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Chegar, ver e vencer

1/1/2018

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Quanto mais sei sobre dinheiro e abundância, mais claro e evidente se torna que temos o comando na mão. O problema, é que o comando não é aquilo que pensamos ser e por isso muitas vezes carregamos nos botões errados sem saber.
Por David Rodrigues


in REVISTA PROGREDIR | JANEIRO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​Trabalhamos, esforçamo-nos, investimos, arriscamos, somos cautelosos, delineamos objetivos, realizamos afirmações positivas e ainda assim os resultados parecem uma roleta russa. São mais as vezes em que “falhamos” do que as que acertamos.
 
Gerar abundância na vida, seja a nível financeiro, material, relacional, seja a nível de diversão, amor, paz, tranquilidade ou realização pessoal ou profissional acontece de acordo com os botões do comando em que carregamos de forma consistente e equilibrada.
 
Quando carregamos sucessivamente no botão do fazer e do pensar geralmente estamos a carregar nos botões errados. Então, mas não é com trabalho e esforço que se gera abundância? Bom, se fosse assim, você já seria muito abundante de certeza!
A ação tem espaço e lugar e é necessária, mas não é o principal gatilho. O que verdadeiramente importa são as suas emoções, como se sente, o que é que está registado no seu inconsciente e a não ser que atue aí, por mais que tenha ou por mais que lhe falte, nunca se vai sentir verdadeiramente abundante, nem realizada.
 
Sempre que executa uma ação para gerar mais abundância, seja levantar-se às 6h da manhã para ir trabalhar na fábrica ou criar uma nova newsletter para captar clientes, essas ações estão ligadas ao comando das emoções e do inconsciente, mas você está longe de saber em que botões é que está a carregar.
Abundância não é ter mais que os outros, muito menos é ter tudo. Abundância é estar (verdadeiramente) realizado com o que se tem, em paz e tranquilidade, confiante no fluxo do dar e do receber. Num estado de abundância não há medo ou receio, não há apego nem desilusão.
 
Assim, se quer gerar mais abundância na sua vida, deixe de olhar tanto para o que faz, pensa ou diz, e olhe mais para o que sente dentro de si com o que faz, pensa e diz. Precisa de descobrir o mapa do seu inconsciente, para saber em que botões está a carregar.

Chegue ao pé do seu interior mais profundo. Veja o que se passa, observando e não julgando. Vença, curando as suas feridas interiores ou corrigindo os mapas desatualizados do inconsciente. A abundância, será uma consequência dessa atitude de chegar, ver e vencer.
 
Agora, não se iluda, 30, 47 ou 60 anos a carregar nos botões errados não se resolvem do dia para a noite, até porque o seu ego não vai querer admitir que tem estado errado. Pense menos, sinta mais. O seu corpo e as suas emoções são a porta de entrada para o seu inconsciente, e é no seu inconsciente que está a magia da sua vida. É no seu inconsciente que se abrem as portas e janelas da abundância.
​
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DAVID RODRIGUES
CONSULTOR MONEY LIFE
www.moneylife.com.pt
info@moneylife.com.pt

in REVISTA PROGREDIR | JANEIRO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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Um abraço Financeiro

1/12/2017

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Continua o estereotipo social de que o dinheiro é algo mau, que quem gosta de o ter é alguém materialista e que de certeza não valoriza coisas como os sentimentos. Mas não será o dinheiro apenas uma energia como outra qualquer, algo que vai e vem e que pode ser utilizado para nosso bem-estar ao invés de sermos nós usados por ele?
Por Paulo Marques


in REVISTA PROGREDIR | DEZEMBRO 2017

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)
​

Como tudo o que a vida trás até ti, és tu quem decide como agir, como lidar com determinada situação / energia. Com as pessoas, muitas vezes fugimos de sentir e limitamo-nos a usar como se fossem objetos. Com as situações que a vida nos apresenta, agimos demasiadas vezes de forma leviana, não nos querendo envolver em demasia e não dando valor a algo que pode ser de extrema importância. Com o dinheiro, fazemos o mesmo, já reparaste?
​
Lutamos imenso por ter uma profissão e ter como nos sustentar e pagar contas. Trabalhamos horas e horas, arranjamos mil e uma maneira de obter mais dinheiro, porque o que temos é sempre pouco e queremos mais e mais. Chegamos ao ponto de esquecer a vida pessoal, familiar e social, apenas porque por vezes passamos mais de metade do dia a trabalhar. Trabalhamos por medo de não ter e de perder. Trabalhamos para que nunca falte. Trabalhamos para nos sentirmos importantes e uteis, mas deixamos de viver! Deixamos de ter tempo para estar com os amigos, com a nossa família. Esquecemos a importância de ir fazer algo que gostamos e nos faz relaxar, o maravilhoso que é brincar com os filhos, sem descarregar neles o nosso stress. Deixamos de lado aqueles momentos a dois, com a pessoa que seria o nosso amor. E o tempo passa, dia após dia e tudo vai morrendo, tudo se vai perdendo. As pessoas, vão embora, pois se não fazem falta, não vale a pena ficar. As crianças crescem e dão o retorno do que lhes oferecemos, um espaço vazio. Aquele companheiro(a) de vida, foi embora, pois se fosse amor, nada se iria sobrepor. E só ficámos nós, vazios, com o nosso dinheiro no bolso e com o status. Rodeados de imensas pessoas, que não tocam o nosso coração, muito menos o fazem sorrir, apenas têm interesses. Até que chega o dia, sim, aquele em que a vida termina e afinal nada valeu a pena. Tudo ficou lá, a casa, o carro, o dinheiro, os investimentos, o status, as pessoas quem nem sequer umas lágrimas de saudade irão derramar. E nós? Ficou o vazio eterno, um frio existencial inexplicável.

Mas não, não é o dinheiro que é mau, mas sim a forma como o utilizámos. Não manipulámos essa energia divina de modo a usufruir dela, a nos trazer coisas boas. Deixámos que ela tomasse conta de nós e isso fez-nos perder do que realmente importa.

Limitamo-nos a usar e ser usados, ao invés de agir de acordo com um profundo sentir. Dispensámos o que nos faz sorrir e preferimos o que nos dá uma sensação de falso controlo e segurança.

