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Orgulho, os dois lados do espelho

1/5/2017

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O orgulho existe em dualidade na nossa vida diária. A decisão sobre qual dos lados do espelho escolher, face à forma como o orgulho se reflete nas nossas vidas, é decisiva para vivermos em orgulho ou vivermos com orgulho. Por Pedro Melo

in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​A nossa forma de existência física é uma ponte entre o nosso Id (os nossos impulsos interiores), o nosso Ego (aquele que mostramos aos outros) e o nosso Alter-ego (a outra forma de nos manifestarmos para o bem ou para o mal). No outro extremo dessa ponte estão os outros, também eles pontes das mesmas entidades de si. Quando ousamos percorrer essas pontes, frágeis e instáveis, olhamos para o fundo e vemos um atormentado rio de emoções negativas nas quais não queremos cair e por isso, para manter a nossa ponte segura, usamos as máscaras sociais que a tornam mais estável na interação com os ventos da incerteza sobre a forma como os outros nos julgarão. Pois bem, o material de que são feitas essas máscaras sociais, não é gesso, nem plástico, nem ouro, nem prata. É feita de uma matéria camaleónica, que muda de figura e pode ser vista no seu real sentido de uma forma dicotómica, como se a olhássemos num espelho. A matéria que constitui as nossas máscaras sociais chama-se Orgulho.

Olhar o orgulho no espelho e ver o Bem e o Mal

Quando colocamos a nossa máscara social ao espelho, o orgulho que a constitui pode ser visto de duas formas. De um dos lados do espelho está o orgulho mau, também conhecido por soberba (um dos sete pecados mortais). É uma matéria que torna a nossa máscara fechada aos outros, com uma tonalidade brilhante aos olhos de quem a usa, mas baça aos olhos dos outros. As pessoas que usam a máscara do orgulho mau julgam-se superiores aos outros, julgam-se verdadeiras donas da verdade e não aceitam a humildade de um pedido de desculpas, ou do assumir de um erro.  Sorriem apenas quando do outro lado sentem elogios exagerados à sua pessoa e percorrem as pontes da existência olhando sempre para cima, com um nariz tão elevado que mal conseguem mobilizar os músculos faciais para sorrir ou proferir palavras. Conseguem a estabilidade da sua ponte na negação de que esta ponte é instável e na negação de que existem emoções negativas a correr por baixo dela. São pessoas que fogem das emoções negativas, por terem dificuldade em lidar com a frustração e por isso usam a máscara social invertida, com o orgulho virado para dentro e os poros da sua alma respiram desse orgulho, vivem desse orgulho e na verdade sobrevivem asfixiadas no próprio orgulho.

Do outro lado do espelho está o orgulho bom. São as pessoas que usam o orgulho virado para fora, ou seja demonstram e revelam esse orgulho para com os outros, olhando em frente e impulsionando o melhor dos outros com um verdadeiro elogio. É o orgulho da Honra. É viver em perfeita harmonia entre os defeitos e virtudes de si e dos outros, aprendendo a perdoar e a pedir perdão. As pessoas que usam a máscara social do orgulho bom encaram com positividade a existência de emoções negativas a correr por baixo da sua ponte, pois sabem que é na procura do melhor dos outros e do orgulho com os outros que encontram o equilíbrio da sua ponte e a possibilidade de melhores e mais efetivas travessias das várias pontes. Por outro lado, como têm a matéria de orgulho da sua máscara voltada para fora, conseguem ver o seu brilho através dos olhos dos outros. Ou seja, o próprio orgulho bom que emanam é devolvido pelos outros a si mesmo, sob a forma de admiração e confiança.

Poderíamos viver sem orgulho?

Quem usa a máscara social do orgulho bom chega quase ao limite de a poder retirar, mas, na verdade, viver em sociedade é ser obrigado a usar a máscara. São as máscaras sociais que nos dão identidade e pertença a diferentes contextos de interação social. Usamos máscaras sociais diferentes no contexto da intimidade, no contexto laboral, no contexto do lazer. Sem elas seriamos matéria-prima sem a oportunidade de ser esculpida pela interação. Assim, podemos afirmar que o orgulho molda as pessoas para se tornarem obras das suas escolhas. Não podemos portanto viver sem orgulho, mas somos livres para escolher qual a forma de usar a máscara – se com o orgulho virado para dentro e portanto asfixiados em soberba ou com o orgulho virado para fora e promotores do melhor dos outros e de nós mesmos.

Desta forma, podemos concluir que o orgulho é na verdade integrado na nossa identidade. O orgulho permite-nos, portanto, viver em Verdades (a forma como usamos as máscaras) enquanto passamos as diferentes pontes da nossa existência. Por outro lado permite-se a ele mesmo ser a Realidade (o todo que somos) co-construída por todas as verdades que a liberdade nos permite escolher. Então usar o orgulho é ser livre, pois é ele que nos permite escolher, dentro da inevitabilidade de o usar, a forma como o queremos no nosso modus vivendi. Assim escolhemos viver em orgulho (usando-o na sua forma negativa) ou com orgulho (usando-o na sua forma positiva).

​Usemos a liberdade para escolher viver com orgulho.
​
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PEDRO MELO
PROFESSOR NA UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA (ICS – PORTO)
ESCRITOR
www.facebook.com/escritorpedromello

in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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