornar real a frase “Faz algo que gostes e não terás que trabalhar nem mais um dia”. Para tal ser uma realidade, e pode ser uma realidade, é importante saber o que é esse algo que gosta e caminhar o seu caminho em direção a esse momento, esse contexto, esse destino ou Ponto “B”.
 
Nesse caminho que se percorre não existe só ponto “A” e “B”, existem muitos pontos, momentos e contextos, vitórias e aprendizagens, alegrias e tristezas. Em cada um desses momentos ou situações, além de celebrar todas as vitórias e conquistas, questione-se o que tem a aprender com cada situação ou momento, o que pode fazer, mantendo ou mudando, para estar mais perto de tornar o seu objetivo uma realidade e depois… caminhe novamente.
 
Caminhar é ação, é energia, é vibração que emana de si e diz ao que vai, ao que vem. A cada passo que dá estar mais perto de tornar os seus desejos, sonhos e objetivos uma realidade.
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Fotografia
JORGE BOIM
COACH E HIPNOTERAPEUTA
www.hypnocoaching.pt
[email protected]

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O Caminhar como metáfora e transformação

1/2/2025

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Fotografia
Na vida, caminhamos sempre. Ainda que, muitas vezes, de forma inconsciente, o ato de caminhar reflita a nossa jornada que é existir. Como psicoterapeuta, observo frequentemente como o movimento – físico e simbólico – pode oferecer não apenas respostas, mas também alívio, conexão e renovação. Por Maria Bartolomeu da Trindade

in REVISTA PROGREDIR | FEVEREIRO 2025
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Caminhar e o Encontro com o Agora
Caminhar é uma prática profundamente terapêutica. Quando caminhamos, especialmente de forma intencional, somos convidados a habitar o momento presente. Cada passo conecta-nos ao ritmo do nosso corpo, ao som dos nossos pés no chão, ao bater do coração. É no simples ato de colocar um pé à frente do outro que muitas vezes encontramos aquilo que nos falta no dia a dia: a consciência de que estamos vivos e em movimento.

Em clínica, costumo sugerir aos meus clientes caminhadas conscientes. É um exercício que liga corpo e mente, como uma forma de meditação ativa. Inspirar, sentir o ar preencher os pulmões; expirar, observar os pensamentos a dispersarem-se. Ao caminhar, aprendemos que o ritmo da vida não precisa ser frenético – ele pode ser harmonioso, respeitando os limites de cada um.

Caminhar como Metáfora da Vida
O caminhar, na sua essência, é uma metáfora para a própria existência. Muitas vezes, ao longo da nossa jornada, tropeçamos, caímos, desviamo-nos do percurso. Os obstáculos surgem: pedras que exigem desvio, trilhos difíceis de enxergar, tempestades inesperadas.

Na terapia, encorajo os clientes a olharem para os seus caminhos com curiosidade, não com julgamento. Onde estão agora? Como chegaram aqui? E, mais importante, para onde desejam ir? O caminhar não exige pressa, exige constância. Cada passo, por mais pequeno que pareça, é significativo.

Superando os Obstáculos no Caminho
Os obstáculos que encontramos na vida são inevitáveis – traumas do passado, conflitos internos, medos, inseguranças. Mas cada um deles é também uma oportunidade de crescimento. Na psicoterapia integrativa, trabalhamos não apenas com a mente, mas com o corpo e as emoções, oferecendo ferramentas para superar os desafios com mais clareza e força.
Por exemplo:
  • Técnicas Somáticas: Quando os clientes se sentem bloqueados emocionalmente ou com ansiedade, recomendo práticas como a respiração diafragmática e o grounding (enraizamento). Estas técnicas ajudam a acalmar o sistema nervoso, reduzindo o impacto do stress e restabelecendo o equilíbrio interno. Imagine-se a caminhar descalço na terra, sentindo o chão sob os pés. Este simples exercício pode trazer uma sensação de segurança e conexão consigo mesmo.
  • Visualização Guiada: Para aqueles que se sentem perdidos, convido-os a imaginar um caminho à sua frente. Que obstáculos veem? Como se sentem? O que precisariam para continuar? A visualização permite que enfrentemos simbolicamente os desafios antes mesmo de os encarar na vida real.
  • Movimento Corporal Livre: Por vezes, as emoções ficam “presas” no corpo. Caminhar, dançar ou mesmo balançar os braços ao ritmo da respiração pode desbloquear tensões acumuladas. Durante uma caminhada consciente, a fluidez do movimento ajuda a mente a processar questões difíceis.

O Caminho Interior e o Valor da Superação

Os obstáculos externos são muitas vezes reflexos de bloqueios internos, não por magia, mas porque estamos em interação humana ininterruptamente. Sabemos que comportamento gera comportamento, e as atitudes que temos têm também como base diversas crenças desadaptativas impregnadas na nossa “tela mental”. Por isso, o caminho mais desafiador nem sempre é aquele que trilhamos fisicamente, mas aquele que percorremos dentro de nós. Caminhar com as nossas sombras – o medo do fracasso, a autocrítica ou a tristeza – exige coragem.