Vem, deixa tudo e vamos dançar ao sabor da vida. Trás o dinheiro contigo, sem medo de o perder, pois tal como ele vai, assim volta, se tu estiveres em recetividade para com a vida. Não acreditas? Então desafio-te a sentir e a experienciar. Abraça o dinheiro com todo o amor que existe em ti e tal como nas relações, amor simboliza liberdade, então, liberta para que possas ficar leve e ser feliz. Deixa ir, pois tudo quanto precisas, volta a ti.

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PAULO MARQUES
MILITAR, AUTOR E FACILITADOR
www.facebook.com/paulomarques.autor

in REVISTA PROGREDIR | DEZEMBRO 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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O Desapego Financeiro para Ser

25/10/2017

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A pratica do desapego em relação ao dinheiro permite que libertemos a nossa mente de preocupações, e usemos esse “espaço” livre para criar novas oportunidades, não porque precisamos, mas porque queremos. Por Rui Galhós

in REVISTA PROGREDIR | NOVEMBRO 2017

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

esde muito cedo, criamos uma relação com o dinheiro. Essa relação, subjetiva, depende de toda uma educação e conjunto de experiências com que nos deparamos no decorrer das nossas vidas.
 
O dinheiro em si, é apenas um meio para facilitar a troca de bens e serviços, mas com o evoluir das sociedades, passou a estar no centro das nossas vidas. Já Shakespeare procurava acordar a sociedade com a sua famosa pergunta Ser ou não Ser eis a questão, mas a resposta foi um caminhar noutra direção, para uma realidade cada vez mais focada no Ter e daí a questão passou a ser, Ter ou não Ter eis a questão.
 
Mas o apego propriamente dito surge de uma forma inconsciente em nós. Para uns, a escassez de dinheiro pode implicar uma relação de maior apego (a ideia de ter mais) causado pelos sentimentos de privação, enquanto que para outros, vem de uma relação doentia causada por pensamentos inseguros, sempre com uma sensação de nunca se ter dinheiro suficiente.
 
Por outro lado, com a informação na ponta da mão, veio também a invasão da privacidade, o que nos tornou alvos fáceis a toda uma série de interesses económicos e financeiros. Rodeados de tanta informação, criamos inocentemente novas representações do que é afinal necessário para se ser feliz, bem sucedido, realizado. Um bom trabalho, um bom carro, uma boa casa, um bom computador, um bom telefone, é este sem fim de boas “coisas” que no final vai fazer-nos sentir mais preenchidos, menos “vazios”. Será?
 
Do Oriente chegam-nos orientações muito diferentes, que apontam para um desapego dos bens materiais, um desapego financeiro. Esse mesmo desapego parece estar em ascensão nalgumas sociedades Ocidentais, principalmente em jovens adultos que de certa forma já alcançaram muitas das metas referidas acima e que vêm no dinheiro uma prisão mental.
 
Voltando à reeditada dúvida Shakespeariana, o que será mais importante, Ser ou Ter? E qual o papel do desapego nesta questão existencial?
 
Importa primeiro desconstruir o paradigma para simplificar o que por vezes parece complicado.
 
O desapego é antes de mais nada uma ação, um movimento. Contrariamente ao apego, o desapego move-se e pratica-se numa direção oposta. O desapego pode implicar um afastar, um deixar ir. Esse deixar ir pode ser parcial e/ou temporário como pode ser permanente.
 
O Ter por sua vez é um movimento inconsciente assente num impulso de uma pessoa se vir a tornar melhor adquirindo bens. Ainda não o é, mas essa nova aquisição irá definitivamente torná-la melhor. O Ter tem tudo a ver com dinheiro e o Apego financeiro.
O Ser é aqui a única constante, permanente e estável, que não implica nada senão apenas o existir. O Ser é algo inato e não precisa ser alimentado, cultivado ou valorizado.
 
Penso que a maior parte da humanidade se encontra na fase do Ter sobreposto ao Ser, e como o Ter, é um movimento inconsciente e infinito, o resultado conduz o Homem a um precipício, a um conflito interior sem fim. A introdução de um movimento contrário torna-se imprescindível para ajudar o Homem a encontrar uma saída:  Ser + Ter + Desapego = ?
 
Esse movimento contrário, O Desapego, assume um papel fundamental, que desperta uma nova consciência, necessária à evolução do Homem. A equação toma então a forma:  Ser + Ter + Desapego = Ser
 
A resposta ao paradigma da Vida aponta para uma inteligência inata, que em determinados momentos de inconsciência (fase do Ter onde ocorre um afastamento, uma desconexão do Ser), permite o Homem regressar a “casa”, à sua própria essência, livre de conflito. Essa inteligência autónoma, sempre presente, é como um GPS interno, dando instruções constantes e escolhendo o movimento adequado a cada situação. O dinheiro e o apego financeiro são apenas uma distração ao movimento natural do Ser. Isto não significa que o dinheiro não tenha a sua importância, mas é no desapego que vamos naturalmente encontrar a tranquilidade, a clareza, ingredientes necessários para uma mente sem preocupações. Ficamos assim mais livres, livres para Ser.
 
Um exemplo disso é a história que se segue:
“Oferecem-lhe um trabalho num casino e a fim de encorajar outras pessoas a jogar, recebe 500 Euros por noite para apostar com o dinheiro da casa. Você receberá 50,000 Euros em fichas no início da noite e no final só vai sair com 500 Euros no bolso. Como se sentiria?
 
As possibilidades são, se pudesses quadruplicar o teu dinheiro, ficarias entusiasmado no momento, mas no final da noite depois de devolver as fichas, esquecerias tudo. Da mesma forma, se perdesses tudo, provavelmente ficarias desapontado, até que te lembrasses de que era apenas um jogo e a recompensa real já estava no teu bolso. Agora, dá um passo adiante e imagina como seria jogar o jogo do dinheiro sabendo que tudo o que realmente conta - o bem-estar, felicidade, amor e auto-estima - já são teus? Afinal, nascemos com eles, e o único que os pode tirar de ti mesmo é apenas um pensamento. Não há nada verdadeiro e duradouro que possas obter no jogo do dinheiro que já não tinhas antes de começar a jogar e que não continuará teu depois do fim do jogo.
 
