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Como superar o hábito de adiar

1/11/2018

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O tempo é o nosso bem mais precioso e aquele que mais menosprezamos. É preciso desligar o piloto automático, conetar com as intenções e agir em direção a uma vida mais conetada e produtiva. Por Ana Rita Costa

in REVISTA PROGREDIR | NOVEMBRO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​Olha para o relógio são 16h00, o dia de trabalho está quase a terminar e não fez nada do que tinha planeado. Tinha prometido a si mesmo de que hoje seria diferente e daria início ao projeto que está a adiar há dias. Promete que no tempo que lhe resta se irá focar nesse projeto. Nesse preciso instante batem-lhe à porta, é a sua colega que lhe pede ajuda. Nesse instante predispõem-se a ajudá-la e esquece o compromisso que tinha acabado de assumir consigo.

O dia de trabalho termina e tudo aquilo que tinha previsto fazer, não acontece. De regresso a casa promete a si mesmo que a primeira coisa que irá fazer quando chegar a casa é focar no trabalho em atraso. Entra em casa, pronto para iniciar a tarefa que tinha acabado de definir, mas antes de a iniciar diz para si que precisa de descansar, por isso vai apenas 5 minutos à internet. Uma hora depois olha para o relógio e o tempo voou. Já na cama promete a si mesmo que amanhã será diferente, amanhã vai concretizar todas aquelas tarefas que tem vindo a adiar.

Quantas vezes já afirmou que amanhã será diferente? Amanhã dá início aquele projeto. Amanhã termina aquela tarefa. Amanhã começa com a nova rotina. A verdade é que para muitos de nós este amanhã nunca chega, porque a desculpa bate à porta. “Hoje não dá, tenho muita coisa para fazer”, “Pode esperar mais um pouco”, “Primeiro preciso de fazer…” e a mais comum “Não tenho tempo”.

Independentemente da desculpa todos nós em algum momento já procrastinamos. Para a maioria de nós o ato de adiar acontece ocasionalmente, para outros é quase uma adição levando a estados de desilusão. O ato de adiar e o recurso a desculpas traz momentaneamente uma pequena sensação de prazer.

Usando o exemplo descrito em cima, “Promete que no tempo que lhe resta se irá focar nesse projeto. Nesse preciso instante batem-lhe à porta, é a sua colega que lhe pede ajuda. Nesse instante predispõem-se a ajudá-la (...)”. Será que a sua colega precisa de ajuda nesse instante? De que dor poderá estar a fugir? Importa referir que o Ser Humano movimenta-se entre dor e prazer. Fugindo da dor para viver o prazer. Alguns de nós conscientes desta dança entre dor e prazer, compreendem que uma pequena dor no momento, irá trazer prazer a longo prazo. Por exemplo, ao dizer não à sua colega, poderá sentir uma pequena dor, mas irá dar-lhe uma maior sensação de prazer a longo prazo ao completar o que havia definido. O contrário disto traz uma sensação de prazer imediata, pois predispõe-se a ajudar de imediato, e dor a longo prazo.

Ir além da procrastinação é algo simples de compreender, no entanto para que isso aconteça é preciso mais do que compreender, necessita de uma mudança de hábitos.

Conetar com o “Porquê” Antes de iniciar qualquer tarefa é importante compreender o motivo de a completar. Pergunte-se: “Porque é que é importante completar esta tarefa?”
Conectar-se com o motivo vai ajudá-lo a compreender o propósito da tarefa e o seu papel ao concretizá-la. Vá além do “Porque a tenho de concretizar”, “Porque é minha obrigação”. Vá mais fundo em si e conete-se consigo. Se no trabalho a tarefa lhe foi passada, mesmo aí existe um motivo que é só seu, podendo estar ligado a um objetivo profissional. Se não tem um objetivo profissional definido, relembre o motivo de trabalhar no local onde trabalha. Porque se candidatou para trabalhar nesse local? Que talentos é que acredita que tem que são uma mais-valia para a empresa onde se encontra? Talvez nessa tarefa esteja a colocar em ação os seus talentos.
 
Criar objetivos e estabelecer ações. É fácil adiar se as prioridades não estiverem definidas. Resultado disso é que estará mais vezes focado em distrações, ou em tarefas menores, do que a realizar o que é importante. A solução passa por estabelecer ações que estejam relacionado com o seu objetivo. Defina objetivos específicos, relevantes, com data definida e escritos para que os possa rever. Definir o que é importante cria estrutura e potencia a criação de novos hábitos.  
 
Agendar ações Quanto tempo necessita para cada ação? Em que dias? Em que horários? Pegue na agenda e crie blocos de tempo para cada ação. O ideal é criar o hábito de planear o seu dia, agendando em blocos de tempo as ações que deseja concretizar em cada dia.  Em vez de começar o dia de trabalho a ler email’s invista esse tempo a planear.

Seja paciente. Ao mudar hábitos e ao aplicar novas estratégias haverão altos e baixos. O importante é lembrar que nada acontece do dia para a noite e que precisa de ser paciente consigo. Saiba que um pequeno passo na direção certa, pode ser o passo mais importante da sua vida. Celebre cada pequena vitória.

Nada acontece sem ação. Encorajo-o a aplicar uma destas estratégias, porque o que faz a diferença é executar aquilo que aprende. Não deixe que a procrastinação domine a sua vida. Tudo o que necessita é superar as resistências iniciais, e se falhar de vez em quando o importante é continuar. A consistência é a chave da mudança. Dê pequenos passos todos os dias. Celebre. E viva cada dia de forma conetada e produtiva.

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ANA RITA COSTA
MINDSET COACH
www.anaritacosta.pt
coach@anaritacosta.pt

​in REVISTA PROGREDIR | NOVEMBRO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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Entre a dissonância e ressonância

1/10/2018

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Quantas vezes vivemos uma vida profissional em perfeita dissonância para com o nosso eu interior? Por Paulo Marques

in REVISTA PROGREDIR | OUTUBRO 2018

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

A vida profissional é suposto ser uma parte fundamental da nossa vida quotidiana, pois é nela que estamos grande parte das 24h do nosso dia. Se ela nos fizer sorrir, excelente, pois o nosso coração transborda de alegria e cada tarefa por nós desempenhada é carregada de amor, cuidado, atenção, dedicação, ou seja, tem um bocadinho de ti. Contudo, o outro lado também é real, onde aquilo que fazemos nada tem a ver connosco, com o que gostamos, com o que faz o nosso olhar brilhar, nesse caso, cada dia é um suplicio, um caminho trilhado com sacrifício, quase como uma purga diária de “todos os nossos pecados”, onde nada do nosso potencial individual está presente. Qual das duas formas de estar será a mais adequada?

