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A Impermanência nas Relações

1/3/2018

1 Comentário

 
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É na impermanência das relações que temos a oportunidade de dar saltos quânticos. De nos redescobrirmos. Por Rute Calhau

in REVISTA PROGREDIR | MARÇO 2018

(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

Permanência é aquilo que não existe mas que foi criado pela tua própria mente enquanto Ser Humano devido a todos os teus ensinamentos. A única certeza que tens é que após o teu nascimento, a qualquer momento podes morrer. Essa é a tua única certeza. Tudo o resto é mutável, flexível. Portanto, permanência não existe, é uma ilusão. Podemos comparar permanência com expetativa. O que tens estado a expetar na tua vida? A esperar para que aconteça? No que te tens focado? Trouxe permanência ou desilusão pela impermanência?

O Ser Humano tem uma enorme capacidade de autossabotar-se e criar ilusão na sua mente. Não é simplesmente e apenas nas relações, mas nas várias secções da nossa vida. É bom que se perceba que tal como tudo na vida, as relações são impermanentes. Um dia pode apetecer-te comer carne e noutro peixe, ou simplesmente virares vegetariano. A cada momento pode apetecer-te algo diferente, ou mesmo perceberes que o teu corpo e o teu espírito estão a pedir algo diferente. As relações são como o alimento. Na realidade, são um alimento muito forte para a nossa alma. É a partir dos relacionamentos que fazemos grandes aprendizagens. É como se voltássemos à escola. Temos a pré-primária, primária, primeiro ciclo, liceu, universidade, pós-graduação, mestrado.

As relações também são feitas de estágios e são um enorme convite para a nossa evolução humana e espiritual. Porque ninguém é de ninguém. E tudo pode mudar a qualquer momento.

Quanto mais conscientes ficarmos em relação a esta realidade, mais facilmente conseguiremos praticar o desapego e tornar as relações mais saudáveis.

Quando falamos em desapego, não quer dizer que a relação acabe. Muitos de nós, temos a ideia de que estar num relacionamento é estar preso a algo. É ter que colar-se no outro como se nada mais existisse. Isso é tudo muito bonito nos filmes e contos de fadas. Na realidade, um relacionamento só funciona quando te desapegas. Quando tu escolhes ficar só porque sim. Não por necessidade.

E quando percebes que és completo e que o outro te transborda, o relacionamento fica mais leve, mais saudável.

Olhando para um relacionamento longo, existem vários estágios. A fase em que conheces o outro e em que te estás a dar a conhecer, é a fase mais importante do relacionamento. Por norma, temos a necessidade de agradar o outro, para que o outro fique. Mas o que acontece a longo prazo, é que essa necessidade acaba por se tornar uma frustração mais à frente. O que te prendeu? Foste tu mesmo, que ao tentar agradar o outro, deixaste simplesmente de seres tu mesmo. Então, saíste do teu centro. Tens a necessidade de voltar ao teu centro, a seres tu. E isso pode causar desconforto numa relação. Muitas relações acabam simplesmente por isso. Porque o outro gosto daquilo que conheceu, criou expectativa, e agora estás a ser outra coisa que o outro desconhecia. Este é o primeiro estágio da impermanência.

Depois, continuando a relação, há a necessidade de moldagem de um com o outro. De aprender a lidar com as situações. E ai é uma grande proposta de crescimento pessoal tanto a nível pessoal como de casal, porque somos espelhos, e o outro vem-nos apenas mostrar aquilo em que ainda estamos a vibrar, e que logo, consequentemente atraímos, para que possamos trabalhar em nós essa mesma questão. Se, devido ao conflito, houver ruptura, e não houver entendimento, o mais provável é que numa próxima relação atraias o mesmo para ti. Compreende também que com o facilitismo que existe em mudar de parceiro nos dias de hoje, acaba por tornar os relacionamentos num ciclo vicioso. Então, cura-te. Aceita-te tal como és e aceita o outro. Tu não podes mudar o outro se não te mudares a ti mesmo. A proposta é voltares ao teu centro. Do que gostas? O que queres? O que te faz vibrar? Tu aceitas isso em ti? O outro aceita-te? O trabalho interior é contínuo, é impermanente. Porque cada vez que te predispões a trabalhar o teu interior, dás um salto quântico, e é quase inevitável não veres as diferenças. Sente-se.

É necessário um grande amor, uma grande partilha, uma grande fusão de compreensão, amizade e companheirismo. Porque o amor, não é nada mais nada menos, do que uma grande partilha de vivências camufladas prontas para brotar, como um lindo botão de rosa. Pode ser tão belo quando compartilhado. Então podemos ver o relacionamento como uma flor, que deve ser cuidada a cada momento conforme as suas necessidades. E é natural que cada um precise do seu próprio espaço. É natural que cada um sinta a fusão do todo quando unem suas almas e seus corpos. 
​
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RUTE CALHAU
NATUROPATA, HIPNOTERAPEUTA E TERAPEUTA HOLÍSTICA
www.facebook.com/ NaturalmenteZenbyRuteCalhau
rutecalhau.therapies@gmail.com

​in REVISTA PROGREDIR | MARÇO 2018
(clique no link acima para ler o artigo na Revista)

1 Comentário
Isabel Rute Pereira Barreira
2/4/2018 10:10:05 am

Gostei dos conteúdos na revista. openso que me traz auto conhecimento
Grata

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