Estamos todos sempre a jogar com o “dinheiro da casa”, não há nada de real em jogo e consequentemente, podemos jogar sem medo e com uma sensação de facilidade e diversão.”
​
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RUI GALHÓS
COACH
www.akademiadoser.com/ruigalhos
www.facebook.com/UnfoldYou
rgahoz@gmail.com

in REVISTA PROGREDIR | NOVEMBRO 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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Controlar as nossas Finanças

1/10/2017

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Controlar as nossas finanças é um processo difícil. Ainda mais nos dias de hoje, onde vivemos num mundo mais global.
​Por Pedro Midões


in REVISTA PROGREDIR | OUTUBRO 2017

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​Somos atropelados a toda a hora com incentivos ao consumo. Ora é no rádio enquanto tentamos deixar os filhos na escola ou simplesmente quando estamos a ir para o trabalho, onde entre músicas e programas ouvimos que tiveram o “apoio” da marca dos óculos X, e que, na compra de um par oferecem um segundo. É à espera do metro onde o outdoor está mesmo à nossa frente a convidar a ir comprar roupa da nova coleção. É à saída do trabalho e depois de um dia extremamente desgastante e stressante, que existe um cartaz a convidar os amigos para sentar à mesa com umas quantas cervejas e uns quantos petiscos. É na busca de algo concreto na internet e que antes de apresentarem o que pretendemos, que aparece mesmo à nossa frente uma instituição que está a “dar tudo” para termos o último modelo de telefones. É o nosso banco que “convida” ao crédito para um computador. É a agência de viagens com promoções para os destinos fantásticos.

Esta é a dificuldade nos dias de hoje, equilibrar a emoção e a razão na arte dos estímulos. Mas difícil, não significa impossível. Acredito que mesmo que lhe dissessem que era impossível, iria tentar, iria acreditar que conseguiria. É um trabalho que depende de si, do seu esforço, dedicação e disciplina. É como querer fazer uma dieta alimentar. Às vezes custa tanto fechar a boca a um dos nossos petiscos preferidos ou ir ao ginásio, mas se pensar que amanhã o corpo e o organismo agradecem. Em relação ás nossas finanças é o mesmo, ter o objetivo definido, tomar consciência de alguns hábitos e começar a dizer que não. Isto pode ser sinónimo de começar a construir a sua poupança.

Uma sugestão, passe todos os seus rendimentos e despesas que tem durante o mês para um “papel”. O seu rendimento não é fixo, faça uma média dos últimos tempos e fixe por baixo. Agora tente organizar todos os gastos que considera indispensáveis - despesas de casa, alimentação, seguros – e todos os outros que considera “dispensáveis”. Mesmo que não tenha valores concretos, não se preocupe, faça uma estimativa, irá ajudar no passo seguinte. Some todos os rendimentos e todos os gastos. O primeiro passo está dado. Já tomou consciência do que ganha e do que gasta num mês.

Avance mais um pouco, guarde todos os talões das suas compras. Das revistas aos cafés, da roupa a prendas que comprou para oferecer. Das vezes que foi ao supermercado. Do cinema e pipocas para si e para a sua namorada. Dos copos, jantares e saídas com os amigos. Todos sem exceção.

Ao final do dia, da semana ou do mês, agrupe os talões por cada categoria e volte ao papel, ao Excel ou às aplicações nos telemóveis. Está a investir poucos minutos do seu tempo na sua saúde financeira. É hora de somar. Deixou de ter uma estimativa sobre os seus gastos e está a passar para a realidade dos seus gastos. Agora que organizou os talões, veja onde estão os excessos e onde poderá cortar mais alguns “quilos” nos próximos dias. Se for necessário, verifique novamente os talões e veja se realmente foi tudo necessário. Aposte no que é necessário e indispensável para si e para o seu bem-estar.

Os cartões de crédito são hoje uma facilidade para a maioria das pessoas. As instituições de crédito oferecem cartões com plafonds pré-aprovados. As lojas têm dias de desconto, têm cartões de fidelização com descontos acumuláveis no futuro, com campanhas de pagamentos a 3, 6, 9 meses e por aí fora, sem qualquer juro adicional.

Antes de cair na emoção, pare, pense e faça a pergunta para si mesmo - é mesmo necessário? Provavelmente não. Se mesmo assim o fizer, sabe que está a fazê-lo em consciência e com capacidade para assumir a responsabilidade que advém desse ato. Não se esqueça que nos cartões de crédito, pagamentos à vista ou faseados terá sempre que pagar essa compra. Não fazendo o esforço agora, o que está a fazer é a adiar a divida. Mas no final, a conta terá sempre que ser liquidada. As instituições de crédito nunca são as prejudicadas. Conseguem sempre reaver o valor creditado, nem que seja através da penhora do vencimento.

Outra maneira de muitas vezes engordar a carteira, é deixar de andar com notas e moedas na carteira ou no bolso. Somos seres emocionais e como tal queremos as coisas, na grande maioria das vezes, no imediato. A não racionalização no momento da compra, pode ser travado pelo facto de não termos o dinheiro disponível no momento. Quantas vezes deu por si a querer comprar uma revista, um café ou umas meras castanhas na rua para aquecer as mãos? E nunca aconteceu dar por si a por a mão na carteira ou no bolso e lamentar-se porque afinal não vai poder ser, pois não tem dinheiro. O multibanco é a meia dúzia de metros, mas aquela vontade imediata foi travada e como tal “ficará para outra oportunidade”. Ao final do mês serão uns pequenos-grandes quilos.

Planear, ajuda na persecução dos objetivos. Estipule todos os meses quanto quer poupar por mês. Não deixe para o final do mês quando a balança ainda está equilibrada. Aí, será meio caminho andado para o gastar com facilidade. Faça ao contrário, comece por colocar logo uma pequena quantia de lado e já não faça mais conta desse valor para o resto do mês. Os cortes efetuados e as poupanças criadas estão a começar a dar frutos.

Quando olhar para trás e perceber todo o caminho que percorreu, irá sentir que o mais difícil já foi feito. O tempo, esforço e dedicação foram obra sua. Orgulhe-se disso! Agora que conseguiu redefina novos objetivos.
​
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PEDRO MIDÕES
DIRETOR FINANCEIRO E CONTABILISTA CERTIFICADO
pedro.c.s.midoes@gmail.com

in REVISTA PROGREDIR | OUTUBRO 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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Dinheiro,Ter mais ou Ser com Equanimidade?