Não existe o melhor ou pior, o certo ou o errado. Há quem trabalhe no que não gosta apenas porque precisa de pagar contas, colocar comida na mesa e não encontra sustento naquilo que ama, ou até, não encontrou ainda algo que ame realmente. Também existem aqueles que fazem o que não gostam apenas por preguiça, por não se quererem dar ao trabalho de mudar, seja de cidade, seja de atividade, ou até de salário ou horário. Enfim, há dezenas de hipóteses. Temos depois aquela pequena parte que faz o que ama, ou que ama o que faz, repara, é diferente. Fazer o que amamos, é belo, mostra que tudo está em ressonância com a nossa alma, não existe trabalho, existe amor, somos pagos e ainda nos sentimos felizes. É divino! Mas podemos também amar o que fazemos e é digno de muito louvor tal forma de estar. Neste caso, mesmo que o trabalho não seja do nosso agrado, damos tudo de nós, entregamo-nos em totalidade e começamos a gostar de cada ato no nosso quotidiano.

Na sociedade atual é muitas vezes difícil poder trabalhar naquilo que realmente gostamos, contudo, será que estás disposto(a) a sair da tua zona de conforto, daquilo que te trás alguma segurança e controlo sobre o teu dia a dia? Pois é, a maioria das vezes é necessário arriscar, sair de onde nos acomodámos, por vezes chega mesmo a ser necessário perder muito do que gostamos para mais tarde ganhar algo que amamos, por exemplo, se uma lagarta se contentar sempre em comer folhas e viver só para comer, a vida é ótima e perfeita, porém, chega a uma altura que sente o chamamento para algo mais, para ser mais de quem realmente é. Aí, ela constrói o seu casulo e sabe que vai demorar, vai causar dor, desconforto, até algum sacrifício, mas ela não evita, não foge, ela sente e conhece o seu caminho e sabe que merece mais, no final, voa livre como um ser completamente diferente, numa vida totalmente nova e sem duvida, mais bela. O mesmo se passa contigo, tu és essa lagarta, mas neste caso, tu podes escolher, a tua genética não te obriga seja ao que for! Manter a mesmice que sempre conheceste e até gostas, ou ser algo totalmente novo, onde podes agir e viver da forma que mereces, de onde vem a paz e o amor.
​
No fundo, o que realmente importa? Tendo em conta que passamos tantas horas a trabalhar, será frustrante ser infeliz nesse aspeto, ou pelo menos, pouco realizados. Do que estás à espera? Podes continuar assim, ou podes mudar algum aspeto, ou quiçá, mudar tudo! Faças o que fizeres, que sejas feliz nessa decisão, que ela te faça sorrir e torne a tua vida mais leve, mais harmoniosa, mais prazerosa de viver.

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PAULO MARQUES
AUTOR E FACILITADOR
www.facebook.com/autor.paulomarques

​in REVISTA PROGREDIR | OUTUBRO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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Ansiedade,da inquietação ao medo. O que fazer?

1/9/2018

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“Hoje senti-me mal numa reunião. Tinha uma apresentação para fazer e não fui capaz (silêncio) comecei a transpirar, a tremer, a sentir-me indisposta. Queria falar e as palavras não saíam, que vergonha.” Por Maria Farinha

​
in REVISTA PROGREDIR | SETEMBRO

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

A Rita (nome fictício) chegou atrasada à sessão. Vinha cabisbaixa, com um semblante carregado e sem qualquer espécie de sorriso. Entrou, sentou-se, ficou em silêncio por uns minutos e depois disse quase num sussurro: “Hoje senti-me mal numa reunião. Tinha uma apresentação para fazer e não fui capaz (silêncio) comecei a transpirar, a tremer, a sentir-me indisposta. Queria falar e as palavras não saíam, que vergonha.”

Falar de ansiedade é falar de uma mistura de prazer com desprazer. A ansiedade consiste numa resposta a uma possível ameaça, o que conduz ao aumento do nível de vigília. Como tal, a ansiedade torna-se desejável até um determinado limiar, mas pode igualmente tornar-se inibidora da própria ação.
Qualquer pessoa passa por estados de ansiedade, o que leva a distinguir a ansiedade normal da ansiedade patológica.  Se a primeira tem uma função mobilizadora adaptativa, representa uma resposta emocional a uma possível ameaça, ocorre esporadicamente e praticamente não tem repercussões tanto a nível cognitivo, como a nível comportamental, já a segunda é desadaptada, podendo ser reativa ou endógena, persistente e repetitiva, desorganizadora da eficiência cognitiva e recordativa de situações passadas penosas.

A ansiedade patológica divide-se ainda em primária, quando a ansiedade é o ponto fulcral da patologia e secundária, quando não surge como fenómeno central da perturbação, mas em associação a outras perturbações não ansiosas, nomeadamente a depressão.

A sintomatologia da ansiedade revela-se a nível físico e psíquico. Fisicamente o sujeito não consegue estar sossegado, fica inquieto, acelerado, com dores de cabeça, tonturas, tremores e até falta de ar. Psiquicamente revela-se pela tensão emocional, sudação, taquicardia, desconcentração, medo, impaciência e dificuldades verbais que podem, em casos extremos, levar à gaguez. 

O mundo laboral atual carateriza-se pela exigência e entrega constantes, a competitividade, a necessidade de conciliar horários prolongados com vida familiar e também a insegurança, a instabilidade, a desmotivação e até o desemprego.

Todos estes fatores, associados ao relacionamento e à dinâmica com chefias e colegas podem ser causadores de elevado stress, de ansiedade e, em casos extremos de “burnout”.

Quando os sintomas de ansiedade começam a surgir a capacidade de trabalho começa a diminuir e, simultaneamente, aumentam os sintomas de ansiedade, dando origem a um ciclo vicioso que se deve travar e avaliar.

