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Alta Coerência: Do Material Ao Universal

1/6/2018

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Ao contrário do que possa parecer, a perspetiva prática das finanças não é a que melhor aumenta a abundância genuína nas nossas vidas: para isso, há que ampliar a perspetiva e subir uns degraus. Por Júlio Barroco

in REVISTA PROGREDIR | JUNHO 2018

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​O que será ter coerência nas finanças?
 
Para a maioria de nós, a tendência ainda é a de associarmos o conceito “coerência” a uma repetição de comportamentos. Nesta visão, a coerência expressa-se num hábito, e que em termos de finanças se mostra na análise monetária às decisões para ganhar, gastar ou manter dinheiro e outros ativos, e nos meios e práticas concretas que o permitem. É uma visão focada no que é objetivo e visível (quantias), do que consegue perceber a partir de uma perspetiva exterior.
 
Em termos práticos essa visão faz todo o sentido, em especial numa sociedade de enfoque material como a nossa. Acontece que, por si só, é incompleta. Ao não tocar nas raízes da realidade e nas dimensões daquilo que verdadeiramente nos importa, também não serve a dimensão prática tanto quanto pode servir. Para isso, precisamos alterar o ângulo de visão e subir uns degraus.
 
Na edição de 2015 do Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora (as fontes online não me pareceram as melhores), vemos a coerência ser definida como "estado ou qualidade de ser coerente", "nexo entre dois factos ou duas ideias". Do conceito relacionado de coesão destacam-se definições como "solidariedade entre elementos de um todo" e "união". Combinando-as: podemos ver a coerência como uma propriedade de relação entre elementos num determinado contexto, para um determinado propósito.
 
E é ao serviço disso mesmo, de um contexto e para um propósito, que as finanças se tornam verdadeiramente coerentes.
 
Se partimos desta base, então teremos nas mãos a chave de resolução da questão inicial, e de outras que a completam, como por exemplo:
 
Que formas de usar o dinheiro acho mais necessárias nas minhas circunstâncias e, ao mesmo tempo, fazem mais sentido para mim?
Que tipo de pessoa quero ser? Que tipo de atitudes, pensamentos, sentimentos e comportamentos devo ter? Que soluções e caminhos devo explorar (ou persistir) para lá chegar?
O que quero fazer com a minha vida? Que papel quero desempenhar no mundo? Qual é o meu propósito?
O que é que a Vida-Deus-Universo espera(m) de mim?
 
O segredo, com estas e com quaisquer outras perguntas que lhe permitam ampliar a coerência na vertente material da sua vida, está em deixar que as centelhas de inspiração (e, também, de agitação ou resistência) se traduzam em novos passos. Uma estratégia para o conseguir é a de afixar estas ou outras questões em lugar visível e que seja revisitado no dia-a-dia, e deixar que em cada volta nos levem um pouco mais além, libertando a sua magia na nossa mente e na nossa vida.
 
Acima de qualquer outra coisa: acredito que o incentivo mais poderoso e mais eficaz a mobilizar o nosso melhor é reforçarmos a consciência da ligação que temos à dimensão espiritual, seja qual for a área. Além das práticas milenares da meditação, da oração e da contemplação, um dos ângulos de coerência que mais me inspira é o do estudo de perspetivas de serviço à Vontade Divina. Uma das mais recentes que li e que gostava de partilhar consigo agora é esta, do visionário, designer, arquiteto, inventor e escritor Buckminster Fuller (genial na coerência entre um princípio e a sua expressão em múltiplas áreas da nossa sociedade):
 
"A precessão é o efeito de corpos em movimento sobre outros corpos em movimento. [...] Em 1927 raciocinei que se as experiências dos humanos lhes dessem revelações sobre quais possam ser os principais objetivos da natureza, e se os humanos se comprometessem, às suas vidas, e até os seus dependentes e todos os seus ativos rumo à direta, eficiente e expedita realização de algum dos objetivos evolucionários compreensivos [totais] da natureza, a natureza poderia realisticamente apoiar um tal compromisso precessional principal e todas as ramificações das necessidades de desenvolvimento do indivíduo. [...] Avancei para raciocinar que uma vez que a máquina económica e a logística consistem de corpos em movimento, uma vez que a precessão governa os intercomportamentos de todos os corpos em movimento, e uma vez que os corpos humanos estão habitualmente em movimento, a precessão tem de reger todos os comportamentos socioeconómicos. [...]
 
As hipóteses precessionais de 1927 foram cada vez mais convincentemente substanciadas pelas experiências - apenas o "impossível" continuou a acontecer. [...] Tendo-me comprometido à existência precessional, agora foco todo o meu esforço para o resto da minha vida na aplicação da mais alta ciência e tecnologia diretamente na realização da vivificação humana." (em "Self-Disciplines of Buckminster Fuller", do livro "Critical Path" (1981) - tradução livre, páginas 142 a 149)
 
Embora seja um relato um pouco mais complexo do que aquilo a que podemos estar habituados, na verdade é apenas um de muitos a respeito de como o Universo milagrosamente apoia os esforços que fazemos sintonizados com a natureza. Neste caso, quem o fez atravessou vários dos períodos mais difíceis do século passado, como a Grande Depressão de 1929 ou a Segunda Guerra Mundial e obteve um reconhecimento incrível pelos seus esforços (e fê-lo sem várias outras formas de apoio que muitos temos hoje em dia, como um curso superior ou financiamentos prévios regulares de instituições públicas ou privadas).
 
Aceita um pequeno desafio a fechar? Pegue nesse caderno (ou abra a sua aplicação digital que prefere) e responda:
 
Qual a melhor coerência a que pode submeter as suas finanças, agora?