Na psicoterapia, integramos várias abordagens para ajudar os pacientes a enfrentarem esses desafios. Por exemplo, através da auto-compaixão aprendemos a tratar-nos com gentileza, aceitando os erros como parte da jornada. Com a atenção plena, aprendemos a observar os nossos pensamentos e emoções sem sermos dominados por eles.

Lembro-me de uma cliente que partilhou oralmente acerca do ato de enfrentar os seus medos como atravessar uma ponte frágil sobre um rio turbulento. No início, o medo de cair era paralisante. Mas, passo a passo, com apoio e ferramentas, ela percebeu que a ponte não era tão frágil quanto parecia. O caminhar tornou-se uma metáfora para sua força e resiliência.

Convidar o Caminhar como Estilo de Vida
Caminhar é uma prática acessível a todos. Pode ser um passeio por um parque, uma caminhada pela praia ou mesmo um trajeto quotidiano. É o "como" que importa mais do que o "onde". Pode ser solitário ou acompanhado, descalço ou calçado, em silêncio ou com as conversas que tanto nos enriquecem.

A minha sugestão é esta: na próxima vez que sentir que a vida está estagnada ou confusa, caminhe. Não precisa de um destino fixo. Apenas comece. Escute os passos, a respiração, os pensamentos. Leve consigo as técnicas que funcionam para si – a respiração, a visualização, o simples ato de se mover.

Porque, no fundo, a vida é isto: um grande caminho, repleto de desafios e superações. E cada passo, por mais pequeno que seja, é uma vitória.

Fotografia
MARIA BARTOLOMEU DA TRINDADE
PSICOTERAPEUTA, MESTRE EM PSICOLOGIA CLÍNICA, CO FUNDADORA DA COMUNIDADE CHANGEMAKER
​changemaker.pt

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Alinhar o estilo de Vida ao propósito no Mundo Digital

1/2/2025

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Fotografia
Na Era Digital o equilíbrio e o propósito são fundamentais. Usa a tecnologia de forma consciente para criar um estilo de vida alinhado com os teus valores. Por José Almeida

in REVISTA PROGREDIR | FEVEREIRO 2025
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Caminhar sempre foi considerado um símbolo do progresso e sinónimo de evolução pessoal e coletiva. Num mundo de transformação digital, convido cada um a refletir sobre os passos que decide tomar, tanto no ambiente físico quanto no digital, até onde o ritmo acelerado da tecnologia vai contribuir para caminharmos de forma equilibrada entre a vida e alinhamento dos nossos objetivos? 

Caminhar na Era Digital
Os avanços da tecnologia trouxeram novos caminhos alternativos, novas oportunidades e também novos desafios. É fácil cair na tentação da correria diária, fruto de um fluxo acelerado de informações. Assim como caminhar implica cuidar de cada passo, viver saudável na era digital implica ter atenção em como nos relacionamos com a tecnologia. O progresso não se dá apenas profissionalmente, mas também no que diz respeito à vitalidade mental, física e emocional.

“Estamos a evoluir ou a reagir?” Esta é uma pergunta fundamental na qual devemos refletir, caminhar não pode tornar-se um ato automático. É necessário ter clareza de cada passo que damos, especialmente no que diz respeito ao alinhamento entre as ferramentas digitais e os valores mais profundos para o nosso futuro.

A Mudança faz parte do caminho. Resistir à transformação digital pode tornar-se uma carga pesada, a inovação não tem recuo. Tal como caminhar exige movimento, a transição para o mundo digital pressupõe flexibilidade e aceitação. Não se trata de expor a vida nas redes sociais, mas de compreender o potencial destes recursos para servir o nosso propósito.

Ao aceitar que a mudança é inevitável, mergulhamos numa paz interior. Em vez de remar contra a corrente deixa-te levar pela evolução. “Aceitar o digital como parte de uma vida em expansão é libertador em todos os níveis.”

O Digital não é o inimigo do tempo ou da qualidade de vida. Quando usado de forma estratégica, acrescenta valor e traz um impacto positivo, tanto a nível pessoal como profissional. “A tecnologia é benéfica quando nos ajuda, e não para nos atrasar.” Esta pode ser uma maneira de identificar as tecnologias mais relevantes na nossa vida, em vez de agarrá-las a todas de forma indiscriminada.

No mundo dos negócios é normal ouvir relatos de pessoas que vivem aprisionadas pelo ritmo que o mundo impõe. No entanto, é possível desenhar um caminho mais “correto”, criando projetos rentáveis, sem abdicar do tempo de qualidade com a família ou prejudicar a saúde. Uma boa estratégia é organizar o processo produtivo mantendo o foco nas pessoas. Automatizar tarefas repetitivas, entender os resultados e incentivar uma comunicação clara com parceiros e clientes de forma a evitar o desgaste. O objetivo é que cada um se enquadre no seu ritmo de trabalho e que não se perca a qualidade de vida. 