1/9/2017

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Neste dia-a-dia que é a nossa vida, que valor damos ao dinheiro? Qual a nossa relação emocional com ele? E como podemos construir uma relação de paz e equanimidade com a nossa conta bancária?
​Por Marta Almeida


in REVISTA PROGREDIR | SETEMBRO 2017

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​“Acredito que o dinheiro é uma energia. E tal como qualquer energia, pode ser muito boa ou muito má. Tudo depende do uso e do sentido que lhe damos.”
 
Numa sociedade construída através do valor monetário é normal que a questão financeira seja motivo de stress para muitas famílias e motivo de orgulho para outras tantas. Mas que valor tem realmente? Se ganhasse mais seria mais feliz? Vamos crescendo a acreditar que sim. Toda a sociedade parece indicar-nos que sim.
 
Quando somos bombardeados com publicidade que nos tenta fazer acreditar que seremos mais felizes com o produto ou serviço A, B, ou C sabemos que precisamos de dinheiro para alcançar o ideal. E apesar de termos crescido a ouvir frases como “o dinheiro não compra felicidade” a verdade é que todos nós já desejámos ter mais algum. Como se não bastasse o que dita a publicidade, ainda temos uma banca inteira a colocar uma série de créditos financeiros à nossa disposição.
 
Sem ferramentas de gestão financeira e emocional, o stress de nos metermos num buraco financeiro pode ser angustiante. Todos os pensamentos que teremos estarão relacionados com esse facto, provavelmente perto de 24 horas por dia, 7 dias por semana. E como ficam as restantes áreas da nossa vida se grande parte dos nossos pensamentos estiverem neste foco?
 
Tal como tudo na vida, o dinheiro tem o valor que lhe damos. Quando temos dificuldades em pagar escolas, hospitais ou rendas de casas tem um peso, quando apenas queríamos um extra para ir numa viagem de férias mais longínqua tem outro.
 
O dinheiro move-nos, mas a perceção que temos em relação a ele não é a mesma para toda a gente.
 
Ironicamente, quanto mais preocupados estamos em relação ao dinheiro, menos vamos atrai-lo e, em oposição, quando mais tranquilos estamos em relação a este tema, mais o vamos atrair. Parece estranho? Experimentem.  
 
Hoje em dia, na era da informação, existem ferramentas sem fim, formações presenciais ou online, plataformas, projetos novos, nichos de mercado, negócios em network marketing, apoios a start-ups e cursos extra que permitem a qualquer pessoa construir os seus sonhos e alavancar-se financeiramente. Nunca o mundo teve tantas oportunidades disponíveis. Nunca a riqueza foi tão democrática. Mas a riqueza ou pobreza da nossa carteira será sempre equivalente à mental. E para alcança-la é preciso querer, estar disposto a reaprender, a abrir a mente, a escutar, a crescer, a ter sede de mais.
 
O Autor Harvey Mackay diz “Ser rico não é sobre dinheiro. Ser rico é um estado mental.”
 
Se de facto isto é verdade, estarmos em equanimidade em relação às nossas economias, pode começar pela nossa mente. Então, talvez o segredo, seja enriquecer a nossa mente primeiro. A carteira será uma consequência. Crescer, desenvolver capacidades, escutar mais que nunca o nosso interior, confiar e, porque não, arriscar em algo que nos apaixona.
 
Como a história do ovo da galinha, não importa muito o que acontece primeiro. Claro que a uma conta bancária recheada pode (deve) dar tranquilidade mental, mas a verdade é que a tranquilidade mental também pode dar uma conta recheada se canalizarmos a energia para o lugar certo.
 
Comecemos pelo que temos mais à mão. A nosso estado emocional é possível ser trabalhado em qualquer altura e em qualquer lugar.
 
Se por um lado, é necessário esvaziar a mente em relação ao dinheiro para o atrair, fazer as pazes com crenças que nos foram dadas provavelmente na nossa educação e deixar fluir, por outro há que perceber que ele faz parte da nossa vida e aceita-lo com moeda de troca para as nossas realizações. Não é fácil. Mas existem prateleiras de livrarias cheias de livros de pessoas que o conseguiram e que se propõem a ajudar-nos também. Basta procurar o certo, no sitio certo.
 
“Se deixarmos de lado os pensamentos que temos diariamente sobre dinheiro, como será ocupado esse espaço na nossa mente? Que espaço ficará para criar e construir algo produtivo?”
 
Para sermos bem-sucedidos, é importante passarmos pelas seguintes três fases: pensar, sentir, ter. Nunca o contrário.
​
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MARTA ALMEIDA
EMPREENDEDORA TEAMWAY
www.growbymartaalmeida.com
idamamalis@gmail.com

in REVISTA PROGREDIR | SETEMBRO 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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As Finanças do Prazer

1/8/2017

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A chave da expansão sustentável do prazer que vale a pena explorar é a sua verdade pessoal: Reflita sobre as bases em que usa as suas finanças para a cumprir.
Por Júlio Barroco


in REVISTA PROGREDIR | AGOSTO 2017

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​Talvez a pergunta mais imediata que se impõe quando queremos conjugar as ideias de prazer e dinheiro seja:
 
- De que formas podemos maximizar o prazer que o dinheiro nos traz?
 
A Wikipédia diz que o prazer é “uma classe ampla de estados mentais que os humanos e outros animais experienciam como positiva, agradável ou que valem a pena procurar”. E realça que “a experiência de prazer é subjetiva e diferentes indivíduos irão experienciar diferentes tipos e montantes de prazer na mesma situação“ (tradução livre de “Pleasure”). Ou seja: cada pessoa tem a sua própria experiência de prazer, que é um dos sinais mais inequívocos da sua expressão única e autêntica. O que nos aponta para outras duas questões:
 
- O que é que nos dá, a nós em concreto, prazer?
- Como é que o dinheiro nos permite ou ajuda a obter essas fontes de prazer?
 
Podemos seguir diferentes caminhos para encontrar as nossas respostas. Numa perspetiva de desenvolvimento humano, tendemos a estar interessados em criar e sustentar o prazer e o bem-estar de forma holística. Isso não quer dizer que sejamos obrigados a excluir esta ou aquela fonte de prazer, mas sim que procuramos que as fontes de prazer tenham mais consequências positivas e duradouras no nosso bem-estar como um todo do que o contrário, sejam elas quais forem: procuramos que essas fontes nos dêem mais e melhor daquilo que procuramos para sermos quem somos.
 
