Revista Progredir
  • Home
  • Publicações
  • Conteúdos
    • Entrevistas >
      • Lourdes Monteiro
      • Sónia Ribeiro
      • Liesbeth Jusia
      • Tiger Singleton
      • Vera Simões
      • João Medeiros
      • Tâmara Castelo
      • Rita Sambado e Rodrigo Maia de Loureiro
      • Sofia Vieira Martins
      • Elia Gonçalves
      • Karina Milheiros Kimming
      • Ana Tapia
      • Daniela Ricardo
      • Esther Liska
      • Anabela Francisco
      • Sandra Oliveira
      • Margarida Vieitez
      • Janine Medeira
      • Mafalda Rodrigues de Almeida
      • Manuel Pelágio
      • Cátia Antunes
      • Susana Rodrigues Torres
      • Peter Deadman
      • Fernando Mesquita
      • Maria da Luz Rodrigues Lopes
      • Ricardo Fonseca
      • Paulo Pais
      • Tânia Zambon
      • Sister Jayanti
      • Karen Berg
      • Alexandra Solnado
      • Mariana Pessanha
      • Dulce Regina
      • Ligia Neves
      • Susana Cor de Rosa
      • José Soutelinho
      • Paula Ribeiro
      • Maria Helena Martins
      • Lee Carroll
      • Festival Andanças
      • Pedro Mello
      • Ana Teresa Silva
      • Gen Kelsang Togden
      • Tony Samara
      • Marta Gautier
      • Adelino Cunha
      • Pedro Vieira
      • Joe Dispensa
      • Michal Shneor
      • Laurinda Alves
      • Eric Pearl
      • Gustavo Santos
      • Ana Rita Ramos
      • Vera Faria Leal
      • Pedro Sciaccaluga Fernandes
      • Isabel Ferreira
      • Luís Resina
      • Teresa Robles
      • Cristina Leal
      • Francisco Varatojo
      • Pedro Norton de Matos
      • Paulo Borges
      • Miguel Real
      • Andrew Cohen
      • Deborah Jazzini
      • Lauro Trevisan
      • Sofia Bauer
      • Vítor Cotovio
      • Laurinda Alves
      • Beatriz Quintella
      • Nelson Theston
      • Álvaro Sardinha
      • Satori Darshan
      • Leonel Moura
      • João Alberto Catalão
      • Paul Aurand
      • Izabel Telles
      • Anne Hoye
      • Maria José Costa Félix
    • Artigos por Pedro Sciaccaluga >
      • Tentei sair da zona de conforto! Sabes o que aconteceu?
      • Queremos alguém compatível ou alguém “forçado”?
      • Quanto mais corres menos me apanhas? A fila Anda...
      • É fácil partilhar quem somos?
      • Os homens são todos uns......!!!
      • Haja paciência para te encontrar!
      • Eu sei… mas ele vai mudar...
      • Como reagir a uma morte?
      • O Tempo e a Vida…
      • Estás Vivo ou Morto?
      • És Linda! Sabias?
      • Que tipo de pai “somos”?
      • É tolice dizer que gosto de ti?
      • Não será isto a amizade? Obrigado Amigos!
      • O que não nos mata torna-nos mais fortes? Será?
      • Já te arrependeste de alguma coisa?
      • Somos normais? Sim… E depois?
      • Falar ou não falar?… Eis a questão…
      • Como SER a pessoa certa? (Num Relacionamento Espiritual ou Maduro…)
      • A relação íntima é a resposta para todos os males?
      • A vida é bela! Mas às vezes dói como o raio!
      • Roubamos energia aos outros?
      • 5 Princípios para um relacionamento Feliz
      • Será que é Amor?
      • Apaixonaram-se e foram aprendendo a Amar…
      • Momentos de Verdade…
      • Tens medo da intimidade? Eu também!
      • Começar em Amor, Terminar em Amor…
      • Descongelar o coração e voltar a Amar…
      • Um pássaro numa gaiola???
      • Consideramos os outros objetos ou… Pessoas?
      • Namorar...
      • “Devemos” ser independentes…? Ou não...?
      • O que tiver que ser será!… Karma… escolhas e aprendizagens…
      • Outra vez...?
      • Órfãos de pais vivos...
      • Logo se vê… Deixa andar…
      • Amor e Liberdade…
      • Digamos que me sinto o homem mais Feliz do Mundo…
      • Com que olhos vês o Mundo?
      • Terminar (ou não) um relacionamento?
      • Será que és introvertido?
      • Sabes que por vezes me sinto à deriva?
      • Desistir... ou voltar a Amar?
      • Solidão… dores de transição… e Amor…
      • Porque é que não somos mais felizes…?
      • Uma combinação maravilhosa de sofrimento e bem-estar...
      • Somos escravos ou Seres Humanos?
      • Falar mal dos outros…? Eu…?
      • A Magia do Amor...
    • Glossário
    • Polaroids & Slides
    • Artigos
    • Partilhas do Leitor
    • Blog artigos revista progredir
    • Vídeos
  • Loja
  • Quer Ganhar?
  • Parceiros
  • Agenda
  • Pub
  • Sobre nós
    • Estatuto Editorial
    • Visão, Missão e Valores
    • Equipa >
      • Pedro Sciaccaluga
      • Maria Melo
      • Sílvia Aguiar
      • David Rodrigues
      • Catia Mota
      • Liliana Gomes Silva
    • Participe
    • Eventos >
      • Greenfest 2016
    • Contactos
    • Ideias e Harmonia
  • Subscrever

Proscrastinação & Fiscalidade

1/11/2018

0 Comentários

 
Imagem
A Procrastinação revela-se em todas as áreas da Sociedade através da vivência do dia dia.
Por Carlos Lourenço Fernandes


in REVISTA PROGREDIR | NOVEMBRO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​A banalidade do bem persiste ( e resiste ) envolvendo-nos. Sistemas gerais amplos e complexos, rodeiam-nos, vestem-nos de bem estar. 
 
Pela manhã, subitamente, convocamos a torneira: simplicidade banal: um banho matinal ou um lavar de face ( e dentes: gostamos de morder ao longo do dia ). O abastecimento energético garante as ondas rádio, a internet, a iluminação que nos auxilia nas escolhas. Ah, pois, a complexidade do saneamento básico na condução dos dejetos do dia anterior ( processado o labiríntico parlamento das hóstias ). 
 
Transportes, sim, pois, transportes ( milhões que se mobilizam e deslocam entre pontos ; o dual, casa-trabalho ou casa-escola ). Sistema complexo. Sempre em exigência de melhor fiabilidade, eficiência, conforto. 
 
Sim, já soube: foi operado: correu bem. Um espanto. Inenarrável. Que bela, a disponibilidade íntegra e inteira da prestação dos serviços de Saúde. Sim, sim, o filho do mecânico, do Zé, terminou mestrado. Ah, educação. Que felicidade aquela do rosto expressivo da avó..!
 
Sonho. 
 
Sim, a banalidade do bem, das democracias liberais euro-atlânticas. O bem consistente do Estado social, construção europeia, compromisso sólido entre liberais, sociais-democratas e democratas-cristão. O Estado social. A segurança no desemprego. A formação profissional. A extensão do Direito. O funcionamento de instituições democráticas. 
 