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JÚLIO BARROCO
PURPOSE-DRIVEN HUMAN DEVELOPER
www.facebook.com/juliobarroco
www.linkedin.com/in/juliobarroco
julio@juliobarroco.com
“Sonhar Sem Agir É Como Amar Sem Cuidar

​in REVISTA PROGREDIR | JUNHO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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Atenção Plena nas nossas Finanças

1/5/2018

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Viver em Atenção Plena em todas as áreas da sua vida permite-lhe usufruir de um estado de equanimidade, contribuindo para uma vida mais saudável também na sua vida financeira.
Por Pedro Midões


in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​O tema deste mês da revista Progredir - atenção plena – está normalmente associado a áreas de psicologia, espiritualidade, saúde e bem-estar. Contudo, este deverá ser um tema extensível a outras áreas como a das Finanças Pessoais - um tema bastante difícil para a maioria das pessoas. Esta dificuldade está muitas vezes associada, não ao conhecimento técnico sobre a disciplina, mas sim com as nossas emoções e a nossa capacidade de controlar os nossos impulsos.

É do senso comum que para ter saldo positivo, o dinheiro que gastamos no mês não pode ser superior ao que ganhamos. Contudo, nem sempre isso se verifica, pois para além da dificuldade de travarmos os impulsos criados pelas nossas emoções e compensá-las de alguma maneira, há uma dificuldade associada na grande maioria das pessoas de perceber qual o benefício futuro de conseguir poupar. Até porque nos dias de hoje e mais concretamente pelos EUA e Europa fora, estamos perante uma sociedade de consumo.

Do mundo informático, passando ao do vestuário, das relojoarias, etc., todos queremos ter o último modelo, o mais atual e que mais funcionalidades tem, e isso é substituir o imediato pelo benefício que no futuro não sabemos qual é. Ter essa perceção é fundamental para inverter ou desenvolver formas diferentes de gerir o nosso dinheiro e principalmente as nossas emoções.

Assim, falar em atenção plena nas nossas finanças não é mais do que falar em perceber qual o nosso padrão de consumo, ou por outras palavras, é estar consciente de todo o conjunto de receitas e despesas que ocorrem em determinado período, de forma a que o saldo da nossa balança esteja em equilíbrio.

Normalmente e como referido, a nossa maior atenção a este tema surge apenas em situações de maior aperto / crise financeira que somos despertados pelas notícias sobre o nosso País ou; porque percebemos que entrámos no sinal vermelho da nossa conta bancária e temos de começar a pegar “num papel e caneta” para descrevermos todos os itens ou rubricas onde gastámos todo o nosso dinheiro.

Nos dias de hoje já pouco se usa o “papel e caneta”, ou até mesmo as ferramentas em Excel. Hoje há um conjunto de aplicações “user frindly” disponíveis para qualquer pessoa utilizar nos seus computadores ou portáteis, telemóveis touch screen e/ou tablets. Estas aplicações trazem um conjunto de funcionalidades que nos permitem fazer a soma de todos os nossos rendimentos e todas as nossas despesas (sejam despesas de casa ou mesmo inerentes a ela, bem como os jantares com amigos, viagens, cosmética e spas, cinema e museus, roupas e presentes, despesas com viaturas e bancos). Algumas das aplicações, a título de exemplo: “moneyboard, pocketguard, toshl finance, home budget”, além de nos mostrarem o saldo da balança, ainda apresentam resumos e gráficos sobre os ganhos e despesas. As aplicações atrás referidas permitem, nos dias de hoje, sermos gestores das nossas finanças de uma forma mais rápida e simples.

Quando falamos em atenção plena sobre as nossas finanças, e apesar de ser de extrema facilidade e rápido, exige um trabalho adicional e exige principalmente disciplina da nossa parte, caso contrário estará a enviesar a própria análise e gestão das fontes de receita e despesa. Contudo, disponibilizarmos 5 minutos do nosso tempo, trazer-nos-á outros benefícios associados. Como já referido, o facto de saber onde se concentram a maioria (e especialmente em pormenor) das nossas despesas, é ter a capacidade para de uma forma rápida e acertada, não só inverter o padrão de consumo que temos vindo a utilizar, bem como permitir-nos um autocontrolo sobre o que parecia “desconhecido” até então.

Ao permitir-nos e disponibilizar-nos para conhecer e inverter / reorganizar o nosso padrão de consumo e controlo sobre as nossas emoções, permite-nos criar um superavit ou saldo positivo nas nossas contas e consequentemente obter uma maior estabilidade emocional. E como não podemos dissociar uma da outra… fica o conselho.
 
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PEDRO MIDÕES
DIRETOR FINANCEIRO E CONTABILISTA CERTIFICADO
pedro.c.s.midoes@gmail.com

issuu.com/progredir/docs/revista_progredir_076/28in REVISTA PROGREDIR | MAIO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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Vamos falir a Resistência

1/4/2018

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Dinheiro. Podemos considerá-lo uma tentação, uma perdição, algo valioso para a nossa vida, ou apenas um objeto/um meio que nos permite levar a um fim?
Por Paulo Marques


in REVISTA PROGREDIR | ABRIL 2018

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​O dinheiro tal como o conhecemos surgiu no século VII a.c, com as primeiras moedas feitas de forma manual na região da Turquia. Contudo, já bem antes dessa altura, os Homens sentiram necessidade de efetuar trocas de bens, pois havia alguém que tinha em sua posse algo que outro desejava adquirir e vice-versa. Deixamos a troca simples de produtos, para passarmos a trocar dinheiro por produtos.

Como pudeste ler, servia para TROCA! O dinheiro não foi criado para ser uma forma de vida, uma dependência, um drama, uma forma de poder, etc.. As moedas serviam apenas como troca, em que, de forma livre, se davam para receber bens de consumo e afins. Ao longo do tempo, o humano foi dando mais valor ao dinheiro do que na realidade ele tem. As pedras podiam ser uma “moeda de troca”, para quê dar tanto valor a metal ou papel? Se as pedras tivessem valor comercial como tem as notas do euro, iriamos querer ter serras e pedreiras, ao invés de contas milionárias num qualquer banco. Não?

Para que serve trabalhar? Não, não serve para receber dinheiro em troca, essa é apenas uma consequência dos contratos assinados. Primeiro, trabalhar deveria ser uma forma de realização pessoal, de bem-estar, pois era suposto que o trabalho fosse uma tarefa de que gostamos e nos faz sorrir. Eu sei, a maioria de nós não faz o que gosta, até entendo.

