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Às Vezes Perder... É Vencer

1/1/2018

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Perder receios, perder amarras. Perder distâncias. Assim se ganha e constrói uma carreira de sucesso, ao alinhar o que fazemos com o que somos. Onde a paixão se encontra com o talento. E cada dia somos melhores. Porque mais felizes.
Por Paula Delgado Salsinha


in REVISTA PROGREDIR | JANEIRO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

Durante muito tempo, acreditamos piamente que o caminho do sucesso pessoal não podia ser outro senão fazer um curso universitário, encontrar um bom emprego numa grande empresa ou instituição de prestígio e trabalhar aí progredindo na carreira. Esse foi o sonho da famosa geração X, os nascidos entre 1960 e 1980.

Mas nunca como hoje vemos profissionais a questionar os seus percursos. A validar se crescem e ajudam outros a crescer como pessoas e se são verdadeiramente felizes. Porque também na vertente profissional chega muitas vezes uma fase dos porquês.

Como podemos então ultrapassar os desafios que a vida profissional todos os dias nos apresenta, para seguir em frente e conseguir ser realizado nessa vertente tão importante da vida?

Uma das pedras base é fazer um bom trabalho de AUTO-CONHECIMENTO. Perder o medo de nos conhecermos verdadeiramente. Saber como reagimos perante a situação A ou B, que pontos nos estimulam no nosso trabalho e que tarefas ou temas não nos motivam, se temos mais perfil de líder ou de seguidor, e atuar de acordo com isso que somos, porque nos conhecemos. Tudo isso ajuda a conseguir retirar mais satisfação da carreira.

Um outro desafio no mundo empresarial é sem duvida a COMUNICAÇÃO. Comunicação entre equipas, entre departamentos, na relação cliente/fornecedor. Muitos dos problemas que as organizações têm de resolver e que não geram valor algum são relacionados com falhas na comunicação. Áreas claras de atuação e resultado final bem entendido por todos ajudam muito. 

Há uma frase conhecida que nos diz que “Comportamento gera comportamento.” E como a vida profissional nos rodeia também ela de muitas pessoas, se queremos mudar o resultado da equação A+B = R e se nós somos a parcela A, ao mudarmo-nos estamos a mudar o R(esultado) final. Somos nós o fator de mudança nas relações que precisamos de melhorar. Simples, não é?

E isto leva-nos à necessidade de EMPATIA. Perder a distância com o outro. Sermos capazes de nos pormos nos sapatos e na pele daquele chefe, daquele colega, daquele cliente. Entendermos os pontos que para ele são importantes e porque tem aquela atitude. Adaptarmo-nos ao seu perfil, seja uma pessoa que lideramos na nossa equipa ou um parceiro, só assim conseguimos estar na mesma onda de pensamento e obter resultados positivos para todas as partes.

Outra capacidade das pessoas de grande sucesso profissional é a de RELATIVIZAR. Pensar objetivamente qual seria o pior cenário que poderia acontecer, em determinada situação. O medo é quase sempre mau conselheiro e por isso esta gestão do futuro ajuda a procurar as ferramentas para garantir o êxito do projeto.

Uma das coisas que mais frequentemente se vê é o total pânico pelo erro. ACEITAR O ERRO é importante, pois se nos sentimos temerosos por poder vir a errar, com medo das consequências, não avançaremos tanto quanto seria possível. Não quer isto dizer que devemos felicitar o erro, mas sim não ter medo de errar, e sobretudo aprender a não repetir o mesmo erro.

Perder também a ideia de que tudo se consegue fazer ao mesmo tempo é vital para atingir objetivos, sejam eles de que estilo forem. SABER PRIORIZAR e FOCAR nas coisas chave sem as quais a visão global não avança, no que é o mais estratégico, ainda que seja o mais longínquo e difícil de vislumbrar a curto prazo.

Ter FLEXIBILIDADE para mudar e aceitar que há coisas e formas de fazer diferentes, que seguem por outros caminhos, mas que chegam ao resultado final desejado. Ao fim e ao cabo, perder as amarras que nos prendem ao “sempre se fez assim” ajuda a navegar para águas mais mexidas, mas mais… estimulantes.

Para progredir, muitas vezes pensamos que devemos investir em melhorar naquilo em que somos mais fracos. Mas por vezes atingimos “apenas” um patamar médio nessas valências, quando realmente somos muito melhores a fazer outras coisas. Essas são as coisas em que devemos apostar: SER EXCELENTE NAQUILO EM QUE SE É BOM. Ninguém é conhecido pelas coisas que faz mais ou menos, mas sim por aquilo em que em particular é “fora de série”.
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E por fim, é fundamental PERDER A VERGONHA DE SER UM ETERNO APRENDIZ CURIOSO. Fazer formações, estar atento ao que se passa fora do escritório, lá fora, no mercado real. E trazer insights interessantes para o negócio, coisas que se leem, que se ouvem…
 
A verdadeira caminhada para vencer na vida profissional e na carreira de uma vida é alinhar o que fazemos com o que somos, com a essência dos nossos valores e a nossa definição como pessoa. Onde a paixão se encontrou com o talento. Aí venceremos a cada dia que pusermos os pés no chão ao levantar!
​
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PAULA DELGADO SALSINHA
MARKETEER NA ÁREA EDITORIAL E RESPONSÁVEL PELO PROJECTO: VIDA 1.0
www.vidaumpontozero.com
www.facebook.com/vidaumpontozero
www.instagram.com/vida1.0

​in REVISTA PROGREDIR | JANEIRO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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Amabilidade e Sucesso: O Que Verdadeiramente Importa

1/12/2017

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A verdadeira amabilidade pede uma visão tão ampla quanto pessoal. Considere os seus dois grandes níveis para bem usar esta virtude chave do sucesso dos nossos dias.
Por Júlio Barroco


in REVISTA PROGREDIR | DEZEMBRO 2017

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​Podemos encarar a amabilidade na vida profissional sob diferentes perspetivas. Neste artigo quero oferecer-lhe uma visão ampla e de conjunto. Assim sendo, o convite que lhe faço é para que exerça ou reveja o seu pensamento estratégico, convertendo o que ler para os seus propósitos. Ou seja: proponho-lhe que voemos juntos a alguma altitude para vermos o território da melhor forma.
 