Pois: sim, pois. O Estado, comunidade politicamente organizada. Garante da banalidade do bem. Tão banal, tão vulgar. 
 
Sim: tudo suportado pelo contributo de cada um. Do que pode. Instrumento ? Os impostos, a prática da política fiscal. 
 
Adiar o justo pagamento de tributo, de imposto, para músculo e reforço da banalidade do bem ??
 
Procrastinar ? Doença do infeliz egoísta. 
 
( em empobrecimento de interatividade social ).
​
Imagem
CARLOS LOURENÇO FERNANDES
PROFESSOR, ESCRITOR, CONFERENCISTA
clfurban@gmail.com

​in REVISTA PROGREDIR | NOVEMBRO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

0 Comentários

A dissonância no mundo da gestão

1/10/2018

0 Comentários

 
Imagem
A dissonância que associamos à desarmonia pode criar, em circunstâncias apropriadas, um potencial simbiótico na regeneração de uma harmonia possível, manifesta na economia do séc. XXI. Por Emídio Ferra

in REVISTA PROGREDIR | OUTUBRO 2018

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

Do mesmo modo que se geram situações harmoniosas, quando, num conjunto de fatores, se encontram as semelhanças e complementaridades empáticas, no século XXI a esfera financeira, que comanda e traça os caminhos das sociedades modernas, tem implementado a dissonância como modelo de gestão para que possa reinar e garantir o absolutismo do seu poder.
 
Sabe-se que a realidade é baseada em movimentos circulares, ondulatórios e de retorno, e “graças” a este modelo de gestão (como forma reativa) estará prestes a ressurgir uma nova geração assente em valores de partilha, de responsabilidade e de empreendedorismo.
 
As crises que se vêm impondo, sejam as sociais, pessoais, familiares, económico-financeiras e também as da cultura do medo, baseadas em atos terroristas, têm em contraponto, desvelado quem são os atores deste filme de terror e as suas nefastas intenções.
 
Estas revelações, gradualmente (e pela negativa), estão a trazer novos níveis de consciência e de autonomia às populações e tudo indica, que nos poderemos encontrar à beira da uma primavera do florescimento humano.
 
Como o desenvolvimento saudável é baseado nos pilares da harmonia, da serenidade, da interação e dos afetos, na atualidade, precisaremos refundar a educação, revisitando os valores na pedagogia, saúde, sociedade, economia e, essencialmente, nas finanças e na gestão.  
 
Já temos variadíssimos estudos de caso, na atualidade, que aplicam modelos de gestão inovadores, que cuidam dos seus colaboradores e os apoiam na sua vida pessoal, agregam valor social, humanizam ecossistemas financeiros e geram valor acrescentado e desenvolvimento económico. Detetamos uma tendência, tímida, mas crescente, no mundo empresarial e corporativo, para incrementar sistemas cooperativos e valores associativos nos seus processos de comunicação, liderança e de gestão.

Acreditamos que esta revolução é consequência da profunda dissonância que se tem vivido nos últimos 30 anos e da insustentabilidade dos sistemas. O risco de colapso das sociedades modernas impele à renegociação das relações de poder e dos valores instituídos.
 
É aqui, nesta realidade, que renasce a primavera da humanidade, integrando, dentro do possível, a simbiose do círculo Yin-Yang, da aceitação e da tolerância, repensando posições estanques e extremistas em visões abrangentes e de aceitação preventiva.
 
Também, neste cenário, a criatividade e a clareza das emoções e dos pensamentos da humanidade renascida, permitem ver além da penumbra gerada pelo espectro do mundo financeiro e dos interesses das minorias dominantes, possibilitando reencontrar, nas coisas mais simples da vida e das relações, excelentes oportunidades de gerar valor acrescentado à economia, à sustentabilidade ambiental e social.
 
E é também neste aparente retorno às origens que se tem desenvolvido e gerado respostas às perguntas mais difíceis que a humanidade enfrenta. Uma simbiose entre culturas e gerações que encontram coerência entre uma vida desposada no campo dos anos 50 e as tecnologias de ponta que marcam o século XXI. O reencontro do agricultor, que no cimo do seu trator antigo utiliza, conjuntamente, o tablet para programar ações robotizadas de controlo na agricultura da quinta. É assim que tem acontecido!
 
E agora? Quando tudo parece precisar de ser repensado: padrões de consumo, relações íntimas, modelos familiares, processos de poder e de hierarquias, religião, política, cidadania, como gerir a cultura, história e padrões instituídos com os desafios prementes da atualidade?
 
Encontram-se respostas em pessoas. Pessoas que realizam projetos arrojados e inovadores, casos de sucesso e de fracasso, buscas incessantes e resilientes, na aceitação dos processos naturais e na natureza, na tolerância e no equilíbrio, mas essencialmente, nas respostas inequívoca às dissonâncias impostas e dominadoras vigentes.
 
É esta dissonância no mundo da gestão que está a ser o motor das melhores mudanças no mundo económico e financeiro. Está na realidade a ser o alimento para a criação de modelos inequivocamente sustentáveis e responsáveis. Na verdade, é uma das características da natureza humana e do universo. O cosmos tem a sua criação no caos onde encontra uma ordem perfeita e duradoura, mas em contração e expansão ciclicamente e permanentemente.
 
É este o movimento que premeia as finanças e que pretendemos, em ciclos de dissonância e de harmonia melódica, encontrar as melhores soluções e respostas às ansiedades temporais.    
 
Imagem
EMÍDIO FERRA
CONSULTOR EM EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO
www.empowertolive.pt

​in REVISTA PROGREDIR | OUTUBRO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

0 Comentários

O dinheiro provoca-lhe Ansiedade?

1/9/2018

2 Comentários

 
Imagem
Como em qualquer relação, a nossa relação com o dinheiro pode ser uma grande fonte de stress e ansiedade quando não é bem gerida – especialmente quando o que alimenta o nosso stress e ansiedade resulta de medos reais ou imaginários. Já alguma vez se sentiu ansioso relativamente a questões financeiras? Por David Rodrigues

in REVISTA PROGREDIR | SETEMBRO 2018

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

Hoje em dia é muito comum as pessoas sentirem-se ansiosas e stressadas com as questões financeiras. Se faz parte deste grupo, tem uma grande equipa consigo, mas se calhar nunca teve oportunidade para reflectir sobre isso ou encontrar uma forma que o ajudasse a libertar-se dessas tensões que lhe diminuem a capacidade de criar abundância ou de desfrutar da mesma.
 
Sabe tão bem como eu, que vivemos tempos de incerteza financeira: o desemprego, as crises, as contas para pagar, as despesas inesperadas, o stress no trabalho fazem com que hoje vivamos tanto pessoal como coletivamente envolvidos numa sociedade numérica e financeira que nos faz sentir: 1 – temos que perseguir todas as formas possíveis de ganhar dinheiro e 2 – o dinheiro nunca é suficiente para ficar tranquilo.
 
Mas porque vivemos assim? Será o dinheiro o mais importante da nossa vida? Será que temos uma relação sincera, real e ajustada com o dinheiro? Vamos então ver 2 dimensões da relação com o dinheiro, a relação pessoal e íntima (sim íntima) e o contexto exterior à nossa volta.
 