Apesar de que, por norma há medo de mudar, de arriscar, de lutar pelos sonhos loucos que nos fazem sentir vivos. E assim, preferimos sobreviver dia a dia, desmotivados, tristes, por vezes chateados. Para quê? Para ter dinheiro, para tentar ter cada vez mais, ou pelo menos, o suficiente para sobreviver. Bem, já paraste para pensar nisso, trabalhas para ter o suficiente para viver /sobreviver. Em vez de trabalhares para te sentires bem e realizado(a), recebendo um vencimento que podes usar para viver, te divertires, te cuidares, te mimares, para amar, para te apaixonares, para conhecer, passear, no fundo, aprender, para crescer mais como ser humano… não, é quase o oposto! Vale a pena?

Temos medo, fazemos de tudo para fugir desse medo, mas na prática, estamos totalmente presos a ele. E assim, resistes, aguentas com todas as tuas forças, sendo que a cada dia o desgaste é maior. A resistência vai se esgotando, a vida vai passando e aos poucos, dás conta de que como pouca coisa valeu a pena, em como podias ter vivido mais, aproveitado mais, sentido mais a ti e aos outros.

Acredita, não precisas ser rico(a) para viver pequenas coisas, momentos inigualáveis a sós ou com as pessoas de quem gostas. Basta para isso deixar o medo de lado, ou melhor, assumi-lo e decidir enfrentá-lo! Deixar todas as resistências de tantos e tantos padrões emocionais e mentais que foram criados pela sociedade e por nós para ser livre, seres tu. Permitir ao teu olhar brilhar, à tua alma sentir, a quem és viver… será que não mereces isso? Nascemos para sermos livres e felizes, resiste à tendência depressiva da prisão pelo medo mas não resistas à paz interior, à entrega, à vida, ao amor!
​
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PAULO MARQUES
MILITAR, AUTOR E FACILITADOR
www.facebook.com/amoteemmim
www.facebook.com/autor.paulomarques

in REVISTA PROGREDIR | ABRIL 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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A impermanência e as transições económicas

1/3/2018

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A economia é um complexo sistema que nos enquadra no nosso dia a dia como uma engrenagem. A impermanência é o maior fator de sucesso para desenvolvermos transições saudáveis na nossa vida. ​Por Pedro Melo

in REVISTA PROGREDIR | MARÇO 2018

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​Viver transições é quase sinónimo de respirar. Quando respiramos, é o oxigénio que nos alimenta e quando passamos por processos de transição é a impermanência que nos alimenta.

O ciclo de vida é impermanência. Nunca somos iguais a cada segundo da nossa vida, ora por razões naturais (da própria vida), porque crescemos, socializamos com pessoas diferentes, partilhamos afetos de forma diferente, ora por razões acidentais (que não teriam necessariamente de acontecer e por isso imprevisíveis), porque mudamos de ambiente, perdemos ou ganhamos empregos, mudamos a disponibilidade dos nossos recursos, fazemos lutos inesperados, temos ganhos inesperados. A todos estes fenómenos podemos dar o nome de transições.

Quando falamos de transições, uma teoria muito interessante que nos ajuda a compreender este(s) processo(s) é a Teoria das Transições (Chick e Meleis, 1986). A partir desta teoria entendemos que, quando falamos de impermanência no contexto económico e em específico no financeiro, estamos a falar de transições situacionais, processos que, de forma inesperada, vão surgindo e obrigando a que cada pessoa se adapte e se transforme em resposta às mudanças e às diferenças que possam ocorrer. Diria mesmo, que inevitavelmente ocorrem.

A impermanência exige, então, uma constante vigília da alma, para entender que estamos em impermanência e, portanto, que temos necessidade de desenvolver uma importante propriedade para passarmos saudavelmente por uma transição: a consciencialização. Esta propriedade tão importante para o desenvolvimento de uma transição exige um grande desenvolvimento do sentido de ser e estar na impermanência: exige conhecimento, exige aceitação, exige atitude.

A transição económica, que é mais do que uma adaptação a uma impermanência financeira, exige a passagem por diferentes pontes, até chegar à meta da sua concretização:

A Consciencialização e o envolvimento no contexto da Família
É na interação com as pessoas que vivem connosco o quotidiano que as questões da impermanência nas finanças são primordialmente construídas para possibilitar a consciencialização de impermanência. Analisar, por exemplo, a impermanência financeira, exige uma análise conjunta do agora, do como estamos na nossa casa, para entender que recursos não temos mais e que mudanças devemos procurar para responder à diferença, para que o rendimento familiar não seja insuficiente (Figueiredo, 2012). Depois do conhecimento conjunto deste caminho de impermanência, vem a atitude: o incentivo mútuo de que vamos ser capazes de superar a impermanência, juntos e identificando os recursos que já temos e os que precisamos procurar.

A Ação Social, no contexto comunitário
Porque além das 4 paredes que nos unem como família há toda uma comunidade plena de impermanências, é certo, mas plena igualmente de recursos. A impermanência financeira, neste contexto, está claramente ligada a outras impermanências económicas: a impermanência no exercício da cidadania para a procura e o desenvolvimento de recursos na nossa comunidade, a liderança na melhoria das condições económicas de todos os membros da comunidade e por vezes crenças dificultadoras das próprias transições (quer individuais, quer familiares, quer comunitárias), por exemplo: a crença de que “como somos um bairro social é normal não termos emprego nem outros recursos”. Neste contexto, a permanência da impermanência pode ser destruidora, se não houver um diálogo coletivo de construção de uma comunidade mais participativa, mais inovadora e com maior sentido de suporte mútuo, com uma conduta altruísta de apoio a todos os que procuram sucesso nas inevitáveis transições da impermanência. É preciso promover uma Gestão Comunitária eficaz, na construção de melhor liderança, de melhor comunicação comunitária e de maior participação de todos (Melo, 2012).