Importa pois pensar quais as estratégias a usar para evitar e/ou diminuir os sintomas de ansiedade em contexto laboral:
1 - Auto-confiança: acreditar nas suas capacidades, nas suas ideias e nas suas decisões;

2 - Comunicação: comunicar de forma assertiva, coerente e educada; ouvir e fazer-se ouvir;

3 - Definição de prioridades: organizar o seu tempo em função do que é mais e menos urgente e não deixar tarefas por concluir;

4 - Não ao “Multitasking”: todas as tarefas precisam de ser realizadas, mas não em simultâneo para que a concentração não se disperse;

5 - Delegação de competências: dividir tarefas e solicitar ajuda não faz de si um profissional incompetente ou inseguro, mas antes alguém com maturidade profissional;

6 - Enfrentar a ansiedade: expor-se à ansiedade em vez de a evitar auxilia-o a mudar a sua relação com a mesma e a aumentar o seu nível de confiança;

7 - Desligar-se depois do trabalho: não levar trabalho para casa; dedicar-se ao que gosta de fazer e ter períodos de descanso e de lazer;

8 - Praticar exercício: a prática regular de exercício físico e mental, nomeadamente yoga e meditação, é ideal para o ajudar a descontrair e relaxar;

9 – Evitar o café: o consumo de cafeína deve ser reduzido ao mínimo, dado que esta pode aumentar a sua frequência cardíaca e os sintomas fisiológicos de ansiedade;

10 - Pedir ajuda: se o mau estar causado pelo trabalho começa a causar preocupação ou inquietação excessivas é importante falar com alguém, quer do foro pessoal, quer profissional;

Lidar com pessoas que sofrem de ansiedade implica perceber que se está perante alguém que precisa de ser ajudado.  Desvalorizar o assunto ou usar  expressões do género “isso não é nada”, “isso já passa”, “deixa-te disso” não só não é solução, como pode agravar a condição de ansiedade. Em vez disso retire a pessoa do ambiente onde está, valide o que ela está a sentir e ofereça o seu tempo para a ouvir e tranquilizar.

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MARIA FARINHA
PSICÓLOGA CLÍNICA
www.akademiadoser.com/mariafarinha
mariafarinhapsicologia@gmail.com

​in REVISTA PROGREDIR | SETEMBRO
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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A Partilha como combustível de realização profissional

1/8/2018

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Numa sociedade onde se mescla a vida profissional e pessoal, procurando realização pessoal na profissão, faz sentido que projetos profissionais sejam partilhados, pois o ser humano vive da partilha. Por Catarina Lucas

in REVISTA PROGREDIR | AGOSTO 2018

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​O trabalho e a vida profissional assumem atualmente um papel preponderante na sociedade. Se em tempos eram vistos por muitos apenas como um meio de subsistência, hoje passam a ser encaradas como uma fonte de forte realização pessoal, mesclando-se e confundindo-se com a própria vida pessoal.
 
Estudar já não serve apenas para garantir um emprego melhor e uma maior remuneração. Cada vez mais se investe em formação enquanto forma de valorização não apenas profissional, mas também pessoal. O desejo de aprender, de crescer, de melhorar, de fazer mais e ir mais além é uma realidade presente.
 
Por vezes, no meio desta demanda, também são cometidos excessos, através dos quais a sociedade passa a valorizar excessivamente a vida profissional, deixando para segundo plano outros contextos onde se pode ir igualmente buscar realização e satisfação, como por exemplo a família, os amigos, entre outros. Mas neste campo, cada pessoa é livre para fazer escolhas e não há certos ou errados, mas sim, um modo de vida que traga bem-estar, equilíbrio emocional e em última instância, felicidade.
 
A certa altura, parece deixar de fazer sentido esta divisão entre vida pessoal e vida profissional, quando muito do que cada pessoa é, se relaciona fortemente com o que faz, com a atividade profissional. Por vezes, parece indissociável. Quando se consegue pôr naquilo que se faz, aquilo que se é, talvez possa até fazer sentido.
 
Neste caso talvez se pudesse até deixar de ter muralhas tão rígidas e se passasse a olhar para a vida profissional como uma parte integrada no “eu” e não como uma “vida à parte” altamente separada da vida pessoal. Talvez aí se pudesse deixar de pensar no “eu profissional” e “eu indivíduo”. Para tal, seria necessário que os contextos profissionais também o permitissem, mas muitas vezes, pelo contrário, reprimem-no. Ou, noutras vezes, a pessoa não se identifica com a função, o que dificulta o bem-estar profissional e, consequentemente pessoal, já que estão intimamente ligados.
 
Olhar para os contextos profissionais como uma forma de realização pessoal, como um local de aprendizagem e como um local de partilha, poderia diminuir níveis de insatisfação e aumentar até a produtividade.
 
Partilhar experiências, saberes, vivências, realizações, objetivos e conquistas poderá ser uma forma mais saudável de estar nos contextos profissionais.
 
Trabalhando em projetos de grupo, a evolução e crescimento só é possível quando as várias fases de desenvolvimento são partilhadas, passando pela troca de ideias, ao desempenho de funções e até mesmo aos resultados alcançados. Não conseguir partilhar sucessos faz com que esse mesmo sucesso perca importância. O poder da partilha é imenso e quando ocorre o potencial é aumentado.
 
E os projetos profissionais individuais? Não são partilhados? Mesmo individualmente, a partilha está inerente. De que serve o sucesso individual se o mesmo não puder ser partilhado com alguém? O ser humano alimenta-se da relação com os outros, logo, a partilha é inerente. Até ao alcançar do sucesso individual, houve momentos em que se partilhou conhecimentos, projetos, ideias, frustrações e vitórias.
 
A partilha parece ser uma chave mestra que faz os motores ligarem, avançarem, recuperarem nas derrotas e celebrarem nas vitórias. Parece estar presente em todas as fases e ser efetivamente um grande contributo para o sucesso profissional e, nesta ótica de vida profissional mesclada com vida pessoal, um contributo para a realização pessoal. Certamente que o ser humano é muito mais do que aquilo que faz, mas aquilo que faz ocupa uma grande parte do seu tempo, talvez até passe a maioria do seu tempo a trabalhar, por isso, este tem que ser gratificante e partilhado.