A nossa relação com o dinheiro começa na barriga da nossa mãe. Enquanto bebés que se desenvolvem, todos nós já temos uma consciência e capacidade de sentir e ouvir o mundo que nos rodeia, não só o intra-uterino como o exterior. As vibrações energéticas que acontecem no dia-a-dia não são isoladas pelo líquido amniótico ou pela placenta. Então isto significa que se os seus pais ou familiares mais directos falavam ou sentiam stress financeiro, fosse pelas despesas extra de uma criança que vai nascer, porque eram mal remunerados, porque se queixavam do estado do país ou do governo, eles emitiram durante o seu período de gestação energias, pensamentos e emoções negativas relativamente ao dinheiro. Bom, este é o início, mas não tem que o definir na sua relação com o dinheiro, mas pergunte-se o que é que ouvia em casa relativamente ao dinheiro? Como é que foram as experiências dos seus pais na relação com o dinheiro? Tinham uma relação tranquila, harmoniosa, fluída com o dinheiro? Ou às vezes queixavam-se, talvez tenham discutido por questões financeiras? Que crenças lhe transmitiram? Viviam stressados com o dinheiro? Bom então aqui tem mais alguns anos de um sentir específico que foi absorvido pela sua personalidade e pelo seu eu. E à medida que foi crescendo, tornando-se jovem e adulto, qual a realidade que observou das pessoas que o rodeavam? Amigos, familiares? Dão-se bem com o dinheiro? Ora, tudo isto contribuiu decisivamente para a sua relação com o dinheiro e a abundância, pode não o ter definido totalmente, pois tem liberdade interior, mas condicionou as suas crenças e a relação que desenvolveu com o dinheiro.
 
Chegamos então ao dia de hoje! Como é a sua relação com o dinheiro? Quando pensa em dinheiro qual é o sentimento que lhe desperta?

Alguma vez se sentiu preocupado? Alguma vez se sentiu a gastar mais do que devia? Gosta de comprar e acumular coisas? E de acumular sempre mais e mais dinheiro (mesmo que não seja muito) porque um dia pode ser preciso? É possessivo relativamente ao dinheiro, controlando tudo e todos? Já mentiu sobre onde gastou dinheiro ou sobre quanto ganha?
 
Se respondeu que sim a alguma destas questões, provavelmente tem uma relação de desequilíbrio com o dinheiro, que lhe gera ansiedade ou stress. O que afeta a sua qualidade de vida e auto-estima. Provavelmente é o dinheiro que o controla e não é você que controla a sua relação com o dinheiro. Esta é de facto uma das relações mais íntimas que terá na sua vida, quer seja demasiado desprendido ou agarrado ao dinheiro (ainda que inconscientemente) precisa de fazer AGORA um exercício de honestidade consigo próprio, respondendo a esta pergunta: Como é que é hoje a minha relação com o dinheiro e a abundância?
 
Além das nossas próprias crenças, emoções, pensamentos e atitudes desenvolvidas ao longo de várias décadas que construíram a nossa personalidade financeira e que na maioria das vezes não corresponde à nossa verdadeira essência, há um ambiente externo que interage connosco e que pode desencadear ansiedade financeira. São exemplos disso eventos com impacto negativo como uma crise económica, flutuações na bolsa ou nas taxas de juro, a perda de emprego, um divórcio ou gastos extra com a saúde. No entanto, esta ansiedade financeira pode ser desencadeada por eventos com impacto positivo na nossa vida, como o nascimento de um filho, um casamento ou um mestrado na universidade. Mesmo quando as nossas vidas estão estáveis, muitos de nós sofremos de uma ansiedade subjacente a mantermo-nos dentro do orçamento ou poupar para a reforma.
 
Tal como a própria economia, a nossa ansiedade também vai oscilando, ao longo do tempo, mas não temos que estar à mercê dela.
 
O que pode fazer para criar uma relação de maior equilíbrio com o dinheiro e a abundância e dizer adeus ao stress financeiro:
 
  1. Conecte-se consigo próprio. Abra mão de uns minutos, horas ou dias para fazer o encontro com a sua essência, despida dos medos da sua personalidade, das crenças limitativas que acumulou, das emoções reprimidas ou dominadoras que inflamam a sua relação financeira, para ver claramente e de forma segura qual é a sua essência e como é que se relaciona com a abundância. Isto dar-lhe-á a consciência necessária para sentir, ver e compreender a sua realidade financeira. Ter a consciência por si só, pode não resolver todos os problemas, mas é um passo fundamental. Seja numa meditação sozinha, em grupo, numa sessão de coaching, numa terapia energética, num retiro, num passeio pela natureza, na leitura de um livro, procure o seu momento e ganhe tempo, saúde e dinheiro.
  2. Defina o seu caminho. Com as aprendizagens da sua conexão e da tomada de consciência, defina quais são os seus objetivos e meios de trabalho interior para alcançar a liberdade financeira (interior). Não obstante o que definir em seguida ficam algumas pistas ou orientações que podem ajudar de uma forma geral.
  3. Conheça os seus números. Quanto ganha, quando gasta. Faça um orçamento e viva dentro dele. Nem imagina a quantidade de pessoas que nunca fez um orçamento ou não usa. Isto dar-lhe-á maior segurança e conforto. Acalma a mente e coloca-a em controlo. Não abuse, desse controlo, senão tornar-se-á fanática do controlo e é novamente o dinheiro que lhe leva a melhor.
  4. Pague-se 1º todos os meses de forma automática! Pagar-se é dizer que se importa consigo hoje e amanhã. Auto-valorização, respeito próprio, merecimento, planeamento. Defina um valor de poupança mensal (podem ser 5€ ou 1% do que ganha ou 20% depende do que for possível, pode depois no futuro aumentar). Faça-o de forma automática para não se ter que preocupar com isso e também para poupar antes de gastar. Se tiver um orçamento, uma das rubricas será a Poupança.
  5. Seja Grato. A gratidão é algo que pode ou não ter aprendido quando era mais novo, mas é muito importante para evitar o stress e a ansiedade relativa ao dinheiro. Quando somos gratos pelo que temos, é menos provável que desejemos mais. Ao remover o desejo por mais recursos, é menos provável que gastemos com compras por impulso, o que por sua vez, pode-nos ajudar a evitar o desperdício do dinheiro nas nossas contas bancárias e gastos excessivos com cartões de crédito. Ser grato pelo que você já tem leva à alegria. A gratidão tem uma força imensa, pois além de evitar esses gastos desnecessários, traz-nos uma sensação de abundância que se acaba por manifestar na nossa vida. As pessoas que não praticam a gratidão vêem o dinheiro como o objetivo, o que se torna num ciclo interminável de querer mais e nunca se sentir o "mais" como suficiente. O dinheiro não é o objectivo, é apenas um dos meios.
Imagem
DAVID RODRIGUES
CONSULTOR MONEY LIFE
www.moneylife.com.pt
info@moneylife.com.pt

in REVISTA PROGREDIR | SETEMBRO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

2 Comentários

A Economia do V Império

1/8/2018

1 Comentário

 
Imagem
A Economia partilhada exprime um sonho de um império espiritual português por cumprir; uma saudade de um sonho que renasce, cada vez mais, em várias formas de comunidades
no século XXI. Por Cristina Leonor Pereira


in REVISTA PROGREDIR | AGOSTO 2018

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

A história da saudade de um Império por cumprir           Sobrevive na mítica história portuguesa (e entenda-se por mítica aquilo que só parece impossível por ainda não ter sido concretizado) o legado filosófico de um dado império por cumprir, seria o quinto (V), após a derrocada dos impérios antigos.
 