Simplifica os processos
Querer ter uma presença ativa em todas as redes sociais faz com que se perca o foco. Uma vida intencional requer coragem para simplificar. Focar a atenção nos canais que realmente são relevantes para ti, selecionar conteúdos de qualidade e estabelecer uma comunicação autêntica, são os ingredientes para um relacionamento a longo prazo com a audiência. “Ao escolher uma simplicidade estratégica, podes fazer um percurso mais leve, com menos distrações e mais impacto.” Esse alinhamento de valores transforma-se num grande indicador que estás a fazer um caminho alinhado com o teu propósito.

Evoluir em Comunidade
Alguns podem optar por caminhar sozinhos, mas a verdade é que o digital proporciona uma grande possibilidade para unir forças. As comunidades online, os grupos de mentoria e as redes profissionais criam espaços de partilha, motivação e crescimento coletivo. Ao invés da competição, muitos descobriram o valor de apoiar-se mutuamente por meio da troca de experiências e recursos, acelerando o desenvolvimento.

Nessa dinâmica, pode o empreendedor digital, o criador de conteúdos ou até mesmo o prestador de serviços encontrar apoio emocional e prático para transformar o obstáculo em oportunidade. Caminhar acompanhado seria então, um modo de ampliar o propósito individual e contribuir ao mesmo tempo para o progresso de todos.

Como na vida, também no mundo digital o caminhar não tem um ponto de chegada. Ele é um caminho constante de descoberta, aprendizagem e adaptação. Cada passo pode levar-nos para mais perto ou mais longe do nosso objetivo. “O sucesso no Digital não se mede pela velocidade, mas pela harmonia entre visões, valores e atos.”

A cada passo podemos reafirmar as nossas escolhas, consolidar o nosso estilo de vida saudável e fortalecer o nosso progresso consciente. Caminhar, na verdade, é mais do que colocar os nossos pés no chão, é um percurso que convida cada um a crescer, a se reinventar e a honrar o propósito que o faz avançar. A última pergunta que nos colocamos então é: “Que passos queres dar para alinhar a tua vida com propósito no mundo Digital?”
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Fotografia
JOSÉ ALMEIDA
ESPECIALISTA EM TRANSFORMAÇÃO DIGITAL E DESENVOLVIMENTO DE MENTALIDADE EMPREENDEDORA
www.lancamentoseconteudosdigitais.com
[email protected]

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Caminhar; Uma Metáfora para a Vida

1/2/2025

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Fotografia
O ato de caminhar simboliza o nosso percurso de vida, cada passo conta. Existem ritmos diferentes, enfrentamos diferentes obstáculos, fazemos paragens e assim definimos o nosso percurso, ao percorrê-lo. Por Inês Teixeira de Matos

in REVISTA PROGREDIR | FEVEREIRO 2025
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Na vida, tal como numa caminhada, cada passo conta. Por vezes, passamos por terrenos planos e suaves, mas também passamos por subidas íngremes e percursos desafiantes. Às vezes, andamos a alta velocidade e, noutras, mais devagar para recuperar energias ou apreciar a vista. É neste movimento constante que vamos crescendo, evoluindo e percebendo o que queremos.
 
Ritmo
No mundo de hoje preza-se muito a velocidade, tudo tem de acontecer imediatamente. Avançar rápido, atingir objetivos, estar a par com o percurso dos outros, atingir um objetivo e passar imediatamente para outro – tudo isto pode levar-nos a uma sensação de insuficiência e de falha. Contudo, cada pessoa tem o seu ritmo e devemos aprender a respeitá-lo como forma também de desenvolvimento pessoal. Cada pessoa vai criar o seu próprio caminho, que tem configurações e ritmos específicos.
 
Tal como num trilho, alguns passos podem ser fáceis e simples, enquanto outros vão exigir maior esforço, tempo e cuidado, e aquele percurso que para mim é fácil porque se calhar já fiz esse tipo de percursos mais vezes ou porque tenho condições climatéricas melhores por exemplo, para outra pessoa pode não o ser. Caminhar no nosso ritmo não significa falta de ambição ou parar de percorrer o caminho, significa fazê-lo a um ritmo com sentido para nós. Afinal, a vida é uma maratona, não uma corrida de 100 metros.
 