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CATARINA LUCAS
PSICÓLOGA E DIRETORA DO CENTRO CATARINA LUCAS
www.catarinalucas.pt
c.lucas@catarinalucas.pt

in REVISTA PROGREDIR | AGOSTO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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Raiva de quem?

1/7/2018

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“O Medo leva a Raiva. A Raiva leva ao Ódio. O Ódio leva ao Sofrimento.” Yoda
Por Jorge Boim


in REVISTA PROGREDIR | JULHO 2018

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​Não sei se a frase do Mestre Yoda, personagem da Saga Star Wars, representa fielmente um dos caminhos até ao sofrimento, no entanto, acredito que a Raiva é um passo nesse caminho. A raiva que sente em direção a alguém tem muito mais a ver consigo do que com o outro.
 
A raiva é um daqueles sentimentos que se mostra em consequência de outro, seja ele o medo, a inveja ou a sensação de injustiça, dependendo dos casos. O sucesso de outra pessoa pode fazer sentir inveja que, em situações mais graves, se manifesta na raiva que sente em direção a essa pessoa, por exemplo.
 
Da mesma forma, o medo de perder o emprego por decisão de outra pessoa, hierarquicamente superior, pode originar que sinta raiva dessa pessoa. A promoção de alguém que seja por si encarada como injusta, pode originar o mesmo sentimento.
 
No entanto, esta raiva que sente tem tudo a ver consigo, já que ela assenta na forma como reage ao mundo que está à sua volta, ao que não controla. Agarrando no exemplo da inveja pelo sucesso alheio, é importante perceber porque é que essa pessoa tem aquele sucesso e porque é que você não o atingiu ainda. Muitas podem ser as razões, entre elas o seu medo de ter sucesso, de estar na ribalta, de ser o centro das atenções ou de ser o alvo da inveja alheia. Pode ser uma questão de falta de confiança nas suas capacidades.
 
Compreender as razões que estão por detrás dos seus sentimentos e, no caso profissional, virar-se para a ação, é essencial. Quer ser vítima do mundo ou quer agir sobre o mundo? Quando alguém passa ao seu lado no carro topo de gama, pensa no que pode fazer para ter um ou fica apenas a olhar?
 
Se em termos pessoais é altamente importante compreender a origem dos medos e resolve-los, em termos profissionais é mais importante definir objetivos e planos para os atingir. Sem que, no entanto, uma coisa invalide a outra. Ou seja, trabalhar os medos para poder estar mais livre para chegar mais longe.
 
Se colocar o seu foco em si e não nos outros, com mais naturalidade irá libertar-se dessa raiva. Para tal, defina onde quer chegar. Qual é a sua definição de sucesso? Onde quer estar daqui a um ano? 5 anos? 10 anos?
 
Já definiu isto? Ótimo. Então, chegou à fase de definir, genericamente, um plano de ação. As perguntas a fazer são: Que preciso que aconteça para ter o sucesso que defini? Quer preciso fazer para que aconteça o que necessito?
As respostas a estas questões irão dar-lhe as indicações necessárias para saber para onde vai e como deve lá chegar.
 
O seu foco deve estar sempre em si e no que tem que fazer em cada momento, em cada passo nesse caminho que está a percorrer até ao sucesso. Pode parecer estranho que, já há algum tempo, não falamos de raiva. Pois, a questão é mesmo essa. Quando o seu foco está em si, no que controla, no que tem que fazer para chegar onde quer, não haverá razões para ter raiva de outrem.
 
Terá medos na mesma? Muito provavelmente. A diferença é que, ao colocar o seu foco em si e no que tem que fazer, estará na ação e não na reação. Mais facilmente irá encontrar a solução para cada situação com que se depare, irá superar obstáculos que lhe pareciam intransponíveis, irá atingir metas que antes lhe eram inalcançáveis e a raiva, aquela que sentia antes, irá desaparecer.
 
Voltando ao início e à frase do Mestre Yoda, trata-se muito de escolher o caminho que quer percorrer e, sobretudo, como o quer percorrer. Pode percorrer um caminho de medo, raiva e sofrimento na sua busca pelo sucesso profissional ou, em alternativa, pode percorrer um caminho de foco e ação para atingir os objetivos que se propôs, atingindo o sucesso que pretende.
 
A escolha é sua.

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HIPNOTERAPEUTA
SPORTS MENTAL COACH
www.sportshypnocoach.pt
jorgeboim@sportshypnocoach.pt

in REVISTA PROGREDIR | JULHO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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Coerência – Walk the Talk

1/6/2018

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Coerência pressupõe conhecimento do que acreditamos e expressá-lo de forma assertiva, com humildade, sem perder a coragem de não se agradar a todos. É o que nos dá credibilidade pessoal e profissional.
Por Rita Macedo Oliveira


in REVISTA PROGREDIR | JUNHO 2018

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

Coerência significa haver uma correspondência entre o que se faz e o que se diz, sermos fiéis a nós próprios e ao nosso bem-estar, pondo em prática as regras e ideias em que se acredita, tendo em conta o contexto. No dia a dia, as pessoas tendem a elaborar e expor as suas ideias, por vezes, de uma forma bastante dogmática e perentória, contudo, quando se deparam perante uma situação mais complexa, facilmente se contradizem, quer ao nível verbal quer ao nível comportamental.
 
Um exemplo disso é o facto de, ao longo do crescimento de uma criança, os pais dizerem frases do género “Mentir é feio, não se deve mentir” e, contudo, mentir é das primeiras defesas que qualquer ser humano adquire, de uma forma quase instintiva, para se proteger de algum estímulo mais difícil, incluindo os próprios pais. Sabemos que mentir faz parte da vida, mesmo que sejam só as “mentiras piedosas”. Os pais por vezes, por uma razão ou outra, mentem à frente da sua criança, e mesmo que para eles seja uma mentira sem importância e sem consequências, para o filho foi transmitida uma informação incoerente com o que lhe havia sido ensinado. Tal como este, existem vários exemplos de incoerência e informação paradoxal que, no dizer popular, se traduzem na frase “Bem prega Frei Tomas faz o que ele diz, mas não o que ele faz”.
           