A Ação Política
Esta ação é resultado do conjunto das ações que indiquei anteriormente. Chegamos a esta etapa de transição face à impermanência económica, quando as famílias se auto-organizarem para melhorar os seus recursos e quando as comunidades estiverem empoderadas para melhorar as suas respostas às problemáticas sociais que decorrem das transições. Conseguimos esta ação com um exercício forte de cidadania que exija a qualificação das pessoas (só com conhecimento se tem consciencialização e adequado envolvimento nas respostas às impermanências), a gestão inteligente dos recursos das comunidades (que promovam a equidade no acesso ao emprego, à educação) e, portanto, um contexto comunitário facilitador das transições económicas, que incluem os desafios financeiros, os desafios sociais e os desafios pessoais.

Entre a transição individual, familiar e coletiva está uma certeza: a solução da impermanência gera impermanência e é esse o sentido de existirmos: os desafios de responder ao desconhecido com os recursos do conhecido.

Referências:
Chick, N & Meleis, A (1986). Transitions: a Nursing Concern. Nursing Research Methodology. University of Pensylvania.1986: 237-257
Figueiredo, MH (2012). Modelo Dinâmico de Avaliação e Intervenção Familiar- uma ação colaborativa em enfermagem de família. Lusoditata: Loures.
Melo, P. (2017). Modelo de Avaliação, intervenção e Empoderamento Comunitário- Manual do utilizador. Edição de autor: Porto. ISBN: 978-989-97154-1-7
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PEDRO MELO
PROFESSOR NA UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA (ICS – PORTO); ESCRITOR
www.facebook.com/escritorpedromello

in REVISTA PROGREDIR | MARÇO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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O Financiamento Social e a Responsabilidade Económica

1/2/2018

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Numa década em que o mundo financeiro foi o grande responsável pelo colapso social, económico e de valores, julga-se ter encontrado alternativas, mas não identificado os responsáveis.
Por Emídio Ferra


in REVISTA PROGREDIR | FEVEREIRO 2018

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

A nova era social, que que se instala timidamente em nossas casas, empregos e ecrãs digitais, advém de uma década já superada (assim se espera) de profunda crise financeira, económica, social e de valores.
 
Esta recente realidade, como bandeira dianteira, tem uma grande promessa: o financiamento social e a responsabilidade económica.
 
É conveniente, antes de sugerirmos definições ou um enquadramento para estes conceitos, procurar entender as causas e as consequências que trouxeram à luz esta realidade.
 
Nos últimos dez anos, as sociedades globais atravessaram as profundezas dos calabouços. Nesse negro percurso, as estruturas sociais que se tinham, até então, sustentado em sistemas virtuais e bolhas especulativas, permitiram-nos questionar: O que está errado? Quem são os culpados? O que é verdadeiramente real? Como mudar?
Passo a passo, refloresceu, coletivamente, a busca pelo retorno à vida baseada na proximidade, no sustento da terra e dos seus recursos naturais, no afeto, no respeito pelos ciclos naturais e pela humanização dos ecossistemas.
 
Em primeira instância, o que se julgava ser o culpado desses negros tempos, o Dinheiro e as Finanças, foi excluído, de facto, pelos inspirados mentores destes movimentos de transição. A finalidade era a prática, em si, de exemplos vivos de novos modos de vida: a fundação de comunidades baseadas na partilha, ecologia, permacultura, economia da dádiva e na troca, educação livre, sustentabilidade ambiental e social.
 
Não foi necessário muito tempo para se entender que não se podia simplesmente voltar as costas a uma construção social globalizada que em menos de um século de percurso atingira um crescimento impensável ao longo de toda a sua história. E a recusa em incluir o sistema financeiro, o dinheiro, na nova sociedade era ainda mais irreal e perigoso que os efeitos causados nas grandes crises económicas e financeiras.
 
Enfim, a realidade tem demonstrado que a mudança não pode acontecer sem os valores vivos e verdadeiros da inclusão, da compaixão, da humildade, do amor próprio e do respeito ao próximo, mas também não se pode menosprezar o passado.
Então, daí surge este movimento: o financiamento social e a responsabilidade económica.
 
Ainda que, no meu parecer, não se possa já considerar este processo inteligível por um conceito, pode-se, no entanto, encontrar nele os traços de um movimento transitório concertado em busca de soluções credíveis e sustentáveis, construídas no terreno, no dia a dia, e com os dissabores e alegrias, próprias de qualquer outro projeto humanizado e inclusivo.
 
O financiamento social coloca o recurso financeiro ao serviço da sociedade, da economia real e das necessidades das pessoas. A proteção das características nefastas deste recurso, a sua imaterialidade e possibilidade de crescimento infindável terá de ser controlada pela sua necessária relação direta com a economia real. E gradualmente estender os seus produtos financeiros e virtuais a projetos de elevado valor social, ambiental, educacional e económico e, em paridade, com o desenvolvimento desses projetos, criar-se igual valor financeiro.
 
O financiamento social, além do dinheiro, incluirá, nesta nova era, recursos técnicos e naturais como as habilidades, talentos, saberes e o ânimo dos empreendedores. Portanto, os agentes ativos da economia são todos os seres vivos sem quaisquer exclusões, ou seja, a humanidade, os animais, a natureza, o planeta e todos os ecossistemas existentes e as suas inter-relações.
 
É neste momento que a responsabilidade económica entra e comunga com o financiamento social.
 
O paradigma do crescimento económico-financeiro exclusivo, como solução para qualquer sociedade, nada mais é do que arremessar o bem comum, a harmonia e a saúde do ponto de vista holístico, para o abismo da competição desenfreada, da solidão e da crise, não no sentido da oportunidade, mas da desolação humana.
 
Os atores da transição substituirão o foco financeiro do crescimento pelo desenvolvimento económico num sentido mais amplo que acompanhará a realidade humana em todas as suas vertentes e necessidades.
 
Portanto, para se atingir a responsabilidade económica, antes de mais é necessário julgar e apurar os responsáveis pela insustentabilidade ecossistémica.
 
A impunidade e passividade social e política diante dos fatores destrutivos das funções basilares da vida não permitirá que o processo de transição seja concluído.
 