Obstáculos
Não há percursos livres de desafios, seja num trilho seja na vida. Uma pedra no caminho pode parecer um empecilho à primeira vista, mas também é uma oportunidade para aprendermos sobre nós e sobre o mundo e encontrarmos outras opções. Se tropeçarmos e cairmos, aprendemos onde pisar com mais cuidado e ao termos de encontrar formas de contornar um obstáculo estamos a estimular a nossa criatividade e capacidade de resiliência. É certo que, idealmente, ao fazemos os nossos planos, esses obstáculos não existiriam, pode parecer que só estão lá para nos prejudicar. Mas o facto é que existem porque não conseguimos controlar todas as variáveis, não conseguimos prever tudo o que pode acontecer e tudo o que podemos encontrar, mas, o impacto desses obstáculos depende sempre da perspetiva com que olhamos para eles, se olharmos para eles como bloqueadores é o que vão fazer, mas se os virmos como reajustes para o nosso caminho, é isso que vão ser.
 
Passo a passo
Frequentemente desvalorizamos o impacto dos pequenos passos. Temos dificuldade em olhar para os pequenos progressos, sentimos que não é suficiente. Vivemos tão focados na meta que nos esquecemos de celebrar as conquistas diárias, que são onde o caminho de facto avança. É precisamente nos pequenos gestos e nas pequenas escolhas do dia a dia que construímos as grandes mudanças, que depois conseguimos ver quando olhamos para trás. Por exemplo, numa maratona, cada quilómetro percorrido parece que ainda foi pouco e que ainda falta muito, mas todos contribuem para chegar ao fim e, quando de facto chegamos ao fim, conseguimos avaliar o tanto que fizemos.
 
Uma caminhada nunca é só um passo. Cada avanço, por menor que pareça, contribui para a nossa evolução. Valorizar o processo, em vez de apenas o resultado, ajuda-nos a manter a motivação e a alegria nesse caminho.
 
A Importância de parar e refletir
 
Muitas vezes, neste contexto acelerado, focado no fazer e fazer rápido, subestimamos a importância de parar. Achamos que parar é sinónimo de fraqueza ou falta de foco, mas, na verdade, é essencial para o crescimento pessoal e para ajustarmos caminhos. Para percebermos se queremos continuar na mesma direção e velocidade ou, se por outro lado, nos faz sentido experimentar outro caminho e ritmo. As pausas são também fulcrais para percebermos o quanto já avançámos, o impacto de todos os pequenos passos. Tal como um caminhante para para recuperar o fôlego e admirar a paisagem, também precisamos de momentos de introspeção na vida, para avaliarmos onde estamos, refletir sobre o que realmente importa e recarregar energias para continuar.
 
Caminhar com objetivo
Uma caminhada sem direção pode ser desgastante. Quando temos um objetivo, cada passo tem um significado, sabemos por que estamos a dar aquele passo, a ultrapassar aquele desafio. Mas, este propósito não precisa ser fixo ou grandioso; pode mudar ao longo do tempo, à medida que crescemos e aprendemos mais sobre nós e sobre o mundo. Na verdade, não existem caminhos pré-definidos, todos os caminhos existentes, de vida ou no terreno, foram criados por outros, ou seja, quer individualmente quer em grupo, os caminhos vão sendo criados em função dos desejos e características daqueles que os percorrem.

Descobrir o nosso propósito é como escolher um trilho para caminhar. Nem sempre sabemos exatamente para onde nos levará, mas vamos porque queremos seguir em frente. Muitas vezes, é precisamente depois de começarmos a agir que começamos a encontrar perspetivas e novos caminhos que nos fazem mais sentido.

Assim, caminhar é muito mais do que colocar um pé à frente do outro; é uma experiência que reflete a nossa relação com a vida. É no ritmo próprio, na superação dos desafios, nos pequenos avanços e nas pausas para refletir, que encontramos significado. Assim como na vida, não há um único caminho certo, pois depende das especificidades de cada um. O que importa é que cada passo seja dado com intenção, aprendendo e crescendo ao longo do percurso. Afinal, a vida é uma longa caminhada.
“Caminhante, não há caminho. O caminho faz-se ao andar.” — Antônio Machado 
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INÊS TEIXEIRA DE MATOS
PSICÓLOGA EDUCACIONAL ESPECIALIZADA EM PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDE
@inesteixeiradematospsi [email protected]

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As 3 grandes bases para os novos relacionamentos conscientes!

1/2/2025

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Estamos a entrar num novo paradigma nos relacionamentos. Os relacionamentos atuais e de futuro são e serão relacionamentos conscientes. Relacionamentos onde os parceiros caminham juntos e em total conexão e cooperação. Estarás já num relacionamento consciente? Por Sofia Teixeira

in REVISTA PROGREDIR | FEVEREIRO 2025
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Cada um de nós tem, neste momento, de decidir se quer manter-se no passado ou se quer evoluir para o futuro. E com “nós” refiro-me a mulheres e homens.
 