Nestes tempos de transição cada vez mais clara entre formas de viver a que muitos chamam de "Velho Mundo", assentes em paradigmas de medo, para outras mais benévolas e de integração entre organismos, humanos e não humanos, a que outros tantos chamam de "Novo Mundo" ou "Nova Era", parece-me útil fazer uma distinção na expressão da amabilidade a dois grandes níveis: o nível da amabilidade formal e o nível da amabilidade essencial.
 
A um nível formal, a amabilidade é vista principalmente como uma convenção e tende a operar ao nível da cordialidade ou etiqueta social. A dimensão predominante é a do ato, ou seja, se temos ou não um determinado gesto que corresponde a uma expectativa de comportamento num dado contexto, por exemplo na forma de saudar alguém - ou a qualquer outra forma de manifestação que expresse um acordo, assumido ou não, a respeito do que os envolvidos nas interações devem representar, para cada um e para o organismo ao qual pertencem e participam, seja uma empresa, projeto, grupo de trabalho ou qualquer outra estrutura social. Por aqui, a amabilidade muitas vezes fica-se por uma espécie de lubrificante das engrenagens de uma sociedade cada vez mais acelerada: permite-nos avançar pelos nossos dias com um máximo de eficácia e um mínimo de atritos.
 
Os elementos deste nível formal de amabilidade têm sido e continuam a ser, de facto, úteis para podermos navegar na sociedade cada vez mais veloz em que hoje vivemos, na fase da vida coletiva em que estamos. Na ausência de outros fatores daquilo a que denominamos "coesão social", em especial em contextos anónimos ou em que o conhecimento que temos uns dos outros é superficial ou muito limitado pelo contexto, um nível sólido de amabilidade formal é importante. Se há poucas gerações atrás a maior parte da vida de uma pessoa decorria num círculo relativamente restrito de outras pessoas, mesmo nas cidades, a evolução que nos levou a vivermos em sociedades globalizadas tendeu para padrões universais de comportamento, necessários para podermos interagir neste novo contexto. Cruzamo-nos literalmente com mais pessoas diferentes numa semana do que durante toda uma vida há 100 anos, fenómeno que acabou por originar estudos relacionados com esta alteração civilizacional, como o conhecido estudo do número de Dunbar.
 
Este nível formal é tipicamente binário, por assim dizer: ou cumprimos as regras (explicitas e tácitas) ou não. Paradoxalmente talvez esteja no seu cumprimento exclusivo uma das fontes mais perversas da sua expressão: o de servir para substituir e mascarar a falta de um elo autêntico, de uma conexão mais profunda pela qual tantos anseiam. É neste tipo de dinâmicas que gera que fica aquém do que a amabilidade plena é. E que pede o próximo.
 
O próximo nível de amabilidade, o essencial, evoca como requisito essencial aquilo a que se chama de trabalho emocional. Não deixa de incluir os elementos válidos do nível anterior, mas fundamentalmente centra-se no desenvolvimento e expressão das virtudes típicas das experiências relacionais de alta qualidade, como sejam as da empatia, da compreensão, da compaixão, da valorização genuína do outro, daquilo que o pode ajudar e daquilo que, juntos, podemos fazer de melhor.
 
Este nível é absolutamente determinante para o sucesso a longo prazo, e tanto mais quanto a transição de paradigma for progredindo e exigindo cada vez mais mestria humana. Pode ser visto como uma espécie de regresso àquilo que as interações sociais já foram em sociedades anteriores, mas com um nível de perceção e aceitação da diversidade sem precedentes na história conhecida da humanidade.
 
O nível de amabilidade essencial depende muito mais da perceção única que emerge entre as pessoas e as suas formas de expressão própria do que propriamente do resto do contexto formal. É neste nível que o trabalho, carreira, negócios ou projetos são vistos não como terrenos de batalha ou competição, mas como plataformas de oportunidades para criações e serviços cooperativos e propositados. Busca-se a expansão de formas de Ser, Fazer e Ter o mais propiciadoras possíveis de resultados que facilitam Bem-Estar Integral. Aqui, o fluxo relacional não depende apenas da velocidade, mas também e fundamentalmente da satisfação dos anseios de conexão, significância e entreajuda, numa mensagem mais ou menos explícita e com carga energética benévola: "Reconheço-te e acolho-te pelo que és. Acredito no melhor em ti. Juntos vamos mais além.".
 
Numa sociedade que parece cada vez mais inquieta com alguns efeitos da evolução tecnológica, nomeadamente ao nível do impacto da Inteligência Artificial no mercado de trabalho e possíveis desenvolvimentos, mais ou menos animadores consoante as perspetivas: seja qual for o nosso papel e posição, vale bem a pena o compromisso.
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JÚLIO BARROCO
DREAMER & CHANGER
EVENTOS, FORMAÇÃO,
COACHING, CONSULTORIA
dreamsandchanges@gmail.com
“Sonhar Sem Agir É Como Amar Sem Cuidar.”

in REVISTA PROGREDIR | DEZEMBRO 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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Apego

1/11/2017

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O apego na vida profissional impede-nos de evoluir, de atingir a felicidade, da mesma forma que o apego às pessoas. Libertar essas amarras e Ser Livre de escolher. Descubra aqui como e porquê.
​Por Jorge Boim


in REVISTA PROGREDIR | NOVEMBRO 2017

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

 
Escolhe um trabalho que gostes e não terá que trabalhar nem um dia na tua vida - Confúcio
 
Quando falamos em apego, ou desapego, pensamos quase de imediato em pessoas e relações, já que o mais comum é sermos apegados às pessoas, às relações que temos. No entanto, o apego a situações profissionais também existe, e é tão importante e limitador quanto o apego a outras pessoas.
 
O apego profissional – à falta de melhor expressão – é semelhante ao emocional. No fundo, estamos agarrados a algo que nos limita o desenvolvimento e o crescimento. É fácil ficarmos presos numa situação confortável em que, apesar de tudo, podemos não ser felizes. Quantas são as pessoas que, em prol de uma “boa” situação financeira, de uma estabilidade profissional que julgam ter, vivem infelizes e presas num casulo de insatisfação constante?
 