Mantém-se, em muitas almas lusófonas, a convicção pelo desígnio teleológico de realizar, na Terra, um reino universalista, aberto aos povos e nações, livre de qualquer segregação, exemplo de humanidade, assente numa política democrática e numa economia cooperativa de partilha fraterna e universal. Anunciado em vários textos exegéticos e filosóficos portugueses, O V Império do Espírito Santo marcou as motivações mais íntimas dos nossos monarcas, que o procuraram implementar ao longo de gerações de história.
 
O sonho português  providenciou Afonso Henriques à conquista de novas terras, as políticas implementadas, no simbólico reinado de D. Dinis e D. isabel, vivificaram o propósito de pátria universalista, e os descobrimentos refundaram a esperança de construção de um reino de paz além-mar. Contemporaneamente, esquecidos do propósito, sustentamos, desapercebidamente, os mesmos ritos de reverência ao sonho universalista:  festeja-se, Portugal afora e no Brasil, ainda hoje, a saudade conjunta do império prometido.
 
As festas do Espírito Santo estão vivas e cumprem, ao nível do inconsciente, a mesma vivência física e espiritual de comunhão, almejada no passado.  Todos experienciam a beleza e a partilha simbólica do antigo bodo (a abundância de flores nas festas de Tomar, a coroação de uma criança em Alenquer).  A sua simbologia leva-nos à pureza de um Império que não impõe poder, mas que se distingue por ser sábio e inocente; um império do Espírito onde os homens são libertados das amarras das suas culpas para se poderem redimir, onde a fome é saciada pelos princípios da economia partilhada e solidária, onde o poder é democrático e próximo do povo. Uma oikos-nomia que cuida verdadeiramente da sua “casa” e das pessoas, pondo ênfase nas inter-relações e na humanidade.
 
Esta é, reiteradamente, a demanda diária de todos nós: cumprir-nos a nós mesmos, vigiando as nossas e-moções diárias, propiciando cumprir também, a cada dia, Portugal e o mundo.
 
Como dar o passo para a nova Oikós-nomia?
Como começar esta demanda que providencialmente nos chama? Uma cooperativa, uma associação ou qualquer grupo, que emerja com um intuito económico-social transformador, resulta, necessariamente, de um trabalho de autoconhecimento.
 
O novo despertar exige, e citando o mestre Agostinho da Silva, uma nova atitude interior: disponibilizemo-nos para polir com mestria e beleza cada uma das nossas ações, nomeadamente, no trabalho (1), enriqueçamos cada gesto ou palavra com o esclarecimento de uma mente meditativa (2), sirvamos o mundo em vez de o governar. Destes três pilares, aliados à postura de confiança e de exploração, própria da inocência da criança coroada, desflorará evolutivamente uma nova perceção de vida e até uma nova genética. O Império da pureza e do amor, motivação de tantas conquistas portuguesas, outrora esmagado pela ambição, é restaurado a cada gesto diário, a cada escolha sublimada por «ser» (vs. “ter”); regenerado ante a vontade de aprendermos a cuidar daquilo que não é nosso. E que, sim, é de todos!
 
O amadurecimento de princípios de regulação interna como solidariedade, interajuda e cooperação esterilizará, por completo, o modelo das instituições políticas, que normatizam cegamente e à distância.
 
Ações de economia partilhadaA economia partilhada, contemporaneamente reconhecida pelo conceito académico de Economia Solidária, irrompe, necessariamente, de situações de limite extremo, como pobreza, desigualdade e revolta social. É esta forma de economia informal, fortemente, implementada na América latina e Macaronésia, que continua hoje a solucionar situações de indigência em ambientes gravemente desamparados e entregues a si próprios.
 
 Os Açores, Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe contam-nos, em português, histórias de sobrevivência, de empreendedorismo e superação conquistadas com a intervenção da economia de partilha. Uma economia que serve o bem-estar humano na sua relação com os sistemas de que interdepende, esforçando-se por esbater as desigualdades ou a falta de liberdade promovidas pelo capitalismo e pela ignorância humana.
 
A economia de partilha é a economia das inter-relações, construindo redes sistémicas muito alargadas e de apoio mútuo:
  1. Promove a coesão social.
  2. Protege o meio-ambiente.
  3. Incentiva o desenvolvimento local.
  4. Investiga e analisa os resultados da sua intervenção.
  5. Cria polos de economia sustentável que façam frente às necessidades das populações locais e do seu território.
  6. Fomenta a Inclusão social.
  7. Estimula a cultura.
  8. Desenvolve sistemas de financiamento ético.

O mundo enriquece a cada experiência única de economia partilhada.  No seu encalço, designamos a empresa CORES (Açores), uma das mais antigas em Portugal e as Associações Fazedores de Mudança (Vila do Rei), Ser Vivo (Palmela), FESCOOP (Aveiro), Wakeseed (Lisboa), Empower to Live (Lisboa) que, entre muitas e muitas outras, se distinguem pela visão e consciência transformadora dos seus fundadores.

O Império do Espírito Santo brotará do nosso interior, saltando do sonho utópico e imaginário para a realidade material, fazendo o impossível tornar-se vivo em nós e, por consequência, no mundo e num número cada vez maior de vidas oikonomicamente partilhadas.
 
Imagem
CRISTINA LEONOR PEREIRA
PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA SOCIAL E SOLIDÁRIA | LICENCIADA EM ESTUDOS CLÁSSICOS E EM FILOSOFIA
librilegendipt.wordpress.com
www.horizontesdeaprendizagem.pt

​in REVISTA PROGREDIR | AGOSTO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

1 Comentário

Como as finanças ativam a nossa raiva

1/7/2018

0 Comentários

 
Imagem
O dinheiro é um atributo que permite a troca e a concretização de objetivos e ambições, envolvendo-se diretamente com as frustrações e as interferências indesejáveis, ativando o pior do que há em nós. Por Emídio Ferra

in REVISTA PROGREDIR | JULHO 2018

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

Basta termos a carteira escassa do valor monetário corrente e o mês ainda a meio e sucedem-se os fenómenos mais disseminado nas sociedades modernas: Frustração, impotência e raiva.
 
 As consequências destes sentimentos negativos, traduzem-se em desequilíbrios e doenças que levam famílias, grupos e populações inteiras ao ciclo da doença, derrota e da vitimização.
 
Que fenómeno é este afinal? O que define a quantidade de recursos financeiros a que temos acesso? Qual é o verdadeiro valor da nossa ação, trabalho e existência? Quem comanda esta grande máquina, que parece estar em piloto automático?
 
Estas questões, para a grande maioria, sem quaisquer respostas, mantêm as pessoas num limbo vivencial que não permite a vivificação dos mais basilares valores da vida, e que estas estejam naturalmente presentes no seu quotidiano. Referimo-nos à inspiração, criatividade, motivação, alegria e amor incondicional.
 
Como seres humanos, integrados no ciclo da natureza, onde tudo se transforma, recria e recicla, as finanças terão de se reger por essas mesmas regras, num futuro muito próximo.
 
As mudanças que temos assistido, na sequência das oportunidades geradas nas crises profundas da atualidade, têm demonstrado e viabilizado novos caminhos e maneiras de relações ecossistémicas mais próximos, tanto na economia real como na vida social, propriamente dita.
 