Esta (r)evolução não virá de fora, terá, necessariamente, de surgir dentro de nós, portanto, temos mesmo de nos responsabilizar pela nossa própria evolução. Chegou o momento de deixarmos de nos queixar do outro. O outro nunca é responsável pela nossa situação. Apenas nós, cada um de nós, é responsável pela nossa situação. Se o outro faz algo errado constantemente e nós ficamos e aceitamos é porque queremos ficar. E aí entra a nossa responsabilidade de criar a vida que temos. O que aceitamos e toleramos é o que teremos na nossa vida. Se aceitamos uma relação má é o que teremos na nossa vida.
 
E porque aceitamos algo que não nos está a fazer bem? Pois, é mesmo aí que entra a nossa quota parte de responsabilidade. O que temos de fazer, com toda a coragem e sinceridade é olhar para essas razões.
Será que sinto que não mereço melhor? Que não irei encontrar melhor? Será que gosto de estar no lugar de vítima? Será que gosto de esconder as minhas sombras ficando atrás das sombras do outro?
 
Há tantas hipóteses, portanto, temos mesmo de procurar ajuda de alguém para nos ajudar a pensar e a resolver dentro de nós o que tiver de ser resolvido, a isso se chama autoconhecimento e autoconsciência. Só assim poderemos criar algo diferente daquilo que temos, só assim conseguiremos voltar a sentir que merecemos mais e que teremos mais, se não aceitarmos menos. Só assim poderemos criar uma vida que realmente gostamos: quando resgatamos o nosso poder pessoal e percebemos que não podemos aceitar nada na nossa vida que não envolva amor. Primeiro, temos de nos sentir inteiros sozinhos e entrar inteiros numa relação.
 
Acredito que os novos relacionamentos conscientes assentam em 3 grandes bases:
 
  • Vulnerabilidade e comunicação: os novos casais têm de encontrar dentro de si um espaço de coragem para serem vulneráveis, para comunicarem o que estão a sentir a cada momento, porque reagiram de tal forma, quais são os seus desejos, medos, anseios, sonhos. Isto é que conduz a uma real cumplicidade, a uma real conexão. Caso contrário, iremos manter relações superficiais e iremos ver muitos parceiros a sentirem-se sozinhos, não apoiados, não amados, desligados.
 
  • Aceitação do outro como ele é (ou sair): para isso temos de conhecer bem o outro na fase de namoro, temos de o conhecer profundamente e gostar do que conhecemos. Nunca devemos estar numa relação e dizer “ele(a) vai mudar”. Primeiro: provavelmente ele(a) não vai mudar, é muito difícil mudar e só o conseguimos fazer quando queremos muito e não quando o outro quer. Segundo: aceitar o outro como é, é o verdadeiro amor, portanto, se não conseguimos aceitar o outro como é devemos sair da relação. Não estou a falar de coisas pequenas e insignificantes, que podem ser limadas, estou a falar de características de personalidade, hábitos diários, valores...isso não se muda facilmente. Portanto, o que devemos procurar é o “tampo para a nossa panela”, tem mesmo de encaixar com o que somos. As duas pessoas devem encaixar naturalmente, com a sua luz e a sua sombra. E, por isso, é que devemos ser genuínos logo desde o encontro número 1. Se estivermos a usar máscara atrás de máscara não nos iremos dar a conhecer nem iremos conhecer realmente o outro.
 
  • Caminhar na mesma direção: crescerem juntos, com intencionalidade e presença plena e sempre com ajuda mútua. Nos novos relacionamentos, os dois são uma equipa, não pode haver um que faz mais do que outro e que se aproveita do outro. Relacionamentos conscientes são relacionamentos equilibrados, com tarefas partilhadas, com objetivos em comum, de cooperação e não de competição. Teremos um amigo dentro de casa e não um inimigo. Acabarão os jogos de poder e os parceiros estarão realmente presentes um para o outro. Crescerão juntos, irão desenvolver os seus interesses e partilharão os resultados um com o outro. Serão o maior apoio um do outro e poderão educar os seus filhos neste novo padrão de relacionamentos, sempre com muito respeito e harmonia.
 
Não pensem, contudo, que serão relacionamentos perfeitos e sem conflitos. Terão, certamente, os seus desafios, as suas horas mais negras, aqueles momentos da vida em que algo de menos bom acontece, mas, saberão agir como uma equipa, apoiarem-se um ao outro, gerirem esses conflitos com respeito e muita comunicação e autenticidade.
 
Portanto, serão relacionamentos maduros, no qual, cada um saberá gerir as suas emoções, terá os seus traumas integrados e conseguirá agir como um adulto.
 
Agora Reflete:
Já tens um relacionamento consciente?
Se não tens, o que falta para ser? O que têm de trabalhar?
Ou estará na hora de cada um voar noutra direção?
 
Lembra-te: estás sempre a tempo de mudar, tudo se aprende, tudo se treina.
 
Acredita, a vida é muito melhor quando vivemos relacionamentos conscientes!
Segue em direção às relações de futuro!
 
Não seria tão bom se só houvesse relacionamentos conscientes? Tanto que a humanidade iria mudar! Tudo iria mudar! Façamos a nossa parte. Depende de cada um de nós. Todos contamos!
 