Apesar da insatisfação e infelicidade reinantes em muitos casos, não arriscamos em procurar a nossa felicidade porque, quase sempre, estamos conformados com o facto de recebermos 10 e não queremos passar a receber 5. Afinal, passar a receber 5 em vez de 10, impede-nos de ir jantar fora 2 vezes por mês, impede-nos de comprar aquela camisola, de ir de férias para fora, de ir ao cinema, impede-nos de… tanta coisa.
 
Embrulhados numa rotina que nos vai deixando andar, pensamos na casa, no carro, e em todos os outros bens que pensamos nos vão fazer falta. Sim, porque isto de nos apegarmos à nossa vida profissional tem influência no resto, no que essa mesma parte da nossa vida nos permite ter. E aqui é que está o cerne: Ter. Porque este apego permite-nos ter muita coisa, mas impede-nos, em muitos casos, de Ser. Felizes, Realizados.
 
O apego tem sempre associado um medo. O medo da perda. Seja de perder uma pessoa, uma relação ou, como aqui se pretende abordar, uma profissão, um estatuto social. E com este medo da perda vem, também, aquele vazio que nos faz sentir que falta algo. Esse vazio até pode fazer com que vá à procura de algo que traga a realização profissional… só que, aquele apego está lá a minar, de dentro para fora, a impedir de dar aquele passo, tomar aquela decisão de mudar de vida – ou apenas mudar de emprego.
 
Como diz a frase que dá título a este texto, se fizer algo que gosta, não terá que trabalhar nem mais um dia na vida. Só que, para lá chegar, para dar esse passo, é preciso retirar medo e apego desta equação. Como, então? Trabalha-se o apego e o medo na vida profissional da mesma forma que na vida pessoal, relacional. Estes 2 exercícios pretendem ajudar a desapegar-se e viver sem medo… se, depois, a sua decisão for mudar, mude. Se for ficar, fique.
 
Apego
Sente-se confortavelmente e feche os olhos. Imagine à sua volta tudo o que está relacionado com a sua vida profissional. Empresa, colegas, ordenado, etc.
 
Imagine que, de si até à imagem correspondente a cada uma das coisas que tem à sua volta, se encontra um cordão/corda/ligação – o que melhor servir e aparecer. A largura/grossura poderá variar de acordo com o “grau” de apego a cada uma das coisas.
Em seguida, corte cada uma dessas ligações. Poderá ser mais ou menos difícil, de acordo o apego que sente. No entanto, corte essa ligação.
 
Repita tantas vezes quantas as necessárias, até essas ligações desaparecerem ou as conseguir cortar facilmente.
 
Medo
Pode fazer este exercício logo a seguir ao anterior. Visualize, à sua frente, uma bifurcação. Para um lado, fica tal como está agora, nada muda. Para o outro, tem a possibilidade de mudar (não é uma obrigatoriedade, claro). Agora, repita para si: Seja qual for o desfecho, tudo será perfeito.
 
Quando sentir em si que esta frase está enraizada, escolha um caminho e percorra-o, limpando e ultrapassando todos os obstáculos que possam existir.
 
Repita o exercício até não precisar dizer a frase e o caminho escolhido não apresentar qualquer dificuldade.
 
Quando o medo e o apego desaparecerem, a oportunidade aparece e, aí, poderá decidir tranquilamente e de acordo com o que entende ser melhor para si. O despego permite-lhe isto: Liberdade para escolher.
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JORGE BOIM
HIPNOTERAPEUTA
SPORTS MENTAL COACH
www.sportshypnocoach.pt
jorgeboim@sportshypnocoach.pt

in REVISTA PROGREDIR | NOVEMBRO 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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Controlar as emoções no trabalho

1/10/2017

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Conheça seis estratégias para aprender a dominar as suas emoções no trabalho. Por Rita Vieira

in REVISTA PROGREDIR | OUTUBRO 2017

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

Como sabemos as emoções fazem parte da nossa vida e estão presentes em todos os momentos que vivemos, principalmente no relacionamento interpessoal. Dependendo do trabalho que escolhemos para desempenhar, temos, ou não de lidar com outras pessoas, que, não nos esqueçamos também têm emoções, hábitos e traços de personalidade que precisam ser trabalhados, tal como qualquer ser humano imperfeito.

Como sabemos não existem pessoas perfeitas ou sempre felizes e de bem com a vida. Todos nós temos momentos de maior stress, descontrolo e desajuste emocional. Mas é necessário realçar que as emoções não são sempre as “más da fita”. Elas ajudam-nos a tomar decisões de uma forma rápida e o segredo está muitas vezes na forma como as aprendemos a controlar.

Lidar com um chefe muito autoritário, com um cliente frustrado com a própria vida ou com um colega que nos incomoda são algumas das situações que encontramos facilmente no mundo do trabalho. Situações como estas, no limite podem levar muitas vezes a pessoa a atingir um estado de Burnout, que consiste num esgotamento físico e mental com graves consequências para o individuo.