Novas comunidades que se insurgem um pouco por toda a parte, demonstrando ser possível criar novos formas de comunidades vivenciais e de modelos sociais mais humanizados, afloram a esperança de um futuro melhor, nos mais atentos e despertos.
 
Nestes caminhos, as finanças, ainda no ciclo da velha era, teimam em demonstrar a sua aparente firmeza, austeridade e arrogância, como qualquer ditador o faria em tempos de derrota.
 
Urge mudar o paradigma das nossas relações com o dinheiro e todo o mundo financeiro. Do mesmo modo que se trataria uma criança enfurecida e dominada pela raiva circunstancial, teremos de abordar estas temáticas sensíveis da sociedade e de nossas casas.
 
É muito importante cada um de nós dedicar a atenção e foco às finanças, olhando para esta área da nossa vida de forma afetuosa, compreensiva e eficaz, sabendo que desse modo é possível mudarmos o que em nós não queremos ter e ser, recriando uma nova vida baseada na saúde, partilha e dádiva.
 
Em breve, a nossa esperança é abordar este mesmo tema, mas afirmando: Como as finanças ativam o que de melhor há em cada um de nós.
 
Que a raiva, que afinal é um sentimento humano, não se alimente mais do bem-estar e equilíbrio que a redistribuição ineficaz da economia tem produzido.
        
Imagem
EMÍDIO FERRA
CONSULTOR EM EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO
www.empowertolive.pt
​
in REVISTA PROGREDIR | JULHO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

0 Comentários

Alta Coerência: Do Material Ao Universal

1/6/2018

0 Comentários

 
Imagem
Ao contrário do que possa parecer, a perspetiva prática das finanças não é a que melhor aumenta a abundância genuína nas nossas vidas: para isso, há que ampliar a perspetiva e subir uns degraus. Por Júlio Barroco

in REVISTA PROGREDIR | JUNHO 2018

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​O que será ter coerência nas finanças?
 
Para a maioria de nós, a tendência ainda é a de associarmos o conceito “coerência” a uma repetição de comportamentos. Nesta visão, a coerência expressa-se num hábito, e que em termos de finanças se mostra na análise monetária às decisões para ganhar, gastar ou manter dinheiro e outros ativos, e nos meios e práticas concretas que o permitem. É uma visão focada no que é objetivo e visível (quantias), do que consegue perceber a partir de uma perspetiva exterior.
 
Em termos práticos essa visão faz todo o sentido, em especial numa sociedade de enfoque material como a nossa. Acontece que, por si só, é incompleta. Ao não tocar nas raízes da realidade e nas dimensões daquilo que verdadeiramente nos importa, também não serve a dimensão prática tanto quanto pode servir. Para isso, precisamos alterar o ângulo de visão e subir uns degraus.
 
Na edição de 2015 do Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora (as fontes online não me pareceram as melhores), vemos a coerência ser definida como "estado ou qualidade de ser coerente", "nexo entre dois factos ou duas ideias". Do conceito relacionado de coesão destacam-se definições como "solidariedade entre elementos de um todo" e "união". Combinando-as: podemos ver a coerência como uma propriedade de relação entre elementos num determinado contexto, para um determinado propósito.
 
E é ao serviço disso mesmo, de um contexto e para um propósito, que as finanças se tornam verdadeiramente coerentes.
 
Se partimos desta base, então teremos nas mãos a chave de resolução da questão inicial, e de outras que a completam, como por exemplo:
 
Que formas de usar o dinheiro acho mais necessárias nas minhas circunstâncias e, ao mesmo tempo, fazem mais sentido para mim?
Que tipo de pessoa quero ser? Que tipo de atitudes, pensamentos, sentimentos e comportamentos devo ter? Que soluções e caminhos devo explorar (ou persistir) para lá chegar?
O que quero fazer com a minha vida? Que papel quero desempenhar no mundo? Qual é o meu propósito?
O que é que a Vida-Deus-Universo espera(m) de mim?
 
O segredo, com estas e com quaisquer outras perguntas que lhe permitam ampliar a coerência na vertente material da sua vida, está em deixar que as centelhas de inspiração (e, também, de agitação ou resistência) se traduzam em novos passos. Uma estratégia para o conseguir é a de afixar estas ou outras questões em lugar visível e que seja revisitado no dia-a-dia, e deixar que em cada volta nos levem um pouco mais além, libertando a sua magia na nossa mente e na nossa vida.
 
Acima de qualquer outra coisa: acredito que o incentivo mais poderoso e mais eficaz a mobilizar o nosso melhor é reforçarmos a consciência da ligação que temos à dimensão espiritual, seja qual for a área. Além das práticas milenares da meditação, da oração e da contemplação, um dos ângulos de coerência que mais me inspira é o do estudo de perspetivas de serviço à Vontade Divina. Uma das mais recentes que li e que gostava de partilhar consigo agora é esta, do visionário, designer, arquiteto, inventor e escritor Buckminster Fuller (genial na coerência entre um princípio e a sua expressão em múltiplas áreas da nossa sociedade):
 
"A precessão é o efeito de corpos em movimento sobre outros corpos em movimento. [...] Em 1927 raciocinei que se as experiências dos humanos lhes dessem revelações sobre quais possam ser os principais objetivos da natureza, e se os humanos se comprometessem, às suas vidas, e até os seus dependentes e todos os seus ativos rumo à direta, eficiente e expedita realização de algum dos objetivos evolucionários compreensivos [totais] da natureza, a natureza poderia realisticamente apoiar um tal compromisso precessional principal e todas as ramificações das necessidades de desenvolvimento do indivíduo. [...] Avancei para raciocinar que uma vez que a máquina económica e a logística consistem de corpos em movimento, uma vez que a precessão governa os intercomportamentos de todos os corpos em movimento, e uma vez que os corpos humanos estão habitualmente em movimento, a precessão tem de reger todos os comportamentos socioeconómicos. [...]
 
As hipóteses precessionais de 1927 foram cada vez mais convincentemente substanciadas pelas experiências - apenas o "impossível" continuou a acontecer. [...] Tendo-me comprometido à existência precessional, agora foco todo o meu esforço para o resto da minha vida na aplicação da mais alta ciência e tecnologia diretamente na realização da vivificação humana." (em "Self-Disciplines of Buckminster Fuller", do livro "Critical Path" (1981) - tradução livre, páginas 142 a 149)
 
Embora seja um relato um pouco mais complexo do que aquilo a que podemos estar habituados, na verdade é apenas um de muitos a respeito de como o Universo milagrosamente apoia os esforços que fazemos sintonizados com a natureza. Neste caso, quem o fez atravessou vários dos períodos mais difíceis do século passado, como a Grande Depressão de 1929 ou a Segunda Guerra Mundial e obteve um reconhecimento incrível pelos seus esforços (e fê-lo sem várias outras formas de apoio que muitos temos hoje em dia, como um curso superior ou financiamentos prévios regulares de instituições públicas ou privadas).
 
Aceita um pequeno desafio a fechar? Pegue nesse caderno (ou abra a sua aplicação digital que prefere) e responda:
 
Qual a melhor coerência a que pode submeter as suas finanças, agora?