“Seja a mudança que você quer ver no mundo”. Mahatma Gandhi
 
E sim, mereces ser feliz!
​
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SOFIA TEIXEIRA
LIFE & EXECUTIVE COACH DESDE 2015 E MENTORA DE EMPODERAMENTO E PROPÓSITO
Email: [email protected]
Instagram: @sofiateixeira_coaching
Site: www.sofiateixeiracoaching.com

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Caminhar com Confiança; a jornada para uma relação saudável com o dinheiro

1/2/2025

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Quero que entenda que nem sempre estamos confiantes em falar de finanças, mas quero trazer uma visão mais positiva, para que até possa vir a interessar-se e que leve até a aprofundar temas mais específicos e detalhados com outros especialistas, sobre esta área tão importante na nossa vida. Por Patrícia Rebelo 

in REVISTA PROGREDIR | FEVEREIRO 2025

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Para mim, é importante visualizar a minha relação com a minha vida financeira, como se fosse uma jornada.
 
Para mim, é também importante compreender que é um caminho e que esse caminho passa por diversas fases.
 
Mas, desengane-se se acha que pode desvalorizar o ato de caminhar. Observe com mais atenção: caminhar é mais do que apenas dar passos em frente. É um processo, uma jornada que nos ensina a encontrar equilíbrio, a lidar com obstáculos e a apreciar cada conquista, por mais pequena que seja. 
 
Quero que entenda que esta ideia aplica-se não só à vida, mas também à forma como nos relacionamos com o dinheiro. Afinal, lidar com finanças é, acima de tudo, uma caminhada contínua de aprendizagem, autoconhecimento e evolução.
 
Quando pensamos em finanças, muitas vezes associamos a palavra a algo rígido, distante, assustador e até negativo. Mas e se, em vez disso, olharmos para o dinheiro como um recurso ou mesmo um amigo que nos acompanha nesta jornada da vida? Como alguém que caminha ao nosso lado, a quem devemos dar atenção, cuidar e aprender a conhecer, sem medo. O dinheiro, tal como o caminho, não tem de ser um inimigo ou uma fonte de stress. Pode ser um parceiro que nos apoia, se soubermos como o convidar para a nossa vida de forma consciente e equilibrada.
 
Em seguida, vou dar-lhe alguns passos que considero serem importantes para esta jornada e para que consiga aproveitar e caminhar com maior serenidade.
 
Comece por dar o Primeiro Passo: Sem Medo, com Clareza
 
Entenda que a caminhada financeira começa com um primeiro passo. Pode parecer básico e simples demais o que lhe estou a dizer, porém sem um primeiro passo nada acontece. 
 
Esse passo não exige um conhecimento profundo de economia ou gestão, mas sim uma vontade genuína de entender a nossa realidade financeira, aceitar onde estamos e, sobretudo, acreditar que é possível melhorar. Não importa se o caminho até agora foi de dificuldades ou de escolhas que nos deixaram inquietos. O importante é a direção que escolhemos hoje.
 
Compreenda que tal como numa caminhada real, olhar para o horizonte ajuda-nos a manter o foco, mas é o passo presente que nos permite avançar. Lidar com as suas finanças começa por assumir o controlo do presente: conhecer os seus rendimentos, perceber para onde vai o seu dinheiro e começar, aos poucos, a construir hábitos mais saudáveis. Não precisa de saber tudo, precisa apenas de começar.
 
O Caminho É Feito de Pequenas Conquistas
 
Muitas pessoas sentem-se desmotivadas porque olham para a sua realidade financeira e pensam que nunca chegarão ao destino desejado, criando, muitas vezes uma ilusão de metas e desejos que não são alcançáveis ou que podemos   até chamar de fantasiosas, pois, muitas vezes, distanciam-se da sua realidade e do conhecimento e estratégias que pode ou quer colocar em prática.
 
Mas, é importante lembrar que cada pequeno progresso conta e que esses pequenos progressos é que nos levam a grandes objetivos. Se hoje conseguiu poupar um pouco, evitou uma compra impulsiva ou apenas ganhou maior clareza sobre as suas despesas, pois, isso já é um avanço. Pequenas conquistas, repetidas ao longo do tempo, tornam-se grandes vitórias.
 
Tal como uma longa caminhada é feita de pequenos passos, a jornada financeira constrói-se com pequenas escolhas diárias. Não subestimes a importância de cada passo que dá — é através deles que se constrói uma nova realidade financeira, mais segura e tranquila.
 
Aceitar as Subidas e os Desafios do Caminho
 
Por outro lado, temos de entender um dos pontos que eu considero mais importante em qualquer jornada na nossa vida: nenhuma caminhada é linear ou fácil. Haverá subidas íngremes, descidas traiçoeiras e momentos em que vai querer parar. Com o dinheiro, acontece o mesmo. 
 