Existe uma forte ligação entre coerência, crescimento e coragem. Para haver uma, são precisas as outras duas. Uma pessoa, para conseguir ser coerente no que diz e faz, precisa de refletir no que acredita, nas ideias em que se revê e de que tipo de comportamentos é capaz. É necessário, pôr em causa o que aprendemos, numa lógica de autodescoberta, procurar compreender o que foi dito por alguém, quem quer que seja a pessoa, e não aceitar tudo como verdades absolutas reproduzíveis. Quando finalmente encontramos uma ideia em que acreditamos genuinamente, continuamos a precisar de ter a coragem para enfrentar as diferentes situações da vida com essa mesma ideia e a humildade para, caso necessário, a colocarmos de lado quando já não nos parece verdadeira, de forma a evoluirmos. Isto não porá em causa a nossa coerência, esta depende da forma como nos colocamos nesta nossa evolução. Retomando o exemplo atrás, se os mesmos pais disserem “Mentir, traz consequências, positivas e negativas, deves preparar-te para enfrentar ambas, contudo procura sempre não te colocar numa situação em que o tenhas de fazer, visto que é algo que te coloca em causa”, aqui há, potencialmente, uma maior relação entre o ensinado e o que se põe em prática no dia-a-dia, já não é uma informação paradoxal, deixando ainda à criança a capacidade para, ao longo do seu desenvolvimento, discernir o que quer fazer perante esta premissa.
 
Antigamente, poderia haver alguma rigidez de pensamento e, possivelmente, menos abertura à mudança, mas a “palavra de honra” era a chave das relações, as pessoas preferiam morrer a manchar a sua honra ou fugir de um compromisso difícil. Não tendo a “palavra de honra” menos valor do que a que tinha, hoje, houve uma mudança de paradigma, há uma maior flexibilidade de pensamento, mais informação, mais conhecimento, a vida é mais complexa, há mais ambiguidades. Há também uma maior dificuldade em manter uma posição “imutável”, pensar “fora da caixa”, sem nos preocuparmos de uma forma fóbica se vamos errar perante os outros, principalmente se essa posição for tão diferente que possamos correr o risco de sermos diminuídos. Assim, antes dizer o que fica bem e é aceite por todos, do que ficar sozinho. Algures no tempo, as pessoas ter-se-ão deixado tomar pelo medo de errar de tal forma que perderam a coragem de assumir a diferença, assumir os erros, então o caminho mais fácil será não pensar nas verdades e reproduzir as que ficam bem, as que podem trazer mais valias e nos protegem de situações embaraçosas, um pouco como a mentira que não se deve dizer.    
 
Culturalmente, há uma luta para nos encaixarmos nos estereótipos dos outros, uma procura constante de aprovação, anulamo-nos e moldamo-nos até ficarmos bem na fotografia e já não sobrar nada nosso, nada que nos permita sermos coerentes. O que as pessoas não se apercebem, é que é esse mesmo movimento que as põe em causa e mostra a sua falta de compromisso consigo próprias em se tornar o melhor que conseguem ser de forma genuína, com as suas imperfeições.
 
Quer a nível pessoal quer ao nível profissional, uma das situações mais desconcertantes é apanharmos os outros numa contradição (sem justificação), e se isso se torna recorrente acabamos por descredibilizar a pessoa perdendo o respeito pelo que ela diz. Pior do que isso, é sermos nós, como pais, filhos, profissionais ou em qualquer papel que desempenhamos, a cairmos constantemente em contradição.
 
Nas várias áreas da nossa vida, mais grave do que cometermos um erro honesto ou até acreditarmos em algo e mudar de opinião, é apregoarmos algo que não acreditamos, pormos em causa os outros que vão contra essa ideia como alguém pior e nós próprios não nos conseguirmos colocar ao nível das nossas próprias palavras. A busca incessante por parecer o que não “se é “, causa grande mau estar, porque nos pomos em causa, diminuindo a nossa autoestima e prejudicando a nossa autocrítica. Ficamos à defesa e à mercê do outro.  
 
Será que defender aquilo em que se acredita, confiando em nós e na nossa palavra, torna mais fácil sermos coerentes, ouvidos e respeitados, aumentando a nossa disponibilidade para a mudança e para o crescimento? 
​
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RITA MACEDO OLIVEIRA
PSICÓLOGA
www.facebook.com/PSYRMO
ritamdo@gmail.com

in REVISTA PROGREDIR | JUNHO 2018
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Atenção Plena no Trabalho

1/5/2018

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A prática de atenção plena não significa somente sentar em posição de meditação e esperar, envolve o saber viver a vida, momento a momento, buscando a conscientização e a real importância de tudo que está à sua volta. Por Artur Gomes Silva

in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2018

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Atualmente, atenção plena é mais conhecida como “mindfulness”. Para se entender melhor o conceito de atenção plena vale a pena contextualizar.
 
Na tradição espiritual budista atenção plena é uma qualidade mental que consiste em prestar atenção ao momento presente. A prática da AP ensina a suspender temporariamente todos os conceitos, imagens, juízos de valor, interpretações, comentários mentais e opiniões, conduzindo a mente a uma maior precisão, compreensão, equilíbrio e organização.
 
Numa palestra do “Centro Internacional de Desenvolvimento Executivo da Eslovênia, 1996”, Peter Drucker – especialista em gestão e brilhante professor e escritor – fez uma importante reflexão: “Todos os livros de Gestão, inclusive os que eu escrevi, focam em gerir as outras pessoas. Mas não podemos gerir os outros a menos que tenhamos gerido a nós mesmos antes. O recurso mais importante que você tem como executivo e como gerente é “você mesmo”. A sua organização não vai ser melhor se você não for melhor”.
 
A atenção plena aplicada ao trabalho é de uma forma geral estar consciente de tudo o que se faz quando se está exercendo determinada ação. Com essa consciência existem benefícios implícitos ao eliminar as distrações e focar no momento presente, seja uma tarefa simples de executar ou uma tarefa mais complexa. A atenção plena ajuda por isso a revelar qualidades valiosas como conscientização, resiliência, capacidade de tomada de decisões, criatividade, foco, comunicação e liderança, além de ajudar a lidar com o stress e manter o bem-estar no trabalho.
 