A este nível, as mesmas perguntas fundamentais que nos servem há milénios continuam a servir-nos de orientação aqui:
 
Quem sou eu?
No que me quero tornar?
O que quero alcançar?
 
Vamos imaginar, muito resumidamente, duas identidades (fictícias) nesta base, a da Joana e a do Pedro, diferentes mas equivalentes na dimensão de verdade pessoal enquanto chave de expansão sustentável do prazer que estamos a explorar.
 
A Joana, com 22 anos, vê-se como uma jovem séria, inteligente e determinada. No seguimento do trabalho de auto conhecimento que tem vindo a aprofundar percebeu que tem mesmo a alma de professora que a levou à licenciatura em Pedagogia, mas que não se identifica com o sistema de ensino tradicional, pelo que irá dedicar-se a criar soluções alternativas na área da aprendizagem e desenvolvimento para jovens: quer servir a nova vaga de educação holística em franca expansão deixando uma marca sem fronteiras. Ter dívidas de longa duração é algo fora das suas intenções, pois considera que lhe retiram liberdade de movimentos. Para ela, o sonho deve mesmo comandar a sua vida: tudo deve contribuir para ou ajustar-se a ele.
 
Já o Pedro (com a mesma idade) sabe que sempre gostou de viver descontraído e com bom humor, com uma boa dose de conforto. E assim quer continuar, pelo menos enquanto não lhe ocorrer nada melhor. Terminou o 12º ano e resolveu dedicar-se à atividade comercial, pois adora criar relações e fá-lo muito bem. Para si o trabalho é algo que deve oferecer o suporte de tudo o resto que vida tem para nos oferecer. Assim que puder, quer ter “o seu castelo”, e tenciona pedir um empréstimo à habitação a 30 anos para o conseguir assim que for viver com a futura esposa. Para ele o mais importante é ter condições para desfrutar de lazer com a família e os amigos, e ser o facilitador de união entre todos de que muito se orgulha.
 
Com base nestes dois “bonecos”, podemos equacionar respostas financeiras bastante distintas para a geração de prazer. O Pedro reserva uma fatia significativa do dinheiro que já ganha no trabalho que faz para circunstâncias como jantares, fins de semana ou viagens, sem se esquecer de pôr de parte uma quantia fixa para dar de entrada para a futura casa, e sente que vale a pena. Para ajudar o grupo, e também controlar melhor as despesas das saídas, procura ser ele a marcar os eventos dos seus grupos, e fá-lo com semanas ou meses de antecedência.
 
Já a Joana é uma consumidora ávida de livros, formações e tudo o que a faça sentir que se aproxima cada vez mais da confiança e dos resultados que precisa para cumprir o seu projeto. Ainda vive com os pais e não pretende comprar casa num futuro próximo, preferindo pensar em arrendar. Ela reflete sobre os passos que deve dar para orquestrar o leque de competências e saberes que quer ter, e tem estratégias e métodos para o fazer, como as listas de compras e investimentos desejados que usa para alimentar o seu orçamento mensal, que por sua vez relaciona com o percurso de aprendizagem que está a trilhar.
 
Independentemente das escolhas de cada um, e do maior ou menor nível de abundância e fluxos financeiros de que disponham, a chave é e será sempre a adesão das decisões financeiras à sua verdade pessoal, da forma como a vejam melhor em cada momento e com a firmeza flexível de ser fiel ao que isso implica.
 
É por isto mesmo que o principal desafio financeiro de cada um é o mesmo, para eles, para mim e para si: usar o que se tem e quer ter ao serviço do que se é e quer ser, fazendo os ajustes necessários ao caminho e dispensando os guiões alheios ou pré-definidos. Prazer pode e deve ser o que cada um quiser! Que seja pelo melhor.

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JÚLIO BARROCO
DREAMER & CHANGER EVENTOS, FORMAÇÃO, COACHING, CONSULTORIA
dreamsandchanges@gmail.com
“Sonhar Sem Agir É Como Amar Sem Cuidar.”

​in REVISTA PROGREDIR | AGOSTO 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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Paciência e Prosperidade Financeira

1/7/2017

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Numa Era onde “tempo é dinheiro” como poderá o treino da paciência contribuir para a prosperidade financeira? Isso é o que o convidamos a descobrir...
Por Diana Pinheiro


in REVISTA PROGREDIR | JULHO 2017

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​Paciência etimologicamente falando, vem do Latim patientia, que significa: “resistência, resiliência, persistência, indulgência, leniência, humildade, aguentar”.

Os carateres chineses usados para expressar Paciência são:
耐nài 心 (xīn)
耐 nài “而”são as barbas da face e,“寸 é punição legal, era um castigo na Antiguidade Chinesa que consistia em ter de retirar a barba durante dois anos o que ajudava a treinar a “paciência de chinês”, pois numa terra de sábios, deixar crescer a barba para além de ser mais simples não envolvia tempo nem paciência a ter que fazê-la, para além de simbolizar sabedoria e poder.
​
心 (xīn) significa “Coração paciente” ou “Mente paciente”, levando-nos à virtude ou atitude mental que dão corpo à Paciência.

Em chinês, paciência pode ainda escrever-se: 忍    rěn耐nài
O primeiro carater simboliza uma faca ou uma espada em cima de um coração significa aguentar, resistir, ser resiliente.

Na época em que as artes marciais existiam para defesa do povo chinês bem como para autodefesa, a espada era uma das armas utilizadas e dizia-se que a sabedoria, nessa altura, consistia em usar a espada com conta peso e medida e quando assim fosse necessário, o que envolvia uma boa dose de paciência, de discernimento, e que isso traria prosperidade.

No oriente falar de finanças é o mesmo que falar de prosperidade pessoal, consiste na capacidade que um indivíduo tem de alavancar e de ampliar o seu bem-estar físico, mental, emocional, familiar, social e espiritual.

É também muitas vezes referida como saúde financeira.

Também nós ocidentais podemos treinar a paciência e ampliar a nossa prosperidade financeira.
Como? Aqui ficam alguns exercícios:
  1. Tudo tem um timing/momento certo
 
Muitas são as vezes em que certamente apetece gastar ou investir (depende do contexto) em algo por impulso. Parar para refletir e fazer algumas perguntas tais como: “Preciso mesmo disto?”, “Para quê”, “quando vou utilizar”?
 