A consciencialização destes conceitos e práticas é fundamental para a assunção dos valores associados a esta mudança.
 
Solidariedade, partilha, inclusão, responsabilidade, alegria, comunicação franca, harmonia e florescimento social e humano serão a nova bandeira sustentada pelas finanças sociais e pela responsabilidade económica. 
​
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EMÍDIO FERRA
CONSULTOR EM EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO
www.empowertolive.pt

in REVISTA PROGREDIR | FEVEREIRO 2018
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Chegar, ver e vencer

1/1/2018

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Quanto mais sei sobre dinheiro e abundância, mais claro e evidente se torna que temos o comando na mão. O problema, é que o comando não é aquilo que pensamos ser e por isso muitas vezes carregamos nos botões errados sem saber.
Por David Rodrigues


in REVISTA PROGREDIR | JANEIRO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​Trabalhamos, esforçamo-nos, investimos, arriscamos, somos cautelosos, delineamos objetivos, realizamos afirmações positivas e ainda assim os resultados parecem uma roleta russa. São mais as vezes em que “falhamos” do que as que acertamos.
 
Gerar abundância na vida, seja a nível financeiro, material, relacional, seja a nível de diversão, amor, paz, tranquilidade ou realização pessoal ou profissional acontece de acordo com os botões do comando em que carregamos de forma consistente e equilibrada.
 
Quando carregamos sucessivamente no botão do fazer e do pensar geralmente estamos a carregar nos botões errados. Então, mas não é com trabalho e esforço que se gera abundância? Bom, se fosse assim, você já seria muito abundante de certeza!
A ação tem espaço e lugar e é necessária, mas não é o principal gatilho. O que verdadeiramente importa são as suas emoções, como se sente, o que é que está registado no seu inconsciente e a não ser que atue aí, por mais que tenha ou por mais que lhe falte, nunca se vai sentir verdadeiramente abundante, nem realizada.
 
Sempre que executa uma ação para gerar mais abundância, seja levantar-se às 6h da manhã para ir trabalhar na fábrica ou criar uma nova newsletter para captar clientes, essas ações estão ligadas ao comando das emoções e do inconsciente, mas você está longe de saber em que botões é que está a carregar.
Abundância não é ter mais que os outros, muito menos é ter tudo. Abundância é estar (verdadeiramente) realizado com o que se tem, em paz e tranquilidade, confiante no fluxo do dar e do receber. Num estado de abundância não há medo ou receio, não há apego nem desilusão.
 
Assim, se quer gerar mais abundância na sua vida, deixe de olhar tanto para o que faz, pensa ou diz, e olhe mais para o que sente dentro de si com o que faz, pensa e diz. Precisa de descobrir o mapa do seu inconsciente, para saber em que botões está a carregar.

Chegue ao pé do seu interior mais profundo. Veja o que se passa, observando e não julgando. Vença, curando as suas feridas interiores ou corrigindo os mapas desatualizados do inconsciente. A abundância, será uma consequência dessa atitude de chegar, ver e vencer.
 
Agora, não se iluda, 30, 47 ou 60 anos a carregar nos botões errados não se resolvem do dia para a noite, até porque o seu ego não vai querer admitir que tem estado errado. Pense menos, sinta mais. O seu corpo e as suas emoções são a porta de entrada para o seu inconsciente, e é no seu inconsciente que está a magia da sua vida. É no seu inconsciente que se abrem as portas e janelas da abundância.
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DAVID RODRIGUES
CONSULTOR MONEY LIFE
www.moneylife.com.pt
info@moneylife.com.pt

in REVISTA PROGREDIR | JANEIRO 2018
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Um abraço Financeiro

1/12/2017

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Continua o estereotipo social de que o dinheiro é algo mau, que quem gosta de o ter é alguém materialista e que de certeza não valoriza coisas como os sentimentos. Mas não será o dinheiro apenas uma energia como outra qualquer, algo que vai e vem e que pode ser utilizado para nosso bem-estar ao invés de sermos nós usados por ele?
Por Paulo Marques


in REVISTA PROGREDIR | DEZEMBRO 2017

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)
​

Como tudo o que a vida trás até ti, és tu quem decide como agir, como lidar com determinada situação / energia. Com as pessoas, muitas vezes fugimos de sentir e limitamo-nos a usar como se fossem objetos. Com as situações que a vida nos apresenta, agimos demasiadas vezes de forma leviana, não nos querendo envolver em demasia e não dando valor a algo que pode ser de extrema importância. Com o dinheiro, fazemos o mesmo, já reparaste?
​
Lutamos imenso por ter uma profissão e ter como nos sustentar e pagar contas. Trabalhamos horas e horas, arranjamos mil e uma maneira de obter mais dinheiro, porque o que temos é sempre pouco e queremos mais e mais. Chegamos ao ponto de esquecer a vida pessoal, familiar e social, apenas porque por vezes passamos mais de metade do dia a trabalhar. Trabalhamos por medo de não ter e de perder. Trabalhamos para que nunca falte. Trabalhamos para nos sentirmos importantes e uteis, mas deixamos de viver! Deixamos de ter tempo para estar com os amigos, com a nossa família. Esquecemos a importância de ir fazer algo que gostamos e nos faz relaxar, o maravilhoso que é brincar com os filhos, sem descarregar neles o nosso stress. Deixamos de lado aqueles momentos a dois, com a pessoa que seria o nosso amor. E o tempo passa, dia após dia e tudo vai morrendo, tudo se vai perdendo. As pessoas, vão embora, pois se não fazem falta, não vale a pena ficar. As crianças crescem e dão o retorno do que lhes oferecemos, um espaço vazio. Aquele companheiro(a) de vida, foi embora, pois se fosse amor, nada se iria sobrepor. E só ficámos nós, vazios, com o nosso dinheiro no bolso e com o status. Rodeados de imensas pessoas, que não tocam o nosso coração, muito menos o fazem sorrir, apenas têm interesses. Até que chega o dia, sim, aquele em que a vida termina e afinal nada valeu a pena. Tudo ficou lá, a casa, o carro, o dinheiro, os investimentos, o status, as pessoas quem nem sequer umas lágrimas de saudade irão derramar. E nós? Ficou o vazio eterno, um frio existencial inexplicável.