Ataques de ansiedade a distúrbios do sono, são alguns dos sintomas para este estado de exaustão emocional. Para muitos autores o Burnout, é ainda encarado como uma resposta complexa ao stress profissional prolongado ou crónico.
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No entanto, para que não se chegue a este ponto há que estar alerta para os sinais que o nosso corpo nos vai dando e aprender a dominar e controlar os nossos estados emocionais. Para não escorregarmos nas emoções negativas e nos mantermos firmes naquilo podemos fazer concretamente por nós, ficam aqui algumas sugestões:
  1. Trabalhar o autoconhecimento. Conhecer-se a si próprio, como lidamos com determinada situação é essencial para aperfeiçoar o que temos a melhorar. Só conseguimos progredir se gradualmente formos trabalhando o nosso autoconhecimento. Ao desenvolver a sua capacidade de entender as suas emoções (positivas e negativas) a pessoa consegue melhorar o seu relacionamento interpessoal entre colegas e chefias.
  2. Saber aceitar as críticas. Ninguém nasce ensinado nem a perfeição é possível em qualquer tipo de trabalho. Todos, por mais bons que sejamos, temos áreas em que não nos saímos tão bem e que por isso são alvo de críticas por parte de outros.
  3. Aceitar que o trabalho nunca acaba e o que pode ser feito amanhã, pode ser feito amanhã. Muitas vezes sentimo-nos assoberbados com a quantidade de trabalho que temos e isto faz com que tenhamos uma reação mais impulsiva e desajustada com aqueles que nos rodeiam.
  4. Ocupar o tempo livre com atividades que lhes dão prazer. Procurar uma atividade que nos dê prazer e essencialmente que nos faça não pensar em trabalho ou naquilo que temos para fazer no dia seguinte. Está comprovado que a prática de exercício físico aumenta os níveis de bem-estar e mantém-nos motivados e ativos.
  5. Aprender a gerir o tempo, as prioridades e uma agenda muito solicitada. Se as tarefas e solicitações nunca acabam e sentimos que não fizemos nada ao fim de um dia de trabalho, o segredo é aprender a gerir melhor a sua agenda. Faça uma lista de tarefas para o dia seguinte ou para o próprio dia e comece pelas tarefas mais importantes ou rápidas de despachar. Delega o mais possível.
  6. Manter-se longe de mexericos e colegas tóxicos. O “diz que disse”, a preocupação com o trabalho do colega ou com a atitude que o chefe teve num dia de maior stress não beneficia em nada o nosso bem-estar emocional. O falar mal e alimentar o mal dizer cria somente uma onda de negatividade no clima que vivemos no trabalho.
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RITA VIEIRA
COACH DE ADULTOS, CRIANÇAS E JOVENS COM FORMAÇÃO EM
PSICOLOGIA
www.coachritavieira.com
coach.rita.vieira@gmail.com

​in REVISTA PROGREDIR | OUTUBRO 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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O seu trabalho é uma montanha russa de emoções?

1/9/2017

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Não pelas competências técnicas que tem que evidenciar, mas pelo comportamento e gestão emocional que esse momento exige. As relações humanas são o centro de qualquer organização. Como lidar com estes desafios sem que eles o afetem?
Por Ana Diniz


in REVISTA PROGREDIR | SETEMBRO 2017

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

Sente que o seu temperamento se altera frequentemente?

Estar em determinados ambientes, como o trabalho por exemplo, tornou-se uma montanha russa de emoções? Sonha em voltar a sentir-se tranquilo(a), estar feliz por si, pelo simples facto de ser e de estar?
A mudança faz parte da vida por isso tudo o que sente é natural. O ritmo da vida e os fatores que nos levam a alterar o centro da nossa atenção e a canalizar as nossas energias levam a que, de repente, nos sintamos diferentes. Parece que nos desencontrámos de nós próprios. Identifica-se? Tenho boas notícias para si! Tem uma qualidade dentro de si que, se bem desenvolvida, tornar-se-á libertadora.

Comece por estar atento(a) às suas reações, seja na alegria, felicidade, bondade ou na crítica,mal estar ou tristeza. É natural que se sinta mal perante uma crítica. Mas será que pode ficar atento(a) a esse sentimento de mal estar sem se perder nele? Perceber o que sente, como o sente e se há reflexos no seu corpo físico. De facto, com dedicação e vontade podemos desenvolver um estado de consciência sobre as nossas reações, sem nos deixarmos levar por ela. E podemos fazê-lo em qualquer lado.

Para conquistarmos uma liberdade interior autêntica temos que observar os nossos modelos de comportamento. Observar sem julgar, testemunhar apenas. Só assim surgirá a força libertadora: a compreensão. Tornando-nos conscientes da forma como cuidamos de nós, libertamo-nos da opinião dos outros. Vivenciamos o prazer sem nos apegarmos, tentando perdurá-lo.

Se for para si dificil fazê-lo sozinho procure um grupo de meditação e experimente. Ser guiado numa meditação não é mais que receber algumas orientações que o levam a desenvolver esta consciência. Ao silenciar a sua mente enquanto medita poderá não lhe agradar tudo aquilo que surge. Contudo, a disponibilidade em permanecer com o que está a acontecer é o que lhe trará libertação.

Pela prática da atenção tornamo-nos mais conscientes da impermanência inerente a qualquer emoção ou sentimento. Se tudo tem um efeito temporário, porquê deixar que nos afete de modo duradouro? Quanto mais orientado(a) estiver para encontrar o seu equillíbrio, em relação às condições que o(a) rodeiam, menos necessidade sentirá de se sentir percebido(a). Descobrirá uma paz que não depende de ninguém, uma serenidade de espírito a que se dá o nome de equanimidade.
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Viver num estado equânime é viver um estado mental que não pode ser influenciado por preconceitos e preferências. É reagir de forma equilibrada entre alegria e tristeza, protegendo-se assim da agitação emocional. Este estado envolve um nível de imparcialidade que nos permite vivenciar pensamentos ou emoções desagradáveis sem reprimi-los, negá-los ou julgá-los, assim como ter experiências agradáveis sem sobrevalorizá-las ou tentar prolongá-las, o que contraria a tendência natural do Ser Humano. Isto não significa que nos tornemos ser passivos. Significa que temos um centro para onde canalizamos aquilo que não podemos modificar. Um centro onde equilibramos energia física, emocional, mental e espiritual. Esse centro é a sua equanimidade. Ele está dentro de si – encontre-o!
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ANA DINIZ
INSTRUTORA DE MEDITAÇÃO TRANSPESSOAL, FACILITADORA DE
MEDITAÇÃO INFANTIL – CRESCER A SER
FUNDADORA DO PROJETO ABRAÇA-TE:
www.facebook.com/abraca.te

​in REVISTA PROGREDIR | SETEMBRO 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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O prazer de ser ninguém especial

1/8/2017

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Vivemos em nós memórias de gerações que nos dizem que o prazer é sinónimo de pecado. Que temos que estudar e trabalhar muito para podermos pertencer e ter algo. Recheamos o currículo. A nossa marca: Vende-se! Será que não demonstramos apenas a nossa carência de nós mesmos?
Por Ana Infante


in REVISTA PROGREDIR | AGOSTO 2017

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

Prazer. Deleite. Delicia. Satisfação. Alegria. Jubilo. Exultação.
As palavras têm uma força colossal. Têm um impacto muito grande em nós. O que sentem ao ouvir a palavra prazer? O que sentem ao ouvir a palavra prazer entrelaçada com a vossa vida profissional?
 