Imagem
JÚLIO BARROCO
PURPOSE-DRIVEN HUMAN DEVELOPER
www.facebook.com/juliobarroco
www.linkedin.com/in/juliobarroco
julio@juliobarroco.com
“Sonhar Sem Agir É Como Amar Sem Cuidar

​in REVISTA PROGREDIR | JUNHO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

0 Comentários

Atenção Plena nas nossas Finanças

1/5/2018

0 Comentários

 
Imagem
Viver em Atenção Plena em todas as áreas da sua vida permite-lhe usufruir de um estado de equanimidade, contribuindo para uma vida mais saudável também na sua vida financeira.
Por Pedro Midões


in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​O tema deste mês da revista Progredir - atenção plena – está normalmente associado a áreas de psicologia, espiritualidade, saúde e bem-estar. Contudo, este deverá ser um tema extensível a outras áreas como a das Finanças Pessoais - um tema bastante difícil para a maioria das pessoas. Esta dificuldade está muitas vezes associada, não ao conhecimento técnico sobre a disciplina, mas sim com as nossas emoções e a nossa capacidade de controlar os nossos impulsos.

É do senso comum que para ter saldo positivo, o dinheiro que gastamos no mês não pode ser superior ao que ganhamos. Contudo, nem sempre isso se verifica, pois para além da dificuldade de travarmos os impulsos criados pelas nossas emoções e compensá-las de alguma maneira, há uma dificuldade associada na grande maioria das pessoas de perceber qual o benefício futuro de conseguir poupar. Até porque nos dias de hoje e mais concretamente pelos EUA e Europa fora, estamos perante uma sociedade de consumo.

Do mundo informático, passando ao do vestuário, das relojoarias, etc., todos queremos ter o último modelo, o mais atual e que mais funcionalidades tem, e isso é substituir o imediato pelo benefício que no futuro não sabemos qual é. Ter essa perceção é fundamental para inverter ou desenvolver formas diferentes de gerir o nosso dinheiro e principalmente as nossas emoções.

Assim, falar em atenção plena nas nossas finanças não é mais do que falar em perceber qual o nosso padrão de consumo, ou por outras palavras, é estar consciente de todo o conjunto de receitas e despesas que ocorrem em determinado período, de forma a que o saldo da nossa balança esteja em equilíbrio.

Normalmente e como referido, a nossa maior atenção a este tema surge apenas em situações de maior aperto / crise financeira que somos despertados pelas notícias sobre o nosso País ou; porque percebemos que entrámos no sinal vermelho da nossa conta bancária e temos de começar a pegar “num papel e caneta” para descrevermos todos os itens ou rubricas onde gastámos todo o nosso dinheiro.

Nos dias de hoje já pouco se usa o “papel e caneta”, ou até mesmo as ferramentas em Excel. Hoje há um conjunto de aplicações “user frindly” disponíveis para qualquer pessoa utilizar nos seus computadores ou portáteis, telemóveis touch screen e/ou tablets. Estas aplicações trazem um conjunto de funcionalidades que nos permitem fazer a soma de todos os nossos rendimentos e todas as nossas despesas (sejam despesas de casa ou mesmo inerentes a ela, bem como os jantares com amigos, viagens, cosmética e spas, cinema e museus, roupas e presentes, despesas com viaturas e bancos). Algumas das aplicações, a título de exemplo: “moneyboard, pocketguard, toshl finance, home budget”, além de nos mostrarem o saldo da balança, ainda apresentam resumos e gráficos sobre os ganhos e despesas. As aplicações atrás referidas permitem, nos dias de hoje, sermos gestores das nossas finanças de uma forma mais rápida e simples.

Quando falamos em atenção plena sobre as nossas finanças, e apesar de ser de extrema facilidade e rápido, exige um trabalho adicional e exige principalmente disciplina da nossa parte, caso contrário estará a enviesar a própria análise e gestão das fontes de receita e despesa. Contudo, disponibilizarmos 5 minutos do nosso tempo, trazer-nos-á outros benefícios associados. Como já referido, o facto de saber onde se concentram a maioria (e especialmente em pormenor) das nossas despesas, é ter a capacidade para de uma forma rápida e acertada, não só inverter o padrão de consumo que temos vindo a utilizar, bem como permitir-nos um autocontrolo sobre o que parecia “desconhecido” até então.

Ao permitir-nos e disponibilizar-nos para conhecer e inverter / reorganizar o nosso padrão de consumo e controlo sobre as nossas emoções, permite-nos criar um superavit ou saldo positivo nas nossas contas e consequentemente obter uma maior estabilidade emocional. E como não podemos dissociar uma da outra… fica o conselho.
 
Imagem
PEDRO MIDÕES
DIRETOR FINANCEIRO E CONTABILISTA CERTIFICADO
pedro.c.s.midoes@gmail.com

issuu.com/progredir/docs/revista_progredir_076/28in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

0 Comentários

Vamos falir a Resistência

1/4/2018

0 Comentários

 
Imagem
Dinheiro. Podemos considerá-lo uma tentação, uma perdição, algo valioso para a nossa vida, ou apenas um objeto/um meio que nos permite levar a um fim?
Por Paulo Marques


in REVISTA PROGREDIR | ABRIL 2018

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​O dinheiro tal como o conhecemos surgiu no século VII a.c, com as primeiras moedas feitas de forma manual na região da Turquia. Contudo, já bem antes dessa altura, os Homens sentiram necessidade de efetuar trocas de bens, pois havia alguém que tinha em sua posse algo que outro desejava adquirir e vice-versa. Deixamos a troca simples de produtos, para passarmos a trocar dinheiro por produtos.

Como pudeste ler, servia para TROCA! O dinheiro não foi criado para ser uma forma de vida, uma dependência, um drama, uma forma de poder, etc.. As moedas serviam apenas como troca, em que, de forma livre, se davam para receber bens de consumo e afins. Ao longo do tempo, o humano foi dando mais valor ao dinheiro do que na realidade ele tem. As pedras podiam ser uma “moeda de troca”, para quê dar tanto valor a metal ou papel? Se as pedras tivessem valor comercial como tem as notas do euro, iriamos querer ter serras e pedreiras, ao invés de contas milionárias num qualquer banco. Não?

Para que serve trabalhar? Não, não serve para receber dinheiro em troca, essa é apenas uma consequência dos contratos assinados. Primeiro, trabalhar deveria ser uma forma de realização pessoal, de bem-estar, pois era suposto que o trabalho fosse uma tarefa de que gostamos e nos faz sorrir. Eu sei, a maioria de nós não faz o que gosta, até entendo.

Apesar de que, por norma há medo de mudar, de arriscar, de lutar pelos sonhos loucos que nos fazem sentir vivos. E assim, preferimos sobreviver dia a dia, desmotivados, tristes, por vezes chateados. Para quê? Para ter dinheiro, para tentar ter cada vez mais, ou pelo menos, o suficiente para sobreviver. Bem, já paraste para pensar nisso, trabalhas para ter o suficiente para viver /sobreviver. Em vez de trabalhares para te sentires bem e realizado(a), recebendo um vencimento que podes usar para viver, te divertires, te cuidares, te mimares, para amar, para te apaixonares, para conhecer, passear, no fundo, aprender, para crescer mais como ser humano… não, é quase o oposto! Vale a pena?