Mas não, não é o dinheiro que é mau, mas sim a forma como o utilizámos. Não manipulámos essa energia divina de modo a usufruir dela, a nos trazer coisas boas. Deixámos que ela tomasse conta de nós e isso fez-nos perder do que realmente importa.

Limitamo-nos a usar e ser usados, ao invés de agir de acordo com um profundo sentir. Dispensámos o que nos faz sorrir e preferimos o que nos dá uma sensação de falso controlo e segurança.

Vem, deixa tudo e vamos dançar ao sabor da vida. Trás o dinheiro contigo, sem medo de o perder, pois tal como ele vai, assim volta, se tu estiveres em recetividade para com a vida. Não acreditas? Então desafio-te a sentir e a experienciar. Abraça o dinheiro com todo o amor que existe em ti e tal como nas relações, amor simboliza liberdade, então, liberta para que possas ficar leve e ser feliz. Deixa ir, pois tudo quanto precisas, volta a ti.

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PAULO MARQUES
MILITAR, AUTOR E FACILITADOR
www.facebook.com/paulomarques.autor

in REVISTA PROGREDIR | DEZEMBRO 2017
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O Desapego Financeiro para Ser

25/10/2017

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A pratica do desapego em relação ao dinheiro permite que libertemos a nossa mente de preocupações, e usemos esse “espaço” livre para criar novas oportunidades, não porque precisamos, mas porque queremos. Por Rui Galhós

in REVISTA PROGREDIR | NOVEMBRO 2017

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

esde muito cedo, criamos uma relação com o dinheiro. Essa relação, subjetiva, depende de toda uma educação e conjunto de experiências com que nos deparamos no decorrer das nossas vidas.
 
O dinheiro em si, é apenas um meio para facilitar a troca de bens e serviços, mas com o evoluir das sociedades, passou a estar no centro das nossas vidas. Já Shakespeare procurava acordar a sociedade com a sua famosa pergunta Ser ou não Ser eis a questão, mas a resposta foi um caminhar noutra direção, para uma realidade cada vez mais focada no Ter e daí a questão passou a ser, Ter ou não Ter eis a questão.
 
Mas o apego propriamente dito surge de uma forma inconsciente em nós. Para uns, a escassez de dinheiro pode implicar uma relação de maior apego (a ideia de ter mais) causado pelos sentimentos de privação, enquanto que para outros, vem de uma relação doentia causada por pensamentos inseguros, sempre com uma sensação de nunca se ter dinheiro suficiente.
 
Por outro lado, com a informação na ponta da mão, veio também a invasão da privacidade, o que nos tornou alvos fáceis a toda uma série de interesses económicos e financeiros. Rodeados de tanta informação, criamos inocentemente novas representações do que é afinal necessário para se ser feliz, bem sucedido, realizado. Um bom trabalho, um bom carro, uma boa casa, um bom computador, um bom telefone, é este sem fim de boas “coisas” que no final vai fazer-nos sentir mais preenchidos, menos “vazios”. Será?
 
Do Oriente chegam-nos orientações muito diferentes, que apontam para um desapego dos bens materiais, um desapego financeiro. Esse mesmo desapego parece estar em ascensão nalgumas sociedades Ocidentais, principalmente em jovens adultos que de certa forma já alcançaram muitas das metas referidas acima e que vêm no dinheiro uma prisão mental.
 
Voltando à reeditada dúvida Shakespeariana, o que será mais importante, Ser ou Ter? E qual o papel do desapego nesta questão existencial?
 
Importa primeiro desconstruir o paradigma para simplificar o que por vezes parece complicado.
 
O desapego é antes de mais nada uma ação, um movimento. Contrariamente ao apego, o desapego move-se e pratica-se numa direção oposta. O desapego pode implicar um afastar, um deixar ir. Esse deixar ir pode ser parcial e/ou temporário como pode ser permanente.
 
O Ter por sua vez é um movimento inconsciente assente num impulso de uma pessoa se vir a tornar melhor adquirindo bens. Ainda não o é, mas essa nova aquisição irá definitivamente torná-la melhor. O Ter tem tudo a ver com dinheiro e o Apego financeiro.
O Ser é aqui a única constante, permanente e estável, que não implica nada senão apenas o existir. O Ser é algo inato e não precisa ser alimentado, cultivado ou valorizado.
 
Penso que a maior parte da humanidade se encontra na fase do Ter sobreposto ao Ser, e como o Ter, é um movimento inconsciente e infinito, o resultado conduz o Homem a um precipício, a um conflito interior sem fim. A introdução de um movimento contrário torna-se imprescindível para ajudar o Homem a encontrar uma saída:  Ser + Ter + Desapego = ?
 
Esse movimento contrário, O Desapego, assume um papel fundamental, que desperta uma nova consciência, necessária à evolução do Homem. A equação toma então a forma:  Ser + Ter + Desapego = Ser
 
A resposta ao paradigma da Vida aponta para uma inteligência inata, que em determinados momentos de inconsciência (fase do Ter onde ocorre um afastamento, uma desconexão do Ser), permite o Homem regressar a “casa”, à sua própria essência, livre de conflito. Essa inteligência autónoma, sempre presente, é como um GPS interno, dando instruções constantes e escolhendo o movimento adequado a cada situação. O dinheiro e o apego financeiro são apenas uma distração ao movimento natural do Ser. Isto não significa que o dinheiro não tenha a sua importância, mas é no desapego que vamos naturalmente encontrar a tranquilidade, a clareza, ingredientes necessários para uma mente sem preocupações. Ficamos assim mais livres, livres para Ser.
 
Um exemplo disso é a história que se segue:
“Oferecem-lhe um trabalho num casino e a fim de encorajar outras pessoas a jogar, recebe 500 Euros por noite para apostar com o dinheiro da casa. Você receberá 50,000 Euros em fichas no início da noite e no final só vai sair com 500 Euros no bolso. Como se sentiria?
 