Além das próprias tarefas de ocupação diária, o funcionário tem e-mails para responder, recebe telefonemas, tem reuniões e apresentações para preparar, etc. São vários os focos de atenção e e é muito fácil estar conectado a diversos aparelhos, aplicativos e projetos ao mesmo tempo. Mas será que está em contato consigo mesmo, intrinsecamente? Apesar de parecer um pouco contraditório “roubar” um tempo da suas tarefas e obrigações para se centrar em si mesmo, isso realmente pode reduzir as ansiedades relativas às constantes mudanças de foco no seu dia a dia.
 
Estar consciente das ações e responsabilidades pode ser o primeiro passo para praticar a atenção plena no seu contexto profissional. Assim se está ciente do que está a acontecer à sua volta, a sua produtividade será necessariamente melhor.

Por exemplo, se estiver a escrever um relatório, estar em atenção plena requer que dê a sua plena atenção a essa tarefa. Cada vez que a mente se distrai para outras coisas perde o seu foco e precisa de algum tempo até voltar à tarefa planeada.
 
A atenção plena requer que reconheça estes pensamentos. Quando se tenta fazer duas ou mais tarefas ao mesmo tempo ou alternar entre tarefas, o cérebro passa a mudar repetidamente o foco de atenção entre uma coisa e outra, e o resultado é uma perda de energia e foco, muitas vezes perdendo alguns dados no processo, apesar de aparentemente parecer que se está a fazer mais. Mas será que está mesmo? E será que se está a fazer com a melhor qualidade possível?
 
Quais os principais benefícios no contexto profissional da prática diária da atenção plena?
 
Do ponto de vista do indivíduo profissional, a atenção plena reduz o stress, aumenta o foco mental e alivia a depressão. Do ponto de vista da organização, colaboradores mais atentos são mais produtivos, é isso é super valorizado dentro do contexto duma organização.
 
Na era em que a felicidade no trabalho está diretamente ligada a retenção de colaboradores, atenção plena no local de trabalho é a chave! Por isso algumas das maiores empresas do mundo como a google promovem diferentes formas dos seus colaboradores praticarem atenção plena.
 
Como poderá a começar a praticar a atenção plena já amanhã?
 
1)     Faça as coisas com a calma que elas merecem. Um dos nossos erros é realizar várias tarefas ao mesmo tempo. Desta forma não conseguimos dar a atenção devida para cada uma delas e isso consome o nosso intelecto. Concentre-se numa tarefa de cada vez!

2)     Tenha consciência das suas atividades. Diga para si mesmo qual é a atividade que está a desenvolver agora… “Agora eu estou a criar um relatório para entregar até às 17h”. Pode parecer um disparate, mas isso vai ajudá-lo(a) a se concentrar. Reforce no seu cérebro a importância de focar na atividade que precisa concluir. – Crie listas inteligentes de tarefas, com nunca mais de 9 tarefas por lista.
​
3)     Conecte-se com o presente. Este é um exercício que deve ser realizado frequentemente. Sempre que os seus pensamentos o(a) levarem para outro lugar, interrompa-os imediatamente. Recupere o seu foco refazendo o passo número 2.
 
Pode praticar atenção plena por meio da meditação formal (sentada e silenciosa) ou informal (mantendo-se focado no presente durante a realização de tarefas quotidianas, como lavar as mãos, escovar os dentes, tomar banho, correr ou comer uma refeição, entre outras possibilidades). 
​
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ARTUR GOMES SILVA
MASTER COACH E TRAINER NO ICL – INSTITUTO DE COACHING E LINGUISTICA
www.criscarvalho.com
artur@criscarvalho.com

​in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2018
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Pelo direito de não Resistir

1/4/2018

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A Resistência encerra um medo. Romper com esse medo é diretamente proporcional ao sofrimento. Esta equação dará a força motriz para a mudança.
Por Sofia Pérez


in REVISTA PROGREDIR | ABRIL 2018

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Todos já sentimos aquela força interior que nos impele rumo aos nossos sonhos, e uma outra força que nos imobiliza, que nos torna escravos, uma Resistência que teima em permanecer em nós. Uma Resistência que nos faz permanecer em situações que nos trazem sofrimento, ignorando todos os gritos mudos do nosso corpo e indo até ao limite do absurdo, para nos agarrarmos a algo que muitas vezes nem sabemos definir muito bem, o porquê.

Há um medo entranhado em nós que nos paralisa, principalmente no que toca às grandes decisões, entre as quais a nossa vida profissional.

Resistir num emprego ou numa profissão de que não se gosta está muito assente no medo do desconhecido. Romper com esse medo é diretamente proporcional ao sofrimento vivido diariamente pela pessoa no desenvolvimento da sua atividade profissional. Esta equação dará, a essa mesma pessoa, a força motriz para a mudança, ou não.

A identidade cultural também tem influência nesta Resistência. Observemos o povo latino português: as expressões “vai-se andando” e o “tem de ser” são sobejamente utilizadas. O sonhar com o fim-de-semana e sentir, em cada domingo à noite, a ansiedade e a melancolia da segunda que está para chegar, para começar tudo outra vez, está muito imbuído na nossa forma de estar, tida como normal. Mas será mesmo? Também nos está “no sangue” este arrastar, esta tristeza latente que o nosso Fado expressa tão bem. Repetimos os padrões de gerações anteriores. Nunca nos questionamos se a vida profissional que, para a esmagadora maioria de nós, ocupa a maior parte do dia, tem de estar associada a sofrimento. Resistimos e vamos “andando”, às vezes já meio atordoados, numa espécie de “anestesia padronizada” e entranhada, autoadministrada.

E neste processo de Resistir, muitas vezes somos forçados a paragens intermitentes, e a outras definitivas. A mente por vezes cede a essa Resistência, e o corpo, que tudo somatiza, um dia, finalmente, ganha voz.

Não, não é nada fácil conciliarmos os nossos sonhos com a preocupação diária e real, a que damos o nome de sobrevivência. Quer queiramos quer não, o dinheiro faz falta. Mas estamos agarrados à ideia de que, para sobrevivermos, devemos dedicar todo o nosso tempo e a nossa energia a tarefas árduas e desagradáveis. E continuamos a Resistir. Não tem de ser assim, é imprescindível que revisitemos estas crenças que limitam e condenam muitas vidas a apenas um vislumbre do que poderiam ser.