Vai certamente contribuir para uma utilização de recursos financeiros mais racional, dirigida e equilibrada.

Atitude e perceções mentais  
Por outro lado há momentos em que seria excelente conseguir-se X mas os pensamentos que surgem boicotam quaisquer possibilidades de o conseguir.
 
Assim podemos observar os nossos pensamentos e em vez de:

  1. “Não Posso ter isto”, é possível transformar em, “Como posso comprar, ter ou conseguir isto?”
  2. “É Impossível ter ou fazer isto” é possível transformar em, “O que preciso fazer, com quem preciso falar, onde preciso ir para ter ou conseguir fazer isto”?
 
Estas transformações colocam a mente em estado de procura e de foco nas soluções, e não de frente para um muro que constitui um obstáculo incontornável.
Ser próspero financeiramente significa manter a mente aberta para que a energia e a saúde financeira possam emergir.

Uma questão de perspetiva  
Perder dinheiro pode significar = fracasso ou derrota.
Mas também pode significar = uma oportunidade/inspiração para encontrar soluções.
Na segunda perspetiva treina-se e ativa-se a paciência, a capacidade de análise e a decisão, que andam de mãos dadas.

Ganhar e investir
Treinar a prosperidade, aptidão ou saúde financeiras consiste não só em como saber ganhar dinheiro (existem formas mais rápidas ou mais lentas, mais a curto, médio ou longo prazo), mas em como gastá-lo ou investi-lo.

A própria palavra “Investimento” transporta consigo a ideia de disponibilizar recursos financeiros para poder beneficiar de algo material ou não, e regra geral o retorno vem a médio ou longo prazo o que envolve também uma atitude paciente.   

Assim podemos dizer que paciência é uma virtude do ser humano baseada numa eficaz e harmoniosa gestão emocional aliada a uma boa capacidade de análise e discernimento para tomar decisões no momento certo.

Como se pode saber que é o momento certo?

Com paciência é possível também estimular a atenção e perceber as várias pistas, acontecimentos, notícias, informações que circulam e que com um olhar desperto conduzem para a identificação do timing certo para tomar as melhores decisões.
​
De resto “Quem espera sempre alcança” e “semear para depois colher” serão sempre provérbios sábios a colocar em prática quando assim fizer sentido. 
​
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DIANA PINHEIRO
ESPECIALISTA DE MEDICINA
TRADICIONAL - ACUPUNCTORA
dianapinheiro.saude@gmail.com

in REVISTA PROGREDIR | JULHO 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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A verdade sobre o dinheiro. Traz ou não felicidade?

1/6/2017

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ciência tem-se debruçado sobre os efeitos da riqueza na felicidade humana. Conheça a verdade sobre o dinheiro e aprenda a usá-lo para ser mais feliz.
Por Mafalda Sousa


in REVISTA PROGREDIR | JUNHO 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

Quantas vezes já ouviu ideias contraditórias sobre o dinheiro? Certamente já se deparou com expressões como «o dinheiro é a raiz de todos os males» ou «o dinheiro não traz felicidade». A par disto, a sociedade incentiva-nos a lutar por mais dinheiro, bens materiais e reconhecimento social. Somos levados a acreditar que quando alcançarmos um certo patamar, ou tivermos adquirido determinado bem material, aí sim, seremos felizes.
 
Mas ambas as ideias colidem com o resultado de diversos estudos. A verdade é que o dinheiro não é bom nem mau, é simplesmente um meio de troca. Se este o poderá fazer feliz ou não, dependerá da forma como o vai usar.
 
A investigação nesta área é clara. Quando comparamos os habitantes de países muito pobres, com os dos mais ricos, os segundos são em média mais felizes. Já dentro de um país desenvolvido os mais ricos são mais felizes, mas apenas ligeiramente. Isto porque nem sempre usam o dinheiro da melhor maneira.
 
Ter pouco dinheiro pode causar stress, preocupações e infelicidade. Ter demasiado, por vezes, faz exactamente o mesmo!
 
Com alguma frequência, o dinheiro é alcançado à custa da vida familiar, da saúde e de uma série de ingredientes essenciais para a felicidade. Por outro lado, quando satisfeitas as necessidades básicas, o seu efeito positivo é relativamente fugaz, devido a três processos psicológicos:
  • a habituação – os efeitos positivos de ser promovido, ganhar a lotaria ou adquirir um objeto muito desejado, desvanecem-se com o tempo e voltamos ao estado de felicidade habitual;
  • as aspirações crescentes – as nossas aspirações materiais tendem a aumentar a par do aumento da riqueza. Quanto maior for a diferença entre o que temos e os nossos desejos, maior a probabilidade de nos sentirmos infelizes;
  • a comparação social – as pessoas tendem a comparar-se com os outros e para se manterem felizes precisam de sentir que ganham valores semelhantes ou superiores. Por exemplo em países como o nosso, onde existe desigualdade na distribuição da riqueza, o nível médio de felicidade tende a ser menor do que em países mais igualitários - como os do norte europeu.
 
As boas notícias são que 40 % da nossa felicidade, depende unicamente da nossa forma de agir e de pensar. Assim, desde que use sabiamente o dinheiro, este poderá ser um dos recursos para aumentar a sua felicidade. Eis 10 sugestões que o poderão ajudar:
 
1 – Tenha um orçamento e livre-se das dívidas – Para sentir menos ansiedade, controle as suas finanças. Registe todos os seus ganhos e gastos e descubra onde pode poupar e investir. Com base nisso elabore um orçamento mensal. Pesquise e crie também um plano para se livrar das dívidas.
 
2 – Diga não ao materialismo – As pessoas materialistas são, em média, menos felizes do que aquelas que se concentram noutras prioridades. Não viva só para pagar uma série de objetos. Se tiver o suficiente, terá menos trabalho, mais tempo e ainda poupará dinheiro.
 
3 – Não se compare com os outros – Primeiro porque haverá sempre alguém mais rico e em melhor situação, segundo porque as aparências enganam e por detrás do que parece uma vida de sonho, podem existir uma série de problemas. Opte por comparar-se a si mesmo. Lembre-se dos objetivos que já alcançou e do que pode fazer para melhorar.
 