Temos medo, fazemos de tudo para fugir desse medo, mas na prática, estamos totalmente presos a ele. E assim, resistes, aguentas com todas as tuas forças, sendo que a cada dia o desgaste é maior. A resistência vai se esgotando, a vida vai passando e aos poucos, dás conta de que como pouca coisa valeu a pena, em como podias ter vivido mais, aproveitado mais, sentido mais a ti e aos outros.

Acredita, não precisas ser rico(a) para viver pequenas coisas, momentos inigualáveis a sós ou com as pessoas de quem gostas. Basta para isso deixar o medo de lado, ou melhor, assumi-lo e decidir enfrentá-lo! Deixar todas as resistências de tantos e tantos padrões emocionais e mentais que foram criados pela sociedade e por nós para ser livre, seres tu. Permitir ao teu olhar brilhar, à tua alma sentir, a quem és viver… será que não mereces isso? Nascemos para sermos livres e felizes, resiste à tendência depressiva da prisão pelo medo mas não resistas à paz interior, à entrega, à vida, ao amor!
​
Imagem
PAULO MARQUES
MILITAR, AUTOR E FACILITADOR
www.facebook.com/amoteemmim
www.facebook.com/autor.paulomarques

in REVISTA PROGREDIR | ABRIL 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

0 Comentários

A impermanência e as transições económicas

1/3/2018

0 Comentários

 
Imagem
A economia é um complexo sistema que nos enquadra no nosso dia a dia como uma engrenagem. A impermanência é o maior fator de sucesso para desenvolvermos transições saudáveis na nossa vida. ​Por Pedro Melo

in REVISTA PROGREDIR | MARÇO 2018

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​Viver transições é quase sinónimo de respirar. Quando respiramos, é o oxigénio que nos alimenta e quando passamos por processos de transição é a impermanência que nos alimenta.

O ciclo de vida é impermanência. Nunca somos iguais a cada segundo da nossa vida, ora por razões naturais (da própria vida), porque crescemos, socializamos com pessoas diferentes, partilhamos afetos de forma diferente, ora por razões acidentais (que não teriam necessariamente de acontecer e por isso imprevisíveis), porque mudamos de ambiente, perdemos ou ganhamos empregos, mudamos a disponibilidade dos nossos recursos, fazemos lutos inesperados, temos ganhos inesperados. A todos estes fenómenos podemos dar o nome de transições.

Quando falamos de transições, uma teoria muito interessante que nos ajuda a compreender este(s) processo(s) é a Teoria das Transições (Chick e Meleis, 1986). A partir desta teoria entendemos que, quando falamos de impermanência no contexto económico e em específico no financeiro, estamos a falar de transições situacionais, processos que, de forma inesperada, vão surgindo e obrigando a que cada pessoa se adapte e se transforme em resposta às mudanças e às diferenças que possam ocorrer. Diria mesmo, que inevitavelmente ocorrem.

A impermanência exige, então, uma constante vigília da alma, para entender que estamos em impermanência e, portanto, que temos necessidade de desenvolver uma importante propriedade para passarmos saudavelmente por uma transição: a consciencialização. Esta propriedade tão importante para o desenvolvimento de uma transição exige um grande desenvolvimento do sentido de ser e estar na impermanência: exige conhecimento, exige aceitação, exige atitude.

A transição económica, que é mais do que uma adaptação a uma impermanência financeira, exige a passagem por diferentes pontes, até chegar à meta da sua concretização:

A Consciencialização e o envolvimento no contexto da Família
É na interação com as pessoas que vivem connosco o quotidiano que as questões da impermanência nas finanças são primordialmente construídas para possibilitar a consciencialização de impermanência. Analisar, por exemplo, a impermanência financeira, exige uma análise conjunta do agora, do como estamos na nossa casa, para entender que recursos não temos mais e que mudanças devemos procurar para responder à diferença, para que o rendimento familiar não seja insuficiente (Figueiredo, 2012). Depois do conhecimento conjunto deste caminho de impermanência, vem a atitude: o incentivo mútuo de que vamos ser capazes de superar a impermanência, juntos e identificando os recursos que já temos e os que precisamos procurar.

A Ação Social, no contexto comunitário
Porque além das 4 paredes que nos unem como família há toda uma comunidade plena de impermanências, é certo, mas plena igualmente de recursos. A impermanência financeira, neste contexto, está claramente ligada a outras impermanências económicas: a impermanência no exercício da cidadania para a procura e o desenvolvimento de recursos na nossa comunidade, a liderança na melhoria das condições económicas de todos os membros da comunidade e por vezes crenças dificultadoras das próprias transições (quer individuais, quer familiares, quer comunitárias), por exemplo: a crença de que “como somos um bairro social é normal não termos emprego nem outros recursos”. Neste contexto, a permanência da impermanência pode ser destruidora, se não houver um diálogo coletivo de construção de uma comunidade mais participativa, mais inovadora e com maior sentido de suporte mútuo, com uma conduta altruísta de apoio a todos os que procuram sucesso nas inevitáveis transições da impermanência. É preciso promover uma Gestão Comunitária eficaz, na construção de melhor liderança, de melhor comunicação comunitária e de maior participação de todos (Melo, 2012).

A Ação Política
Esta ação é resultado do conjunto das ações que indiquei anteriormente. Chegamos a esta etapa de transição face à impermanência económica, quando as famílias se auto-organizarem para melhorar os seus recursos e quando as comunidades estiverem empoderadas para melhorar as suas respostas às problemáticas sociais que decorrem das transições. Conseguimos esta ação com um exercício forte de cidadania que exija a qualificação das pessoas (só com conhecimento se tem consciencialização e adequado envolvimento nas respostas às impermanências), a gestão inteligente dos recursos das comunidades (que promovam a equidade no acesso ao emprego, à educação) e, portanto, um contexto comunitário facilitador das transições económicas, que incluem os desafios financeiros, os desafios sociais e os desafios pessoais.

Entre a transição individual, familiar e coletiva está uma certeza: a solução da impermanência gera impermanência e é esse o sentido de existirmos: os desafios de responder ao desconhecido com os recursos do conhecido.

Referências:
Chick, N & Meleis, A (1986). Transitions: a Nursing Concern. Nursing Research Methodology. University of Pensylvania.1986: 237-257
Figueiredo, MH (2012). Modelo Dinâmico de Avaliação e Intervenção Familiar- uma ação colaborativa em enfermagem de família. Lusoditata: Loures.
Melo, P. (2017). Modelo de Avaliação, intervenção e Empoderamento Comunitário- Manual do utilizador. Edição de autor: Porto. ISBN: 978-989-97154-1-7
​
Imagem
PEDRO MELO
PROFESSOR NA UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA (ICS – PORTO); ESCRITOR
www.facebook.com/escritorpedromello

in REVISTA PROGREDIR | MARÇO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

0 Comentários

O Financiamento Social e a Responsabilidade Económica

1/2/2018

0 Comentários

 
Imagem
Numa década em que o mundo financeiro foi o grande responsável pelo colapso social, económico e de valores, julga-se ter encontrado alternativas, mas não identificado os responsáveis.
Por Emídio Ferra


in REVISTA PROGREDIR | FEVEREIRO 2018

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

A nova era social, que que se instala timidamente em nossas casas, empregos e ecrãs digitais, advém de uma década já superada (assim se espera) de profunda crise financeira, económica, social e de valores.
 