Vivemos em nós memórias de gerações que nos dizem que o prazer é sinónimo de pecado. Transgressão. Crime. Comer um gelado, comer um bolo, fruir da cama depois de acordar, dar um longo beijo na rua, dar um demorado e dilatado abraço, tirar os sapatos no jardim e andar descalço, não usar relógio, tomar um longo banho de imersão, tirar férias.
 
Habitamos memórias que nos dizem que temos que estudar muito, trabalhar ainda mais, para podermos pertencer e ter algo. Fortunas. Bens. Posses. Relações. Esforço é a palavra de ordem. Exigência é requisito para a subida de escalão. Imposição para a necessidade de Ser.
 
Perseguimos e recheamos o currículo. Títulos. Rótulos. Somos embalagens de supermercado com códigos de barra. Quantos mais melhor. A nossa marca: Vende-se! Quem nos quer comprar? Será que não demonstramos apenas a nossa extrema carência e ausência de nós mesmos? A necessidade que temos em sermos vistos? Reconhecidos? Aceites? Mas por quem? Não será isto antes uma penhora de nós próprios? De um falso Ser?
 
Elana Lindquist diz que sucesso significa realizar os nossos próprios sonhos, cantar a nossa própria canção, dançar a nossa própria dança, criar do nosso coração e apreciar a jornada, confiando que não importa o que aconteça, tudo ficará bem.
 
A ausência de prazer na nossa vida instrumentaliza-nos. Afasta-nos do nosso corpo e da nossa alma. Prazer do corpo. Prazer da alma. Será que nos permitimos a Ser prazer? A sua inexistência transforma-nos em máquinas. Afasta-nos da nossa necessidade de sentir. Tocar e ser tocado. De sonhar. Criar. Eleva-nos a um trono solar sem raízes profundas. Títulos de egos. Profissionais. Não pessoas. Vestimos batas brancas, fardas de muros para fortalecer o ego. Proteções para não sentir. A educação, instrumento, que nos deveria ajudar a uma melhor comunicação impede-nos de falar e de nos reconhecermos como seres humanos. Seres. Com espaço, leveza, apenas por Sermos. Num mundo robotizado deveríamos talvez inaugurar a escola do prazer! Prazer de Ser.
 
Será que conseguimos pensar e escrever 10 coisas que nos dão prazer? Conseguimos encaixar este prazer no nosso dia a dia?
 
Vivendo numa sociedade que passa a maior parte do tempo a trabalhar, será que conseguimos escrever 10 coisas que nos dão prazer no nosso trabalho?
 
Será que conseguimos dizer que o nosso trabalho é um dos nossos grandes prazeres da vida?
 
Na nossa cultura é considerado normal e saudável procurar o melhor! Ensinam-nos a desejar obter o máximo, a preencher as nossas necessidades e a saber manipular com sucesso os relacionamentos. Quando alguém consegue um bom partido ou um bom trabalho, ostenta um belo anel, uma bata, anuncia nas redes sociais. É elogiado e o seu estatuto eleva-se.
 
Quando alguém foge deste padrão sente-se inadequado. A nossa identidade está inteiramente ligada à capacidade que temos de controlar e manipular. Imensas terapias tentam ajudar, inclusivamente, indivíduos a tornar-se mais bem-sucedidos no mundo e a satisfazer os seus desejos pessoais. Temos que produzir para ter valor. Temos que controlar para dominar e manter em segurança o que conseguimos obter. Vivemos com a sensação de perigo iminente.
 
Como é possível sentir prazer desta forma? Porque será tão importante a forma como os outros nos vêm? Porque será tão importantes acumular rótulos? Que mochila carregamos nós? De onde vêm as nossas dores nas costas?
 
Henry Miller diz que o único verdadeiro milagre é sentar-se quieto. Ser o que se é agora. Neste momento. Será que termos coragem de ser quem somos agora? Reconhecendo e aceitando o que sentimos e agindo em conformidade? A prática de meditação ensina-nos a arte da aceitação. Não controlar independentemente do que estejamos a sentir, dentro e fora do corpo. Permitimos que o mundo dos fenómenos desempenhe o seu papel. Não nos mexemos! Implica um respeito imenso pela natureza intrínseca das pessoas e acontecimentos, por um desígnio maior inerente ao universo que nos traz o nosso bem e retira aquilo que já não faz parte de nós. Quantas vezes tentamos alcançar e agarrarmo-nos àquilo que já não nos é adequado? Quantas vezes tentamos obter por todos os meios aquilo que nos é completamente errado? Quando não nos movemos entregamo-nos a uma sabedoria superior e permitimos que a vida siga o seu curso natural. Meditamos em nós no agora como agora somos! Contemplamos o prazer das coisas como elas são! Sem apego. Sem aversão.
 
Será que estamos dispostos a largar o que já não somos e a receber-nos mais inteiros? Será que estamos dispostos a aceitar que a vida é leve e que flui sem esforço? Estamos dispostos a aceitar as prendas que a vida todos os dias nos dá simplesmente porque estamos vivos, respiramos e somos constituídos por milhões de células hipersensíveis cuja única função é dar-nos prazer? Será que estamos dispostos a largar a mochila e a roupa que já não nos serve para nos vestidos de nós?
 
O único emprego do mundo é aquele que nos permite viver a nossa própria verdade, sem termos que nos perder de nós próprios. Sem máscaras. Sem jogos. Sem mentiras. Da próxima vez que estiver com alguém, estiver no trabalho, retire uma máscara. A seguir retire uma peça de roupa, a farda. Observe quem se está a esforçar para ser. Deixe simplesmente ir, do mesmo modo que largamos um sapato velho. Conceda a si próprio o prazer de ser ninguém especial.
 