4 – Evite influências alheias – Por vezes o que é «suficiente» não é determinado pela quantidade de dinheiro que precisa ou pelo que deseja, mas pela quantidade que as outras pessoas esperam de si. Preocupe-se menos com o que os outros possam pensar. Se necessário, diga que assumiu uma nova filosofia de vida menos materialista.
 
5 – Valorize o que tem – Certamente tem coisas boas na sua vida: uma família linda, uma casa onde morar, um automóvel para se deslocar, um talento especial. Se valorizar o que tem, sentir-se-á mais satisfeito com a vida.
 
6 – Considere o dinheiro um «meio» e a felicidade a «meta» - Tenha em mente que a maior riqueza é ser verdadeiramente feliz. Por isso, ganhe dinheiro e use-o preferencialmente nas suas necessidades básicas e em experiências positivas.
 
7 – Tenha objetivos pessoais – Não se sinta escravizado pelas aparências ou desejo de agradar. Trace um plano e divida-o em tarefas menores, para alcançar os seus próprios sonhos. Quanto ao seu emprego, tente encontrar-lhe um significado mais profundo (por exemplo, irá empenhar-se porque sabe que está a melhorar a vida dos clientes ou a dar um contributo para a sociedade).
 
8 – Reorganize a sua agenda – Reveja os vários compromissos e elimine os supérfluos. Reserve tempo para atividades que o fazem feliz e para estar com quem mais ama.
 
9 – Invista mais em experiências positivas e menos em objetos – A ciência concluiu que são as experiências que nos fazem mais felizes. Invista tanto em atividades ocasionais (viajar, receber uma massagem num spa, fazer uma formação do seu agrado) como noutras mais frequentes, que tragam pequenos prazeres ao seu dia-a-dia (fazer uma caminhada ao ar livre, tomar o pequeno-almoço numa esplanada solarenga, ver o pôr-do-sol, meditar, fazer exercício físico, ler um bom livro). Só não se esqueça de ir variando as experiências, para não criar habituação.
 
10 – Use o dinheiro para fazer o bem – Ser generoso com os outros, aumenta a felicidade pessoal. Por isso, ajude alguém que necessita ou contribua para alguma causa social.
 
A verdade é que o dinheiro pode ajudá-lo a ser mais feliz, desde que não se esqueça de outras prioridades na vida (saúde, relações sociais, objetivos pessoais, etc.). Use-o sabiamente e seja feliz!
​
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MAFALDA SOUSA
TÉCNICA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO SOCIAL, AUTORA DO BLOG:
“A FELICIDADE É O CAMINHO”
www.manualdafelicidade.blogspot.pt
www.facebook.com/manualdafelicidade
www.instagram.com/mafalda_sms

in REVISTA PROGREDIR | JUNHO 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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A Banca Ética em Portugal

1/5/2017

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A banca ética e o financiamento social prometem ser, em breve, a esperança do mundo financeiro. Vamos acompanhar, através de um projeto, o recente percurso destes movimentos em Portugal.
Por Emídio Ferra


in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2017

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​A GOT ETHICS, considera que a Banca e as Finanças podem ou devem: Promover o bem comum? Ter um propósito social e ético? Ser mais transparente? Ser mais próximas das comunidades? Ser governadas segundo princípios democráticos? Incentivar circuitos económicos mais curtos? É ISTO QUE NOS MOVE. E A SI?
 
É deste modo que se apresenta a FESCOOP – Cooperativa para o Desenvolvimento de Finanças Éticas e Solidárias (CRL:www.fescoop.org) – constituída a Assembleia em Novembro do ano passado, e que todos convida, individualmente, associados ou em organizações a juntarem-se a este movimento e a construir soluções para o financiamento e a gestão monetária, criando uma plataforma de Banca e Finanças Éticas em Portugal.
 
Esta cooperativa já é fruto de um trabalho cada vez mais consistente e intenso de várias individualidades e movimentos que, de forma sistematizada, têm vindo a desenvolver a consciencialização e a literacia das finanças éticas e solidárias em Portugal.
 
Uma dessas organizações pioneiras é a “Associação CELTUS – Sustentabilidade e Fraternidade nas Relações Económicas”, (http://www.celtus.pt/). Mas no que consiste? “[É] uma entidade sem fins lucrativos com vista à criação e ao desenvolvimento de respostas sistémicas e integradas, ao nível da realidade económica, financeira e social, nomeadamente, nas áreas dos serviços financeiros, das moedas complementares e alternativas e das relações económico-produtivas solidárias e sustentáveis.”  
 
Neste sentido, a CELTUS procura apoiar a criação e o desenvolvimento financeiro, económico e social de entidades ligadas aos ecossistemas sociais, ambientais, culturais, sustentáveis e éticos assim como acompanhar o resgate financeiro, económico e social de famílias e de empresas sobre endividadas.
 
Ao longo dos últimos anos, a demanda contra a fatuidade imponente do orgulho magnata inscreveu, no nosso percurso, os passos pesados de dura luta, persistência, perseverança e, também, de algumas grandes vitórias: criou-se uma ampla rede de contatos e de proximidade entre as entidades financeiras sociais em toda a Europa (por exemplo, Triodos Bank Espanha; Institute for Banking Social, Sefea; Universidade Alanus; Banca Etica Italia; Caridade Banco; Merkur). A
 
o nível da formação, e cientes de que essa é uma base imprescindível para a consciencialização, a associação facultou conhecimento e especialização operacional em finanças sociais, motivando a discussão entre as entidades idóneas e promovendo visitas de campo e formações noutros países europeus. Analisar e compreender a situação atual da procura das finanças sociais portuguesas e estimar a sua dimensão / valor continua a ser o principal desafio destes atores.
 
A Celtus assentou a sua “bandeira” no resgate das famílias e empresas sobre endividadas (http://www.revistaprogredir.com/blog-artigos-revista-progredir/resgate-das-famlias-e-empresas-o-fim-do-princpio-da-crise). Neste contexto, o resgate financeiro não contempla a banca, as instituições financeiras ou os estados, mas sim, os lesados, em geral, por essas mesmas instituições e pelo sistema que as suporta.
 