Esta recente realidade, como bandeira dianteira, tem uma grande promessa: o financiamento social e a responsabilidade económica.
 
É conveniente, antes de sugerirmos definições ou um enquadramento para estes conceitos, procurar entender as causas e as consequências que trouxeram à luz esta realidade.
 
Nos últimos dez anos, as sociedades globais atravessaram as profundezas dos calabouços. Nesse negro percurso, as estruturas sociais que se tinham, até então, sustentado em sistemas virtuais e bolhas especulativas, permitiram-nos questionar: O que está errado? Quem são os culpados? O que é verdadeiramente real? Como mudar?
Passo a passo, refloresceu, coletivamente, a busca pelo retorno à vida baseada na proximidade, no sustento da terra e dos seus recursos naturais, no afeto, no respeito pelos ciclos naturais e pela humanização dos ecossistemas.
 
Em primeira instância, o que se julgava ser o culpado desses negros tempos, o Dinheiro e as Finanças, foi excluído, de facto, pelos inspirados mentores destes movimentos de transição. A finalidade era a prática, em si, de exemplos vivos de novos modos de vida: a fundação de comunidades baseadas na partilha, ecologia, permacultura, economia da dádiva e na troca, educação livre, sustentabilidade ambiental e social.
 
Não foi necessário muito tempo para se entender que não se podia simplesmente voltar as costas a uma construção social globalizada que em menos de um século de percurso atingira um crescimento impensável ao longo de toda a sua história. E a recusa em incluir o sistema financeiro, o dinheiro, na nova sociedade era ainda mais irreal e perigoso que os efeitos causados nas grandes crises económicas e financeiras.
 
Enfim, a realidade tem demonstrado que a mudança não pode acontecer sem os valores vivos e verdadeiros da inclusão, da compaixão, da humildade, do amor próprio e do respeito ao próximo, mas também não se pode menosprezar o passado.
Então, daí surge este movimento: o financiamento social e a responsabilidade económica.
 
Ainda que, no meu parecer, não se possa já considerar este processo inteligível por um conceito, pode-se, no entanto, encontrar nele os traços de um movimento transitório concertado em busca de soluções credíveis e sustentáveis, construídas no terreno, no dia a dia, e com os dissabores e alegrias, próprias de qualquer outro projeto humanizado e inclusivo.
 
O financiamento social coloca o recurso financeiro ao serviço da sociedade, da economia real e das necessidades das pessoas. A proteção das características nefastas deste recurso, a sua imaterialidade e possibilidade de crescimento infindável terá de ser controlada pela sua necessária relação direta com a economia real. E gradualmente estender os seus produtos financeiros e virtuais a projetos de elevado valor social, ambiental, educacional e económico e, em paridade, com o desenvolvimento desses projetos, criar-se igual valor financeiro.
 
O financiamento social, além do dinheiro, incluirá, nesta nova era, recursos técnicos e naturais como as habilidades, talentos, saberes e o ânimo dos empreendedores. Portanto, os agentes ativos da economia são todos os seres vivos sem quaisquer exclusões, ou seja, a humanidade, os animais, a natureza, o planeta e todos os ecossistemas existentes e as suas inter-relações.
 
É neste momento que a responsabilidade económica entra e comunga com o financiamento social.
 
O paradigma do crescimento económico-financeiro exclusivo, como solução para qualquer sociedade, nada mais é do que arremessar o bem comum, a harmonia e a saúde do ponto de vista holístico, para o abismo da competição desenfreada, da solidão e da crise, não no sentido da oportunidade, mas da desolação humana.
 
Os atores da transição substituirão o foco financeiro do crescimento pelo desenvolvimento económico num sentido mais amplo que acompanhará a realidade humana em todas as suas vertentes e necessidades.
 
Portanto, para se atingir a responsabilidade económica, antes de mais é necessário julgar e apurar os responsáveis pela insustentabilidade ecossistémica.
 
A impunidade e passividade social e política diante dos fatores destrutivos das funções basilares da vida não permitirá que o processo de transição seja concluído.
 
A consciencialização destes conceitos e práticas é fundamental para a assunção dos valores associados a esta mudança.
 
Solidariedade, partilha, inclusão, responsabilidade, alegria, comunicação franca, harmonia e florescimento social e humano serão a nova bandeira sustentada pelas finanças sociais e pela responsabilidade económica. 
​
Imagem
EMÍDIO FERRA
CONSULTOR EM EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO
www.empowertolive.pt

in REVISTA PROGREDIR | FEVEREIRO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

0 Comentários
<<Anterior

    Voltar ao Início


    Autor

    Revista Progredir, o desenvolvimento pessoal ao seu alcance

    Categorias

    Todos
    Desafios Do Feminino
    Espiritualidade
    Filosofia De Vida
    Finanças
    Life Style
    Mudança Tranquila
    Philosofias
    Relacionamentos
    Saúde
    Vida Profissional

    Arquivos

    Novembro 2018
    Outubro 2018
    Setembro 2018
    Agosto 2018
    Julho 2018
    Junho 2018
    Maio 2018
    Abril 2018
    Março 2018
    Fevereiro 2018
    Janeiro 2018
    Dezembro 2017
    Novembro 2017
    Outubro 2017
    Setembro 2017
    Agosto 2017
    Julho 2017
    Junho 2017
    Maio 2017
    Abril 2017
    Março 2017
    Fevereiro 2017
    Janeiro 2017
    Dezembro 2016
    Novembro 2016
    Outubro 2016
    Setembro 2016
    Agosto 2016
    Julho 2016
    Junho 2016
    Maio 2016
    Abril 2016
    Março 2016
    Fevereiro 2016
    Janeiro 2016
    Dezembro 2015
    Novembro 2015
    Outubro 2015
    Setembro 2015
    Agosto 2015
    Julho 2015
    Junho 2015
    Maio 2015
    Abril 2015
    Março 2015
    Fevereiro 2015
    Janeiro 2015
    Dezembro 2014
    Novembro 2014
    Outubro 2014
    Setembro 2014
    Agosto 2014
    Julho 2014
    Junho 2014
    Maio 2014
    Abril 2014
    Março 2014
    Fevereiro 2014
    Janeiro 2014
    Dezembro 2013
    Novembro 2013
    Outubro 2013
    Setembro 2013
    Agosto 2013
    Julho 2013
    Junho 2013
    Maio 2013
    Abril 2013
    Março 2013
    Fevereiro 2013
    Janeiro 2013
    Dezembro 2012
    Novembro 2012
    Outubro 2012
    Setembro 2012
    Agosto 2012
    Julho 2012
    Junho 2012
    Maio 2012
    Abril 2012
    Março 2012
    Fevereiro 2012

    Feed RSS

cONTEÚDOS

Entrevistas
Artigos por Pedro Sciaccaluga
Glossário
Polaroids & Slides
Artigos
Blog Artigos Revista Progredir
Partilhas do Leitor
Vídeos

Sobre nós

Estatuto Editorial
Visão, Missão, Valores
Equipa
Participe
Eventos
Contactos
Ideias e Harmonia


Publicações

Agenda

Quer ganhar?

parceiros

Publicidade

Loja

© Copyright 2012 - Revista Progredir | Rua Lino de Assunção nº 24, Paço de Arcos 2770 - 109 (Oeiras) | 21 443 83 05 | geral@revistaprogredir.com