Juan Pablo II disse ao chegar a Santiago:
“Vuelve a encontrarte, Se tu misma.”
Bom Caminho
 
Bibliografia consultada: Zen e a arte de amar de Brenda Shoshanna
​
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ANA INFANTE
ENFERMEIRA DE CUIDADOS PALIATIVOS, DOULA, TERAPEUTA DE REFLEXOLOGIA E MASSAGEM DE CONSCIÊNCIA CORPORAL E EMOCIONAL
www.facebook.com/ana.infante.796
infante.sanches@gmail.com

in REVISTA PROGREDIR | AGOSTO 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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A Paciência e os seus limites

1/7/2017

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Vivemos tempos de grandes desafios. As empresas puxam demais pelos seus empregados. A necessidade de segurança e a falta de esperança, aliadas a uma crescente falta de motivação generalizada, levam a que os sonhos fiquem mais distantes. E quando se pede paciência nestes casos, reagimos com irritação. Pedir paciência parece gerar a maior das impaciências. Porque a paciência tem os seus limites.
Por Sofia V. Martins


in REVISTA PROGREDIR | JULHO 2017

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

A verdade é que as circunstâncias não nos definem. São apenas isso, circunstâncias e que por isso mesmo, podem mudar a qualquer altura. E essa certeza poderá fazer com que olhemos para os momentos com mais benevolência, resultando numa maior compaixão, connosco mesmos e com o tempo. O grande desafio é trabalharmos a nossa história de vida para que possamos estar preparados no momento da grande viragem. Então a paciência passa a ser sinónimo de “perseverança” e não de “resistência”. Deixamos de “aguentar” e passamos a “focar”.

Contemos a história de Miguel, nome fictício. Miguel entrou para um grande multinacional na área da cosmética como moço de recados. Pouco mais tinha do que o 9º ano. Mas Miguel tinha um sonho. Ele queria subir na vida. Discreto, mas atento, juntando a tudo isto um sorriso cativante, Miguel tratou de se tornar indispensável. Fazia o que lhe competia e adivinhava as necessidades de quem lhe era superior hierarquicamente, sempre com delicadeza e com uma firmeza que só o foco permite. Aos poucos, foram-lhe dando mais responsabilidade. Miguel aproveitava todas as oportunidades para estudar e aprender um pouco mais do seu ofício. A verdade é que, ao fim de alguns anos, Miguel chegou a Diretor Geral. Foi neste cargo que o conheci. Um homem que mantinha um sorriso tranquilo, justo, atento, um verdadeiro líder. Estava sem dúvida no lugar certo. Poderá o leitor dizer que não há muitas pessoas com a mesma “sorte”. Não há dúvida de que ela existe sim, mas só a reconhece quem nunca desiste de lutar. Quem é fiel aos seus valores, aos seus ideais. À sua luz pessoal. Nesta história verdadeira, reconhecemos o sonho. A paixão. O foco. A vontade que nos ajuda a aguentar as tempestades. E a saber que a paciência tem outro valor se trabalharmos ao mesmo tempo os nossos objetivos.

Por isso, não nos peçam para ter paciência por si só. Porque não há paciência nenhuma para a urgência cega de ter paciência.
​
A paciência deve ter os seus limites impostos por nós. Aguentar em nada nos fortalece. Bem pelo contrário. Gera doença. Todos podemos ir mais longe. Seguir os nossos sonhos. Mas há que termos a serenidade necessária para aceitar as nossas fases. Podemos sempre integrar as circunstâncias num lugar especial dentro de nós, onde a frustração do momento, a esperança, o amor e a convicção daquilo que queremos dar ao mundo se encontram. Então nasce a cumplicidade interna que nos prepara para o que der e vier. Porque um dia os ventos mudam. E só os pacientes focados estarão no ponto. Os outros, já terão caído para o lado de cansaço e desmotivação. A resistência também tem limites e quando são ultrapassados, o corpo sofre a sério.

Somos pacientes por um objetivo maior. Então o nosso brilho terá a capacidade de sobrevoar o tempo. Estaremos atentos às circunstâncias. Às oportunidades. Tal como Miguel que se recusou a acomodar-se ao rótulo de “rapaz dos recados não vai a lado nenhum”. A paciência precisa do reforço do nosso trabalho interno. Então seremos nós a definir os limites, não ela.
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SOFIA V. MARTINS
TERAPEUTA E COACH
www.sofiareiki.wordpress.com

​in REVISTA PROGREDIR | JULHO 2017
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Verdade na Escolha Profissional

1/6/2017

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É no trabalho que passamos a maior parte do tempo. Deveria, por isso, ser uma escolha de acordo com a nossa verdade. Com a verdade de quem somos, do que queremos atingir e do que nos pede o coração. Por Sofia Frazoa

in REVISTA PROGREDIR | JUNHO 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

 Trabalhar no que se gosta e para o qual se sente ter vocação talvez seja a realidade de uma minoria. Na linguagem da “Nova Era” são várias as teorias de que a vida não é para ser uma luta, de que tudo é possível se assim o quisermos (e visualizarmos) e de que devemos fazer o que realmente gostamos, seguindo o coração.

 Mas todos sabemos que condicionamentos vários, como rendas de casa, carro, educação dos filhos ou outros compromissos mensais ‘obrigam’ muitas pessoas a aceitarem um trabalho que lhes pague contas e que lhes permita viver - ou sobreviver. E nem sempre é o emprego dos sonhos, aquilo que se adora fazer ou o que nos faz levantar alegres da cama todos os dias.
 
Às vezes são situações temporárias que sabemos que vão mudar, é só uma questão de tempo. Outras vezes, sentimos que estamos encurralados num beco sem saída. E é por isso que a verdade é tão importante, até na vida profissional!
 
Que verdade?
A verdade profissional não é a que as estatísticas dizem ou a que a sociedade nos quer vender. É a verdade de cada um, percebendo depois como a podemos expressar no mundo em que vivemos e, deixemo-nos de ilusões, onde ainda precisamos de dinheiro para nos manter.
Em primeiro lugar, ajuda - e muito - percebermos qual a nossa natureza e comprometermo-nos em ser verdadeiros connosco. Se já sei que a minha natureza é ser trabalhador independente, será que faz sentido concorrer a um emprego a tempo inteiro, com patrões e contrato de trabalho? Se, por outro lado, me conheço o suficiente para saber que entro em ansiedade se não recebo um ordenado ao fim do mês ou se estou preocupado com os descontos para a reforma, talvez seja melhor ter um patrão.
 
E quais são as ambições compatíveis com a minha natureza? Sou do tipo que se preocupa primeiro com o dinheiro que ganha, mesmo que faça algumas coisas de que gosta menos e às vezes considere sem sentido? Ou sou do género de seguir ideais e de preferir ganhar menos desde que sinta um propósito no que faço? Ou procuro aliar as duas coisas?
 