João Gil Pedreira, fundador deste projeto (http://bridges-advisors.com/default.asp), conjuntamente com Fabrice Génot e outros ativistas, estão intensamente desde 2012, a desenvolver ações de consciencialização e sensibilização deste modelo de verdadeira mudança nos sistemas financeiros, bancários e de financiamento à economia, confrontando os atores instituídos e os seus reguladores com o intuito de os vincular a uma nova responsabilidade social e económica.
 
Também as parcerias internacionais estabelecidas foram frutuosas, vinculando personalidades e instituições ao projeto, como Ugo Biggeri, presidente da Banca Popolare Etica de Itália, Julian Kuhn, do ISB (Institute For Social Banking) da Suíça e Alemanha, Peru Sasia, do FIARE de Espanha, Karol Sachs, ex-Crédit Cooperátif, Fabio Salviato, da FEBEA/SEFEA, Wlodzimierz Gnutzinski, do TISE, Cyrille Langendorf, do Crédit Coopératif, entre outros, representantes de renome da Banca Ética e do Financiamento social.
 
Já em consequência destas parcerias nasce a necessidade de unificar, no nosso território, o maior número de interessados e vinculá-los neste projeto de forma pró-ativa na construção da plataforma que suportará esta realidade em Portugal. É nesse cenário que se realizou o 1º Fórum das Finanças Éticas e Solidárias, em Janeiro de 2015, no Porto, e em Fevereiro de 2016, em Faro, estando em preparação já o 3º Fórum, a realizar-se na região da Grande Lisboa, ainda em 2017.  
 
Estes Fóruns foram um sucesso pela adesão e participação de entidades nacionais e internacionais, conseguindo juntar um número significativo de organizações e personalidades e criar documentos de intenções para a efetivação dos seus propósitos.
 
Em suma, este é agora o nosso orgulho! Um orgulho renovado, salutar, ligado a esta era, que se assiste em Portugal, com o renascer da esperança por um mundo social e financeiro mais justo, transparente, próximo e democrático.
 
 “Convidamo-lo a cooperar connosco, a ser agente e a ter orgulho nesta transformação”.
​
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EMÍDIO FERRA
CONSULTOR EM EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO
www.empowertolive.pt

​in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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Compaixão nas finanças, uma realidade possível

1/4/2017

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Quando se fala em finanças compaixão é uma palavra que raramente é utilizada. Será possível existir compaixão quando se trata de finanças? Por João Carlos Marques

in REVISTA PROGREDIR | ABRIL 2017

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​O primeiro pensamento é que temos receitas e despesas, tratando-se meramente de transações de dinheiro, pelo que não há lugar a qualquer tipo de sentimentos de caráter humanitário, como a compaixão. Mas será mesmo assim? Afinal, para que serve o dinheiro?
 
Temos dinheiro e pagamos a renda, a água, a luz, compramos roupas, gastamos no supermercado, entre outras coisas. E porque é que o fazemos? A resposta é simples, embora muitas vezes não esteja clara na nossa mente: queremos satisfazer as nossas necessidades.
 
Muitos de nós pensamos simplesmente que precisamos de dinheiro, mas o dinheiro é apenas uma ferramenta utilizada para satisfazer as nossas necessidades ou interesses, e é essa é uma perspetiva que pode fazer toda a diferença, pois quando falamos de necessidades já estamos a falar de algo muito mais do que material, e, portanto, um campo no qual já pode surgir compaixão.
 
Sim, é verdade que a maior parte de nós tem dinheiro limitado e, portanto, existem muitas necessidades e interesses que não são satisfeitos, mas isso já é uma questão de prioridades, e é sempre algo que pode ser melhorado, pois podemos trabalhar para ter mais recursos disponíveis.
 
Primeiramente falo de auto compaixão. Sim, é ótimo ter uma conta bancária gigante e ter muito dinheiro guardado, mas se não o for utilizar para que é que ele serve, não passa de papel num “buraco”. E sim, também concordo que o facto de termos algum dinheiro guardado dá-nos conforto e segurança para fazer face a uma emergência, mas temos que manter o equilíbrio. Se tem dinheiro e não o aproveita, será mesmo feliz? A felicidade trata-se por cuidar de nós mesmos, por isso não perca a sua própria pessoa só para ter mais umas notas na carteira. Mime-se! Você merece! (somente não abuse!).
 
Agora falando de compaixão para com os outros. Hoje em dia, e devido a uma cultura pelo individualismo, as pessoas sentem-se desconectadas umas das outras, mas a verdade é que o ser humano é um ser social e que vive em comunidade. Pensar nos nossos atos de forma a não só obter benefícios para nós, mas também de não prejudicar ninguém é o começo de uma compaixão para com os outros. No entanto, podemos não ficar por aqui…
 
Muitas vezes pensamos que temos de escolher entre nós e os outros. A realidade é que podemos ter uma visão coletiva sem nos prejudicarmos a nós, afinal também nós pertencemos ao coletivo.
 
Adam Smith, considerado por muitos o “pai” da economia moderna, disse que os melhores resultados para um grupo surgem quando cada um faz o melhor para si, e daí advém a procura pelo individualismo.
 
Contudo, John Nash contrapôs que os melhores resultados para um grupo surgem quando cada um faz o melhor para si e para o grupo, promovendo assim a cooperação, uma visão coletiva.
 
Nesta perspetiva, ter compaixão para com os outros pode efetivamente ser o melhor para nós, a nível imediato, e especialmente a nível de médio-longo prazo. Aliás, é do senso comum de uma sociedade capitalista que esta é mais rica quanto o maior número de trocas comerciais existirem entre os seus membros, logo, quantas mais pessoas mais tiverem mais rico cada um é, pelo que eu também me devo preocupar com o outro, e não só comigo.
 
Por fim, e agora só para alguns, a nível espiritual, existe uma correlação entre o dar e o receber. Aquilo que damos ao universo ele retribui, nem sempre da mesma maneira, nem sempre quando queremos ou da forma que esperamos, mas certamente da forma e no momento que precisamos.
 
Portanto, se à primeira vista as finanças nada têm haver com compaixão, a forma como escolhemos fazer uso das finanças tem tudo haver com compaixão.  

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JOÃO CARLOS MARQUES
MEDIADOR FAMILIAR E DE CONFLITOS
joaomarques.mediacoes@gmail.com

​in REVISTA PROGREDIR | ABRIL 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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