As possibilidades são, se pudesses quadruplicar o teu dinheiro, ficarias entusiasmado no momento, mas no final da noite depois de devolver as fichas, esquecerias tudo. Da mesma forma, se perdesses tudo, provavelmente ficarias desapontado, até que te lembrasses de que era apenas um jogo e a recompensa real já estava no teu bolso. Agora, dá um passo adiante e imagina como seria jogar o jogo do dinheiro sabendo que tudo o que realmente conta - o bem-estar, felicidade, amor e auto-estima - já são teus? Afinal, nascemos com eles, e o único que os pode tirar de ti mesmo é apenas um pensamento. Não há nada verdadeiro e duradouro que possas obter no jogo do dinheiro que já não tinhas antes de começar a jogar e que não continuará teu depois do fim do jogo.
 
Estamos todos sempre a jogar com o “dinheiro da casa”, não há nada de real em jogo e consequentemente, podemos jogar sem medo e com uma sensação de facilidade e diversão.”
​
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RUI GALHÓS
COACH
www.akademiadoser.com/ruigalhos
www.facebook.com/UnfoldYou
rgahoz@gmail.com

in REVISTA PROGREDIR | NOVEMBRO 2017
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Controlar as nossas Finanças

1/10/2017

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Controlar as nossas finanças é um processo difícil. Ainda mais nos dias de hoje, onde vivemos num mundo mais global.
​Por Pedro Midões


in REVISTA PROGREDIR | OUTUBRO 2017

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​Somos atropelados a toda a hora com incentivos ao consumo. Ora é no rádio enquanto tentamos deixar os filhos na escola ou simplesmente quando estamos a ir para o trabalho, onde entre músicas e programas ouvimos que tiveram o “apoio” da marca dos óculos X, e que, na compra de um par oferecem um segundo. É à espera do metro onde o outdoor está mesmo à nossa frente a convidar a ir comprar roupa da nova coleção. É à saída do trabalho e depois de um dia extremamente desgastante e stressante, que existe um cartaz a convidar os amigos para sentar à mesa com umas quantas cervejas e uns quantos petiscos. É na busca de algo concreto na internet e que antes de apresentarem o que pretendemos, que aparece mesmo à nossa frente uma instituição que está a “dar tudo” para termos o último modelo de telefones. É o nosso banco que “convida” ao crédito para um computador. É a agência de viagens com promoções para os destinos fantásticos.

Esta é a dificuldade nos dias de hoje, equilibrar a emoção e a razão na arte dos estímulos. Mas difícil, não significa impossível. Acredito que mesmo que lhe dissessem que era impossível, iria tentar, iria acreditar que conseguiria. É um trabalho que depende de si, do seu esforço, dedicação e disciplina. É como querer fazer uma dieta alimentar. Às vezes custa tanto fechar a boca a um dos nossos petiscos preferidos ou ir ao ginásio, mas se pensar que amanhã o corpo e o organismo agradecem. Em relação ás nossas finanças é o mesmo, ter o objetivo definido, tomar consciência de alguns hábitos e começar a dizer que não. Isto pode ser sinónimo de começar a construir a sua poupança.

Uma sugestão, passe todos os seus rendimentos e despesas que tem durante o mês para um “papel”. O seu rendimento não é fixo, faça uma média dos últimos tempos e fixe por baixo. Agora tente organizar todos os gastos que considera indispensáveis - despesas de casa, alimentação, seguros – e todos os outros que considera “dispensáveis”. Mesmo que não tenha valores concretos, não se preocupe, faça uma estimativa, irá ajudar no passo seguinte. Some todos os rendimentos e todos os gastos. O primeiro passo está dado. Já tomou consciência do que ganha e do que gasta num mês.

Avance mais um pouco, guarde todos os talões das suas compras. Das revistas aos cafés, da roupa a prendas que comprou para oferecer. Das vezes que foi ao supermercado. Do cinema e pipocas para si e para a sua namorada. Dos copos, jantares e saídas com os amigos. Todos sem exceção.

Ao final do dia, da semana ou do mês, agrupe os talões por cada categoria e volte ao papel, ao Excel ou às aplicações nos telemóveis. Está a investir poucos minutos do seu tempo na sua saúde financeira. É hora de somar. Deixou de ter uma estimativa sobre os seus gastos e está a passar para a realidade dos seus gastos. Agora que organizou os talões, veja onde estão os excessos e onde poderá cortar mais alguns “quilos” nos próximos dias. Se for necessário, verifique novamente os talões e veja se realmente foi tudo necessário. Aposte no que é necessário e indispensável para si e para o seu bem-estar.

Os cartões de crédito são hoje uma facilidade para a maioria das pessoas. As instituições de crédito oferecem cartões com plafonds pré-aprovados. As lojas têm dias de desconto, têm cartões de fidelização com descontos acumuláveis no futuro, com campanhas de pagamentos a 3, 6, 9 meses e por aí fora, sem qualquer juro adicional.

Antes de cair na emoção, pare, pense e faça a pergunta para si mesmo - é mesmo necessário? Provavelmente não. Se mesmo assim o fizer, sabe que está a fazê-lo em consciência e com capacidade para assumir a responsabilidade que advém desse ato. Não se esqueça que nos cartões de crédito, pagamentos à vista ou faseados terá sempre que pagar essa compra. Não fazendo o esforço agora, o que está a fazer é a adiar a divida. Mas no final, a conta terá sempre que ser liquidada. As instituições de crédito nunca são as prejudicadas. Conseguem sempre reaver o valor creditado, nem que seja através da penhora do vencimento.

Outra maneira de muitas vezes engordar a carteira, é deixar de andar com notas e moedas na carteira ou no bolso. Somos seres emocionais e como tal queremos as coisas, na grande maioria das vezes, no imediato. A não racionalização no momento da compra, pode ser travado pelo facto de não termos o dinheiro disponível no momento. Quantas vezes deu por si a querer comprar uma revista, um café ou umas meras castanhas na rua para aquecer as mãos? E nunca aconteceu dar por si a por a mão na carteira ou no bolso e lamentar-se porque afinal não vai poder ser, pois não tem dinheiro. O multibanco é a meia dúzia de metros, mas aquela vontade imediata foi travada e como tal “ficará para outra oportunidade”. Ao final do mês serão uns pequenos-grandes quilos.