Respondidas estas perguntas, cabe-nos ser realistas para perceber se podemos mesmo viver de acordo com elas e idealistas o suficiente para pôr em marcha o nosso plano.
 
De que posso abdicar?
Quando decidimos que, custe o que custar, há uma verdade profissional a ser honrada, há decisões que podem ser difíceis de tomar. De que estamos dispostos a abdicar para seguirmos a nossa vocação, sonho ou desejo? Que mudanças terão de ser feitas nas nossas vidas? Estamos mesmo preparados para elas?
Muitas vezes experienciamos um conflito entre a nossa ideia de sucesso e status e a vontade do nosso coração. Que preço estamos dispostos a pagar para seguir a vida profissional que o coração nos pede?
           
Também nos pode acontecer que, em determinada fase, o que o coração nos pede ainda não seja possível de pôr em prática. Neste caso, de que forma podemos estar o mais inteiros e verdadeiros possível no trabalho que temos? E como podemos preparar terreno para o próximo passo?
 
Definir objetivos e traçar um plano de ação
Percebendo o que queremos mesmo fazer e os riscos que estamos dispostos a correr, é importante definir objetivos e traçar um plano de ação. Mesmo que o objetivo mude e que o plano tenha de ser redefinido, neste momento para onde pretendo ir? Colocada a intenção, é para aí que devemos caminhar, percebendo que passos dar. E tudo vai ficando mais claro com a caminhada.
 
Podemos sair já do emprego que temos e tentar algo novo ou convém juntarmos dinheiro primeiro para dar o salto com mais confiança? Há alguém que nos possa ajudar nesta transição e a quem possamos recorrer se, na pior das hipóteses, for tudo ao contrário do esperado?
 
Arriscar e Confiar
Às vezes, dar o passo seguinte é mais um ‘salto de fé’. Se não arriscarmos, nunca vamos saber o que cada nova experiência nos reserva. E se não confiarmos, se não nos entregarmos a uma orientação maior, podemo-nos sentir muito sozinhos e inseguros na caminhada. Há várias práticas espirituais que podemos escolher para fortalecer a nossa relação com o que existe “para além de”.
Ao aprofundarmos a nossa prática espiritual apercebemo-nos que a experiência é diferente para cada pessoa. Cada ser vai criando uma relação única e pessoal com o que chamará de ‘divino’ ou ‘espiritual’. Há pessoas que se sentem orientadas pela vida e que se deixam guiar pela intuição. Há outras que arriscam, dão o ‘salto de fé’ e acreditam que são apoiadas pelo Universo ou pelo ‘divino’ nas suas decisões.
​
Seja qual for a decisão que tomemos, devemos pensar que o mundo espiritual não age por nós. Quando assumimos o compromisso de mudança, alinhado com a nossa verdade, muitas vezes é-nos pedido que arrisquemos, que ponhamos o plano em marcha (a ação é nossa) e que confiemos. Ou seja, fazemos a nossa parte e largamos as expectativas. Num caminho de verdade, os resultados e o tempo em que se manifestam, muitas vezes, já não dependem de nós. 
​
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SOFIA FRAZOA
TERAPEUTA, FORMADORA E ORADORA
www.caminhosdaalma.com
sofiafrazoa@caminhosdaalma.com

​in REVISTA PROGREDIR | JUNHO 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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Orgulho em Ser

1/5/2017

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Dia a dia, a vida é feita de altos e baixos. Costuma-se até dizer, “há mais marés do que marinheiros”, pois nem sempre tudo flui como nós gostaríamos. Mas a questão mais importante que se coloca é a seguinte, colocamos nós tudo o que somos, naquilo que fazemos? Por Paulo Marques

in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2017

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

Nem todos têm o trabalho que sempre desejaram, alguns nem um trabalho remunerado têm. Gostando ou não daquilo que fazemos, será licito não dar o melhor de nós? Ao agirmos assim, vamos conseguir deitar a cabeça na almofada à noite e dormir tranquilamente? Creio que não, a não ser que a imaturidade fale mais alto do que o bom senso e amor próprio.

Passamos cerca de 8 horas a trabalhar, num local com mais, ou menos pessoas, numa lide mais mecânica, ou mais social. Se nesse tempo, não somos realmente nós, quando o seremos? Leva-se muitas vezes os problemas profissionais para casa, onde a família é “obrigada” a ser alvo de “descarga emocional”, ao invés de ser um aconchego em horário pós-laboral.

Mal-entendidos com chefes, colegas, clientes, stress com equipamentos, documentos, ou inclusive os nossos próprios problemas emocionais, por vezes tão complicados de lidar e resolver. Tudo junto, cria uma grande atmosfera densa ao nosso redor, onde o coração deixa de se fazer sentir e a mente ocupa a liderança do nosso dia. Sim, pode ser útil, mas o ideal, é sempre o equilíbrio. Por que motivo acham que o Acidente Vascular Cerebral é a principal causa de morte em Portugal?

Um dos motivos é simples, a ausência de gestão emocional, onde fugimos de lidar com as emoções, ou não lidamos da melhor forma. Onde a mente comanda o dia a dia, tornando-nos robots, sem sorrisos nos rostos, ou muitas vezes quando eles se veem, não vem da alma, mas da tal “fuga” do que realmente vai no seu intimo.

E assim vamos existindo, sim, existir, não viver. Viver implica sentir muito, chorar, rir, SER. Implica que a cada tarefa, gostemos ou não dela, vamos colocar tudo o que somos e sabemos. Só dessa forma podemos ter orgulho em nós.

Já viste como sentir orgulho em quem és, é tão diferente de ser orgulhoso?

Já sabemos o que nos pode causar orgulho, basta Ser e assim, viver de consciência tranquila. E ser orgulhoso, de onde vem isso? Não é mais do que uma lacuna emocional nossa, onde o medo em aceitar que não sabemos tudo, não somos capazes de tudo, o medo de aceitar os nossos medos ocupa a nossa mente. Fazemos de tudo para “ser melhor do que…”, esquecendo que isso não existe! Só podemos ser melhor hoje, do que fomos ontem, no sentido em termos aprendido algo e isso nos ter feito crescer.