A Resistência não se centra apenas na questão: mudar ou não mudar de emprego ou de profissão. Antes de uma eventual rutura, deverão ser analisados outros fatores, nomeadamente: se as nossas competências profissionais estão de acordo com aquilo que desejamos obter na nossa profissão ou no nosso emprego; observar a forma como comunicamos as nossas ideias e projetos, e aferir se é coerente com a “linguagem” utilizada pelo nosso chefe e com todo o ambiente profissional. Por outro lado, também é muito importante averiguarmos se as nossas queixas constantes dos colegas e das chefias não são também apenas outras formas de Resistência. Qual é o nosso grau de Resistência, quando se trata de fazermos esta autoanálise?

Autoconfiança, foco e estratégia são a base para qualquer mudança. Quem está infeliz com o seu emprego ou com a sua profissão, e não ousar fazer diferente, continuará a colher exatamente o mesmo. A falta de autoconhecimento, autoconfiança e de automotivação, a par do medo, colocam-nos à mercê da Resistência. É incrível como desistimos dos nossos sonhos por medo: medo de falhar, medo da rejeição, medo de não termos apoio, medo de trocar o conhecido pelo desconhecido. Convencemo-nos, até, que Resistimos, não por medo, mas porque acreditamos que não temos alternativa ou outra saída. Pode não parecer à primeira vista, mas, realizar o sonho de fazer o que nos apaixona envolve muitos tijolos e sacas de cimento. E o caminho é tortuoso, cheio de curvas duvidosas, subidas difíceis e descidas repentinas. Um caminho que põe à prova a fibra de que somos feitos e que exige de nós toda a nossa força, foco e resiliência, se queremos ser bem-sucedidos. Sortudos são os que se apercebem de que um caminho é isto mesmo e não uma autoestrada de asfalto acabada de construir!

Não deveríamos ter todos nós, a responsabilidade de procurarmos ser melhores em todos os sentidos e de nos superarmos diariamente? Lapidarmo-nos, na alegria e no prazer, na dor e na frustração? De entendermos que tudo é impermanente e que não controlamos quase nada? É a nossa bússola interior que indica o caminho para a nossa felicidade, a felicidade que nos faz sentido, a de cada um, não padronizada nem direccionada. Combater a Resistência a essa Felicidade, é imprescindível e vale todas as nossas tentativas. Desistir não é de todo, uma opção.
 
Imagina! Eu imagino-os também, os que chegaram aos dias do fim. Esfomeados de vida, arrependidos, por nem sequer terem tentado.
​
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SOFIA PÉREZ
COACH HOLISTICO E HIPNOTERAPEUTA TRANSPESSOAL
www.coachsofiaperez.com
coachsofiaperez@gmail.com

in REVISTA PROGREDIR | ABRIL 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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Impermanência na profissão

1/3/2018

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O que de mais permanente existe na vida é a mudança, a impermanência. Um paradoxo que cada vez mais, se faz sentir na vida profissional de muitas pessoas. Saiba neste artigo, como fluir na impermanência, viver pessoalmente e profissionalmente feliz com isso. Por Diana Pinheiro

in REVISTA PROGREDIR | MARÇO 2018

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

Impermanência em mandarim 暫時  zàn shí significa, temporário, estação do ano, período de tempo, associado a “mudança” e “desapego”.
 
Em pleno século XXI, na “Era da Informação” em que vivemos, onde tudo, ou quase tudo, acontece e muda a um ritmo alucinante, surge muitas vezes a necessidade de mudar de trabalho, de emprego, de funções.

  • A notícia da mudança:
Receber a notícia de que é necessário sair, mudar, desistir do que fazemos, nem sempre é simples, o mais fisiológico e automático de acontecer é existir no momento da notícia uma “tempestade emocional”, ao qual se segue um “apagão cognitivo”, de onde podem emergir segundos depois, as perguntas e afirmações:
 
E agora o que vou fazer?
Tenho contas para pagar, como me vou governar?
Isto não é justo, porquê a mim?
Não me imagino a fazer outra coisa!
What’s next?
 
Se a forma de como muitas vezes o desafio de mudar se nos é apresentado não é simples de prever, ou de controlar, apesar de em muitos casos existirem sinais, pistas de que algo mais dia, menos dia vai mudar, já a forma como se encara, gere e transforma, é uma escolha pessoal que podemos ter.
 
Há um proverbio chinês que diz, “Não é o que acontece na vida que importa, o que importa é a forma como vemos e gerimos o que acontece na vida”.
 
Na linha de pensamento deste provérbio, podemos sempre optar por três formas de olhar e experienciar emocionalmente uma mudança na vida profissional.
 
Deixamos aqui o convite para, connosco, fazer este exercício de se imaginar em cada um destes três cenários mentais:
 
1 – A impermanência como um choque ou trauma emocional associado ao trabalho:

  • Ansiedade
  • Medo
  • Preocupação
 
Onde a mente se desloca e viaja para o futuro desconhecido, onde não se tem referências e onde não se sabe o que esperar.
 
Aqui o sentimento é de desconforto, de saída da zona de conforto, e muitas vezes de paralisação, e em alguns casos de desespero.
 
É uma reação possível, mas pouco evolutiva, funcional e restruturadora.
 
Outra forma de olhar e de viver a impermanência na profissão é:
 
2 – A impermanência como um excelente convite para um desafio interessante ou para uma oportunidade inspiradora na sua vida profissional.
 
Pode considerar a impermanência como:

  • Um desafio e não como um problema.
  • Algo que se está a acontecer terá certamente um propósito.
  • Uma oportunidade para fazer algo diferente.
  • Uma oportunidade para fazer algo parecido com a possibilidade de com a experiência adquirida poder melhorar e elevar o que é possível reajustar e otimizar.
 
Aqui as emoções e sensações que acompanham estas atitudes mentais são de:

  • Inspiração
  • Energia
  • Motivação
 
Que levará, mais dia menos dias, a comportamentos que resultarão com grande probabilidade a encontrar ou criar uma nova solução profissional, mais em linha com a sua missão de vida, com os seus valores e objectivos globais de vida e específicos relativos ao trabalho e funções que um dia, sempre sonhou em assumir.
 