Planear, ajuda na persecução dos objetivos. Estipule todos os meses quanto quer poupar por mês. Não deixe para o final do mês quando a balança ainda está equilibrada. Aí, será meio caminho andado para o gastar com facilidade. Faça ao contrário, comece por colocar logo uma pequena quantia de lado e já não faça mais conta desse valor para o resto do mês. Os cortes efetuados e as poupanças criadas estão a começar a dar frutos.

Quando olhar para trás e perceber todo o caminho que percorreu, irá sentir que o mais difícil já foi feito. O tempo, esforço e dedicação foram obra sua. Orgulhe-se disso! Agora que conseguiu redefina novos objetivos.
​
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PEDRO MIDÕES
DIRETOR FINANCEIRO E CONTABILISTA CERTIFICADO
pedro.c.s.midoes@gmail.com

in REVISTA PROGREDIR | OUTUBRO 2017
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Dinheiro,Ter mais ou Ser com Equanimidade?

1/9/2017

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Neste dia-a-dia que é a nossa vida, que valor damos ao dinheiro? Qual a nossa relação emocional com ele? E como podemos construir uma relação de paz e equanimidade com a nossa conta bancária?
​Por Marta Almeida


in REVISTA PROGREDIR | SETEMBRO 2017

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

​“Acredito que o dinheiro é uma energia. E tal como qualquer energia, pode ser muito boa ou muito má. Tudo depende do uso e do sentido que lhe damos.”
 
Numa sociedade construída através do valor monetário é normal que a questão financeira seja motivo de stress para muitas famílias e motivo de orgulho para outras tantas. Mas que valor tem realmente? Se ganhasse mais seria mais feliz? Vamos crescendo a acreditar que sim. Toda a sociedade parece indicar-nos que sim.
 
Quando somos bombardeados com publicidade que nos tenta fazer acreditar que seremos mais felizes com o produto ou serviço A, B, ou C sabemos que precisamos de dinheiro para alcançar o ideal. E apesar de termos crescido a ouvir frases como “o dinheiro não compra felicidade” a verdade é que todos nós já desejámos ter mais algum. Como se não bastasse o que dita a publicidade, ainda temos uma banca inteira a colocar uma série de créditos financeiros à nossa disposição.
 
Sem ferramentas de gestão financeira e emocional, o stress de nos metermos num buraco financeiro pode ser angustiante. Todos os pensamentos que teremos estarão relacionados com esse facto, provavelmente perto de 24 horas por dia, 7 dias por semana. E como ficam as restantes áreas da nossa vida se grande parte dos nossos pensamentos estiverem neste foco?
 
Tal como tudo na vida, o dinheiro tem o valor que lhe damos. Quando temos dificuldades em pagar escolas, hospitais ou rendas de casas tem um peso, quando apenas queríamos um extra para ir numa viagem de férias mais longínqua tem outro.
 
O dinheiro move-nos, mas a perceção que temos em relação a ele não é a mesma para toda a gente.
 
Ironicamente, quanto mais preocupados estamos em relação ao dinheiro, menos vamos atrai-lo e, em oposição, quando mais tranquilos estamos em relação a este tema, mais o vamos atrair. Parece estranho? Experimentem.  
 
Hoje em dia, na era da informação, existem ferramentas sem fim, formações presenciais ou online, plataformas, projetos novos, nichos de mercado, negócios em network marketing, apoios a start-ups e cursos extra que permitem a qualquer pessoa construir os seus sonhos e alavancar-se financeiramente. Nunca o mundo teve tantas oportunidades disponíveis. Nunca a riqueza foi tão democrática. Mas a riqueza ou pobreza da nossa carteira será sempre equivalente à mental. E para alcança-la é preciso querer, estar disposto a reaprender, a abrir a mente, a escutar, a crescer, a ter sede de mais.
 
O Autor Harvey Mackay diz “Ser rico não é sobre dinheiro. Ser rico é um estado mental.”
 
Se de facto isto é verdade, estarmos em equanimidade em relação às nossas economias, pode começar pela nossa mente. Então, talvez o segredo, seja enriquecer a nossa mente primeiro. A carteira será uma consequência. Crescer, desenvolver capacidades, escutar mais que nunca o nosso interior, confiar e, porque não, arriscar em algo que nos apaixona.
 
Como a história do ovo da galinha, não importa muito o que acontece primeiro. Claro que a uma conta bancária recheada pode (deve) dar tranquilidade mental, mas a verdade é que a tranquilidade mental também pode dar uma conta recheada se canalizarmos a energia para o lugar certo.
 
Comecemos pelo que temos mais à mão. A nosso estado emocional é possível ser trabalhado em qualquer altura e em qualquer lugar.
 
Se por um lado, é necessário esvaziar a mente em relação ao dinheiro para o atrair, fazer as pazes com crenças que nos foram dadas provavelmente na nossa educação e deixar fluir, por outro há que perceber que ele faz parte da nossa vida e aceita-lo com moeda de troca para as nossas realizações. Não é fácil. Mas existem prateleiras de livrarias cheias de livros de pessoas que o conseguiram e que se propõem a ajudar-nos também. Basta procurar o certo, no sitio certo.
 
“Se deixarmos de lado os pensamentos que temos diariamente sobre dinheiro, como será ocupado esse espaço na nossa mente? Que espaço ficará para criar e construir algo produtivo?”
 
Para sermos bem-sucedidos, é importante passarmos pelas seguintes três fases: pensar, sentir, ter. Nunca o contrário.
​
Imagem
MARTA ALMEIDA
EMPREENDEDORA TEAMWAY
www.growbymartaalmeida.com
idamamalis@gmail.com

in REVISTA PROGREDIR | SETEMBRO 2017
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

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