Somos o que somos, não o que os outros querem ou esperam, mas dentro do que somos, temos liberdade para escolher o que queremos mostrar, ou esconder. Se vivemos cada dia de forma plena, ou pela superficialidade, se fugimos do que sentimos ou aceitamos, se repudiamos o mundo, ou nos envolvemos nele. Respondendo a tudo isso, terás a noção se tens ou não, orgulho em quem és.
​
Quanto ao orgulho nos outros, basta os aceitares como são, pois se algo fosse diferente, não seriam eles, já pensaste nisso? Gosta das pessoas e do trabalho que vives, tal como são, faz a tua parte para tudo ir melhorando ao teu redor e o resto, muda por si, se assim tiver de ser… e nunca te esqueças, seja como for, és um Ser único e por isso, muito especial e amado!
​
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PAULO MARQUES
MILITAR, AUTOR E FACILITADOR
www.facebook.com/DespertarDaAlma
www.healingsoul333.wixsite.com/livros
​
in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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Propósito de Vida com Compaixão

1/4/2017

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Viver uma vida com propósito é muito mais do que ter um trabalho de sonho, é viver com compaixão, ser útil e mais do que “sofrer com” é promover a identificação de soluções.
Por Liliana Patrício


in REVISTA PROGREDIR | ABRIL 2017

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​A felicidade tem nos últimos tempos recebido uma relevância significativamente maior no campo das ciências, deixando assim de ser apenas algo de senso comum. Esta situação tem toda a relevância, porque apesar de, cada vez mais, um numero maior de pessoas estar desperto para o mundo que a ciência não explica, algo que é comprovado cientificamente continua a ser mais credível.
 
Isto é o que acontece com a felicidade e com a Psicologia Positiva que se tem focado no estudo do funcionamento ótimo das pessoas, grupos e/ou instituições. Martin Seligman, considerado o pai da Psicologia Positiva, começou por desenvolver a teoria da Felicidade Autêntica na qual destacou três elementos chave que contribuem para a felicidade:

- Emoções Positivas (consideradas como o elemento chave para a uma vida agradável, como por exemplo, sentimentos de prazer, conforto e/ou êxtase);
- Envolvimento (relacionado com o fluxo que se manifesta através da perda de noção de si próprio e do tempo de duração de uma atividade absorvente);
- Significado (sentimento de pertença e finalidade na vida).

É neste último construto da felicidade – o significado - que surge a questão do propósito de vida, ou seja, que coisas fazemos regularmente que dão sentido e significado à nossa vida e qual o impacto que isso tem no mundo.
 
Ainda que, hoje em dia, seja cada vez maior o número de pessoas que quer descobrir qual o seu propósito de vida e qual a forma mais adequada a si e às suas vidas de o colocarem em prática, são raras as que se dão conta da influência e do impacto que têm na vida das outras pessoas. No entanto, a verdade é que todos, sem exceção, ao longo da vida, de uma forma ou de outra, acabamos por contribuir, nem que seja um bocadinho, para melhorar a vida de uma pessoa, seja lá ela quem for. Por exemplo, pense nas pessoas com quem se tem cruzado ao longo da sua vida, seleciona duas ou três e imagine o que seria, atualmente, a sua vida sem elas ou sem a passagem delas pela sua vida. O que haveria de diferente em si e na sua vida? Muitas coisas certamente, ainda que umas mais impactantes e relevantes que outras. Então, o que acontece consigo em relação às pessoas com quem se vai cruzando é exatamente o mesmo. Repare que mesmo que não faça nada com impacto direto sobre as pessoas, o facto de estar feliz, realizado, motivado e consciente da importância dessas emoções na sua vida está, inevitavelmente, a contagiar o seu ambiente.
 
“O propósito da vida não é ser feliz. É ser útil, honrado, bom, fazer a diferença de modo a mostrar que vivemos e que vivemos bem”. Ralph Waldo Emerson
 
Tendo isto em conta, o propósito de vida é algo que está obrigatoriamente relacionado como o impacto que quer deixar no mundo, mesmo quando já cá não estiver. Ou seja, com o nível de compaixão e responsabilidade que sente perante o que para si é a vida e a forma como pode contribuir para isso.
 
Todos temos um ou mais propósitos, em cada momento da vida, e você não é exceção, pois o propósito de vida representa aquilo que é a mensagem ou a dádiva maior que quer deixar ao mundo, colocando todo o seu potencial em ação.

No entanto, para que isto aconteça é necessário em primeiro lugar descobrir qual o seu propósito de vida e isso implica, numa fase inicial, uma enorme compaixão por si mesmo. Ter compaixão é permanecer num estado emotivo positivo, enquanto procura compreender o que se está a passar, focando-se em soluções para resolver a situação. E depois, uma grande compaixão pelos outros. Pois, como vimos tudo o que fazemos, de uma forma ou de outra, acaba por influenciar os que nos rodeiam e até o mundo em geral. Então, neste sentido, o seu propósito de vida é muito mais do que ter um trabalho de sonho, é viver inspirado, com compaixão, ser útil e mais do que “sofrer com” (consigo mesmo ou com os outros) é promover a identificação de soluções e agir sobre elas, colocando-as em prática.
 
Neste processo de descoberta do seu propósito de vida vai acabar por perceber que já tem em si imensos recursos internos, competências, talentos e aprendizagens que pode utilizar, não só, colocando-os em prol da sua realização pessoal e profissional, como também, colocando-os em prol dos outros.

Como? Partilhando com outras pessoas, que neste momento estão a passar por situações iguais ou semelhante às quais já passou e superou, todas as aprendizagens, conhecimentos e estratégias que adquiriu com essa situação, ajudando-as a identificar as soluções ideais para que também elas as superem. Esta é a verdadeira essência de viver o propósito de vida com compaixão.

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LILIANA PATRÍCIO
POSITIVE PSYCHOLOGY COACH, ESPECIALISTA NA RESSIGNIFICAÇÃO
DE EXPERIÊNCIAS PARA A FELICIDADE CONFIANTE
lilianapatricio@positiveamente.com
​www.positiveamente.com
www.facebook.com/lilianapatricio.positiveament

in REVISTA PROGREDIR | ABRIL 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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