3 – A impermanência como uma oportunidade para parar, recolher, redefinir o caminho
 
A impermanência na vida profissional, nos momentos de “turning point” em que a mudança acontece, pode ser vista, sentida ou experienciada também como uma janela de oportunidade para recolher, abrandar, redefinir objetivos e caminhos de vida.
 
Neste cenário ou contexto existe espaço e tempo para:

  • Sentir e refletir sobre as aprendizagens conseguidas
  • Identificar o que fluiu menos bem e gostaríamos de mudar ou transformar a curto, médio ou longo prazo
  • Focar no presente o que gostaríamos de passo a passo, alterar para construir um futuro diferente.
 
 Aqui as emoções e sensações que acompanham estas atitudes mentais são de:

  • Alívio
  • Leveza
  • Esperança
 
Postos estes três cenários e porque o Presente é o Passado do Futuro, deixo os melhores votos para que, no Presente, possa escolher o que de mais alinhado estiver com a sua verdade e motivação interiores, com vista a construir dia a dia, uma ou mais experiências profissionais, gratificantes, inspiradoras e impulsionadoras, para si e para os que estão á sua volta. 
​
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DIANA PINHEIRO
ESPECIALISTA DE MEDICINA TRADICIONAL – ACUPUNCTORA
dianapinheiro.saude@gmail.com

in REVISTA PROGREDIR | MARÇO 2018

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Julgar e Perder

1/2/2018

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Julgar é errado mas todos erramos! Que necessidades se escondem por detrás desta atitude profissional? O que diz esta mesma atitude sobre si próprio? Como melhorar? Como Progredir?
​Por Diana Fonseca


in REVISTA PROGREDIR | FEVEREIRO 2018

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​Concordará certamente que o trabalho acrescenta aspetos positivos e negativos à sua vida. Por um lado, ele é fonte de rendimento económico e permite o acesso a bens essenciais de vida. Também o faz diariamente sair de casa e conviver com os outros. Também se pode constituir como fonte de realização e crescimento pessoal, aquando da sua satisfação com aquilo que fazemos.
 
Porém, este caráter sócio económico e motivacional associado ao trabalho nem sempre se faz cumprir e é possível que possa sentir verdadeiras dificuldades na conexão com o conteúdo do mesmo, com o espaço, com os colegas, chefia, etc.

Vivemos numa sociedade cada vez mais crítica, onde o ato de julgar se torna cada vez mais frequente!
 
Já parou para pensar no que obtém para si próprio quando critica? Dizia Rousseau “Não julgue e você nunca estará errado.”

Julgar é um vício! Desfoca a imparcialidade e leva-o no sentido contrário das relações saudáveis no trabalho.

Julgar significa crer, supor, sentenciar, quando no limite, muitas das vezes, não tem sequer nas suas mãos factos que sustentem tal ideia.
 
Julgar é um comportamento errado do ser humano (e todos nós erramos) mas que para muitas pessoas é impulsivo, não dando conta que o estão a fazer.
Ao julgar os outros está a descentrar a atenção dos seus próprios erros e falhas. Em momento algum as está a combater, corrigir ou resolver. Numa reflexão profunda, pelo contrário, julgar deve acrescentar-lhe a culpa, por ser um comportamento prejudicial aos outros...e a si!
 
Quem julga no trabalho poderá sentir frustração e foca a sua atenção nas pessoas e não nas ideias ou conteúdos do seu trabalho. Poderá também ter pouca capacidade de autoanálise e autocrítica e níveis significativos de irritabilidade. Julgar pode ser uma via alternativa para se sobressair profissionalmente, anulando o outro.
 
Julgar é o alimento para o seu ego!
 
Molière também dizia “Deveríamos olhar demoradamente para nós próprios antes de pensarmos em julgar os outros.”.  Esta frase mostra que o ato de julgar é enganador, no sentido em que o impede de progredir, de florescer, não cria novas oportunidades...é um obstáculo ao seu desenvolvimento pessoal e profissional. A compreensão pelo outro torna-se difícil e a sua consciência profissional diminui. Automaticamente, desenvolve atitudes negativas no trabalho, e pode adotar comportamentos errados como a ironia ou o sarcasmo. A sua produtividade pode consequentemente estar comprometida. 

Algumas dicas devem ser consideradas, no sentido de o ajudar a julgar menos, treinando em simultâneo a sua capacidade de autocontrolo:

- É obrigatório a consciência lhe dar a nossa noção de que somos seres humanos e como tal todos erramos. Para errar basta viver!

- Pense concretamente na utilidade de julgar alguém. Não ajudará a pessoa a resolver os eventuais problemas e atitudes profissionais. Nem se está a ajudar a si, mas sim a enganar.
 
- Pergunte...! Procure entender e não julgar.

- Boas atitudes profissionais estão diretamente relacionadas com o espírito de equipa e interajuda. Disponha-se a ajudar, para crescerem mutuamente, ao invés de criticar, julgar, condenar. 

- Para manter um ambiente de trabalho saudável é importante que entenda que é parte integrante do mesmo e que, como tal, tudo o que fizer de positivo ou negativo terá consequências. Julgar os colegas, é abrir caminho para o julgarem a si também. 

- Não temos o direito de magoar os outros! Não temos o direito de ser maus colegas. Quando os mesmos se sentem atacados, poderá gerar problemas maiores para si.

- A empatia e a assertividade são competências fundamentais nos relacionamentos profissionais (e pessoais também). Conseguir transmitir um problema ou situação de uma forma respeitosa e clara contribuiu para um ambiente melhor. Permite igualmente perceber a perspetiva do outro, perceber como se sentiria no lugar da pessoa julgada. Tomar essa consciência verdadeira, ajuda a eliminar a atitude negativa.

- É importante que a nossa vida seja levada na ótica do desenvolvimento e crescimento pessoal. Não somos perfeitos! Nesse sentido, torna-se fundamental olhar para si próprio, fazendo uma análise da sua vida, tomando consciência dos seus comportamentos, sentimentos e atitudes. Devemos a partir de aí procurar progredir nessas descobertas!
Imagem
DIANA FONSECA
PSICÓLOGA CLÍNICA CENTRO CATARINA LUCAS – PSICOLOGIA E DESENVOLVIMENTO
dianafonseca.psi@gmail.com

​in REVISTA PROGREDIR | FEVEREIRO 2018

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