Existirão momentos em que vai sentir que não está a avançar ou que os desafios são demasiado grandes. Nestes momentos, lembre-se: cada obstáculo ultrapassado é uma aprendizagem e uma oportunidade de crescimento.
 
Aceite que a jornada financeira é feita de altos e baixos. A jornada não precisa de ser perfeita, nem de acertar sempre. O mais importante é manter-se em movimento, focado em melhorar, e entender que o caminho faz-se num passo de cada vez.
 
Caminhar com finanças é, acima de tudo, aprender a confiar em si mesmo, nas suas capacidades e na sua resiliência, aliando a um estudo sobre o tema e a uma curiosidade que permita avançar nesta jornada.
 
Escolha Caminhar com Intenção
 
Precisamos de compreender que quando caminha com intenção, cada passo que dá tem de ter um propósito. Com o dinheiro, é igual. Em vez de se deixar levar pelo medo ou pela pressão do que acha que deveria saber, escolha caminhar com intenção: defina objetivos financeiros que façam sentido para si, estabeleça prioridades que respeitem o seu ritmo, ajuste a rota se necessário e, acima de tudo, aprecie a jornada.
 
Esta caminhada não é só sobre o destino final, mas sobre quem se torna ao longo do caminho. Ao aprender a lidar com o dinheiro de forma consciente, está também a desenvolver uma versão de si mesmo mais forte, mais confiante e mais capaz de lidar com os desafios da vida.
 
Por último, entenda que independentemente de onde está agora, deve acreditar que é possível caminhar com confiança na direção de uma relação mais saudável com o dinheiro. Não precisa de saber tudo, não precisa de ser uma especialista, mas deve sempre informar-se e aprofundar temas com fontes fidedignas para uma maior clareza e esclarecimento de dúvidas e de ideias. Precisa apenas de se permitir começar. O caminho faz-se caminhando, passo a passo, dia a dia.
 
E, enquanto caminha, aprecie a paisagem, celebre as suas conquistas e nunca se esqueça de que esta jornada é sua. O dinheiro é um recurso e um amigo ao seu dispor —  as decisões de como usá-lo e a forma que escolhe caminhar com ele, define a relação que irão criar.
 
Desejo que esta seja uma jornada de confiança, serenidade e evolução. Caminhe ao seu  ritmo, mas não pare. Não desista no primeiro obstáculo, mas também não crie metas irrealistas. Passos pequenos fazem conquistas grandes. Porque cada passo, por mais pequeno que seja, é um passo na direção certa.

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PATRÍCIA REBELO
MENTORA DE MULHERES, ESPECIALISTA EM COACHING DE PRODUTIVIDADE PARA MULHERES, CERTIFICADA EM PNL,TERAPEUTA ENERGÉTICA, AUTORA E FORMADORA
Instagram: @inspiratesempre | Facebook: @inspiratesempre | TikTok: @inspirate sempre | Youtube: INSPIRA(TE) SEMPRE por Patrícia Rebelo| Email: inspirate.sem [email protected]

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A Perceção do Caminho

1/2/2025

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O Caminho! Será que existe realmente um caminho? Aquele que nos aproxima do nosso Espírito, que nos faz “religar” com a nossa essência, o que seria o mais parecido á nossa própria religião, provavelmente essa seria a origem da palavra religião, estar nesse estado neutral, nem bem nem mal. Por Sandrina DeSousa

in REVISTA PROGREDIR | FEVEREIRO 2025
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​

Mas não estamos já com o nosso espírito a nossa alma? Atualmente há tantos nomes para designar o nosso mais íntimo a nossa essência.

Se fazemos parte de um todo, se somos o todo e ao mesmo tempo não somos nada, ao estar programados para “atuar” de certa forma moldados a certas características, personagens que fazem movimentar esta realidade.

Mas o que acontece quando em determinado momento não queremos mais atuar de certas formas ou nesse personagem?

Pensamos que algo de mal nos está a acontecer embalados pela programação do bem e do mal, procuramos assim esse caminho que nos leva a esse encontro, embarcamos nessa jornada de autoconhecimento, desenvolvimento pessoal, evolução, entre outros nomes que nos faz acreditar que estamos nessa busca, até mencionado por vários movimentos “new age” e afins, de “buscadores”. Tudo isso nos motiva a percorrer esse tal caminho, com mais ou menos vontade.

Cansados de buscar e caminhar para libertar essas ataduras, programações, karmas, maldições e por aí adiante de termos que parece não deixar viver essa vida desejada.

Primeiro acreditamos que não podemos mudar nada, estamos condenados a um destino, e depois tudo o contrário, onde tudo é possível, não será esta última uma reação? A mesma linha energética, e reitero, é possível, mas dentro de um campo de possibilidades para cada qual, caro leitor, somente o convido a refletir e a usar a sua inteligência mais elevada para não dizer superior.

E estará talvez a perguntar-se, mas o que será que ela quer dizer com reagir a essa linha energética!

Imagine uma linha em que os extremos se tocam e isso origina um círculo, isso significa que aquilo que contém essa linha interatua, ou seja, se reajo de uma forma não conveniente ao que não quero estaria a aproximar-me do mesmo.

Isso não significa que não tem de reagir nas variadas circunstâncias da vida, é lógico, mas sabemos que a maioria são inatas do próprio instinto e das próprias forças de defesas pessoais, o que descrevo é a reação da “realidade projetada”.

Mas continuando com a jornada, quantas vezes pensamos estar no caminho certo e a evoluir e de repente temos que voltar para trás. E isso não significa que estamos a regredir, não em absoluto.

​Igualmente com a “espiritualidade”, saúde, laboral, relacional ou qualquer outra área da sua vida.

Nesse caminho pode encontrar de tudo para chegar no tal destino e reparar que não era nada disso que queria, como um destino qualquer que tenha tomado numa viagem que aparentemente parecia ter pinta de felicidade e absolutamente entusiasmante, pode chegar lá e ficar completamente desapontado e voltar e perceber que aquilo não tem nada a ver consigo.

Tem de aprender alguma coisa com isso? Não propriamente, a não ser que pense e acredite no propósito e que isso o faça sentir melhor. Simplesmente aceita e não irá mais para esses lados, saberá refinar o seu instinto juntamente com o seu “sentir mais elevado” para que o leve a destinos melhores. Igualmente com o “caminho espiritual”, quantos não foram a destinos chamados de práticas espirituais, retiros, cursos, terapias, que desejavam não ter ido nunca?

E para cúmulo, ainda precisa de fazer mais alguma coisa para se libertar do dissabor que isso lhe provocou, como na vida mesmo, certos lugares e experiências que não gostamos, observamos certas pessoas, ouvimos certas coisas que instintivamente faremos algo posteriormente para seguir em frente.

E quantos se deram conta que tantas práticas, terapias e cursos, não têm nada a ver com Espiritualidade!

E porquê?

Deixo-o com essa pergunta para si, porque acredito que é isso mesmo, uma intimidade com o “si mesmo”.

E se deixasse de procurar o propósito e permitisse que ele venha ter consigo?

Simplesmente aceitando a sua situação, respirando profundamente soltando qualquer emoção que está por detrás dessa busca obsessiva, até ou movida por emoções de medo, ansiedade, carências, tudo menos amor e merecimento de viver o momento o mais prazeroso possível, mesmo que isso seja só respirar conscientemente tudo isso que sente com a intenção de libertar essas emoções, ou seja, aquilo que realmente o incentiva a ir atrás isso.

Talvez quando deixe de correr atrás dele, simplesmente aparece, não costuma ser assim? AQUILO QUE PERSSEGIMOS SE AFASTA, REPELE por vibração e parece ser que é aquilo que somos, energia e vibração...

Então, vamos fazer um exercício prático, a partir de agora respire profundamente, acalme essa mente que não o deixa em paz e comece a olhar á sua volta e a perceber aquilo que pode respirar para absorver ou apreciar o beneficio que isso lhe dá, e respire-o, e pode até imaginar uma cor, sim, uma cor que gosta que lhe transmite algo positivo aquilo que mais precisa neste momento, e absorva essa cor, comece a mudar os seus pensamentos, a sentir que essa cor é mágica e o preenche de amor, paz, luz, plenitude o que mais queira neste momento, e pode dizer aquela palavra que mais o eleva, pode ser “Maravilhoso”!!,”Amo demais” respire isso , absorva como se fosse uma brisa vivificante, que o inunda de uma imensa paz mental  y expire a tensão…. E continue a respirar assim umas quantas vezes, até se sentir repleto, a elevar-se, livre, solte e deixe ir... Inspire e Expire…Solte e Deixe ir.. Lembre-se de bons momentos, daquilo que gosta… Solte e deixe ir o que não quer mais..

Vai perceber como o seu estado vibratório já está a mudar, quem sabe até pode perceber um sorriso lentamente a desenhar-se na sua face, isso é um excelente sinal.

Faça-o com a sua taça de café, de chá, com o seu chocolate preferido, adicione mais prazer, isso vai conectar ainda mais com a sua essência, junte a respiração, a cor e algo que aprecia, e inevitavelmente vai mudar o seu estado de vibração.

Se o fizer cada dia ou cada vez que se lembrar, pode ser que esse hábito se torne natural, não o faça com esforço algum, já que isso é completamente o oposto do que se pretende com este exercício e não terá os resultados desejados.

Pratique com prazer a si próprio, porque Você Merece, para não dizer que é seu direito.

Feliz dia!
​

SANDRINA DESOUSA
[email protected]
Youtube -@7Sinstinto
Instagram- @7Sinstinto

​in REVISTA PROGREDIR | FEVEREIRO 2025
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